sexta-feira, junho 12, 2015

Namorados - o dia


Aqui em SP, o dia amanheceu nublado. Do jeito que eu prefiro.
No Facebook, os posts se dividem em dois grupos bem distintos: os que têm namorados/as (felizes e contentes em exibir a sua relação na mais popular rede de todos os tempos) e os que não têm (infelizes, chorando, devorando um bolo de chocolate inteirinho, se descabelando, ou sendo irônicos ou indiferentes, ou se defendendo de alguma forma).
Mas acontece que o mundo não se divide nesses dois grupos e os contornos nem sempre são tão claros e nítidos. Porque (entreouvi uma conversa na calçada na hora do almoço) tem os moços que mentem para as quase namoradas que vão trabalhar até mais tarde. Tem as moças que estão de olho no namorado da outra. Tem quem trai, quem se arrepende, quem ignora a data (é apenas "comercial", se enganam), E também tem os namorados que se acabam nas filas dos restaurantes supostamente mais românticos. Ou que brigam, discutem, esquecem de comprar o presente.
Ou seja, tem de tudo. Ter namorado/a não significa automaticamente que a pessoa esteja absolutamente feliz. Mesmo porque ninguém é absolutamente feliz neste planeta Terra, ainda.
Eu não acho que precisa ficar exibindo a sua felicidade na rede, mesmo porque quem é feliz (ainda que em uma dose moderada) não precisa desse suporte dos "likes" alheios.
Bom, a conclusão disso tudo é que uma pessoa que hoje vai passar a noite com uma caneca de chocolate quente debaixo de uma manta, vendo TV (o programa que pode ser mais feliz do que aquele casal que foi jantar junto, mas discutiu durante o trajeto e dormiu brigado, porque tinha uma fila gigante no restaurante escolhido e eles tiveram que se contentar com a pizza da esquina.
Junto ou separado, feliz Dia dos Namorados pra você.

quarta-feira, junho 03, 2015

Sabe aquela pessoa??


Hoje eu quero falar sobre uma ideia que desenvolvi há algum tempo e que pode ajudar quem está em busca de um amor. Quem acredita naquele verso da canção "é impossível ser feliz sozinho" e está em busca de uma pessoa em especial para preencher o coração deveria pegar o seu velho caderninho de telefones (será que alguém ainda tem isso), ou mesmo escarafunchar a memória. Pode ser que esta pessoa especial esteja lá no passado.
Digo isso porque conheço vários casais muito felizes (MUITO) cuja história de amor tem raízes lá no passado. Assim de memória, posso me lembrar da Ana Claudia e do Milton, da Roberta e do Rodolpho, da Rosita e do Edu (não vou dar os sobrenomes para não expor as pessoas, mas tenho certeza que eles concordariam comigo). Acho que são três exemplos muito interessantes. Todos se conheceram no passado, estavam em momentos diferentes da vida e, "por acaso" se reencontraram agora e se deram a chance de viver um belo amor.
Já falei aqui que aquela história da metade da laranja é besteira pura. Outra história babaca é a dos "sininhos" que tocam quando você encontra aquela pessoa especial. Tudo invenção das comédias românticas norte-americanas (que, by the way, eu adoro).
Outra coisa que as pessoas precisam entender: não existe apenas uma pessoa certa, "a" pessoa. A única constante na vida é a mudança. Tudo muda, todos mudam, e, portanto, tudo é possível.

Então... sabe aquela pessoa? Aquela da qual você sempre se lembra e não sabe o que aconteceu na vida dele (ou dela). Por que não procurar saber?? Por que não ligar, ou procurar no Facebook? Ou perguntar a amigos em comum? Pode ser que ela (ou ele) também esteja lembrando de você agora, neste exato momento. Vamos dar uma chance ao amor?? Que tal?

Para "fechar" este post, queria registrar aqui no blog que amei a corajosa propaganda do Boticário. Eu já simpatizava com a marca, e agora, mais ainda. Como dizia o poeta: "qualquer maneira de amor vale a pena"!

sexta-feira, abril 17, 2015

A minha história


Sou Vigilante do Peso há algum tempo/anos. Comecei, parei, comecei de novo, parei, comecei pela terceira vez e não parei. Engordei todas as vezes em que parei. Já teria dado tempo de atingir a minha meta, mas tem algumas pedras no meu caminho (assim como em todos os caminhos). Sei que a pedra principal está dentro da minha cabeça.

Tenho mil desculpas: a cirurgia do Gui, a reforma da casa (que ainda não acabou, grrrrr), a parada total e absoluta das atividades físicas... a dor no ombro/braço, a minha mãe, que ficou doente no Carnaval, a Biba, que vai viajar, os problemas no trabalho e até no trabalho voluntário, os milhões de atividades a que me propus neste ano - tem coisa demais na minha agenda. Ou seja, a lista é gorda. E e fico gorda em solidariedade à lista.

