quinta-feira, outubro 14, 2021

O valor de um bom dia





Hoje, quando fui levar o lixo reciclável lá embaixo, na volta cruzei com um vizinho que estava saindo pelo portão. Como costumo fazer com qualquer ser humano que encontro no meu caminho, desejei a ele um “bom dia”. Porém não obtive resposta.

Fiquei triste, porque quando disse “bom dia” era um desejo sincero de que ele tivesse realmente um bom dia. Será que ele não me escutou? Será que ele conscientemente não deseja o mesmo para mim? Será que ele tem outros problemas mais sérios que o impedem de responder a um simples “bom dia”?

Uma coisa que eu faço na minha vida é escrever. Adoro agrupar as palavras de modo a formar um texto coerente, com começo, meio e fim, e gosto de me expressar dessa forma.

Na minha modesta opinião, mais do que um mero conserto de parede ou de telhado, o que importa mais em um condomínio é a convivência entre as pessoas. O que dá vontade na gente de mudar não é o valor alto do condomínio e nem a administração nem tão boa do edifício. Mas é a falta do “bom dia” de volta, a atitude de arrancar arbitrariamente uma planta do jardim que estava “incomodando”, embora os outros vizinhos já tivessem criado afeto por ela...

Vocês me desculpem o desabafo, e sei que aqui pode nem ser o lugar mais adequado para esse meu “textão”! Mas comigo acontece que sempre que escrevo sobre alguma coisa que me deixa triste, acabo me sentindo um pouco melhor depois do ponto final.

Então, deixo aqui meu manifesto: Por um prédio mais humano, em que todos deem “Bom dia” uns aos outros. Por um edifício em que as atitudes não sejam nunca tomadas arbitrariamente, em detrimento da opinião dos demais. Por um condomínio em que a gente possa criar um oásis de gentileza e de respeito, em meio a uma cidade por vezes tão amarga e violenta.

Desejo, de coração, a todos os meus vizinhos e vizinhas do Planeta Terra, um bom dia.

Silvia, apto. 31

quinta-feira, agosto 26, 2021

A lição dos ipês floridos


Estou quase finalizando a produção editorial de mais um livro da minha querida editora Reality books. Mais uma coletânea, mas esta muito, muito, muito especial. A começar pela ideia, que me surgiu enquanto eu estava tomando banho. A água é um dos elementos mais inspiradores para mim. O banho, além de limpar a nossa pele, acredite... limpa também a nossa alma. É muito importante... Sempre tenho ideias enquanto tomo banho (ou lavo a louça). E daquela vez não foi diferente. 

Mas voltando ao livro, ele se chama O Livro da Inspiração e reúne 31 autores, todos eles pessoas incríveis, que aceitaram o desafio de responder: O que te tira da cama todas as manhãs? 

O projeto conta com a parceria da Maturi, uma startup que conheço e admiro, desde que ela surgiu. 

Mas o título deste post tem a ver mesmo é com os ipês amarelos, que estão em plena floração e me inspiram, todas as manhãs, a seguir com a minha vida, sempre em busca de novos aprendizados e insights

Você já deve ter reparado que a florada dos ipês dura poucos dias. Desconfio que as flores durem no máximo uns 15 dias e não dei um Google pra confirmar ou desmentir esse meu feeling. Exuberância efêmera. 

Terça-feira estávamos, minha mãe e eu, indo para a feira na praça Benedito Calixto, quando fomos surpreendidas por uma menina parecida com a minha filha (loira, tatuada), que ofereceu uma flor do ipê para a minha mãe e depois outra pra mim. Foi um gesto tão singelo e espontâneo que nos comoveu. Mas a gente tava indo pra feira. E não tinha onde colocar aquela flor. 

Passando na porta de uma barbearia, ofereci a minha flor a uma moça que trabalha lá, e que estava de pé na porta. Minha mãe, mais do que depressa, imitou meu gesto e deu a flor dela também. 

Isso significa que não gostamos do presente da menina?? De jeito nenhum!! Significa que o nosso desejo era justamente fazer outra gentileza... 

