segunda-feira, outubro 01, 2018

Minha querida amiga Catarina



Durante uns dois anos, eu acho, trabalhei no centro de São Paulo, na assessoria de imprensa do Banespa. Ficava no 33 andar daquele edifício Altino Arantes, que é um dos cartões postais da cidade de São Paulo. Para chegar lá, precisávamos tomar dois elevadores.

Lá conheci a minha amiga Catarina. Nós nos identificamos na hora. Ela falava de vidas passadas. Não gostava de andar de metrô, só de ônibus. Almoçávamos juntas, fazíamos compras na 25 de Março, estávamos sempre juntas. Divulgávamos as exposições que aconteciam no Museu Banespa. Naquela época, a gente tinha que se revezar para usar o computador. Dá para imaginar uma coisa dessas? Ela me levou para fazer umas “vivências” em um tempo em que nem a meditação ainda era moda. Criamos o projeto da revista Universo, uma revista zen, que nunca saiu do papel, embora tenhamos nos dedicado muito a ela. Ela foi até minha madrinha de casamento. Ou seja, éramos muito próximas.

Mas como eu pouco parei nos meus empregos ao longo da vida profissional, nós nos distanciamos, dadas as contingências, mas nunca nos desligamos totalmente. Éramos amigas no Orkut e depois no Facebook. Ela sempre elogiou o meu jeito de escrever. Eu sempre admirei a sua capacidade, sua veia empreendedora, sua alegria, seu amor pelos animais e sua beleza também, ela sempre foi muito parecida com a Julia Roberts e ia conquistando fãs por onde passasse.

O engraçado é que quem vê de fora e observa hoje o seu merecidíssimo sucesso, pensa que ela é sortuda, e que a vida sempre foi fácil para ela. Ledo engano. Eu sei o quanto essa mulher poderosa e linda batalhou vida afora para chegar aonde chegou, por seu mérito, seu esforço, sua dedicação, sua inteligência e simpatia.

Minha amiga querida Catarina, eu soube do seu sucesso quando uma outra amiga (a Nadine), naquela época em que eu tinha escasquetado que faria o Coletivo de Conteúdo (que naufragou quando decidi ir morar em Portugal), veio me falar de você. Ela te elogiou, elogiou o seu trabalho, suas palestras e cursos. Fiquei muito orgulhosa de você.

- Ela é minha amiga! Declarei, com muita felicidade no meu coração.

O que eu quero dizer é que você merece. Você merece cada comentário, cada elogio, cada pessoa na audiência das suas palestras, cada “curtida” no Facebook e cada interação no LinkedIn.

Embora estejamos em fases muito diferentes da vida, eu estou aqui, na retaguarda, a te admirar, e a torcer por você e pelo seu sucesso. Só quero dizer que me lembro das suas belíssimas e delicadas cortinas de miçangas, me lembro do dia em que nos encontramos na Praça Benedito Calixto, me lembro da sua descolada grife São Chicquinho, e sei o quanto você ralou para ter este seu lugar ao sol hoje.

Sou uma das suas primeiras fãs e continuarei a ser, sempre. Fico feliz com as suas conquistas e com os seus voos, que, espero, sejam cada vez mais altos e peço a Deus (ou ao Universo) que derramem cada vez mais bênçãos na sua vida e no seu caminho.

I love you.

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