quinta-feira, outubro 24, 2019
Dia 2 - 27 mandamentos
A frase de hoje é:
EU ALIMENTO CRENÇAS DE ABUNDÂNCIA.
Você já observou a natureza? A natureza é a nossa maior lição de abundância. Os grãos de areia na praia, a quantidade de água no mar, ou em um rio. O número de folhas e de frutos em uma árvore. A quantidade de animais, de insetos, de bactérias. Tudo é muito. Um fruto contem sementes para várias árvores. Olha que exemplo para que passemos a acreditar na abundância!
A abundância pode estar presente também nas nossas vidas, no nosso cotidiano.
Uma palavra-chave nessa frase é a CRENÇA. Crença diz respeito a ACREDITAR. Tudo aquilo em que acreditamos firmemente se manifesta na nossa vida. Basta permitirmos.
Hoje, eu acredito que a abundância pode se manifestar na minha vida. Ela pode chegar até mim de maneiras que eu nem sonho. Não se trata de ficar remoendo o COMO isso pode acontecer. Mas se trata de alimentar nosso pensamento com ideias de abundância. O que é abundância para você? Já pensou no nosso organismo? Quantas vezes a gente respira por dia para manter o fluxo da vida em movimento? Quantas vezes o nosso coração bate? Vamos deixar estas ideias se enraizarem em nós. Vamos deixar que essas ideias nos tragam um SENTIMENTO de abundância. Vamos nos sentir felizes e agradecidos por essa abundância na nossa vida.
Este é o nosso desafio para hoje.
quarta-feira, outubro 23, 2019
27 mandamentos da prosperidade
Participei de um evento no sábado com o Bruno Gimenes e decidi trabalhar em cima de um documento que foi distribuído lá a todos os participantes. Preciso, de uma vez por todas, na minha vida, desmontar as minhas crenças limitantes e construir conteúdos que permitam que o DINHEIRO se aproxime de mim, seja meu amigo e fique aqui pertinho de mim, Caso esse também seja um problema para você, vem comigo. Vamos nessa.
Hoje é o dia 1 da minha jornada rumo à prosperidade e à abundância. Para que tudo isso faça sentido para mim, vou usar a "arma" com a qual eu tenho mais familiaridade: a palavra.
O mandamento número 1 é: EU TENHO O PODER DE MUDAR QUALQUER REALIDADE AO MEU REDOR.
Agora, com vocês, as minhas reflexões a respeito:
Como eu faço isso? Eu faço isso mudando aquela situação / realidade de dentro para fora, como aprendi com a minha amiga Juliane Marinho, uma das minhas mestras nesta vida. Posso mudar a INTERPRETAÇÃO daquela situação ou realidade. A realidade sou que que co-crio. Sou eu que escolho a minha re-ação. Pode ser a não-ação (pacifismo). Pode ser o perdão, mesmo que a pessoa não me peça perdão. Pode ainda ser o AMOR - esta é a solução maior para todos os males do mundo, do planeta e, quiçá, do Universo.
O amor é o antídoto maior. A cúpula de luz rosa que você projeta sobre quem quer que seja (o seu "próximo") é um poder que você tem (e eu tenho também).
Hoje, eu enxergo o dinheiro como meu querido amigo, como uma COISA que eu quero ter mais na minha vida, E ele vem, em profusão. O dinheiro é bom pra mim, porque ele me permite realizar meus sonhos e desejos. E assim, eu vou moldando minha nova realidade. Vou plasmando a energia do abençoado dinheiro na minha vida.
quinta-feira, setembro 05, 2019
Nunca se curve a ninguém
Quando trabalhava na Abril tive a oportunidade de fazer RPG para tentar corrigir uma curvatura na coluna, tipo uma corcunda. Sem sucesso. Sempre tive complexo dessa corcunda. Tentava esconder, mas depois desisti e resolvi usar todo tipo de blusa e paciência.
Mas pensando naqueles casos em que pessoas que os médicos diziam que nunca mais poderiam andar e que recuperam esse "poder" (tem um caso desses naquele filme O Segredo) ou pessoas que se curam de tudo quanto é mal, decidi que quero "consertar" a minha coluna.
Para isso, comecei a fazer os 5 ritos tibetanos no dia 10/6, quase todos os dias. No começo, tive muita dificuldade para fazer os 5 exercícios 21 vezes cada um. Mas, com a prática e a disciplina, consigo hoje fazer o ciclo completo.