Assim é o ipê.. ele bondosamente esbanja a beleza das suas flores a quem estiver passando por perto. Assim são os autores de O Livro da Inspiração... eles são generosos com o futuro leitor e compartilham experiências pessoais sobre aquilo que os faz levantar da cama todas as manhãs. Por mais atos generosos na cidade!   

terça-feira, julho 13, 2021

Como superar uma desilusão amorosa

 


Quando a pessoa sofre uma desilusão amorosa, ela tem várias alternativas de comportamento e atitude para escolher. A menos recomendada é se culpar e sofrer exageradamente com isso.

Por mais que a outra pessoa o/a tenha ferido, você continua a ter direito à felicidade e ao amor. Todas as pessoas têm defeitos e qualidades, isso é muito normal. O mais importante, nesse processo, é a gente cultivar o nosso amor-próprio, nossa autoestima. A única pessoa de quem nós nunca vamos poder nos separar é de nós mesmos.

Então, se ame em primeiro lugar. Cuide bem de você. Eu tenho um bilhetinho no meu espelho – “Silvia, eu te amo, eu te amo muito!” – e leio esse bilhetinho para mim mesma todas as manhãs.

Não seja cruel com você mesmo/mesma.

Seja gentil e delicado, você precisa de amor, precisa de carinho, precisa de cuidado.

Dedique um tempo a você. Tome um banho demorado, perfumado, envolva-se em uma toalha felpuda e faça mais daquilo que você ama fazer. Se for tomar um chocolate quente, tome. Se for sair em uma caminhada bem longa, saia. Observe a natureza. Tudo se transforma na natureza. O dia, a noite, as marés. Nada é estático e isso também vai passar.

Nesse primeiro momento, preocupe-se só com você. Vá aos pouquinhos reconquistando a você mesmo, reconquiste sua felicidade, sua paz interior.

Não se preocupe com ninguém mais a não ser com você.

Leia um livro bacana, escolha um filme interessante.... Não se preocupe com o amor romântico nesse momento, ele é apenas um aspecto da nossa vida. Não podemos nos deixar dominar pela ausência desse amor romântico em determinadas fases da nossa vida.

Aos poucos, você vai melhorar.

Seu bom humor vai voltar, seu apetite pelas comidas e pela VIDA! Você respira, você está vivo / viva. Então agradeça o dom da vida. Encha o pulmão de ar fresco.

Quando você menos esperar, sua vida estará de novo nos eixos e, quem sabe, um novo amor surgirá para você. Não é o fim do mundo ser traído.

Veja o meu exemplo: uma mulher considera a traição emocional muitas vezes mais grave do que carnal. Foi o que aconteceu com o meu casamento de mais de 40 anos. Terminou. O “luto” durou mais ou menos uns dois anos. Depois, eu me permiti ir em busca de outra pessoa e encontrei. Posso garantir que meu mundo se coloriu de novo. Mas não gira em torno dele, e sim em torno de mim mesma. A gente precisa aprender a se priorizar.

Espero que essas palavras toquem o seu coração e que o ajudem a levantar a cabeça pra fora d’água e a respirar de novo.

Boa sorte, amigo. Acredite em você e no seu potencial. Se der, faça um pouco de meditação, usando a expressão “eu sou!” Ser é o suficiente, sem nenhum outro adjetivo depois. Ser é existir. E uma vez que existimos neste Planeta, temos o direito à felicidade e ao amor.

segunda-feira, junho 07, 2021

Pronto.... fim do inferno astral!


Já falei mais de mil vezes como AMOOOO fazer aniversário! É a celebração da VIDA!!! é receber parabéns de tanta gente..... é aceitar as energias positivas que as pessoas emanam pra gente... sabe como eu me sinto?? Como aqueles astros do rock que se atiram aos braços do fãs, sabe?? e "voam" suspensos no ar. 

Deve ser uma delícia passar por essa experiência. Eu não posso reclamar. Ontem eu passei por uma experiência bem parecida com essa. Ah, como foi bom! 

