segunda-feira, dezembro 01, 2014

Dezembro

Mês em que fui mãe pela segunda vez.
Mês da minha sagitariana preferida.
Mês corrido, cheio de compromissos, de gente pra abraçar.
Mês de cartão de Natal.
Mês de shoppings lotados.
Mês de trânsito caótico porque todo mundo vem p/ Sampa para as compras natalinas.
Mês em que entra o verão.
Mês de feriados em semanas seguidas.
Mês do Papai Noel.
Mês das decorações natalinas - algumas de gosto duvidoso - que complicam ainda mais a vida urbana.
Mês que fecha um ano e encerra um ciclo.
Mês que faz a gente sempre desejar em ano novo melhor do que o que passou (o ser humano nunca está contante mesmo).
Mês do décimo-terceiro, para quem tem a felicidade de ter um décimo-terceiro.
Mês de sol e de algumas chuvas torrenciais.
Mês do aniversariante mais ilustre de todos: o menino Jesus tão fofo na manjedoura.
Mês do presépio.
Mês da árvore de Natal.
Mês da neve (ops! aqui não...)
Mês da nostalgia pelos natais do passado (sempre os melhores).
Engraçado isso: a gente põe o Ano Novo bom lá na frente e os Natais melhores lá atrás.
Que aprendamos a curtir o que tem de bom no aqui & agora. Esse é meu desejo natalino para este dezembro.

quinta-feira, novembro 27, 2014

Amizades e amizades



É tanto amor!!!!! Uma loucura...

Tenho amigas do passado e do presente. Mas como é possível a gente gostar tanto de todas essas pessoas?? Como cabe tanta gente assim no coração da gente, né??

Eu tenho minha lindas "amigas primordias" e elas sabem quem são e como são importantes pra mim. Nós temos todas a mesma idade, as mesmas angústias, as mesmas alegrias, nossas piadas que só nós entendemos.

Tenho minha amigas mais novas do que eu, que nos encontramos em um trabalho qualquer desses do passado (trabalhei em tantos lugares, gente, melhor nem mencionar isso). Mas que se eu fico um tempo sem encontrar, as saudades doem tanto, que parecem uma pedra no sapato, um espinho na garganta - coisa de louco.

Tem as amigas que acabaram de chegar, mas que ocupam um lugar gigante já, pela identificação, quando "bate o santo", sabe??

Tem aquelas amigas que a gente pouco vê, ou pouco fala, certamente bem menos do que gostaríamos, mas que quando a gente se reencontra é como se tivéssemos nos despedido ontem à noite, de tanta empatia.

E tem aquelas amigas que a gente só vê pelo Face, que nem se fala muito, mas que são tão especiais... e que a gente acompanha as viagens, os movimentos da vida, as alegrias, as comidas, os bichinhos de estimação, só pelas fotos, pelos posts.

Sem falar naquelas que a gente nem conhece pessoalmente, mas que parecem amigas de infância.

Hoje, uma das minhas amigas do clube falou sobre uma amiga dela, de uns cinco anos, com quem ela não simpatizou de cara, quando ficaram no mesmo quarto do hotel, sem que se conhecessem antes, mas que depois a amizade engrenou e elas se dão bem até hoje!

Como se explica isso?? Não sei... eu só sei que chega nessa época do ano, de fim de ano, de Natal, etc e tal... que bate aquela baita vontade de abraçar todo mundo, daqueles abraços apertados, expressão de uma dessas minhas amigas queridas... (da faculdade que eu abandonei e ela continuou).

Se houvesse um abraço assim gigante para caber todas essas amigas/os que estão perto / longe, seria tão bom, né??

Mas não tem muito jeito... então o que eu faço?? Me refugio nas palavras! Quero que cada uma das minhas amigas saibam que estou falando de você, sim, de você mesma.

Você mora no meu coração.

Tenho amizade, carinho, consideração, respeito, admiração, todos esses sentimentos puros, bons e elevados, por você. Envio desejos de felicidades, paz, amor, saúde, sucesso por você na sua vida. Desejo que você seja feliz e seja já.

E queria te ver, te encontrar, passar um tempo com você.

Essa música do Chico diz bem o que eu estou sentindo agora. Você deve conhecer, é antiga e linda. Fala de amizade.



Exaurida


Exaurida é muito mais do que cansada. Cansada você fica depois de alguma atividade física, quando chega do supermercado cheia de compras pra guardar. Ou depois de um dia de trabalho "normal".
Mas exaurida você fica quando os seus neurônios já não dão mais conta de realizar uma simples sinapse que seja.
Exaurida você fica quando precisa usar cada um dos seus neurônios alinhados às fibras do seu coração, junto com seu estômago, braços, pernas e todos os órgãos dos diversos aparelhos - respirar, digerir, circular... quando a bela máquina começa a dar sinais de desgastes.. é uma dor que não some sozinha e você precisa tomar alguma providência,
É quando você sente que tem informação demais, barulho demais, demanda demais e a agitação é tanta que nem o sono reparador consegue reparar coisa alguma.
Exaurida é isso,
Precisa de descanso e oração. E um banho morno, e carinho.
E que o Universo te pegue no colo e te cante uma linda canção de ninar.

quarta-feira, novembro 05, 2014

Meu querido diário...



Eu sou daquele tempo em que as meninas tinham diário com chavinha. Eu amava o meu! A capa era marrom. Meus "enormes" segredos ficavam guardados lá: o "primo" mais velho (muito mais velho) que brincava comigo e me pedia em casamento, na frente de todo mundo e eu morria de vergonha, os meninos que eu achava bonitinhos, os bailinhos ("mingaus"), as paqueras bobinhas...