Notei muitas modificações positivas em mim depois disso. Descobri que tem muita gente que faz isso também. Não é nenhuma novidade. Aprendi com a minha professora de ioga do clube que eu frequentava. Sem querer, ela dividiu comigo um tesouro.
Costumo comentar com muitas pessoas que estou fazendo esses 5 ritos. Algumas se interessam, mas a maioria, não. Tudo bem, é uma escolha individual.
Não sei se é impressão minha, mas acredito que a minha detestável corcunda está sumindo. Se bem que não é apenas por causa dos 5 ritos que isso vem acontecendo e sim porque deixei de me curvar aos desejos e vontades de outras pessoas. Resolvi começar a me respeitar. A prestar mais atenção aos meus desejos e vontades, não no sentido do ego, mas das minhas mas profundas motivações e propósitos nesta vida.
Então, esse sentimento / pensamento é tão poderoso que sinto até meu corpo começou a se transformar. Rejuvenescer, mesmo. E isso é muito bacana.
Os 5 ritos tibetanos são conhecidos como a Fonte da Juventude. Tem um e-book em pdf que pode ser baixado aqui, caso você tenha interesse no assunto.
E tem também um vídeo excelente que demonstra os exercícios.
Espero ter ajudado.
Mas pensando naqueles casos em que pessoas que os médicos diziam que nunca mais poderiam andar e que recuperam esse "poder" (tem um caso desses naquele filme O Segredo) ou pessoas que se curam de tudo quanto é mal, decidi que quero "consertar" a minha coluna.
Para isso, comecei a fazer os 5 ritos tibetanos no dia 10/6, quase todos os dias. No começo, tive muita dificuldade para fazer os 5 exercícios 21 vezes cada um. Mas, com a prática e a disciplina, consigo hoje fazer o ciclo completo.
Notei muitas modificações positivas em mim depois disso. Descobri que tem muita gente que faz isso também. Não é nenhuma novidade. Aprendi com a minha professora de ioga do clube que eu frequentava. Sem querer, ela dividiu comigo um tesouro.
Costumo comentar com muitas pessoas que estou fazendo esses 5 ritos. Algumas se interessam, mas a maioria, não. Tudo bem, é uma escolha individual.
Não sei se é impressão minha, mas acredito que a minha detestável corcunda está sumindo. Se bem que não é apenas por causa dos 5 ritos que isso vem acontecendo e sim porque deixei de me curvar aos desejos e vontades de outras pessoas. Resolvi começar a me respeitar. A prestar mais atenção aos meus desejos e vontades, não no sentido do ego, mas das minhas mas profundas motivações e propósitos nesta vida.
Então, esse sentimento / pensamento é tão poderoso que sinto até meu corpo começou a se transformar. Rejuvenescer, mesmo. E isso é muito bacana.
Os 5 ritos tibetanos são conhecidos como a Fonte da Juventude. Tem um e-book em pdf que pode ser baixado aqui, caso você tenha interesse no assunto.
E tem também um vídeo excelente que demonstra os exercícios.
Espero ter ajudado.
quinta-feira, agosto 22, 2019
Escrever é minha terapia
Acabei de saber que meu ex-marido, que viveu uma vida comigo, 44 anos, para ser bem precisa, DEU todas as minhas coisas que tinham ficado no apartamento onde ele mora sozinho hoje.
Eu estou aqui tentando processar isso.
Primeiro tive esse feeling. Sexto sentido, seja lá o que for.
Senti um aperto no peito e soube imediatamente o que ele tinha feito.
Mas precisava confirmar.
A confirmação chegou há poucas horas, pela generosidade de uma amiga que aceitou a difícil tarefa de ligar pra ele, a meu pedido, já que ele não atende mais minhas ligações. Quando ouvi a mensagem de voz dela, confirmando que ele tinha dado tudo o que era meu e que ameaça dar até a minha cama, meu coração disparou. Eu não podia acreditar.
Fiquei extremamente raivosa e revoltada.
Por um momento, ele conseguiu despertar em mim o meu pior lado, meu lado-sombra.
Depois, chorei.
Depois, fiz planos e mais planos de ações estratégicas que eu poderia tomar.
Mas me recuso a entrar nessa guerra.
Depois, mandei alguns e-mails desesperados.
Depois, fui me acalmando.
Meus filhos me ajudaram muito nesse processo de alquimia.
Sim, alquimia: a alquimia de transformar coisas extremamente negativas em positivas.
Um impulso muito forte vai me levar, de agora em diante, em direção à realização dos meus sonhos mais escondidos.
