Me conte a sua história...
Se a pessoa está em outro país passa a ser um mero detalhe, desde que haja a possibilidade de vocês se encontrarem de verdade um dia.
Eu hesitei muito antes de começar a escrever para você.
Mas a intuição que tive foi muito forte para que fosse ignorada,
então aqui estou eu, me arriscando a pedindo desculpas, antecipadamente, caso
você ache que eu enlouqueci, ou algo do tipo.
É o seguinte: comecei a praticar yoga diariamente desde o
dia 1/12, dentro de um programa gratuito, online, dica da minha professora de
yoga da Idade Dourada. E hoje, durante a minha prática, eu tive uma “epifania”
e você estava nela. Eu vi você chamando o menininho que mora em cima de você
para conhecer os seus gatos e ele se encantou com eles e se acalmou. A gente
sabe que crianças e animais têm uma relação inexplicável e eu subitamente
entendi porque Deus te colocou no caminho dessa mãe em desespero.
Querida amiga, você precisa entender que essa mãe está em
desespero e que ela é o seu “próximo” – o próximo de quem Jesus sempre falava...
aquele próximo a quem devemos estender a mão e ajudar. O barulho todo que ela
faz não é intencional. Ela não pensa assim: “ahhh agora eu vou fazer barulho só
para incomodar a vizinha de baixo!”... Não... ela está em desespero, sozinha,
com esse filho difícil de cuidar. Entende? E ela mora onde? Em cima de você!!
Para mim, Deus não poderia estar falando mais alto, dando a você a incrível
oportunidade de ajudar, de estender a sua mão, de mudar tudo isso com um
simples gesto de afeto, de solidariedade, de empatia, de caridade.
Amiga, pensa bem... estamos em plena época natalina. Lembra
da história de Jesus? Maria precisando de um lugar para que o Menino Jesus
nascesse e eles não encontraram nenhum abrigo a não ser em uma estrebaria... E
aquele inocente bebê se transformou em um homem de quem a gente fala até hoje..
Um homem que nos deixou o exemplo do amor ao próximo, da caridade. Não estou
falando de religião e dessas orações decoradas e nem mesmo de um Deus barbudo
sentado em um trono lá no Céu.
Estou falando de uma mãe desamparada, solitária e
desesperada. Ela precisa trabalhar, não tem como cuidar do filho, ela tenta
fazer o melhor que ela pode... Ela não deve ficar nem um pouco feliz em saber
que o seu filho está incomodando os vizinhos... Sabe, Amiga, às vezes é
importante a gente tentar se colocar no lugar do nosso próximo e procurar
perceber que nós somos aqueles que têm o Poder de fazer a diferença na vida dos
outros.
Eu sei que você jamais pensaria nisso e por isso hesitei em
te mandar esse meu texto. Mas enquanto escrevo, lágrimas correm dos meus olhos
e então eu sei que estou apenas sendo usada como um instrumento de Deus para te
mandar essa mensagem.
Eu não conheço essa mãe nem esse menino, mas apesar de ser
solidária a você e ao seu sofrimento, eu enxergo também o sofrimento dela e
desse menino. E tenho certeza absoluta de que você pode ajudar. Por isso foi
colocada aí.
Por favor, amiga. Não me responda nada. Eu não espero
nenhuma resposta sua. Eu só quero que você reflita sobre o que eu escrevi e
veja se não pode fazer um esforço de tornar a minha “visão” em realidade. Tem
muito amor envolvido nessa cena que eu vi. Um amor diferente. Um amor que você
pode doar e também receber de volta.
Feliz Natal, minha querida amiga, e que Deus te abençoe.
Silvia
Gente, este meu lindo blog completa hoje 18 anos!!! Será que existe outro blog tão velhinho quanto este? Estou muito feliz... e lembrei que coincidentemente, hoje é também o Dia Nacional do Livro.