Agora, aqui em São Paulo, chove. E a obra aqui do lado da nossa casa faz barulho. Nem tudo é perfeito... Mas eu vesti um casaco que a minha filha (que mora em Portugal) deixou aqui e um par de meias forrado com uma pelúcia quentinha e macia. Isso é conforto, isso é aconchego... e o que eu faço?? Agradeço, agradeço, agradeço... A Deus, ao Universo, às estrelas, à chuva... aos 4 elementos. Como a minha Vida é boa! 

Tenho família, tenho amigos, tenho trabalho, tenho um teto, comida na mesa, saúde e uma pessoa especial que me deu rosas vermelhas no dia de ontem. Sabe o nome disso? Fe-li-ci-da-de. 

segunda-feira, maio 24, 2021

Ando meio preguiçosa


Desde o começo da pandemia, trabalhei incansavelmente, sem fim de semana nem nada que me parasse. Uma doideira... Mas na sexta-feira da semana passada levei um tombo e machuquei meu joelho direito. Fiquei chateada. Daí, peguei um resfriadinho também. Descobri ontem que o joelho não teve nenhuma fratura, mas, em compensação, já tem uma leve artrose... 😔

Pensando nesse último ano e no meu ritmo de trabalho que andava bem exagerado, acho que a minha lição desse inferno astral é clara: "Desacelera, Silvia. Dá um tempo pra você. Aproveita os momentos de ócio criativo. Medita (isso eu tenho feito, há mais de 40 dias, ininterruptamente). Observa o céu (esta noite a lua cheia está demais....) "

Minha astróloga postou no Instagram: “Toda vez que a Lua transita pelo signo de Escorpião ♏ nossas emoções ficam mais intensas, e também ficamos mais conscientes de que a transformação e e desapego fazem parte do nosso processo de evolução.” Cris Abbade

Lições e mais lições de vida... 

Neste mês, tive também meu momento "fama", quando o Lufe decidiu fazer este episódio do quadro Casa Interna comigo. Foi o terceiro e último da série. Hoje, o vídeo está com mais de 57 mil visualizações, 5,2 mil likes, 69 dislikes e 344 comentários. Números que eu nem imagino. 

Tá vendo como funciona isso de inferno astral?? Então, é assim... altos e baixos. Aliás, como a própria vida, né?? 

Minha sorte é que eu já tomei a primeira dose da vacina e estou com saúde, apesar dos pesares. Então o que eu faço? Agradeço, agradeço e agradeço. 

Que venham os 63! Estou preparada para eles. Ah, sim... o aniversário será no dia 6/6. Adoro fazer aniversário. Não vejo a hora.  

sábado, maio 01, 2021

Maio - meu mês do inferno astral


Muitas noivas gostam de se casar em maio. Eu - primeiro nunca quis me vestir de noiva - acho um mico. Segundo, ainda gosto mais de abril, como já disse antes. Maio para mim é sempre um mês meio complicado, porque é quando eu entro naquele período astrológico conhecido como "inferno astral". 

Já escrevi sobre o inferno astral aqui no blog antes. E aqui também. Aliás, com esse blog durando tantoooo tempooooo (desde 2003), há poucos assuntos que eu ainda não tenha abordado. 

O fato é que em maio ainda temos aqueles dias lindos como em abril, com céu azul, nem tanto calor, nuvens branquinhas enfeitando tudo como flocos de algodão suspensos no céu. 

Mas maio ficou espremido entre abril (que eu amo) e junho (o mês do meu aniversário, que eu também amo). Maio é mês de outono, ainda. O inverno chegará só no mês que vem. No hemisfério norte, é mês de primavera. Engraçado isso, porque toda a minha vida eu associei a primavera ao mês de setembro e só quando morei em Portugal percebi que até isso muda. 

Mas quer seja outono aqui, quer seja primavera lá, as temperaturas costumam ser amenas e isso me agrada. Os extremos é que nos tiram da zona de conforto e a gente reclama sempre - do calor excessivo, do frio implacável. 

