quarta-feira, novembro 25, 2015
O farol
Alguns chamam de semáforo, outros de sinaleira. Mas aqui, no primoroso texto da minha amiga Luciana Praxedes, é farol mesmo. Tenho o privilégio de sempre ler antes esses seus textos sensíveis, inspirados. Sou fã.
Aproveite você também....
Aproveite você também....
O farol
Em apenas um intervalo de 30 segundos, entre o farol
vermelho e o verde, ela percebe que aquele moço, de camisa xadrez e olhar
perdido, não é mais o mesmo. Talvez a sombra, quase apagada, de alguém que um
dia fez parte da sua vida, que um dia amou. Não era a mesma pessoa que explorou
seu corpo, que dividiu o cobertor, que fez parte da sua história como
personagem principal.
Parada no sinal, ela nem pensa em buzinar e oferecer uma
carona. Não precisa cumprir o manual da boa educação. Não quer iniciar uma
conversa, que parecerá tão distante, aprisionada nas fotografias daqueles dias
claros de verão. Foi por aquele alguém que ela aprendeu a cozinhar, a fazer
omelete de legumes e bolo de fubá. Era a voz, a boca daquele moço que emitia
todos os sons mais urgentes, espécie de hino hipnotizante.
Depois de infinitos desejos de boa noite ao pé do ouvido, de
sussurros e descobertas, ele não tinha mais nome, sexo ou cheiro. Era apenas um
anônimo, com sua camisa xadrez desbotada, memória longínqua de um amor que
existiu, que quase a absorveu, que transbordava pelos poros, gestos, olhos e
movimentos. Não era o mesmo moço que a fazia perder o fôlego, que fazia seu
mundo girar em uma ciranda sem fim.
Ele não era mais ele. Ela também não era mais ela. Começa a
tocar no rádio a música que um dia amou, mas que agora é indiferente. Apenas
uma canção qualquer, sem rimas ou versos. O sinal fica verde e ela vai embora.
Sem olhar para os lados.
Luciana Praxedes
(Novembro de 2015)
quinta-feira, novembro 19, 2015
Oração ao Deus Tempo
Senhor Todo Poderoso TEMPO!
Eu me rendo ao seu poder soberano sobre a minha vida.
Admito que sou fraca e impotente perante o seu poder.
Agradeço pelos 57 anos que o Senhor me concedeu até aqui no Planeta Terra, com toda a humildade.
Mas PEÇO, por amor a Humanidade e à minha modesta pessoa, que me conceda a Habilidade de Bem Administrar o meu Tempo!
O meu tempo... preciso do Meu Tempo!
Imaginei que meu tempo seria outro, depois de junho, com meu grito de Liberdade. Ledo engano.
Você, Tempo Absoluto, consome meus minutos, como a água que escorre entre meus dedos.
E eu deixo os Ladrões de Tempo me assaltarem, perdendo o meu foco e a minha concentração.
Peço desculpas a você, Deus Tempo todo-poderoso, por deixar que o Facebook, o e-mail, o WhatsApp e a TV (sem falar nos trabalhos domésticos infinitos e indispensáveis) consumam meus minutos e minhas horas.
Me ajude, Deus Tempo, eu te suplico.
A ser uma pessoa consciente do seu poder sobre a minha vida e a entender definitivamente como devo lidar com você.
Me ajude a priorizar e a usar a sabedoria para lidar com a minha interminável e centopeica lista de tarefas.
Me ajude, Deus Tempo, a dizer "NÃO"! Principalmente para mim mesma.
Pela atenção e pelo seu TEMPO, obrigada!
Silvia
(9h34, dia nublado, mas quente).
Eu me rendo ao seu poder soberano sobre a minha vida.
Admito que sou fraca e impotente perante o seu poder.
Agradeço pelos 57 anos que o Senhor me concedeu até aqui no Planeta Terra, com toda a humildade.
