sábado, maio 30, 2020
Tempo não é dinheiro, tempo é amor
Por muito tempo quiseram fazer com que acreditássemos que tempo é dinheiro e muitos de nós "compramos" essa ideia e seguimos essa cartilha.
Mas agora, a pandemia escancarou a verdade. Tempo não é dinheiro, mais. Aliás, nunca foi. Nós é que nos deixamos enganar. Agora, os véus caem, as verdades são desnudas, e nós simplesmente não podemos mais acreditar nisso.
Com isso não digo que o dinheiro não é importante. Ele é, vivemos ainda mergulhados na carne e no mundo material. Mas ele tem que ser uma consequência desse amor. E não a causa primordial de tudo. Vamos colocar o dinheiro no seu verdadeiro lugar, A nossa vida no seu verdadeiro lugar e o coração em tudo o que fizermos.
Portanto, vamos dedicar mais tempo aos nossos amores, lembrando que amizade também é um tipo de amor.
É isso!
Acordei hoje com essa forte convicção.
quinta-feira, maio 14, 2020
John Lennon e eu
Sonhei esta noite com o John Lennon. Ou ele falava português
ou a gente se comunicava por telepatia. Ele resolveu me dar de presente um
daqueles seus óculos. Disse que eram uns óculos muitos antigos, mas que ele
queria me dar. Fiquei muito comovida e perguntei se eu podia tirar uma selfie. Não
tinha mais ninguém ali para testemunhar aquele fato inusitado. Ele ficou calado
uns instantes e me disse que a foto rouba a alma do artista.
Daí eu pedi um abraço e ele me abraçou bem forte.
Continuo nas nuvens.
Que sonho!
segunda-feira, maio 11, 2020
Sobre padecer e ascender ao paraíso
(Hoje temos a honra de receber a participação aqui no Consulta de uma querida amiga arquiteta que sabe como ninguém "arquitetar" as palavras e emocionar. Acompanhe!!)
Nunca se sabe exatamente o momento em que a mulher começa a
se entender como mãe. Sabe-se que é um processo poderoso de desconstrução e
reconstrução de nossa própria
humanidade.
Nos primeiros anos de vida, a gente tem a oportunidade de
aprender a primeira noção de que a humanidade é um reduto coletivo, afinal, uma
pessoa só existe porque outra se encarregou de cuidar dela. Nos anos mais
maduros, a gente se vê intimado a lidar com o desapego, pois nada é permanente
neste mundo e cada um deve empreender sua própria jornada.
São duas tarefas desafiadoras: primeiro, compreender a noção
de humanidade e, depois, ultrapassa-la.
Certa vez, uma amiga proferiu a frase:
"Filho é um órgão vivo fora do corpo".
É verdade. São entranhas profundas soltas no mundo. Um fio
invisível que se desenrola de dentro da gente e nunca se rompe.
Mas...
Gosto de pensar que a maternidade ultrapassa a carne, pois
muitas mulheres não serão mães biológicas, por opção ou circunstância da vida.
Algumas mulheres receberão o duro desafio de ver seus filhos partindo antes
delas. Outras serão abandonadas por seus filhos em vida. Algumas mulheres serão
mães de seus maridos. Existem ainda aquelas mulheres que são mães dos filhos
das outras mães. Existem as mães protetoras dos animais e da natureza.
Existem vários tipos de mãe.
O que nos leva a crer que ser mãe não é somente uma questão
visceral, mas sim o estado mais
desenvolvido de HUMANIDADE.
Em outras palavras, estado de amor que abre mão de si para
tornar a realidade num mundo melhor.
Parabéns para você que de alguma forma contribui para tornar
o mundo mais humano! Que seu santuário sagrado seja cada vez mais reverenciado!
FELIZ DIA! (ontem, hoje e sempre.) ❤️
domingo, abril 26, 2020
O apego
Nós, seres humanos, temos essa estranha mania de nos apegar. A gente se apega a situações, a coisas, a pessoas... Somos naturalmente apegados. Mas toda vez que a gente ouve algum relato de alguém que conseguiu se desapegar, é sempre um sentimento libertador que permanece no nosso peito (na nossa alma??).
Por exemplo, li o livro do Beto Ambrósio chamado Fé Latina, em que ele roda a América Latina sobre uma bike, levando tudo o que ele precisa com ele. É ou não é libertador pra c...?? É MUITO libertadora uma experiência como essa.