Mas eu não poderia terminar este texto sem falar que, além do meu pai, que faz aniversário no dia 26 de maio (mas aí é quase junho), tem uma pessoinha que chegou no dia 7 de maio que mudou completamente a minha visão sobre esse mês: a minha amada neta Helena. 

Amo ver como ela desabrocha na vida. Surfista, espiritualista, desinibida, dança como ninguém. Me liga de vez em quando, sempre que tem alguma coisa pra escrever e ela sabe que eu estou sempre aqui pra ajudar. Lançou seu livro infantil neste ano, Pedro, o amigo invisível, e eu morro de orgulho dela. Este ano, ela completa 14 anos no dia 7 de maio. Tá chegando.... Mais um niver pandêmico, sem agarrar a minha querida neta... e tascar-lhe um beijo na bochecha... 

Notei que a maioria das pessoas tendem a preferir o mês do seu próprio aniversário. Qual é o seu mês preferido? 


quarta-feira, março 31, 2021

Cabelos naturalmente encaracolados


Dei muita risada ultimamente dos meus cabelos. De repente, sem que eu fizesse absolutamente nada, cachos começaram a surgir. Eu até comprei um produto para os meus novos cachos. E até as meninas da farmácia elogiaram meus cabelos. Nunca ouvi ninguém dizer que os cabelos ficaram cacheados nessa altura da vida. Eu me chamo agora de "cachinhos prateados". 

Será que é porque estou apaixonada e me sentindo uma menina? 

Meu lazer é cantar no Smule! Amooo. Quando chegar a 100 canções (gravei mais de 70) acho que vou ter que assinar o app lá. Escrevi na porta do meu quarto (em inglês): "Você precisa fazer o que você ama!" Amooo meu trabalho e amoooo cantar. Tô procurando seguir o meu conselho.  

Mas ando muito indisciplinada com essa pandemia toda. Meu sono tá todo atrapalhado, durmo em horários diferentes todos os dias, acordo em horários diferentes, como em horários diferentes, tomo banho em horários diferentes - está tudo uma bagunça. Queria caminhar. Não caminho. Queria fazer ioga todos os dias. Não faço. É duro quando a gente deixa de fazer o que gostaria por preguiça... ou sei lá o quê. 

Vim aqui mais para registrar a bagunça que tá a minha vida e os meus novo cachos. Tô curtindo. 

E pra dizer que amoooo a minha terapeuta. Todo mundo deveria fazer terapia. Entendi (finalmente) porque certa pessoa passou que nem um relâmpago pela minha vida. Acredito firmemente que tudo tem um propósito na vida, nada é por acaso. O acaso não existe. 

E você (se é que tem alguém que ainda acessa esse meu querido blog / diário)? Acredita no acaso? Deixe um comentário pra mim. 

domingo, março 28, 2021

O outono chegou!


Dias de céu azul 

Dão o tom do outono

As folhas das árvores

Entregam-se ao abandono

Como é difícil escrever poesia... Pra saírem essas 4 linhas, eu penei aqui e tive que recorrer a um dicionário de rimas. Mas para a Vicência Campos, as poesias eram a coisa mais natural do mundo. E ela escreveu sobre seu cotidiano, seus filhos, seus amores, suas paixões, suas saudades.... com muita sensibilidade e talento.  

Ela escrevia os seus poemas em um caderno e os guardava da curiosidade dos filhos. Seu sonho era ter apenas um exemplar com seus escritos. Ela deu o nome ao seu livro de Extravasando.

Mal sabia ela que justamente a sua filha do meio, a Paloma, seria a responsável por trazer à luz esse tesouro guardado durante mais de 30 anos a sete chaves. 

Agora, as poesias da Vicência -- que faleceu quando Paloma tinha apenas 12 anos -- podem chegar até você. Sabe como? O livro está em pré-venda no site Catarse - você pode colaborar com a realização desse sonho e ainda escolhe sua recompensa preferida. 

É só acessar ESTE LINK!

