Você (assim como todos os que desejam uma consulta sentimental) pode escrever para mim pelo e-mail sangerami@gmail.com.
abraços
terça-feira, setembro 20, 2011
domingo, setembro 11, 2011
Ainda o biscoito fino...
Continuo encantada com o livro da Paula Corrêa, e volto ao assunto para dizer que:
1) Tem um vídeo sobre o livro!! Liiindo, tão fino e sutil quanto: http://vimeo.com/27534863
2) Reli alguns trechos do livro na manhã de hoje e percebi mais uma qualidade que eu amo nele: tem, sim, final feliz! #amooooo!!!
1) Tem um vídeo sobre o livro!! Liiindo, tão fino e sutil quanto: http://vimeo.com/27534863
2) Reli alguns trechos do livro na manhã de hoje e percebi mais uma qualidade que eu amo nele: tem, sim, final feliz! #amooooo!!!
Meu blog virou de novo um diário virtual. Alguém se lembra dos primeiros blogs, aqueles dos tempos da Internet 1.0, em que nem os comentários eram possíveis?
Eu me lembro muito bem daqueles idos tempos... A gente apenas falava, falava, falava, sem se preocupar se alguém lia ou não. Nem fotos ou imagens e muito menos vídeos eram possíveis, Eu também me lembro do tempo em que os diários eram cadernos fechados com cadeadinhos (facilmente arrombáveis, OK). Tudo o que eu escrevia ali era altamente secreto. Eram meus segredos mais bem guardados. Minhas dúvidas, as “paqueras”... (ainda existe essa palavra, meu Deus??)
Bom, passou o tempo, veio a Internet, os primeiros blogs, a interatividade, o Facebook (que, na minha modesta opinião está matando os blogs, coitados, mas essa é outra história).
O fato é que meu blog voltou a ser meu diário virtual. Sinto que posso escrever aqui o que eu quiser e isso me dá uma sensação de liberdade incrível. Escrevo aos 4 ventos, mas pouca gente lê. A Rayana, a Nana (que nem no mesmo estado de São Paulo moram). Então, me sinto protegida aqui na blogsfera.
Isso tudo pra entrar no âmago da questão que me assola ultimamente. Quem precisa de consulta sentimental, hoje, sou eu.
Você, leitor improvável, poderá supor que uma pessoa com 53 anos (no caso, eu), já tenha poucas dúvidas na vida. Seja assim um poço de certezas. Ledo engano!
Uma das minhas dúvidas atuais diz respeito à amizade entre homens e mulheres. Minhas amigas não-comprometidas me garantem que sim, que elas existem. Desinteressadas. Mas eu, mulher comprometida há tempos imemoriais, não acho que seja possível um homem comprometido ou uma mulher comprometida manterem uma amizade exclusiva, só sua, com outro homem ou com outra mulher, sem que se abalem as estruturas. Não sei existe essa zona de conforto em que você possa ter amizades exclusivas só suas, ou não.
Digo e repito que não acredito em amizade entre um homem e uma mulher. Simples assim. Da mesma forma que não acredito em Papai Noel e nem em coelhinho da Páscoa.
Pode existir uma amizade com uma pessoa de quem você gosta e com quem você troca assuntos exclusivos, ainda que não sejam relacionados a sexo? Tenho minhas dúvidas e por isso jogo a questão aos 4 ventos. Não acredito que alguém se comoverá com essa questão, tão banal, afinal de contas. Mas que tem me perseguido implacavelmente.
Por isso, o alívio ao despejar aqui o caminhão de melancia... rsrsrs
terça-feira, agosto 30, 2011
A resposta
Agradeço a participação da minha amiga Pri e da Ana (anônimo).
Veja o que respondi para a minha consulente:
Uma relação de amor em que você se humilha, se anula e faz tudo para agradar o outro não tem futuro.
Desse jeito, como você quer que eu te aconselhe a ficar com ele?? Você, pelo que conta, não o traiu e ainda assim ele diz que perdeu a confiança em você.