Eu também fiz vários movimentos de desapego. Quando fui para Portugal. Depois quando voltei para literalmente desmontar a minha casa. Hoje, não tenho mais casa. Vivo com a minha mãe, que me acolheu amorosamente na casa dela e tenho apenas um quarto. Uma cama de solteiro. Um guarda-roupa com duas portas e meia. E tá tudo bem, tô feliz e em paz, como eu desejava.
Mas hoje recebi esta foto acima.
Esta magnífica primavera fica na entrada da casa onde morei durante vários anos e que está à venda. O casamento acabou. Mas a primavera nunca esteve tão exuberante. Me deu vontade de chorar.
Minha filha foi a mensageira do Plano Espiritual:
- Vontade de chorar por que? Tá emotiva? Ah, mãe, tanta coisa boa também não aconteceu! Não se apegue a isso.
Verdade.
Por que será que a gente se apega tanto?
O fato é que estamos a viver um período único na História da Humanidade e quisemos estar aqui, neste momento de transição planetária.
E é chegado o momento de nos libertarmos do materialismo, puro e simples.
De enxergarmos definitivamente o que é importante e o que não é.
E as coisas materiais, por mais que sirvam ao nosso corpo material, aqui neste mundo de materialidades, definitivamente não são as mais importantes. Nem que sejam uma expressão da natureza, como a primavera da foto.
Cheguei à conclusão de que esta primavera nos ajudará a vender a casa.
Tomara que o futuro comprador se encante com ela.
E que a minha vida futura, do jeitinho que eu desejo, se manifeste pra mim, se este for o meu Direito Divino.
Agora, vou pegar lápis e papel e traçar como eu desejo, do fundo da minha alma, que seja a minha vida futura (dentro desta vida aqui mesmo, se é que me entendem).
Tenho 62 anos, mas estou viva e ainda tenho muito a experimentar neste corpo aqui, pelo qual sou grata todos os dias.
E quem quiser saber do meu despertar profissional, que eu contei lá no maravilhoso projeto Awaken Talks, está aqui neste link:
https://youtu.be/aDr3eHyFbLA
quinta-feira, abril 09, 2020
O pesadelo de um clic a mais
Vivemos tempos em que temos tudo ao alcance dos dedos: compras
(todas), comida, trabalho, amigos, família e lazer. Tá tudo ali.
Basta um clic para anexar um arquivo e mandar pelo whatsapp
mesmo. Quem vai querer dar um clic a mais e abrir o e-mail e escrever o
endereço eletrônico do destinatário, e mais o assunto do e-mail, além de um
bilhetinho qualquer e por fim anexar o arquivo e clicar mais uma vez em “enviar”?
Quanto esforço! Quem poderia supor que o ato de escrever um mero e-mail seria
considerado “ultrapassado” e até “vintage”?
Como e quando foi que ficamos tão preguiçosos? Macunaímas
modernos, só queremos saber de diminuir a quantidade de clics nas nossas vidas.
Sentados no sofá, o máximo de movimento que fazemos é com os nossos polegares.
Fomos adquirindo uma incrível mobilidade nesses dois dedos ao longo dos anos
mais recentes.
Por isso, nem tente perder ou estragar o seu celular.
Seus amigos vão reclamar, vão achar esquisitíssimo ter de falar
com você pelo telefone fixo e ainda por cima ter de mandar e-mails para você! E
então você se dará conta de que a mobilidade é um valor ao qual as pessoas
imediatamente se conectaram e ao qual não estão dispostas a renunciar. Nem que
seja a mobilidade de usar o celular em qualquer um dos cômodos da casa, já que
estamos todos “condenados” às quatro paredes do nosso lar, nesses tempos de
coronavírus.
Mas se por acaso acontecer de você ficar sem o seu companheiro
celular, você passará a prestar mais atenção ao toque do telefone fixo, e terá
assim um sentimento de gratidão para amigos e amigas que se dispuserem a dar
esse clic a mais para permanecer em contato com você. Vai descobrir aplicativos
de bate-papo alternativos, em outras redes sociais, que podem ajudar a aplacar sua
ansiedade de estar a viver como que em uma caverna escura e isolada do mundo.
Perceba como viramos escravos dos nossos smartphones. Mas
sim, há vida além da telinha. E um clic a mais não é nenhum bicho-de-sete-cabeças.
(PS.: Sei que o jeito certo de escrever é "clique", mas sabe como é... é a preguiça de digitar dois caracteres a mais...)
domingo, abril 05, 2020
Aquela camiseta furadinha
Sabe aquela camiseta furadinha, detonada, mas aconchegante, que você adora usar pra dormir, mas treme de medo só de pensar que alguém possa ver você com ela?