Ou seja... o dia de das minhas maiores paixões (depois dos filhos e das netas) - escrever e ler.
Celebrei dando uma entrevista ao Jurandir, para o blog da Maturi, que participou comigo do meus mais recente projeto, O Livro da Inspiração.
Nesta minha festinha particular, quero compartilhar com vocês alguns dos depoimentos que as minhas autoras (e autores) deram no nosso grupo de WhatsApp:
MALU FEITOSA - Silvia, eu sinto que esses quase 2 anos
anormais fizeram a gente ter uma visão mais refinada... E a ideia deste
livro (...) foi o que o fez ser
tão especial para todos nós, e olhe que só conhecemos a nossa inspiração, imagine quando lermos as demais. Creio que jamais seremos esquecidos. Um lindo vínculo se formou por intermédio deste livro, espero que
possamos estar sempre em contato, mesmo após a entrega dele. É muito, muita gratificante. 💐😍💞💐😍💞
Estou tão feliz por sentir que através deste amado livrinho, estaremos p sempre juntos.. que privilégio sinto de estar com vocês "nele".. Gratidão a Deus por iluminar a mente da Silvia por esse insight tão especial que proporcionou uma grande felicidade a todos nós.
AMELIA LOPES - Apaixonada por cada pedacinho do nosso livro. A diagramação ficou lindaaaaaas. Silvia, com certeza somos nós, os trinta autores que te agradecemos pela linda oportunidade.
FRANCIS JESUS - Só gratidão é o que sinto nesse momento. Quantas borboletas saem do meu estômago. Acreditava que, não conseguiria expressar em palavras as inspirações que permeiam a minha vida. Aprendiz de ser humano que já leu o meu texto entenderá. quem não leu vai um spoiler. Abraço carinhoso em todos em especial para você, Silvia, que com suas boas energias e fala mansa me proporcionou essa oportunidade ímpar. Feliz vida!!!!
Queridas e queridos, nosso livro virou uma joia para muitos de nós. (...) A relação de @Silvia Regina Angerami conosco e entre nós no grupo, nas reuniões gerou frutos afetivos. O Livro da Inspiração é o laço que nos une a escrita. 🎀
Sílvia, como vou participar do próximo, senti que os temas
que você/sua empresa propõe são buscas interiores, formas de autoconhecimento.
E ao lermos/vermos o que cada um coloca/escreve é um novo mundo que se abre.
SIMON WIDMAN - Chegou minha vez. Muito feliz com esta realização coletiva. Obrigado, Silvia e Regina. 😘😘😘
REGINA PEDRO (DESIGNER) - @Silvia Regina Angerami , um obrigada pra lá de especial por ter me inserido nesse universo literário da Reality books, que além de estar me trazendo novos filhos (📚), está me proporcionando encontros com pessoas maravilhosas como as deste Grupo. Estou muito feliz.
JUSSARA CAMARA PENNA - Recebi com
muita emoção meu primeiro livro impresso. As palavras são escassas para
descrever o sentimento. Sei apenas que estava precisando de ter essa alegria.
Até minha gatinha sentiu
O que me deixa mais emotiva é poder ler e descobrir em cada passagem de nossas vidas, que cada um trouxe para fora, como estamos unidos, não só pela escrita mas por sentimentos tão inspiradores e pela riqueza de experiências. Silvia, sem saber, nos uniu não só no livro mas criou numa irmandade. Somos agora uma família de pessoas vividas, fortes e entusiastas pela vida. Obrigada, Sílvia.
GERALDO TRINDADE - Amigos, bom dia. Terminei de ler o nosso livro... Que maravilha, quanta história bonita, quanta Inspiração! Se eu já estava muito feliz por participar desse projeto da nossa querida Silvia, agora estou muito feliz por ter conquistado mais de 30 novos amigos. Uma benção do Criador.