Nesse caso, acho que o problema é dele. Você me parece uma menina bacana, aposto que não ficaria sozinha por muito tempo. A minha avó dizia que é melhor cortar o mal pela raiz... Não sei se você já ouviu esse ditado. Então, querida, acho que um ano e meio que vocês estão juntos é um tempo razoável, mas não é uma vida inteira. Sei que não vai ser imediatamente que a ferida vai cicatrizar. Mas acho que você precisa sim tomar uma atitude de mulher adulta, que você já é.
Tenho certeza de que a sua atitude vai servir como um alerta para ele. E aí você que vai pensar se vai dar a ele uma segunda chance ou não, dependendo da atitude dele.
Você precisa aumentar sua auto-estima, quem sabe uma roupa nova, um novo corte de cabelo?
Sinceramente... você não deve se anular, em função de um moço que não está nem aí para você.
Agora é a sua vez de ter coragem de dar um fora nele.
E aí você vê o que acontece.
Pense que se for para vocês ficarem juntos, tem que ser de um jeito diferente, que seja bacana para os dois. Senão, melhor procurar outro rapaz.
#prontofalei!
Espero que você reflita sobre as minhas palavras e tome a melhor decisão para você.
Obrigada e boa sorte!!!!
E ela respondeu:
Muito obrigada pela resposta. Minha amiga me diz o que você diz, mas eu não enxergo, sabe? Mas eu vou sim procurar tomar uma atitude. Eu já estou mudando a partir de sua resposta e vamos ver o que dá. Eu te conto.E realmente nada é pra sempre mesmo....Mas a gente aprende. Tem sempre uma primeira vez.
Amei muito o que você escreveu. Às vezes, a gente precisa disso mesmo pra poder enxergar, era só o que faltava mesmo!!!
Deus ilumine você e seu trabalho sempre. Vou ler o seu blog, é muito interessante! É bom dividir experiências, pois a gente nunca tá sozinho, sempre tem alguém pior, né?.
Obrigadaaaa mesmo!
Grande beijo
Que sejam todos felizes para sempre!
domingo, agosto 28, 2011
Consulta sentimental
Dessa vez, a mocinha que se abriu comigo, por e-mail, não traiu o namorado, não. Mas ele a trata como se ela tivesse traído. Olha só o que ela me contou:
Conheci um menino dois anos mais novo do que eu, e a gente namora há 1 ano e 4 meses. Eu sou a primeira namorada dele. Nesse tempo todo, terminei com ele uma vez, por ele ser uma pessoa muito fria, mas acabei voltando, porque gosto dele como nunca gostei de ninguém. E olha que tive vários relacionamentos, antes. Me tornei uma pessoa "dependente" dele como nunca fui. Ele acabou terminando comigo há uns 3 meses porque diz que eu o trai e que ele não confia mais em mim. Por isso terminou, mas ainda estamos juntos nos vendo sempre, saindo juntos como namorados... normal, mas não namorando, para ele.
Acontece que eu não o trai e não sei mais o que fazer para reconquistar a confiança dele. Ele voltou a ser mais frio ainda, grosso, fala palavras ásperas e duras, me magoa, me faz chorar, fala coisas que ninguém merece ouvir. Eu nunca o deixei de lado, sempre estive junto dele para tudo, ele não tem carteira de motorista e eu o levo para todos os lados, faço tudo o que ele quer, cuido dele, me preocupo com ele, faço tudo por ele, como se fosse a "esposa" dele e mesmo assim ele insiste em me magoar e diz que só volta comigo quando achar que confia em mim, mas ele diz que isso pode não acontecer. Não sei o que pensar, mas eu nunca dei um motivo sequer para ele pensar dessa forma, sem contar que a insegurança dele é demais.
Já pensei em cair fora, mas ele sempre vem com o "vai, você que sabe", como se não tivesse realmente nem aí pelo que eu sinto e como se fosse fácil jogar um sentimento fora.
É difícil, sabe, pois às vezes acho que isso já se tornou um tipo de "tortura prazerosa" para ele, vendo eu me humilhar e sofrer, correr atrás.
No próximo post, escrevo qual foi a minha resposta. Mas o que você acha que ela deve fazer?
terça-feira, agosto 09, 2011
O biscoito fino
O biscoito fino, ainda que chegasse às massas, talvez não pudesse ser saboreado em todas as suas nuances. Afinal, não é fácil apreciar o biscoito fino. É nisso que penso ao concluir a perturbadora e indispensável leitura de "As calotas não me protegem do sol", livro de Paula Corrêa, ilustrado por Amanda Justiniano e dedicado a Calu (sua mãe?).