Aquela camiseta que fica escondida no fundo do guarda-roupa e que você recorre a ela quando quer uma roupa do tipo "confort food"? (Nem sei se existe isso...)
Geralmente ela é de algodão, aquele algodão super macio, porque passou por inúmeras lavagens e começou a esburacar na máquina de lavar.
Um algodão que acaricia, você veste aquela camiseta e sente que está em casa.
Confortável, à vontade...
Daí você lava a camiseta mais uma vez.
Tira do varal e pensa:
- Nossa, será que não tá na hora de me livrar dela?
Mas alguma coisa dentro de você a impede de tomar esta atitude e lá volta ela, pro fundo da última gaveta, onde deve morar por mais algum tempo, até que você tenha vontade de vesti-la de novo.
Você tem uma camiseta dessas?
(Eu tenho!)
Deixe o seu comentário.
segunda-feira, março 16, 2020
Eu e meus cabelos brancos
Em 2014, assumi meus cabelos brancos, que só aumentaram desde então. Eu me acho bem corajosa de não pintar os meus cabelos. Às vezes, quero repensar a minha decisão, principalmente quando me oferecem lugar para sentar nos transportes coletivos (que eu aceito de bom grado). Porque não me sinto uma "idosa"! Mas assumir a idade, os caminhos trilhados, as conquistas e fracassos, as linhas de expressão no meu rosto e os meus fios de cabelo branco têm a ver com uma atitude de autenticidade diante da vida, e eu me orgulho disso. Me orgulho de escolher sempre a verdade na minha vida, em tudo o que penso e faço. O Facebook me diz que esta foi minha foto mais curtida de 2014. E eu acho bem bacana ser quem eu sou, fiel aos meus princípios e às minhas verdades. Não foi nada fácil chegar até aqui, mas é uma delícia olhar pra trás e contemplar o meu percurso. E você? Também se orgulha da sua trajetória de vida? Espero que sim, que você olhe p você com muita compaixão e com respeito pelas suas escolhas, renúncias e decisões ao longo da sua vida. Boa semana pra todo mundo!!!! Vamos enfrentar o que tiver que ser enfrentado com coragem, responsabilidade e amor no coração.
quinta-feira, março 05, 2020
A tênue linha da felicidade
Hoje é aniversário do meu filho e não tem nada mais importante do que isso. Desejo a ele um infinito de felicidades multicoloridas e resplandescentes.
Mas é dia também de refletir sobre as relações humanas, Como ultrapassar a tênue linha da antipatia e da simpatia? Como não julgar um ser semelhante a nós, que nem conhecemos direito? Como reconhecer o Deus que existe dentro de cada um de nós? Como passar a enxergar as coisas de uma nova perspectiva??
Tem uma foto minha em uma praia na Espanha em que o mar é uma fina linha azul-marinho atrás de mim. Mas olha que percepção errônea! O mar é quase infinito, é um montão de água. Mas naquela foto, parece uma linha totalmente plana. Argumento para os terraplanistas?? Talvez! Tudo é uma questão de perspectiva.
Os mal-entendidos, as palavras duras, ácidas, as palavras mal-interpretadas, a correria, o mau jeito, a pressa, o dito pelo não-dito, o texto curto, abreviado, a falta de paciência, de tempo, de energia, de luz nas relações humanas....
Como a gente se perde, a gente troca os pés pelas mãos, as mãos pelos pés e tudo desanda... O molho entorna, as emoções negativas afloram, os sentimentos se confundem e se misturam, uma verdadeira bagunça.
É Lúcifer agindo nas nossas vidas. A gente permite, não podemos reclamar.
Para sair desse emaranhado confuso de sentimentos e emoções, eu escrevo. Escrever é a minha cura.
Aqui estou eu, a organizar meus pensamentos e meus sentimentos, recorro a essa minha ferramenta que me ajuda a ver que tudo passa, que precisamos relativizar tudo o que as pessoas nos dizem.
Falar sem pensar sempre dá merda. Não tem outra palavra, desculpe.
Por isso, tem que pensar, refletir, parar, respirar. Mas quem tem tempo pra isso?? E assim vai...
Espero que você consiga parar, respirar e contar até 10. Só isso já é um luxo nos dias de hoje (e eu quase escrevi lixo no lugar de luxo. Já pensou a confusão???) kkkkk e por aí vai, assim caminha a Humanidade.
Bom diaaaaa!!!!!!
sábado, fevereiro 15, 2020
Em defesa do amor platônico
O amor platônico é aquela amizade com um tempero a mais.
É o estágio ideal do amor, porque não tem nenhum ingrediente
de sofrimento envolvido. Só sonho e desejo.