MARIA CRISTINA CARVALHO - Bom dia, turma boa!!! Estou lendo nosso livro e, realmente, é inspirador!! Parabéns a cada um de nós. Que projeto lindo... Já posso dar check no item: escrever um livro, da minha lista de coisas boas, para fazer na vida..... Apaixonada!!🌹🌹🌹😊😘
NEYZA FURGLER - Podemos afirmar que já escrevemos livro, muitos de nós tivemos filhos e plantamos árvores... Da minha parte, já fiz tudo isso... Então, sinto-me realizada e feliz!
- Você é uma garota "Pop"? (em tom de desprezo) e eu deixei de ler a revista imediatamente, porque estava apaixonada por ele...
O que ele não sabia era da troca de correspondência que eu mantinha com o Luis Filipe (sim, com "i" mesmo). O endereço dele saiu na revista Pop, ele queria se corresponder com meninas brasileiras. E eu, como era a primeira a comprar a revista quando ela aparecia na banca, fui a primeira a mandar uma cartinha pra ele, um portuguesinho muito gato e fofo, que me mandava cartas e cartões pelo correio.
Sempre que chegava uma carta dele, meu coração pulava de alegria. Não me esqueço de um cartão todo furadinho que ele me mandou, recomendando que eu não ficasse "constipada" ao abri-lo. Um fofo. Ele morava em Lisboa, mas ia sempre ao Algarve, onde costumava andar de lancha (ou motonáutica, talvez...)
Ahhh... mas eu era muito tímida e mandei pra ele uma foto minha bem distante, que não mostrava o meu rosto, de tão envergonhada que eu era e de tanto que me achava feia.... Daí as cartas foram rareando e eu conheci o meu ex-marido e deixei o Luis Filipe pra lá...
Ontem, em um grupo do qual faço parte no WhatsApp, a Poliana deu a excelente ideia de trocarmos cartas (siiiim, aquelas enviadas pelo correio) como um "respiro" à ressaca digital relatada pela nossa querida comandante do grupo, a Paloma Campos.
Pronto... foi o que bastou para trazer à tona uma enxurrada de memórias relacionadas às cartas... E me peguei a pensar o que teria sido da minha vida, caso eu não fosse tão tímida naquela altura e caso eu realmente tivesse namorado o Luis Filipe. Naquela época, eu não tinha condições de viajar para Portugal, mas parece que ele teria podido vir para o Brasil me visitar. Já pensou?? Ele chegaria aqui, com um ramalhete de flores para mim e conquistaria o meu coração.
Daí, eu viajaria com ele para Portugal, faria faculdade lá mesmo e nós teríamos dois filhos - um casal - assim como eu tenho mesmo. Ele seria carinhoso comigo e fiel. E seríamos felizes para sempre!
Só de imaginar essa história de conto de fadas, de príncipe encantado, eu já enxergo o quão pouco real ela é. Rsrsrs Mas que foi um exercício gostoso, isso foi! E se a minha vida tivesse tomado esse rumo?? E se o nosso namoro tivesse dado certo? Será que estaríamos juntos até hoje? Será que passaríamos o verão no Algarve?
E por essas coincidências da vida, não é que eu morei no Algarve durante um ano (foto) e até escrevi um livro com a minha experiência, chamado Destino Algarve? Olha só as voltas que essa vida dá... Acho que vou entrar em algum site de relacionamento português para ver se encontro algum "Luis Filipe" por lá... O que acham??
Hoje, quando fui levar o lixo reciclável lá embaixo, na volta cruzei com um vizinho que estava saindo pelo portão. Como costumo fazer com qualquer ser humano que encontro no meu caminho, desejei a ele um “bom dia”. Porém não obtive resposta.
Fiquei triste, porque quando disse “bom dia” era um desejo
sincero de que ele tivesse realmente um bom dia. Será que ele não me escutou?
Será que ele conscientemente não deseja o mesmo para mim? Será que ele tem outros
problemas mais sérios que o impedem de responder a um simples “bom dia”?