Mas PEÇO, por amor a Humanidade e à minha modesta pessoa, que me conceda a Habilidade de Bem Administrar o meu Tempo!
O meu tempo... preciso do Meu Tempo!
Imaginei que meu tempo seria outro, depois de junho, com meu grito de Liberdade. Ledo engano.
Você, Tempo Absoluto, consome meus minutos, como a água que escorre entre meus dedos.
E eu deixo os Ladrões de Tempo me assaltarem, perdendo o meu foco e a minha concentração.
Peço desculpas a você, Deus Tempo todo-poderoso, por deixar que o Facebook, o e-mail, o WhatsApp e a TV (sem falar nos trabalhos domésticos infinitos e indispensáveis) consumam meus minutos e minhas horas.
Me ajude, Deus Tempo, eu te suplico.
A ser uma pessoa consciente do seu poder sobre a minha vida e a entender definitivamente como devo lidar com você.
Me ajude a priorizar e a usar a sabedoria para lidar com a minha interminável e centopeica lista de tarefas.
Me ajude, Deus Tempo, a dizer "NÃO"! Principalmente para mim mesma.
Pela atenção e pelo seu TEMPO, obrigada!
Silvia
(9h34, dia nublado, mas quente).
quarta-feira, novembro 11, 2015
Não aceitamos devolução
Não se pode desejar o que um dia, espontaneamente, foi entregue. Cartões, poemas, amores, detalhes, uma tarde. Dos castanhos dos meus olhos até o lado mais confuso das minhas ideias, tudo foi dado a você.
Como irá se lembrar de mim? Não sei... Nem queria
ter me despedido. Minha vontade era ser você e eu, eu e você. Não foi preciso
um céu estrelado, uma tarde com céu azul para lhe dar tudo. Foi em um minuto,
em um singelo beijo.
Dos detalhes seus dados a mim, faço o que o coração
mandar. Por vezes, choro ou até escondo qualquer lembrança. Mas como esquecer o
primeiro tocar de lábios? Em qual gaveta devo trancá-lo?
Um dia, talvez, espero não lembrar os traços do seu
rosto, o gosto da sua boca, o som da sua risada. Sentirei que algo aconteceu.
Você permanecerá na minha memória, distante.
Mas, a verdade é que não pretendo esquecer. Amores
que não querem ser lembrados nem são contados, tampouco escritos. E se um dia
você não mais se lembrar de mim, se eu desaparecer naquele blues, em novos
beijos, no silêncio sussurrado do seu quarto, em outros sexos, ainda sim
estarei aqui. Nesta história.
Luciana Praxedes
(19 de abril de 2011)
sábado, novembro 07, 2015
Início de carreira

Fico impressionada como tudo, absolutamente tudo, está no Google.
Achei agora uma matéria que escrevi para a revista Música, quando eu ainda estava na faculdade e achava então que seria uma jornalista. Talvez desta área de "variedades" - era assim que se chamava. Lá tem até uma crítica de disco que eu escrevi. Fantástico.... e eu nem me lembro mais do nome da editora que me passava esses frilas.
As matérias são do longínquo ano de 1980.
Gostei de reencontrar esses textos.
Obrigada ao blog Velhidade.
quinta-feira, novembro 05, 2015
A lenta morte da abelha
Entrou uma abelha aqui na minha sala e eu não queria matá-la. Fiquei esperando ela sair pela janela por onde entrou. Ela não saiu. Pousou ao lado da garrafa d'água. Ficou fácil colocar a garrafa em cima dela. O barulho cessou e eu pude voltar a trabalhar Mas não paro de pensar nela. Morte lenta e gradual. Coitada. Tô com pena dela e admirada com a minha crueldade. Pelo menos confessei meu crime.
quarta-feira, novembro 04, 2015
A gaveta
A partir de hoje, o Consulta Sentimental passa a publicar também alguns textos brilhantes e transbordantes de emoção pura da minha amiga, jornalista e advogada Luciana Praxedes. Como sempre gostei muito de ouvir as histórias que ela sabe contar como ninguém, no curto tempo em que trabalhamos juntas, decidi convidá-la para ser colaboradora aqui no blog.