Eu, conversando comigo mesma:
- Você não dizia sempre que não ligava para as coisas materiais? Então, agora é a hora de provar se é isso mesmo.
Daí outra parte de mim lembra dos objetos muito afetivos que eu ainda conservava comigo, depois de ter me desapegado de quase tudo como consequência da aventura de morar em Portugal.
- Mas e tal coisa, tal coisa e outra tal coisa?
- Deixa ir. Depois que a gente morre não fica tudo aí mesmo? São apenas coisas.
Além disso, os "anjos" colocados na minha vida me deram palavras de consolo e encorajamento:
- Tudo passa.
- Esse tipo de atitude apenas reforça que você estava certa em querer dar outro rumo na sua vida.
Logicamente que os sentimentos são conflitantes.
Mas a certeza de que vou superar tudo isso é muito grande.
A certeza de que posso, não apenas escolher, mas criar uma espiral de atração de coisas boas na minha vida é total e absoluta.
Eu sei. Simplesmente sei que o meu lado é o lado do positivo.
Nunca vou me deixar arrastar para o negativo.
Por piores que sejam as circunstâncias.
Se levo uma porrada dessas, eu me fortaleço ainda mais, passo a ter certeza absoluta de que já sofri o bastante.
Eu passo a ousar ter os sonhos mais altos, e alcançar as conquistas mais promissoras para mim.
Eu tinha certeza de que chegaria esse dia em que a Verdade prevaleceria. E chegou.
Agora é o momento de eu me agarrar no lado positivo da vida, do mundo e das pessoas ao meu redor.
Agora é o momento de erguer a cabeça e de olhar para o que é fundamental.
De deixar toda a lama pra trás.
Um novo dia começa hoje. Sigo mais leve, mais livre e mais solta do que nunca.
Que Deus tenha piedade da alma dele.
Ainda por cima, eu consigo agradecer.
Tenho profunda gratidão por tudo.
Estou no primeiro dia do início de uma nova era, em que só a Verdade, o Bom, o Belo e o Fundamental me interessam.
Tudo o que eu mais desejo é Paz.
sexta-feira, julho 19, 2019
E quando tudo acaba?
Pois é, um belo dia pode tudo acabar. Pode tudo ruir. O
castelo de cartas pode desmoronar. A VERDADE pode vir à tona, nua e crua. E aí?
Como sobreviver? Como continuar a respirar, a acordar de manhã, a ir fazer as
suas coisas, carregando um coração dilacerado dentro do seu peito??
Como esquecer a dor, como perdoar, como não fazer coisas
horríveis, do tipo entrar com a foto da amante vadia no FaceApp e colocar um
fundo de puteiro fake, só de "brincadeira"? Fazer coisas horríveis
não vai aplacar a sua dor. Então vamos lá.
Aqui tem 7 coisas que você pode fazer para sentir-se um
pouquinho melhor:
1) Mergulhar no trabalho – Trabalhe, encontre algum trabalho
pra você. Nem que seja lavar a louça, varrer o quintal, ou fazer o que você tem
que fazer. Dedique-se a esse trabalho como se fosse a última coisa que você faz
na sua vida. Capriche, sinta-se bem com você mesma por constatar que você é
foda. Você pode fazer uma coisa bem feita. Você é demais.
2) NÃO fazer um novo corte de cabelo – Espere passar mais um
tempinho, pois corre o risco de você não gostar e não tem como colar o cabelo
de novo. Ao invés de um novo corte, compre uma nova roupa, e mude o penteado.
Mas não corte o cabelo. Prenda em um rabo de cavalo, faça um coque, sei lá.
Faça alguma coisa para que, quando você se olhar no espelho, você se ame.
3) Fazer ioga – O poder da ioga de mudar o seu estado de
espírito é miraculoso. Tem aulas grátis em alguns lugares, se informe, corra
atrás. Se possível, pratique todos os dias. Procure na Internet os 5 Ritos
Tibetanos e faça em casa. Mexa-se. Sair para caminhar pode servir, em último
caso.
4) Encontrar aconchego nos seus amigos do passado – Dê risadas.
Muitas, até doer a barriga, sabe? Lembra como é? Marque um café, um vinho, um
almoço, uma sopa. Saia de casa e veja seus amigos. Não precisa ser gente nova,
que dá muito trabalho. Seja você mesma, mas evite falar de você. Ao invés
disso, pergunte sobre a vida dos outros. Isso fará com que você seja mais
simpática e esqueça o seu draminha particular. Não se faça de vítima, pelamor.