Ao invés de apenas um exemplar, esse projeto no Catarse prevê a impressão de 400 livros, pelo menos. Que não ficarão restritos à cidade de Campos dos Goytacazes, onde Vicência morou, mas poderão atravessar oceanos e atingir muita gente ao redor do mundo! 

Participe da realização deste sonho. 

A gente conta com você. Esse outono tem tudo para se tornar inesquecível... 

sábado, fevereiro 06, 2021

Um sopro de ar fresco na minha vida


Ontem me dei conta de que guardo todos meus cadernos, desde o primeiro diário de chavinha, que escrevi quando tinha uns 13 anos, por aí. 

Também me dei conta de que a maior parte do conteúdo desses meus cadernos, pelos quais eu tenho tanto apreço, são lamúrias, eu escrevia sempre que estava chateada e na hora que terminava de escrever eu estava bem melhor. 

Então, conservei com carinho religioso esses escritos e - comentei com a analista - meu pior pesadelo era imaginar perdê-los em um incêndio (sei lá porque incêndio, vai ver Freud explica). Terapia serve, entre outras coisas, pra isso: pra gente se dar conta. 

Bem, a verdade é que depois desses insights todos, ontem houve um "incêndio", no sentido figurado, na minha vida. Um incêndio arrebatador. 

E eu descobri que só a ideia de por um acaso do Destino algum dia me libertar do passado registrado naqueles cadernos já serviu para abrir uma porta ao novo, ao desconhecido, ao proibido, ao excitante. 

... e eu não poderia estar mais feliz ao constatar isso. Viver novas emoções, registrar novos escritos, escancarar a minha felicidade e a minha alegria - isso já é aqui, no blog. Aqui eu grito para quem quiser ouvir. Tem vida depois dos 62! E que VIDA!!! Animem-se, minhas colegas de idade. Há LUZ no fim do túnel. 

Nada mais me resta a não ser agradecer aos Céus, a Deus, ao Universo, aos anjos e santos, a todos aqueles seres espirituais de LUZ que me permitiram chegar aqui cheia de saúde e de energia. 

Não existe nada melhor do que viver o momento. O presente. O aqui e agora. O que passou passou e o que virá ainda não está aqui. 

Portanto, vamos enterrar o passado, aproveitar o presente e deixar o futuro lá no lugar dele. Quebre a sua bola de cristal e livre-se da bagagem do passado às vezes pesada e penosa. E se joga, minha filha! Manda ver.  


quarta-feira, janeiro 13, 2021

Ano novo, analista nova


Eu acho muito chic começar o ano de 2021 tendo a oportunidade de ter uma analista para chamar de minha. 

Meu divã sempre foi a escrita, escrever sempre foi a minha cura e deu certo até aqui. 

Mas de uns tempos para cá comecei a sentir necessidade de ter um espaço-tempo só pra mim, para olhar pra mim, me conhecer melhor, entender minhas motivações e minhas dores. Minha expectativa é que a psicanálise me ajude nesse percurso. 

Andei vendo muitos vídeos (e lendo poucos livros) sobre o assunto. Não acredito que eu seja um dos casos mais graves e cabeludos a serem resolvidos. Mas tem sim muita coisa a ser lapidada, Muitos buracos e becos escuros a serem explorados. 

É isso que espero da minha psicanálise. Prometo voltar aqui de tempos em tempos para compartilhar a minha experiência, Quero deixar registrado esse marco na minha vida, aqui nesse meu diário particular. 

Tive a oportunidade de conhecer com a minha filha o consultório do Freud em Viena (que hoje é um museu) e me encantei com o que vi por lá. Fiquei imaginando como ele descobriu que todos nós temos esse "território" chamado inconsciente e como ele conseguiu ajudar os seus pacientes, desvendando mistérios até então escondidos. 

Hoje, minha análise será on-line. O que será que Freud pensaria a respeito, né?? E você? Já fez terapia? Análise? Deixe o seu comentário, se quiser, é claro. Vou adorar ouvir (ou melhor, ler).