Ela hesitou durante algum tempo, mas acabou aceitando o convite.
Enviou alguns textos tão sensíveis e delicados que me emocionaram e eu sei que emocionarão quem chegar até aqui.
Deixe um comentário com a sua opinião sobre esta nova faceta do blog Consulta Sentimental.
A Gaveta
Ela resolveu mudar os móveis de lugar, pintar as
paredes. É ano novo, faz sentido. Na arrumação, logo na primeira gaveta da
velha cômoda encontra uma dobradura e a letra de duas músicas, não canções
insignificantes, mas a trilha sonora de uma história. A sua história.
Percebeu o óbvio: não é de um dia para o outro que
se tira alguém da nossa vida. Ela concluiu que fácil é esconder, colocar na
gaveta, mas abri-la é como um tapa no rosto, um murro no boca do estômago.
Foi ela que decidiu, que chorou e, corajosa,
colocou um ponto-final. Mas não sabia que o fim, o de verdade, só acontece
depois do primeiro fim. É quando se chega em casa, no vazio, para juntar as
lembranças que insistem em permanecer. O porta-retrato, as roupas no canto do
quarto, o travesseiro com aquele cheiro.
Ela desconhecia que se separar de alguém também é
reencontrar pequenos momentos: uma mensagem no celular, um bilhetinho na
carteira. O fim também é saudade, é cotidiano, que às vezes se camufla de
alegria e conforto para que possamos “abrir as gavetas” e seguir em frente.
Luciana Praxedes
06 de janeiro de 2011
sexta-feira, outubro 30, 2015
Carta para Larissa
Querida Larissa,
Sei que hoje você pode não acreditar no que eu vou te dizer. Mas você pode ter certeza disso: você está fazendo um bom trabalho como mãe. Bom, não, mas sim ótimo!
Você é uma mãe dedicada, que se preocupa com o caráter que seus filhos terão no futuro, quando forem adultos.
E isso vale muito.
É algo que não se mensura, algo subjetivo. Mas que quando o tempo passar, você vai olhar pra trás e ver que sim, você fez um excelente trabalho.
Tenho certeza que seus meninos ainda vão te orgulhar.
Eles vão crescer, vão amadurecer, vão enxergar tudo o que você fez e faz por eles.
Vão se arrepender dos erros que cometeram.
Mas você precisa dar um desconto, agora.... eles ainda são imaturos.
São como frutas ainda "verdes" que não podem ser colhidas do pé.
Eles estão na fase de testar os seus limites.
Eles vão até onde acham que conseguem, como se estivessem esticando um elástico até ele se quebrar. Ou enchendo uma bexiga ate ela estourar.
Sinceramente? Não acredito que as ações intempestivas farão algum efeito.
Mas você pode ter certeza que seus filhos estão atentos, sim, a cada ato seu, a cada palavra sua.
Tudo isso será processado internamente e terá um efeito, positivo, tenho certeza, daqui a alguns anos.
O fato de eu ter mais idade que você não me credencia a nada. Também tenho dúvidas (muitas) e também não sei qual a melhor maneira de agor e muito menos de sentir. Cada um sabe a dor e a delícia de ser quem se é... parafraseando o poeta... Mas eu vivi mais anos, sim.... E tenho a felicidade de constatar hoje, que eu pensava e sentia exatamente como você hoje, no passado não tão distante...
Tinha dúvidas de quem viriam a ser esses meus filhos, que, de repente, se tornaram uns perfeitos desconhecidos, com atitudes estranhas, egoístas, nada a ver com a educação que a gente pretendia dar a eles....
Pois é.... Mas meu filho aos 24 anos (mesma idade em que eu mesma me tornei mãe) se tornou o pai da Helena - e assumiu a filha 100%. Ele é um paizão, presente, preocupado com a filha dele de um jeito que me enche de orgulho.