5) Dormir bem – Se for inverno, durma com um pijama bem
fofinho. No verão, ponha uma roupitcha bem sensual. Sinta-se gostosa. Em
qualquer estação, durma com um travesseiro extra para se sentir bem confortável.
Agora tem uns travesseiros compridos que você pode abraçar e se sentir bem
aconchegada.
6) Usar roupas abraçáveis – Vi essa dica uma vez naquele
programa Queer eye for the straight guy, lembra? Roupas macias,
confortáveis, que as pessoas queiram abraçar, porque você está precisando de
carinho. Aceite os abraços e os beijos, ou até mesmo, peça. As pessoas gostam
de poder ajudar. E às vezes não sabem como. Um abraço cura muitas dores da
alma.
7) Saber que vai passar – Na vida tudo passa. Até tem um vídeo que eu amo com esse conteúdo. Se você tem alguma fé, reze para o seu Anjo
da Guarda ou faça como eu (e como o meu ídolo, dr. Peter Liu) e dirija-se
diretamente a Jesus, também conhecido como Sananda. Se você não tem fé, ouça
uns mantras, que já tá de bom tamanho.
Essas dicas servem para quando a gente leva um pé na bunda
no relacionamento ou no trabalho, ou quando a gente tá bem de baixo astral. Espero
ter ajudado.
sábado, junho 08, 2019
Pensar = escrever
Pra mim, é assim que funciona e sempre foi assim.
Hoje fui, como quem não quer nada, participar no BDG Constelação Familiar e Encontros Terapêuticos da roda de conversa conduzida pela Iana Ferreira sobre um conto do livro Mulheres que Correm com os Lobos. Muito falado e aclamado. Ainda não li, pra falar a verdade.
Só fui nessa atividade depois de decidir cancelar meu workshop de escrita curativa, que era para estar acontecendo agora, neste exato momento.
Mas a vida vem em ondas, vem e vai. E este momento, pertinho do meu aniversário, não era pra eu curar ninguém e sim a mim mesma.
O conto, independente de gostar dele ou não, traz uma série de reflexões muito pertinentes a todas as mulheres (e ouso dizer, homens também).
Não sou adepta nem mesmo desta divisão entre os sexos, sei que isso parece uma opinião meio polêmica, mas eu acho que a evolução dos seres humanos devia caminhar para uma indistinção entre esses papéis sexuais que aprisionam tanto homens, quanto mulheres em estereótipos limitantes.
Enfim, a discussão principal, minha comigo mesma, não é essa, não vamos nos desviar.
A discussão principal é a necessidade de se integrar dentro de si várias - digamos - personalidades ou talvez emoções que precisam estar em equilíbrio dentro da gente. Porque tudo faz parte do SELF (o inconsciente, muito maior do que o EGO).
Um homem raivoso por ter sofrido os horrores da guerra, uma mulher que ama, uma curandeira que tem todas as respostas, uma montanha, pássaros negros, um urso poderoso: todos esses personagens convivem dentro da gente, nem sempre em harmonia.
De repente, um clic, uma luz: se eu não tivesse desistido do meu workshop, não teria desfrutado desses insights, desses momentos tão iluminados da manhã de hoje, na companhia de mulheres tão fantásticas e poderosas.
Em um determinado momento, sorteamos cartas de um jogo que a Iana nos propôs: a primeira carta era a nossa emoção do momento e a segunda, o nosso desafio.
Minha emoção: animada, sim, estou animada mesmo. Anima = alma. Sou uma pessoa que vive com alma, tanto pro bem, quanto pro mal. Não sou café com leite, não sou neutra. Sou intensa, sou inteira, sou corajosa, e, somente agora, depois de completar 61 voltas no Planeta, enfrento mesmo os meus medos e as minhas raivas. Espirro fazendo barulho, Berro quando eu tenho que berrar. Não sou contida, Não sou morna. Não sou transparente. Embora às vezes seja. Saio à francesa. Sou tímida, sou quietinha, falo baixo, falo manso. Engano as pessoas que pensam que eu sou calminha. Sou geminiana. Tenho duas caras. Dois pesos, duas medidas. Sou tudo isso, sou contradição.