O fato de estar em uma fase especialmente feliz da minha vida também atrapalha, por incrível que pareça. Porque assim tem muitas comemorações - COME-morações.

Mas não, alguma coisa tem que acontecer de diferente nesta semana. Hoje, a orientadora Adela falou uma coisa muito importante: "eu posso, eu acredito, eu mereço". Essa frase - na verdade são 3 frases, mas funcionam muito bem assim unidas - serão meu mantra de hoje até a próxima sexta, para que eu me mantenha firme no meu objetivo.

Outra coisa muito legal que aconteceu na reunião de hoje: eu me dei conta de que estou parada desde o dia 31 de janeiro, quando eu estava com 68,8 quilos (agora estou com 68,5 desde a semana passada). Baixar dos 70 foi difícil / fácil. Mas depois que eu baixei, estacionei. Talvez seja porque eu acho que já tá bom, inconscientemente. Tem gente que chega ao meu peso depois de perder 30, 40 quilos e acha que tá ótimo.

Mas hoje, de novo, na reunião, tivemos o depoimento de uma associada que ainda não tá no peso ideal, mas continua na luta, dizendo que a gente tem que se comparar com quem tá melhor do que a gente, e não com quem tá pior. São esses insights que nos movem (eu e as pessoas que querem emagrecer).

Teve ainda a parte do pacote de arroz de cinco quilos, para que as pessoas se conscientizassem de quantos quilos extras elas estavam carregando - as que eliminaram este peso extra das suas vidas, entre as quais eu me incluo.

E, finalmente, no caderninho, havia algumas perguntas bacanas que eram para ser feitas não a mim agora, mas à Silvia do futuro, que conseguiu atingir a meta:
1) Como você se sentia antes de aderir ao Vigilantes do Peso?
Tem algumas palavras de sugestões. Eu escolhi: infeliz, não saudável, confusa, frustrada e fora de controle (e feia, que não estava na listinha).

2) O que fez você acreditar que podia mudar?
O começo da perda de peso, quando percebi que estava tudo ao meu alcance. Que eu podia nadar, fazer aulas de treinamento funcional, que bastava que eu quisesse. (A dor no ombro foi no sentido oposto, me fez ter vontade de desistir).

3) Como você se sentiu ao atingir a sua meta?
(eles também sugerem uma lista de palavras e eu escolhi quase todas)
Bem-sucedida, aliviada, triunfante, com experiência, saudável, invencível, eufórica, grata, sábia, transformada, motivada e esperançosa (e acrescentei: bonita!)

4) (esta pergunta é muito importante): Como você pode garantir que sua relação com a comida mudou para sempre??
Ao me tornar uma pessoa mais magra, descobri que tenho o poder de mudar todas as situações desagradáveis que me incomodam na vida, não somente o fato de estar acima do peso. Cada um de nós tem dentro de si uma semente capaz de florescer e de nos mostrar que somos pessoas importantes e interessantes sim, e que temos direito a toda a felicidade deste mundo! Eu quero. Eu me permito. Eu posso. Eu acredito. Eu mereço".

quinta-feira, março 19, 2015

Reforma

Eu trabalho há anos em um centro espírita. Há anos ouço falar em "reforma íntima". Porém, esta é uma reforma que leva uma vida e a gente não consegue concluir. Haja virtudes para cultivar e defeitos para extirpar... Mas tudo bem, ainda bem que o tempo é fatiado em dias, cada dia é uma nova oportunidade de apertar um parafuso aqui, dar uma mão de tinta ali... e assim vai.

O problema é a reforma na minha casa. É uma reforma de nada. Uma cor em uma parede do quarto, pintar metade da escada de uma cor escura, os degraus coloridos, envernizar portas e janelas, trocar algumas tomadas... e daí, já viu né?? O famoso "Jaque" ataca: já que vai mexer em um quarto, vamos aproveitar para... e aí começa a lista interminável de consertinhos maiores e menores. E o pai da minha amiga que é o responsável pela obra descobre que os cupins comeram toda a madeira da janela... em seguida, começa a vazar o tanque, que não estava vazando antes de a reforma começar... e daí vai.

Eu saio de casa e percebo que esqueci dos brincos (eu tenho cabelo curto, não dá pra não usar brinco). E também de passar perfume. E também de trazer a granola. A confusão no ambiente doméstico acaba se refletindo no meu ambiente interior. Tá vendo a relação com a reforma íntima do começo do texto? Eu ando irritada, confusa, atrapalhada, esquecida. Tudo "culpa" da reforma. Ou seria minha culpa, por não conseguir me situar no meu espaço?

Eu vou ter que ter mais paciência do que o habitual e mais tolerância p/ não ser muito chata com as pessoas próximas nessa situação. Por que a gente sempre relaxa e acha que pode mostrar o nosso pior lado para as pessoas próximas, né??