Uma coisa que eu faço na minha vida é escrever. Adoro
agrupar as palavras de modo a formar um texto coerente, com começo, meio e fim,
e gosto de me expressar dessa forma.
Na minha modesta opinião, mais do que um mero conserto de
parede ou de telhado, o que importa mais em um condomínio é a convivência entre
as pessoas. O que dá vontade na gente de mudar não é o valor alto do condomínio
e nem a administração nem tão boa do edifício. Mas é a falta do “bom dia” de
volta, a atitude de arrancar arbitrariamente uma planta do jardim que estava “incomodando”,
embora os outros vizinhos já tivessem criado afeto por ela...
Vocês me desculpem o desabafo, e sei que aqui pode nem ser o
lugar mais adequado para esse meu “textão”! Mas comigo acontece que sempre que escrevo
sobre alguma coisa que me deixa triste, acabo me sentindo um pouco melhor depois
do ponto final.
Então, deixo aqui meu manifesto: Por um prédio mais humano,
em que todos deem “Bom dia” uns aos outros. Por um edifício em que as atitudes
não sejam nunca tomadas arbitrariamente, em detrimento da opinião dos demais.
Por um condomínio em que a gente possa criar um oásis de gentileza e de
respeito, em meio a uma cidade por vezes tão amarga e violenta.
Desejo, de coração, a todos os meus vizinhos e vizinhas do Planeta Terra, um
bom dia.
Silvia, apto. 31
Estou quase finalizando a produção editorial de mais um livro da minha querida editora Reality books. Mais uma coletânea, mas esta muito, muito, muito especial. A começar pela ideia, que me surgiu enquanto eu estava tomando banho. A água é um dos elementos mais inspiradores para mim. O banho, além de limpar a nossa pele, acredite... limpa também a nossa alma. É muito importante... Sempre tenho ideias enquanto tomo banho (ou lavo a louça). E daquela vez não foi diferente.
Mas voltando ao livro, ele se chama O Livro da Inspiração e reúne 31 autores, todos eles pessoas incríveis, que aceitaram o desafio de responder: O que te tira da cama todas as manhãs?
O projeto conta com a parceria da Maturi, uma startup que conheço e admiro, desde que ela surgiu.
Mas o título deste post tem a ver mesmo é com os ipês amarelos, que estão em plena floração e me inspiram, todas as manhãs, a seguir com a minha vida, sempre em busca de novos aprendizados e insights.
Você já deve ter reparado que a florada dos ipês dura poucos dias. Desconfio que as flores durem no máximo uns 15 dias e não dei um Google pra confirmar ou desmentir esse meu feeling. Exuberância efêmera.
Terça-feira estávamos, minha mãe e eu, indo para a feira na praça Benedito Calixto, quando fomos surpreendidas por uma menina parecida com a minha filha (loira, tatuada), que ofereceu uma flor do ipê para a minha mãe e depois outra pra mim. Foi um gesto tão singelo e espontâneo que nos comoveu. Mas a gente tava indo pra feira. E não tinha onde colocar aquela flor.
Passando na porta de uma barbearia, ofereci a minha flor a uma moça que trabalha lá, e que estava de pé na porta. Minha mãe, mais do que depressa, imitou meu gesto e deu a flor dela também.
Isso significa que não gostamos do presente da menina?? De jeito nenhum!! Significa que o nosso desejo era justamente fazer outra gentileza...
Assim é o ipê.. ele bondosamente esbanja a beleza das suas flores a quem estiver passando por perto. Assim são os autores de O Livro da Inspiração... eles são generosos com o futuro leitor e compartilham experiências pessoais sobre aquilo que os faz levantar da cama todas as manhãs. Por mais atos generosos na cidade!
Quando a pessoa sofre uma desilusão amorosa, ela tem várias
alternativas de comportamento e atitude para escolher. A menos recomendada é se
culpar e sofrer exageradamente com isso.