Meu desafio: comunicação. Sim, fiz o curso de comunicação social, sou jornalista, fui assessora de imprensa. Me imagino com um megafone na mão gritando as coisas para o mundo ouvir. Mas gosto de ficar sozinha, gosto de ficar quietinha aqui no meu quarto, a escrever, a refletir, a pensar. Mas preciso dizer ao Mundo as coisas que faço, com todo o amor, todo o coração. Toda a alma, todo o propósito. Preciso praticar mais o que vim fazer aqui neste mundo. Preciso mostrar que escrever tem poder terapêutico e curativo, que é uma ferramenta que está ao alcance de todos. Preciso me comunicar. Preciso perseverar, preciso enfrentar todos os obstáculos deste longo caminho que é um constante subir (e descer) de montanhas, que é um abrir picadas na mata, e ao mesmo tempo ir agradecendo cada um desses obstáculos, que são degraus para a minha evolução.
Fico tão feliz com as minhas descobertas tão singelas que tenho vontade de chorar de alegria.
Vejo que estamos todos caminhando neste mesmo caminho e que os espinhos às vezes ferem a nossa alma, e nos cutucam, sem dó nem piedade.
Mas estamos aqui, todos nesta mesma nave. Um ajudando o outro, um estendendo a mão para aquele que tropeça. Quem nunca tropeçou? Quem nunca quis dar meia volta e retroceder? Quem nunca.... Mas quando esta pessoa insiste e vai, ela inspira muitas outras pessoas à sua volta a seguirem também.
Não tem jeito. Até o dia da nossa morte, aqui estamos, aqui aprendemos, aqui crescemos, aqui choramos e rimos. Vamos então escolher a luz, que torna a caminhada menos penosa. Vamos nos dar as mãos e prosseguir, vamos ser resilientes e ousados/as. Vamos ousar escolher a alegria e colecioná-la em potes coloridos.
Vamos perdoar, esquecer, cantar e dançar. Vamos respirar, olhar pra dentro e sentir o nosso coração bater com força e ritmo dentro do nosso peito. E vamos agradecer, agradecer e agradecer. A energia da gratidão preenche a minha alma. Amém.
quarta-feira, junho 05, 2019
Fazer aniversário sempre dá sorte
Amanhã é meu aniversário. Disseram que dá azar comemorar
antes. Até o Papa disse isso!!!! Discordo. Também me disseram que sexta-feira 13 dá azar. Que gato preto
dá azar. Para mim, são superstições. Uma vez aconteceu alguma coisa má em uma
dessas circunstâncias e passaram a achar que então dava azar. E assim passou a
ser. Tudo o que a gente acredita, assim é.
O músico Arrigo Barnabé (ou alguém usando o nome dele, vai saber) disse assim, há mais de 10 anos: "Tolice. Ancore-se no REAL, esquece essas besteiras... a vida é feita de fatalidades, ok!? tanto que tem gente que ganha na loteria justamente no dia do aniversário... Mais comum ainda é o cara falecer no dia do seu aniversário tb. Ou seja, TUDO pode acontecer. Esquece essas besteiras, seja mais feliz."
O músico Arrigo Barnabé (ou alguém usando o nome dele, vai saber) disse assim, há mais de 10 anos: "Tolice. Ancore-se no REAL, esquece essas besteiras... a vida é feita de fatalidades, ok!? tanto que tem gente que ganha na loteria justamente no dia do aniversário... Mais comum ainda é o cara falecer no dia do seu aniversário tb. Ou seja, TUDO pode acontecer. Esquece essas besteiras, seja mais feliz."
Eu decidi que sexta-feira 13 é meu dia de sorte e batata! Toda sexta-feira 13 acontece alguma coisa boa na minha vida. Sempre, invariavelmente.
Hoje, fizeram uma festinha no coral, porque somos 3 aniversariantes de junho. A Márcia já fez aniversário e a Sonia faz hoje. O meu é só amanhã. E daí? Quem disse que não posso receber abraços, beijos e felicitações? As pessoas querem o bem umas das outras. E receber esse bem, essas energias positivas, sempre é bom, é gostoso, eleva a alma e o astral.
Portanto, quanto mais festa melhor! Amanhã tem mais festa e domingo também. Adoro festa, adoro fazer aniversário. “Ah, mas a gente fica mais velha...” E daí? Quem disse que ficar velha é ruim? Rugas, celulite e cabelos brancos já não me assustam mais há tempos.... Que venham os 61, 62, 63, 78, 89... estamos aí. Viver é bacana, eu gosto muito. Não sei bem como é o lado de lá, mas acho que deve ser bacana também. Então, tá tudo bem, tá tudo certo.