Mas que a casa vai ficar linda, quando tudo tiver terminado, isso vai!

quarta-feira, março 11, 2015

A metade da laranja


Não. Tire imediatamente esta ideia estúpida da sua cabeça. Você é não é metade de coisa alguma. Você é uma mulher completa e inteira. Você tem dentro de você a centelha divina - eu interpreto como a Vida, a Consciência, aquela vozinha interior que te mostra o caminho, que te diz o que é certo e o que é errado, com muita clareza. Basta a gente silenciar a gritaria interior / exterior e ouvir, prestar atenção.

Embora estejamos em um mundo em evolução, não temos o direito de nos entregar à tristeza ou à infelicidade. Não! Nossa tarefa aqui neste Planeta é buscarmos a nossa felicidade plena. E quem "joga" essa responsabilidade nas costas de quem quer que seja vai se dar mal. Muito mal.

Nós temos a obrigação de procurar pessoas que nos fazem bem, que nos fazem rir, que elevam a nossa alma. Nós também precisamos daquelas pessoas dispostas a ouvir os nossos problemas e a dar palpites para o nosso bem. Pessoas que nos amam.

Ilude-se quem acha que é possível ser feliz sozinho. Não somos ilhas. Somos seres humanos INTEIROS que precisamos sim uns dos outros.

Qualquer maneira de amor vale a pena. TODAS as maneiras de amor valem a pena. Aliás, é isso o que viemos fazer aqui: amar; a mãe, o pai, o irmão, o colega de trabalho, o vizinho, o leiteiro, o pedreiro, os governantes do nosso país, os bandidos, aqueles que erram e que se arrependem. Ou aqueles que erram e não se arrependem. Todos merecem amor, piedade, perdão (mesmo que não peçam perdão).

Consequentemente, seremos amados de volta. Quando a gente entra em sintonia com essa corrente do bem, tudo passa a fluir na nossa vida.

Hoje, eu vim para o trabalho agradecendo (a Deus, ao Universo, tanto faz). Agradecendo pelo azul do sol, pela visão que me permite enxergar o azul do céu. Pelo verde das árvores, pelo meu carro, pelo operário que asfaltou a rua para eu passar com o meu carro, pela música que eu ouvia no carro, pelo pessoal que trabalha lá na emissora de rádio, pelo aplicativo do meu celular e pelo pessoal que inventou esse aplicativo. Pelo meu trabalho, etc, etc. etc... Quando a gente começa a ter o hábito de agradecer tudo de bom e de maravilhoso que existe na nossa vida, acontece uma coisa mágica: mais coisas maravilhosas começam a acontecer. É tão instantâneo!!! Quando a gente experimenta essa sensação de plenitude com o Universo é que a gente percebe que de metade não temos nada! E é só assim que vamos atrair as pessoas certas para o nosso lado.

segunda-feira, março 02, 2015

O melhor lado das brigas conjugais



Sabe aquele ditado que diz "em briga de marido e mulher ninguém mete a colher"? Pois é, faz mesmo todo o sentido. Na briga, ambos são as piores pessoas do mundo. Ambos deixam aflorar seu pior lado. Ambos se digladiam, ofendem, falam bobagens, atacam, se ferem. Ainda que apenas com palavras ásperas, agressivas, grossas, Porém, muitas e muitas vezes, se o casal se ama, ambos tudo perdoam, tudo relevam. Tudo passa. Eles voltam a se entender, voltam no tempo, voltam a namorar. E muitas vezes tudo fica muito melhor do que antes.

Para um casal dar certo, é preciso que aflore o melhor lado de cada um. Tem a ver com a teoria do espelho: eu mostro a você aquilo que você me mostra em você. E se o casal consegue estabelecer um ciclo virtuoso, fica tudo bem, tudo ótimo, melhor impossível.

O que não pode acontecer é a sensação de alívio ao estar longe da pessoa. Daí não tem volta... eu acho. Certeza, não tenho de nada.

E vamo que vamo.

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Data oficial do novo relacionamento: 24/02



Meu marido me pediu em namoro ontem. E eu aceitei. Só quero escrever aqui, porque vou querer comemorar daqui para frente esta data: 24/2. Vamos celebrar o aniversário de um mês de namoro, um ano... quem sabe.... Zeramos o relacionamento de 40 anos e voltaremos a contar. Um dia de namoro, e contando.

terça-feira, fevereiro 24, 2015

Ninguém quer envelhecer, mas todo mundo quer viver mais


Envelhecer não parece uma palavra boa. Lembra doença, cansaço, bengala, dor, cabelo branco, Mas longevidade não. Longevidade lembra uma vida mais longa, mais plena, mais feliz. Ou seja, o que todo mundo quer. Quanto mais tempo neste planetinha, melhor. Mas aprendizado, mais crescimento, mas evolução.