Por mais que a outra pessoa o/a tenha ferido, você continua
a ter direito à felicidade e ao amor. Todas as pessoas têm defeitos e
qualidades, isso é muito normal. O mais importante, nesse processo, é a gente cultivar
o nosso amor-próprio, nossa autoestima. A única pessoa de quem nós nunca vamos
poder nos separar é de nós mesmos.
Então, se ame em primeiro lugar. Cuide bem de você. Eu tenho
um bilhetinho no meu espelho – “Silvia, eu te amo, eu te amo muito!” – e leio
esse bilhetinho para mim mesma todas as manhãs.
Não seja cruel com você mesmo/mesma.
Seja gentil e delicado, você precisa de amor, precisa de
carinho, precisa de cuidado.
Dedique um tempo a você. Tome um banho demorado, perfumado,
envolva-se em uma toalha felpuda e faça mais daquilo que você ama fazer. Se for
tomar um chocolate quente, tome. Se for sair em uma caminhada bem longa, saia. Observe
a natureza. Tudo se transforma na natureza. O dia, a noite, as marés. Nada é
estático e isso também vai passar.
Nesse primeiro momento, preocupe-se só com você. Vá aos pouquinhos
reconquistando a você mesmo, reconquiste sua felicidade, sua paz interior.
Não se preocupe com ninguém mais a não ser com você.
Leia um livro bacana, escolha um filme interessante.... Não
se preocupe com o amor romântico nesse momento, ele é apenas um aspecto da
nossa vida. Não podemos nos deixar dominar pela ausência desse amor romântico
em determinadas fases da nossa vida.
Aos poucos, você vai melhorar.
Seu bom humor vai voltar, seu apetite pelas comidas e pela
VIDA! Você respira, você está vivo / viva. Então agradeça o dom da vida. Encha
o pulmão de ar fresco.
Quando você menos esperar, sua vida estará de novo nos eixos
e, quem sabe, um novo amor surgirá para você. Não é o fim do mundo ser traído.
Veja o meu exemplo: uma mulher considera a traição emocional
muitas vezes mais grave do que carnal. Foi o que aconteceu com o meu casamento
de mais de 40 anos. Terminou. O “luto” durou mais ou menos uns dois anos.
Depois, eu me permiti ir em busca de outra pessoa e encontrei. Posso garantir
que meu mundo se coloriu de novo. Mas não gira em torno dele, e sim em torno de
mim mesma. A gente precisa aprender a se priorizar.
Espero que essas palavras toquem o seu coração e que o
ajudem a levantar a cabeça pra fora d’água e a respirar de novo.
Boa sorte, amigo. Acredite em você e no seu potencial. Se
der, faça um pouco de meditação, usando a expressão “eu sou!” Ser é o suficiente,
sem nenhum outro adjetivo depois. Ser é existir. E uma vez que existimos neste
Planeta, temos o direito à felicidade e ao amor.
Deve ser uma delícia passar por essa experiência. Eu não posso reclamar. Ontem eu passei por uma experiência bem parecida com essa. Ah, como foi bom!
Agora, aqui em São Paulo, chove. E a obra aqui do lado da nossa casa faz barulho. Nem tudo é perfeito... Mas eu vesti um casaco que a minha filha (que mora em Portugal) deixou aqui e um par de meias forrado com uma pelúcia quentinha e macia. Isso é conforto, isso é aconchego... e o que eu faço?? Agradeço, agradeço, agradeço... A Deus, ao Universo, às estrelas, à chuva... aos 4 elementos. Como a minha Vida é boa!
Tenho família, tenho amigos, tenho trabalho, tenho um teto, comida na mesa, saúde e uma pessoa especial que me deu rosas vermelhas no dia de ontem. Sabe o nome disso? Fe-li-ci-da-de.