Minha filha já é diferente. Antigamente iam dizer que ela tem "bicho carpinteiro" e só os antigos entenderão esta expressão. Ela quer conhecer o mundo, tem rodinhas nos pés e provavelmente já conhece mais países do que eu. Ainda não fiz as contas. Mas com a minha idade, certamente ela terá conhecido pelo menos o dobro de países. Ele também me enche de orgulho. Vai trabalhar em Calais nas férias, em um campo para refugiados. Ela se importa com os menos favorecidos, E eu acho isso lindo!
Não to falando isso pra me exibir, mas eu sinceramente queria que você se lembrasse desta carta daqui a uns... digamos 10 anos. Tenho certeza absoluta que você também terá motivos para se orgulhar dos seus dois então rapazes.
Ah, sim.... pra finalizar, segue a minha dica: peça ajuda ao Plano Espiritual, para iluminar a mente e o coração dos seus pequenos.
Um beijo, com carinho,
Silvia
quarta-feira, setembro 23, 2015
Querido dinheiro
Querido Dinheiro,
Tivemos várias fases no nosso relacionamento ao longo da
vida. Quando eu era menina, você nunca faltou. Minha família vivia numa casa
confortável, eu estudava em um colégio particular e minha mãe até ganhava joias
nas ocasiões mais especiais. Estava tudo bem. Mas muitas ideias me foram
inculcadas pela família, como “dinheiro é sujo”, “precisa se esforçar muito
para ganhar dinheiro”, “precisa economizar para os casos de necessidade”, “precisa
pensar na aposentadoria e no dia de amanhã”, “o importante é ensinar a pescar e
não dar o peixe”, etc...
Cada uma dessas ideias preconcebidas e desses preconceitos arraigados
na mente e no coração tiveram de ser desconstruídos ao longo da minha vida,
para que o meu relacionamento com você, Dinheiro, fosse ganhando outros
contornos. Esses contornos sempre foram definidos por mim, uma mulher que
sempre se achou inteligente (era boa aluna e não precisava me esforçar muito
para ganhar boas notas). Mas sempre fui péssima com números. E dinheiro é
número. Dinheiro é matemática. Outro ponto frágil na nossa relação.
Eu sempre pensei que, como era tão fácil ganhar boas notas
na escola, seria igualmente fácil que eu tivesse um bom emprego (sinônimo de um bom
salário). Mas não foi isso que a vida me apresentou.
Fui obrigada a fazer uma escolha: profissão ou família? E eu
escolhi a família. Dessa escolha, eu nunca tive dúvidas. Automaticamente, você
ficou em segundo plano, Dinheiro. Sempre achei que dinheiro não compra a
felicidade. E priorizei a felicidade, os valores espirituais mais elevados e o
antimaterialismo.
Aqui entram todas aquelas coisas da Bíblia: “é mais fácil um
camelo passar por uma agulha do que um rico entrar no reino dos Céus”, “doe
todos os seus bens e me siga”, e por aí vai... Estudei durante onze anos em um
colégio de freiras franciscanas, veja bem, Dinheiro...
Mas eis que a vida dá voltas e mais voltas. E consegui
enxergar que existe sim um valor em você, Dinheiro. Pois descobri você pode me
proporcionar não coisas (que de verdade eu não valorizo tanto), mas
experiências – como viajar, por exemplo.
Eu e o meu marido sempre misturamos muito os nossos
dinheiros. Construir uma família representou unirmos nossos dinheiros em torno
desse objetivo comum. Toda a vida foi assim. Nunca houve uma briga por você, Dinheiro
(só por outras coisas).
Agora, meu marido está bem de Dinheiro, porque meu filho
teve uma ideia de negócio que fez com que ambos prosperassem. Ótimo! Mas ainda
assim, eu quero ganhar meu próprio Dinheiro, pois o Dinheiro me permite fazer
escolhas, me dá Liberdade, e eu quero ser uma microempresária bem-sucedida.