Dá uma vontade tão grande de compartilhar com todo mundo o prazer e o encanto que a leitura me proporcionou! Mas será que todos compreenderiam? Será que se o livro dela fosse um post no Facebook seria curtido por milhares (milhões?) de pessoas, como mereceria?
Provavelmente não.
As massas talvez não estejam ainda preparadas para o biscoito fino. Para digeri-lo, é preciso ter um tantinho de bagagem de vida e de ferramentas para decifrar sua combinação sutil de palavras. É preciso ter um olho um tanto quanto sensível para entendê-la quando ela diz que se comunica mais pelo pensamento do que pelo sentimento (algo assim).
Ou até mesmo para entender quem são os personagens nessa trama funda de dor e de perda. E de como lidar com essa dor. Depois dela e da mãe, vem a inocência e a cumplicidade do cachorro Astor. Depois, tem a irmã, a sobrinha Sofia. E só. A casa. A paisagem interior...
Ela passeia com desenvoltura por entre os espaços que sobram entre as palavras, cuidadosamente escolhidas e usadas com precisão cirúrgica. Ao abolir a pontuação tradicional, deixa o leitor sem fôlego e trôpego para acompanhar seus volteios linguísticos.
Ela se revela e se esconde. Nos adjetivos "triste" e "confortável", repetidos aqui e ali. Concluímos que ela se sente confortável na tristeza. E é assim, nesse exercício catártico e solitário que o livro se entrega ao leitor. Isso sem falar na beleza das ilustrações que pontuam as sentenças com traço forte e decidido.
Trata-se de um biscoito ultrafino que exemplifica uma vida e uma ausência.
A leitura flui por entre os claros e escuros da sua alma, ora perturbada, ora completamente entregue à dor, ora espreitando pela fresta da janela, para encontrar de novo uma luz, uma esperança que seja.
A vida é assim mesmo, Paulinha.
E é aí que reside a grandiosidade e a universalidade dessa sua obra de arte verdadeira.
Dizer só "gostei" jamais seria suficiente.
Parabéns, Paula. Continue assim!
Sua mãe deve estar orgulhosa da filha que tem. Ainda que você não creia nisso agora. Talvez no futuro, você venha a compreender os comos e os porquês. Por hoje, foi lindo ver como você foi capaz de produzir a alquimia de transformar a dor em literatura da melhor qualidade.
Beijos comovidos da sua mais nova fã.
Dá uma vontade tão grande de compartilhar com todo mundo o prazer e o encanto que a leitura me proporcionou! Mas será que todos compreenderiam? Será que se o livro dela fosse um post no Facebook seria curtido por milhares (milhões?) de pessoas, como mereceria?
Provavelmente não.
As massas talvez não estejam ainda preparadas para o biscoito fino. Para digeri-lo, é preciso ter um tantinho de bagagem de vida e de ferramentas para decifrar sua combinação sutil de palavras. É preciso ter um olho um tanto quanto sensível para entendê-la quando ela diz que se comunica mais pelo pensamento do que pelo sentimento (algo assim).
Ou até mesmo para entender quem são os personagens nessa trama funda de dor e de perda. E de como lidar com essa dor. Depois dela e da mãe, vem a inocência e a cumplicidade do cachorro Astor. Depois, tem a irmã, a sobrinha Sofia. E só. A casa. A paisagem interior...
Ela passeia com desenvoltura por entre os espaços que sobram entre as palavras, cuidadosamente escolhidas e usadas com precisão cirúrgica. Ao abolir a pontuação tradicional, deixa o leitor sem fôlego e trôpego para acompanhar seus volteios linguísticos.
Ela se revela e se esconde. Nos adjetivos "triste" e "confortável", repetidos aqui e ali. Concluímos que ela se sente confortável na tristeza. E é assim, nesse exercício catártico e solitário que o livro se entrega ao leitor. Isso sem falar na beleza das ilustrações que pontuam as sentenças com traço forte e decidido.
Trata-se de um biscoito ultrafino que exemplifica uma vida e uma ausência.