Tudo começou hoje com a caixa do supermercado me felicitando, pois estamos no mês do meu aniversário e eu sou cliente mais. Deve ser porque sou uma das que mais gasta dinheiro lá. Mesmo assim, eu gostei. Sei que é porque “apareceu no sistema”. Legal que tenha a data do meu aniversário no sistema. Queria também um vale-compras de 100 reais, mas ela só me deu parabéns mesmo. Tudo bem! Tá valendo.
Tô curtindo a vida e sigo aprendendo. Portanto, sigo jovem. No dia em que eu parar de aprender, poderei me considerar velha. Mas por enquanto, não. Me choco com algumas coisas e a minha filha me explica que é assim mesmo. Tento então acertar o passo e o pensamento. As coisas mudam, evoluem, embora a gente tenha a impressão, às vezes, que involuem (sei que a palavra não existe, mas peço uma licença poética para usá-la aqui). Mas acho que estamos errados, enxergando a vida com os nossos óculos velhos e embaçados.
É importante termos a mente e o coração abertos para o novo. É isso que nos mantém jovens e não a cirurgia plástica, a tintura nos cabelos e os tratamentos de beleza milagrosos. É importante não nos fecharmos no nosso mundinho e nas nossas ideias que já estão cheias de teias de aranhas e mofo.
Eu procuro sempre me desafiar e ficar atenta para não ser ranzinza e implicante. Isso não quer dizer que sempre consigo. Por isso usei o verbo “procuro”. Procurar nos mantém ativos e ligados no que acontece à nossa volta. Procurar nos mantém jovens. Mas que obsessão essa nossa de querermos permanecer nesse território tão estreito da juventude, né?
Outro dia nossa filha veio nos visitar e o porteiro anunciou, respeitoso, que a “Dona Biba” estava aqui! Ri muito. Até ela, do alto dos seus 26 anos, já está sendo chamada de Dona! Eu me lembro muito bem de quando começaram a me chamar de “senhora”. Eu tinha só 27 anos. Fiquei chocada. Agora, com 60, beirando o 61 por menos de uma hora, eu gosto que me cedam o lugar no transporte coletivo e aceito satisfeita a gentileza. Adoro pagar meia no cinema. Curto muito ser avó.
Por isso, podem me dar os parabéns todos os dias por estar
viva e com saúde, que eu acho que eu mereço mesmo. Gracias a la vida!
quarta-feira, maio 15, 2019
Faxina, eu??
Quando eu era menina, estudante, não queria saber de fazer faxina e nem
de arrumação de nenhuma espécie. Meu guarda-roupa era um emaranhado de roupas
que eu ia “socando” lá, sem nenhum método. Minha mãe queria o quarto arrumado e
eu enfiava e escondia a bagunça toda dentro do armário. Minha avó paterna
também morava com a gente e ela me defendia: “Ela vai ter empregada, não
precisa aprender a cozinhar nem fazer faxina”. E eu acreditava piamente nisso.
Minha mãe respondia: “Ela tem que aprender para saber mandar, pelo menos”. Entrava
por um ouvido e saia pelo outro. Eu era boa aluna, era considerada inteligente
pelos professores, tirava boas notas, achava que o meu caminho para o sucesso
profissional estava pavimentado e que eu naturalmente e sem nenhum esforço
teria um ótimo emprego e um excelente trabalho, que nem o meu pai. Meu pai não
era engenheiro, mas era tão competente e inteligente que tinha sido contratado
como engenheiro na Refinações de Milho Brasil, tinha um ótimo salário e a minha
vida infantil foi tranquila e confortável.
Mal sabia eu que a minha vida adulta não seria esse mar de rosas,
profissionalmente falando. Metida, eu me achava muito importante já desde o meu
primeiro emprego, um estágio no DSV onde eu tinha que me humilhar e datilografar chatíssimos
relatórios de rádio-escuta. Aquilo era a morte pra mim. Zero de criatividade,
zero de inteligência. Apenas um trabalho braçal. Eram 5 cópias daquele maledeto
relatório, com papel carbono. Cada cópia tinha um destino.... Certo dia, estava
eu a distribuir as cópias para os respectivos destinatários, quando a
secretária de um deles (por sinal, uma jornalista até bem conhecida a quem vou poupar a
identidade), jogou o meu relatório na lata de lixo na minha frente, dizendo que
o chefe dela não lia aquilo. Ohhhh!!!! Fui correndo contar ao meu chefe. A partir do dia
seguinte, passaram a ser só 4 cópias.
Bom, isso foi apenas no primeiro emprego. E a história não
foi muito diferente nos demais. Eu sempre ficava na minha plataforma da
superioridade, olhando de cima até os meus chefes. Resultado: nunca me dei bem.