Hoje, sou uma fadinha que realiza um único desejo das
pessoas: o de lançar um livro. Muita gente sonha com isso, E eu sei como fazer.
E fico muito feliz por poder ajudar. Mas você, Dinheiro, está envolvido na
realização desse sonho das pessoas.
Por outro lado ainda (de quantos lados estamos falando aqui,
hein??), a economia mundial está desmoronando. O emprego formal está morrendo.
Hoje se fala em financiamento coletivo, em economia criativa, em receber por
projetos. E eu estou nessa!! Quero encontrar formas legais e bacanas de ganhar
dinheiro. Como disse a artista Amanda Palmer, no TED, não se trata de perguntar
como tirar dinheiro das pessoas, mas de como permitir que elas nos deem
dinheiro. (clique no link quando você tiver 18 minutos para se surpreender com o que ela fala).
Vamos permitir, vamos aprender a receber. O Universo está
prontinho para nos atender. Por isso, Dinheiro, hoje eu faço as pazes com você. Eu associo você a palavras como abundância e prosperidade. Não vou mais me sentir culpada, caso você queira fluir também aqui perto de
mim. Entendo que você é a moeda corrente, precisa correr, precisa seguir esse
fluxo – afinal, você, Dinheiro, nada mais é do que uma energia criativa, que
pode ser usada de acordo com o que se passa na alma de cada um. E eu sei que
minha alma é boa e que quer manifestar, por seu intermédio, Dinheiro, apenas um desejo para a nossa sofrida
Humanidade: o desejo de Paz e Amor.
Assim seja!
domingo, setembro 06, 2015
Eu sempre soube...
Não desde o dia em que ela nasceu, mas certamente desde o dia em que ela decidiu não dormir mais no berço. No dia em que ela decidiu (com gestos, já que ainda não falava tão bem) que não ia mais usar fralda noturna. E no dia em que ela, do alto dos seus dois anos de idade, resolveu dormir na casa de uma amiga minha, com quem pouco convivia. Ela sempre foi assim. Teve também aquele dia (inesquecível) em que ela me pediu para ser filha da professora de desenho.
Enfim... minha filha é assim. Metade mulher, metade cavalo: ela é de sagitário. Não tem sutileza. Não tem papas na língua. Quer abraçar o mundo, sorver a liberdade, se jogar. E o dia chegou. Ela já foi para o Canadá sozinha com 17 anos, estudar inglês e depois francês.
Para a Europa já foi várias vezes. E fazer trabalho voluntário na África. Minha conquistadora provavelmente conhece mais países do que eu tive a oportunidade de conhecer. Certamente conhece muito mais países do que eu conhecia quando tinha a idade dela. Minha primeira viagem internacional só aconteceu quando eu já tinha sido mãe, ou seja, nossas aventuras são outras. Mas eu tenho um enorme orgulho de ser a sua mãe.
Desta vez é um pouco diferente. Vai ser duro aguentar o quarto dela arrumadinho durante seis longos meses, que é o tempo previsto desta viagem. É duro ver que ela não precisa de mim. É dificílimo o meu coração entender que a gente cria os filhos para o mundo. Minha cabeça até entende. Mas o coração... Esse fica apertadinho, as saudades são espinhos que ficam furando e cortando o coração de mãe. Isso porque se passaram apenas duas semanas.
Só peço a Deus que a proteja, que ela ouça a sua própria consciência e que só faça escolhas certas. Que cresça, que se divirta, que aprenda e que volte pro meu abraço apertado.
Amo mais do que o oceano Atlântico que nos separa.
Vibro pela sua felicidade neste mundo.
Pelo seu sucesso, pela sua realização.
Nosso sonho, o de mandá-la estudar fora, finalmente se concretizou. Mas dói, viu?? Como dói.... Também peço a Deus que me dê forças e coragem.
Assinar:
Postagens (Atom)