Nós, pobres seres humanos, vivendo na superfície da Terra, precisamos aprender a viver. Viver do jeito certo, sem ferir os nossos semelhantes, sem fazer (muita) besteira, sem pisar no calo dos outros, sem se envenenar, sem ser susceptível (o que nos faz sofrer mais do que o necessário).

Mas não é fácil, A gente se equilibra na linha tênue entre o prazer e a obrigação. Entre a alegria e o medo. O ânimo e o cansaço.

Às vezes, dá vontade até de desistir, mas quem somos nós para saber sobre o tempo? O tempo que nos foi destinado a permanecer neste planetinha? Não sabemos. Não temos bola de cristal. Precisamos ter fé, força, confiança, coragem, resiliência. E nada disso se pode comprar no supermercado ou se adquirir na faculdade.

Vamos colecionando experiências, palavras, atitudes, mágoas, ressentimentos, alegrias, conquistas. Tudo misturado. De vez em quando, somos assaltados por decisões inadiáveis, que precisam ser tomadas, independentemente de eventualmente ferirmos algumas pessoas próximas...

Quem é o próximo? A pessoa que está ao nosso lado em determinado momento. É irmão/irmã, pois todos somos filhos de Deus. Estamos todos no mesmo barco. Lado a lado, convivendo, ora em paz, ora em guerra, mas convivendo.

É preciso manter a máquina em perfeito funcionamento, comer direito, fazer exercício e tudo o mais. Mas eu ainda acho que o mais importante disso tudo é o amor. Sem ele, nada é possível. Sem ele, a gente não tolera, não perdoa, não volta atrás. E viver é voltar atrás, perdoar, tentar melhorar. Hoje e sempre, durante toda a longevidade que estiver ao nosso alcance.





segunda-feira, fevereiro 23, 2015

Depois de 40 anos... voltar a namorar


Não é um retrocesso.
Ao contrário: é uma evolução.
A emoção do começo, do beijo roubado, de combinar um jantar, um almoço, um cinema.
Tudo igual, mas muito diferente.
O gole do vinho que traz à tona as lembranças boas.
O medo que aflora do "outro" lado no sonho, na madrugada, que assalta a mente e entope o coração.
E fortalece a certeza de ter agido da melhor forma.
Sempre o melhor.
Quem não quer o melhor para si e para aqueles a quem ama?
Relações doentias precisam de remédio, de cura.
E o remédio é, às vezes, amargo.
Gosto amargo na boca.
Gosto de ressaca.
Gosto de esperanças perdidas.
Brilho apagado nos olhos.
A recuperação do amor doente é dolorosa.
Leva dias, semanas, meses, não sei quanto tempo.
Mas nesta vida tudo é possível.
A esperança se renova,
O brilho nos olhos vai voltando aos poucos.
A história construída ao longo dos anos pode ser remendada,
Mas é verdadeira.
Cada remendo, cada fio de cabelo branco conta uma outra história.
Lutas, sucessos, insucessos, palavras que nunca deveriam ter sido ditas.
Pedir uma faringite a Deus para não falar bobagem.
No vai-da-valsa das horas o tempo vai passando, feridas cicatrizando.
len-ta-men-te....
Tem que ter calma.
Muita calma.
Carinho, cuidado, atenção, gentileza.
Tudo de que eu preciso é de paz e de amor.
É o que expresso na minha tatuagem, que custei anos a escolher, a ter coragem de fazer.
Minha filha me deu força, me dá força.
Meu filho me inspira.
E a vida vai caminhando a passos ora largos, ora trôpegos, ora tímidos.
Ele ainda não me pediu em namoro.


quinta-feira, fevereiro 19, 2015

Ela disse adeus!



Ela Disse Adeus

Os Paralamas do Sucesso

Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)
Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)
Ela disse adeus, e chorou
Já sem nenhum sinal de amor
Ela se vestiu, e se olhou
Sem luxo, mas se perfumou
Lágrimas por ninguém
Só porque é triste o fim
Outro amor se acabou
Ele quis lhe pedir pra ficar
De nada ia adiantar
Quis lhe prometer melhorar
E quem iria acreditar?
Ela não precisa mais de você
Sempre o último a saber
Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)
Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)
Disse adeus, e chorou
Já sem nenhum sinal de amor
Ela se vestiu e se olhou
Sem luxo, mas se perfumou
Lágrimas por ninguém
Só porque é triste o fim
Outro amor se acabou
Ele quis lhe pedir pra ficar
De nada ia adiantar
Quis lhe prometer melhorar
E quem iria acreditar?
Ela não precisa mais de você
Sempre o último a saber
Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)
Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)
Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)
Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)
Ela disse adeus
(Now the deed is done)
(As you blink she is gone)
(Let her get on with life)
(Let her have some fun)