Nunca soube fazer a política necessária para galgar posições. Desempenhava
tarefas que me aborreciam e me sentia menosprezada, diminuída. Foi sempre
assim. Fazia tudo sem alegria, sem paixão, sem amor. O salário no fim do mês
era correspondente a esse meu comportamento e sentimento.
Hoje, moro em um apartamento pequeno, vivo (eu e meu marido)
de aposentadoria. Ou seja, adotamos o estilo minimalista, que tá na moda, é
bacana e tem a ver com o nosso rendimento mensal, que – claro – não é lá essas
coisas. Mas tá tudo bem. Não temos mais tantas despesas. O clube agora é grátis,
não tenho vontade de comprar nada que seja de grife e sim do pequeno, não temos
mais o sonho da casa própria (nossa casa está alugada e pagamos o aluguel deste
apê com o dinheiro recebido de lá). Além disso, passei a ser a pessoa mais organizada do mundo,
fã de carteirinha da Marie Kondo e das suas dicas. Aprendi, recentemente, a dobrar as
camisetas no seriado dela no Netflix.
Não tenho empregada e nem faxineira. No começo, eu
esbravejava quando fazia a faxina. Imagine, eu, jornalista graduada pela
ECA-USP, com curso de especialização também na ECA-USP, tendo que me sujeitar
ao aspirador de pó, ao esfregão e aos produtos de limpeza! Revoltadinha, eu
fazia a limpeza resmungando. Só que no final, acabava descobrindo um sentimento
bom de autossuficiênci a, de liberdade, de independência, de ninguém ter que
limpar a minha sujeira.
Resolvi dedicar as quartas-feiras pela manhã à faxina. Fui
descobrindo que não é um bicho-de-sete-cabeças. Fui percebendo, aos poucos, que
por mais que não seja uma tarefa criativa, pois é extremamente repetitiva e até
um pouco pesada, dá prazer estender o lençol limpinho na cama, depois de tudo
limpo e cheiroso. Fui vendo que, conforme a gente vai limpando o nosso
ambiente externo, também as ideias e sentimentos vão sendo limpos,
higienizados.
Fui notando que a faxina tem valor, que mexer nos nossos
objetos, analisando a cada semana se eles nos trazem felicidade, é uma ação que
só nós podemos fazer. Não tem como delegar isso a quem quer que seja. É só ao pegar objeto por objeto, passar um pano ou lavar, para tirar o pó, que
vamos nos conectando ao espaço onde vivemos e convivemos com as pessoas
que escolhemos dividir o teto. Assim, comecei a sentir um enorme prazer nessa
atividade, que continuo a desempenhar religiosamente todas as quartas pela
manhã. Me sinto leve, me sinto feliz, sinto um prazer muito grande em fazer as atividades
que uma casa exige para que possa ser chamada de lar.
E o sentimento que fica, depois de todas essas minhas
confissões, é de uma profunda gratidão. Sou grata a Deus pela minha vida, pela
minha saúde, que me permite fazer esta faxina cuidadosa, sem depender de ninguém,
sou grata à minha mãe que queria me ensinar (e continua até hoje me dando dicas
de produtos de limpeza, de técnicas e dicas – como, por exemplo, usar vinagre
de arroz para limpar a pia e o fogão), sou grata à minha avó que me defendia,
com a melhor das intenções. Sou grata pela minha casa, este apartamento novinho
em folha e pequenininho, onde moro há menos de um ano e que tem tudo a ver com
a nossa fase atual. E sou extremamente grata ao meu marido que é um maridão e
que me ajuda, com aquele jeito dele, todo afobado, sem frescura, repetindo que “não
tem tempo ruim”, sei que ele tem um coração enorme e que também quer se sentir
bem aqui dentro.
Fico aqui a refletir sobre aquele ditado popular: Deus
escreve certo por linhas tortas. Mas acho que nós é que somos os burros de não
entendermos que as linhas de Deus nunca são tortas. Nossa visão é que distorce
a realidade. E a realidade sempre traz o bem. Nós é que precisamos ter “olhos
de ver”.
Precisamos ver e enxergar que a vida sempre é boa, sempre nos traz aquilo
de que precisamos. E as lições nos chegam o tempo todo. Podem vir até da
prosaica faxina semanal. É isso....
sábado, maio 04, 2019
Relacionamento (s)
Hoje foi o primeiro dia em que tratei do tema "relacionamentos" no meu workshop de escrita curativa. Participaram 8 pessoas fantásticas, cada qual deu a sua super colaboração para avançarmos na compreensão da importância do uso consciente das palavras e da escrita na definição dos relacionamentos na nossa vida mundana aqui no Planeta Terra.