A leitura flui por entre os claros e escuros da sua alma, ora perturbada, ora completamente entregue à dor, ora espreitando pela fresta da janela, para encontrar de novo uma luz, uma esperança que seja.
A vida é assim mesmo, Paulinha.
E é aí que reside a grandiosidade e a universalidade dessa sua obra de arte verdadeira.
Dizer só "gostei" jamais seria suficiente.
Parabéns, Paula. Continue assim!
Sua mãe deve estar orgulhosa da filha que tem. Ainda que você não creia nisso agora. Talvez no futuro, você venha a compreender os comos e os porquês. Por hoje, foi lindo ver como você foi capaz de produzir a alquimia de transformar a dor em literatura da melhor qualidade.
Beijos comovidos da sua mais nova fã.
quarta-feira, julho 27, 2011
segunda-feira, julho 18, 2011
Ah, l'amour!
O amor é o tema principal desse blog, como todos já sabem.
Algumas pessoas me mandam emails, e eu sempre respondo, mas algumas delas são tímidas (por isso o post anterior) e não desejam compartilhar suas histórias e eu respeito, embora acredite que um pode muito bem aprender com a experiência do outro. mas, vá lá.
O caso é que fiz um post uma vez, sobre a recuperação da confiança que até hoje atrai leitores aqui pro meu lindo blog.
Eu mencionei um filme e acabei não dando a ficha técnica. Muita gente me pede. O filme se chama The Last Kiss e tem mais informações sobre ele aqui
Mas esse assunto - a traição - é um dos mais recorrentes e mais inesgotáveis da literatura do amor. Tem um monte de frases para justificar o "pulo da cerca" - a carne é fraca, a ocasião faz o ladrão e por aí vai....
Acontece que estou lendo um livro muito bacana, que já me arrancou lágrimas, inclusive, em profusão, chamado "Transição Planetária", do Divaldo Franco. E olha que estou na metade, ainda, para tentar absorver todas as informações que ele nos dá, do lado de lá da vida.
Uma das (muitas) coisas que me chamou a atenção foi quando ele nos conta que a mídia tem sido influenciada negativamente para abordar a traição como se fosse uma coisa banal, quando, na verdade, ela é fruto de muita dor e de muito sofrimento.
Se você está com uma pessoa e sente atração por outra, o que você deve fazer? :
Minha dica: pedir para "não cair em tentação". Mesmo porque a gente fica com aquela ilusão de que a grama do vizinho é sempre mais verde do que a nossa, de que nós temos direito à felicidade plena (bobagem, se tivéssemos esse direitoa essa qualidade de felicidade não teríamos encarnado em um planeta de expiação e PROVAS). Quem pode nos garantir que essa situação não é justamente a prova que nós mesmos pedimos a Deus para testar a nossa chamada "evolução espiritual"? E palavras como renúncia não costumam fazer parte da pauta da mídia, não é mesmo??
Mas é sublime renunciar a um "amor" enganoso em detrimento de apostar na felicidade ao lado daquela pessoa que sempre esteve conosco, na dor e na alegria, no sol e na chuva. Casamento é isso, É compromisso. E pode ler como namoro, ou noivado, o nome não importa, o que importa é o compromisso assumido com aquela pessoa. Cada vez que o relacionamento atravessa uma crise, ou uma tempestade, ele se fortalece mais.
Mas precisamos ter a coragem de resistir à tentação. Senão, a tendência é que as coisas piorem ainda mais na nossa vida. Mais dor, mais sofrimento, e o sabor amargo do arrependimento.
#prontofalei.
Algumas pessoas me mandam emails, e eu sempre respondo, mas algumas delas são tímidas (por isso o post anterior) e não desejam compartilhar suas histórias e eu respeito, embora acredite que um pode muito bem aprender com a experiência do outro. mas, vá lá.
O caso é que fiz um post uma vez, sobre a recuperação da confiança que até hoje atrai leitores aqui pro meu lindo blog.
Eu mencionei um filme e acabei não dando a ficha técnica. Muita gente me pede. O filme se chama The Last Kiss e tem mais informações sobre ele aqui
Mas esse assunto - a traição - é um dos mais recorrentes e mais inesgotáveis da literatura do amor. Tem um monte de frases para justificar o "pulo da cerca" - a carne é fraca, a ocasião faz o ladrão e por aí vai....