É quando você se contenta apenas em ficar perto da pessoa,
em estar no mesmo ambiente que ela, em respirar o mesmo ar. É simplesmente uma
simpatia em grau máximo. Você sorri mais, fica mais disponível e aberta, se
envolve mais, mergulha naquele sentimento ambíguo.
Nem é a tal da amizade colorida, acho que nem se usa mais
esse termo. Agora é crush, até o “ficar” está ultrapassado. Agora é contatinho
(essa eu aprendi com a minha neta, que tem 12 anos). Adoro aprender essas
coisas, essas gírias, esses conceitos. Se bem que acho que tudo isso tem o lado
físico envolvido e eu ainda prefiro o amor platônico.
Ele preenche vazios, distrai, faz sonhar, viajar na
maionese. A imaginação corre solta, a emoção fica à flor da pele, o coração dá
uma aceleradinha e a gente percebe: opa... estou viva!
Não precisa dar em nada. Pode acabar nesse estágio mesmo e já
tá valendo.
Acho o amor platônico algo totalmente feminino. Os homens
são bem mais concretos. Não entendem a sutileza dos sentimentos, já querem
partir para a ação. Gostam de filmes de ação, pode ser que nem percebam os
sentimentos que despertam ao redor. Ou pode ser que sim, e se façam de desentendidos,
porque pode ser que o sentimento não seja recíproco. Mas isso, de verdade,
tanto faz. O sentimento em si já preenche o vazio. E basta. Já dá um brilho
diferente no olhar e na pele. Já funciona como um tratamento de beleza, já dá
alegria ao coração. E isso já é suficiente.
Não se trata de se contentar com migalhas (você pode estar
pensando isso). Não... Mas sim se trata de cultivar as emoções com carinho e
sossego. Sem nenhum tipo de ânsia juvenil. Se trata de curtir o momento
presente, sem ansiedades pelo futuro, ou dor pelo passado. E nisso, o amor
platônico é mestre. Vamos cultivar mais o amor platônico. Dessa forma, o mundo
será um lugar muito melhor. E é engraçado desenvolver esse tema bem antes do
Carnaval, a festa da carne, né?? Enfim, eu gosto do contraponto, de ser a voz
dissonante.
E você? Sente ou já sentiu amor platônico por alguém?
quinta-feira, janeiro 16, 2020
Tom 7 - ressonante
No meu post anterior, cometi um erro de principiante, que foi ignorar o desenho pequeno que fica na parte de cima do meu KIN, que se chama Tom (o apelido do meu filho!). Meu tom é o 7: um risquinho com dois pinguinhos em cima.
O significado dele é:
Os humanos são seres ressonantes. Seja qual for a energia à
qual nos expomos temos a habilidade de ressoar e vibrar na mesma frequência.
Perceba como os nossos estados emocionais, físicos ou mentais podem ser
influenciados pelas vibrações musicais, por exemplo. Quando aguçamos nossa
percepção das energias e vibrações, podemos ser mais seletivos quanto ao que
trazemos para junto de nós. Esse discernimento nos direciona para o nosso
estado de alinhamento em qualquer situação, e faz com que nos cerquemos com as
coisas que nos inspiram. Nosso poder místico é a força da nossa sintonização.
O poder do número 7 é demonstrado pelos sete canais centrais
de energia, os chakras, que ressoam através dos tubos do nosso corpo. Da nossa
base instintiva central até a mais alta coroa de iluminação, cada chakra é um
receptor e transmissor sensitivo. A soma das vibrações dos nossos sete chakras
determina a frequência atual do nosso ser nesse momento. Como canais criativos,
trazemos o espírito para a matéria de acordo com as frequências em que estamos
sincronizados.
Quando chegamos à sétima câmara do ciclo de 13 dias da Onda
Encantada, o tom Ressonante transmite: vibração cria estruturas ressonantes,
que podem ser sentidas em muitos níveis. Conheça as frequências em que você
está navegando no momento, exercite a sua habilidade de ajudar os outros
através de vibrações, siga as frequências que são boas para você. Sintonize-se!
Harmonização significa estar alinhado com as vibrações
desejadas. Harmonize-se com seu Eu Superior para ajustar-se e entrar em
harmonia. Quanto mais sintonizar-se com sua natureza superior, mais fácil se
tornará canalizar informações, energias e formas. Preste atenção à ressonância
de pessoas, lugares, situações, pensamentos, emoções, conversas e veja com o
que se sintoniza para perceber o que alimenta seu espírito. Deixe todo o resto
de lado.
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