Eu estava apreensiva com o conteúdo do workshop, porque momentaneamente me esqueci de que o conteúdo quem traz são mesmo os participantes. Adoro ser a "facilitadora" e apenas isso.
É só a gente dar corda, que as pessoas têm tanto a dizer, a sentir... É muito lindo ver o trabalho fluir como flui sempre. E eu estou vendo que sou boa nisso de dar corda. Aos poucos, ganho confiança em mim mesma e tenho a coragem de me colocar ali vulnerável, aberta e pronta para receber. Eu recebo tanto com cada um desses meus workshops! Difícil até de relatar.
O que eu levei? Levei as 7 palavras gregas para o amor. Cada qual com seu sentido específico e particular. E os participantes me brindaram com reflexões e textos de uma profundidade, de uma qualidade... de cair o queixo. E provoquei-os a escrever uma carta de amor.
Além da cascata enorme de coincidências! ("Coincidências não existem" - OK, sincronicidades) Elas me deixam atônita ao observar o desencadear de fatos felizes.....
1) A Léa pergunta para uma mocinha (a Daiana) onde fica a rua Rodésia e ela acaba participando do workshop.
2) Uma amiga da Dulci levava uma boneca com ela e insistiu para a Dulci ir com ela a uma festa de aniversário em que adultos brincariam como crianças.... E hoje ela descobriu que a amiga estava indo justamente na festa da Tânia! E a Tânia fez a festa como consequência do workshop em que a gente dialoga com a nossa criança interior.
3) A Juliana (minha amiga facilitadora da dança sagrada circular, que a gente faz no final) escolhe uma música para a dança que é a mesma música que a Daiana usa no final das suas palestras.
Resolvi escrever isso para não esquecer. No dia em que eu for escrever o meu livro de escrita curativa, este capítulo já estará pronto.
Isso sem falar no conteúdo magnífico das cartas de amor que essas 8 pessoas escreveram, não com caneta e papel, mas sim com a alma e o coração.
Portanto, eu agradeço, agradeço, agradeço e nunca será o suficiente.
O próximo workshop no BDG será no dia 8 de junho de 2019 (sábado), e o tema será saúde. Meu maior desejo é que todos voltem para outra rodada de trocas tão ricas quanto as de hoje!
domingo, março 17, 2019
Escrita curativa
Meu workshop de escrita curativa, que começou em Portugal, já completou um ano de vida. Parece que foi ontem! E hoje, no BDG, o workshop foi para lá de especial. O tema foi "espiritualidade e amor universal".
Cada pessoa escolhia uma palavra que tivesse relação com o tema. Uma das "tarefas" do pessoal foi criar uma oração para Deus / Ser de Luz, em que a palavra aparecesse.
Ao chegar em casa, tive essa inspiração de escrever uma oração, unindo as palavras de cada um dos 10 participantes, na ordem em que foram mencionadas no workshop. E o resultado final ficou assim:
Querido Deus, amado Pai Celestial, centelha divina que habita meu peito, meu Eu Superior,
Aqui estou eu, Pai, esta tua filha às vezes malcriada, às vezes somente ignorante, que se debate dia a dia nesta existência na matéria, por vezes desnorteada, sem saber o que o que pensar, como agir, pra qual santo rezar ou que rumo tomar.
Preciso tanto de Ti, Pai amado.
Aqui estou eu, Pai, prostrada aos Teus pés, para te louvar e rogar Tua misericórdia e Tua intercessão para que eu consiga trilhar essa jornada de crescimento espiritual obedecendo cada uma das Tuas leis tão perfeitas e plenas de sabedoria.
Aqui estou eu, Pai, participante deste pobre grupo de almas e de consciências que precisam despertar de um sono de indiferença de séculos, para ativar a poderosa divindade que dorme no interior de cada um de nós.
Aqui estou eu, Deus, Pai todo poderoso, em busca de paz, em busca do meu lugar no seu infinito e imponderável universo, ansiando que Tu possas me ajudar a encontrar meu propósito maior nesta vida. Que eu possa cada vez mais me dirigir a Ti com meu coração cheio de amor e de gratidão com cada vez menos rogativas. Que minhas palavras te alcancem aí onde você estiver, e que este lugar seja bem aqui, dentro do meu coração.
Que assim seja.
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