Acontece que estou lendo um livro muito bacana, que já me arrancou lágrimas, inclusive, em profusão, chamado "Transição Planetária", do Divaldo Franco. E olha que estou na metade, ainda, para tentar absorver todas as informações que ele nos dá, do lado de lá da vida.
Uma das (muitas) coisas que me chamou a atenção foi quando ele nos conta que a mídia tem sido influenciada negativamente para abordar a traição como se fosse uma coisa banal, quando, na verdade, ela é fruto de muita dor e de muito sofrimento.
Se você está com uma pessoa e sente atração por outra, o que você deve fazer? :
Minha dica: pedir para "não cair em tentação". Mesmo porque a gente fica com aquela ilusão de que a grama do vizinho é sempre mais verde do que a nossa, de que nós temos direito à felicidade plena (bobagem, se tivéssemos esse direitoa essa qualidade de felicidade não teríamos encarnado em um planeta de expiação e PROVAS). Quem pode nos garantir que essa situação não é justamente a prova que nós mesmos pedimos a Deus para testar a nossa chamada "evolução espiritual"? E palavras como renúncia não costumam fazer parte da pauta da mídia, não é mesmo??
Mas é sublime renunciar a um "amor" enganoso em detrimento de apostar na felicidade ao lado daquela pessoa que sempre esteve conosco, na dor e na alegria, no sol e na chuva. Casamento é isso, É compromisso. E pode ler como namoro, ou noivado, o nome não importa, o que importa é o compromisso assumido com aquela pessoa. Cada vez que o relacionamento atravessa uma crise, ou uma tempestade, ele se fortalece mais.
Mas precisamos ter a coragem de resistir à tentação. Senão, a tendência é que as coisas piorem ainda mais na nossa vida. Mais dor, mais sofrimento, e o sabor amargo do arrependimento.
#prontofalei.
sábado, julho 16, 2011
Lua tímida
Cheia do jeito que ela está no céu, toda exibida, ela não está nada tímida.
Mas a letra da música é linda. Foi composta pelo Caetano e pelo Ritchie.
Tem no YouTuibe.
E eu preciso voltar a postar nesse meu blog.... então lá vai:
Shy moon,
Hiding in the haze
I can see your white face
Hope you can hear my tune,
Shy moon
Why didn't you stop her
Don't you know i suffer?
And you'll watch me cry soon,
Shy moon
Glow through the polution
Find me a solution
I'll wait on the high dune,
Shy moon
Mas a letra da música é linda. Foi composta pelo Caetano e pelo Ritchie.
Tem no YouTuibe.
E eu preciso voltar a postar nesse meu blog.... então lá vai:
Shy Moon
Hiding in the haze
I can see your white face
Hope you can hear my tune,
Shy moon
Why didn't you stop her
Don't you know i suffer?
And you'll watch me cry soon,
Shy moon
Glow through the polution
Find me a solution
I'll wait on the high dune,
Shy moon
quarta-feira, junho 29, 2011
Abandono, mas não total...
Tadinho desse meu blog, né? Tão abandonadinho.... A "culpa" e da atenção que tenho dedicado ao meu novo, lindo e maravilhoso trabalho, com mais de 100% da minha energia. O resto da energia vai p/ os projetos de livros dos tempos de vacas magras com a editora, mas que preciso honrar, pois são compromissos assumidos, sabe como é. Então, o blog... já viu, né?? Mas eu tenho um carinho especial por ele, e volto aqui de vez em quando.
Desa vez, é pra contar que a propaganda do meu filho voltou a ser veiculada na TV e, com isso, ele vai ganhar cachê de novo! Bom né?? Chegou em boa hora. Mãe-coruja que sou... (quem não é??) publico aqui o link pro comercial:
http://www.youtube.com/watch? v=qASvq3XsvMQ&feature=player_ embedded
Enjoy!
Desa vez, é pra contar que a propaganda do meu filho voltou a ser veiculada na TV e, com isso, ele vai ganhar cachê de novo! Bom né?? Chegou em boa hora. Mãe-coruja que sou... (quem não é??) publico aqui o link pro comercial:
http://www.youtube.com/watch?
Enjoy!
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