Desde o começo da pandemia, trabalhei incansavelmente, sem fim de semana nem nada que me parasse. Uma doideira... Mas na sexta-feira da semana passada levei um tombo e machuquei meu joelho direito. Fiquei chateada. Daí, peguei um resfriadinho também. Descobri ontem que o joelho não teve nenhuma fratura, mas, em compensação, já tem uma leve artrose... 😔
Pensando nesse último ano e no meu ritmo de trabalho que andava bem exagerado, acho que a minha lição desse inferno astral é clara: "Desacelera, Silvia. Dá um tempo pra você. Aproveita os momentos de ócio criativo. Medita (isso eu tenho feito, há mais de 40 dias, ininterruptamente). Observa o céu (esta noite a lua cheia está demais....) "
Minha astróloga postou no Instagram: “Toda vez que a Lua transita pelo signo de Escorpião ♏ nossas emoções ficam mais intensas, e também ficamos mais conscientes de que a transformação e e desapego fazem parte do nosso processo de evolução.” Cris Abbade
Lições e mais lições de vida...
Neste mês, tive também meu momento "fama", quando o Lufe decidiu fazer este episódio do quadro Casa Interna comigo. Foi o terceiro e último da série. Hoje, o vídeo está com mais de 57 mil visualizações, 5,2 mil likes, 69 dislikes e 344 comentários. Números que eu nem imagino.
Tá vendo como funciona isso de inferno astral?? Então, é assim... altos e baixos. Aliás, como a própria vida, né??
Minha sorte é que eu já tomei a primeira dose da vacina e estou com saúde, apesar dos pesares. Então o que eu faço? Agradeço, agradeço e agradeço.
Que venham os 63! Estou preparada para eles. Ah, sim... o aniversário será no dia 6/6. Adoro fazer aniversário. Não vejo a hora.
Muitas noivas gostam de se casar em maio. Eu - primeiro nunca quis me vestir de noiva - acho um mico. Segundo, ainda gosto mais de abril, como já disse antes. Maio para mim é sempre um mês meio complicado, porque é quando eu entro naquele período astrológico conhecido como "inferno astral".
Já escrevi sobre o inferno astral aqui no blog antes. E aqui também. Aliás, com esse blog durando tantoooo tempooooo (desde 2003), há poucos assuntos que eu ainda não tenha abordado.
O fato é que em maio ainda temos aqueles dias lindos como em abril, com céu azul, nem tanto calor, nuvens branquinhas enfeitando tudo como flocos de algodão suspensos no céu.
Mas maio ficou espremido entre abril (que eu amo) e junho (o mês do meu aniversário, que eu também amo). Maio é mês de outono, ainda. O inverno chegará só no mês que vem. No hemisfério norte, é mês de primavera. Engraçado isso, porque toda a minha vida eu associei a primavera ao mês de setembro e só quando morei em Portugal percebi que até isso muda.
Mas quer seja outono aqui, quer seja primavera lá, as temperaturas costumam ser amenas e isso me agrada. Os extremos é que nos tiram da zona de conforto e a gente reclama sempre - do calor excessivo, do frio implacável.
Mas eu não poderia terminar este texto sem falar que, além do meu pai, que faz aniversário no dia 26 de maio (mas aí é quase junho), tem uma pessoinha que chegou no dia 7 de maio que mudou completamente a minha visão sobre esse mês: a minha amada neta Helena.
Amo ver como ela desabrocha na vida. Surfista, espiritualista, desinibida, dança como ninguém. Me liga de vez em quando, sempre que tem alguma coisa pra escrever e ela sabe que eu estou sempre aqui pra ajudar. Lançou seu livro infantil neste ano, Pedro, o amigo invisível, e eu morro de orgulho dela. Este ano, ela completa 14 anos no dia 7 de maio. Tá chegando.... Mais um niver pandêmico, sem agarrar a minha querida neta... e tascar-lhe um beijo na bochecha...
Notei que a maioria das pessoas tendem a preferir o mês do seu próprio aniversário. Qual é o seu mês preferido?