Blog, quando apareceu, era isso: um diário virtual, só que aberto para o mundo. Para quem era do tempo do diário com chavinha dava um certo pânico pensar que "qualquer um" poderia ler seus segredos mais escondidos. Porém, com o tempo, fui me sentindo mais segura. Hoje, escrevo aqui o que eu quero, o que minha alma manda e eu também sou daquelas pessoas que têm necessidade de escrever, assim como de respirar, comer, dormir, fazer xixi.... rsrsrsrs

Quando eu quero que todo mundo leia, escrevo no Facebook. Quando não quero que ninguém leia, escrevo aqui no blog. Eu me sinto protegidas por paredes virtuais invisíveis, que me mantêm no anonimato.

E todo esse "imbroglio" inicial apenas pra dizer que além de todas aquelas tarefas que eu listei no mais recente post, tem ainda mais uma, muito legal, por sinal: o curso da Universidade do Livro chamado Projeto editorial: como transformar uma ideia em livro. Bacana, né??

segunda-feira, novembro 03, 2014

Trabalho - casa - casa - trabalho


A vida não pode se resumir a esse trajeto, embora a minha vida tenha ficado nessa toada durante muito tempo, com os filhos pequenos. Hoje, meu dia inclui um monte de outras atividades: segunda e quarta: circuito; quarta à noite: coro; terça e quinta: hidro; sexta: zumba e vigilantes; sábado: trabalho voluntário.

Ainda tem a editora - com dois projetos em andamento - e a revista Seareiro (bimestral, atrasada).
Ainda tem a diretoria cultural adjunta do clube.
Ainda tem o clube do livro (um encontro mensal na primeira segunda-feira do mês - ou seja, hoje).
Ainda tem o Comadrio (uma vez por mês também, em média).
Sem falar na família, na casa, no casamento, na minha mãe, na dona Florência, nas amizades... no blog, no Facebook... Eu me pergunto, no entanto, se não estou exagerando.

quinta-feira, outubro 23, 2014

Budapeste - São Paulo: uma história de amor


Férias, Budapeste. A caminho da Romênia, terra do meu sogro. Filha e marido na mesma viagem. O mercado de Budapeste é um desses lugares inesquecíveis, daqueles que você leva na bagagem: cores, perfumes, sensações, cheiros, artesanato... Cada barraquinha mais linda do que a outra, uma coisa de louco. Em uma delas, uma bolsa amarela sorri para mim. "PRECISO daquela bolsa!", me entrego ao desejo consumista e pergunto o preço ao simpático vendedor, que nos conta que é da Romênia e que vai dar tudo certo na próxima etapa da nossa viagem (estávamos preocupados). Nisso, conversa vai, conversa vem, descobrimos que seu nome é Silviu (com "u") e que ele tem uma namorada brasileira, que fará aniversário em breve. Ele nos pergunta se nós poderíamos trazer um presente para ela.
- Claro! - respondo, já imaginando que ela mora na zona leste ou norte (e só quem mora em São Paulo sabe o que significa atravessar a cidade... rsrsrs).
Porém, ela mora em Perdizes. Detalhe: minha filha estuda na PUC. Ou seja, ponto para o destino!!

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A viagem prossegue, vamos para a Romênia e voltamos. Passar no mercado é fácil, pois o carro que alugamos na Alemanha está estacionado ali ao lado. Silviu faz questão de nos mostrar o que comprou: uma linda bolsinha de couro que só existe lá e chocolates deliciosos, de menta. Dá uma caixinha com os mesmos chocolates para nós também. E faz uma encomenda: que a gente compre rosas, seis brancas e uma vermelha no centro. Na Hungria não se dá número par de flores, somente para os mortos.

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Ainda faltavam três meses para o aniversário da namorada dele. Quer mais uma coincidência? Ela se chama Silvia! Mas o tempo passa rapidamente, como todos sabemos. E chega o grande dia: 21/10, terça-feira.

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A tarefa de ligar para ela e combinar a entrega do presente fica com a minha filha, por questões puramente práticas. E eu, desde cedo, estou muito envolvida com essa história e fico trocando mensagens pelo Viber com o Silviu, que está igualmente ansioso, e com a minha filha, pelo Whatsapp. Porém, o grande momento só acontecerá no fim da tarde.

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- Mãe, ela foi super fofa!
- Tirou foto?? Eu fiquei de mandar para o Silviu!
- Ah, mãe, não deu tempo...

Enquanto isso, o Silviu não se cansava de me agradecer.

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E o epílogo desse capítulo da história de amor termina com um diálogo pelo Whatsapp, entre a Silvia (a princesa da história) e a minha filha (a fada madrinha):

Oi Marjorie! Eu gostaria de agradecer você e toda a sua família, pelo carinho, atenção e cumplicidade com o Miki para deixar nossa história de amor ainda mais especial! Vocês nem imaginam como estamos felizes e gratos por isso! Realmente foi muito especial! Te agradecemos de coração! Abraços - Silvia

Ah, Silvia! Imagina! Foi um enorme prazer para a gente participar de tudo isso! Histórias como a de vocês são lindas e merecem ser vividas com tudo de bom que existe! Vocês dois são demais e eu e minha família desejamos muitas felicidades a vocês! Esperamos que um dia ele também venha para o Brasil e a gente possa marcar um encontro todos juntos! Beijos, boa viagem e mais uma vez, muitas felicidades para vocês! :)

Eu mandei foto das flores para ele! Quando eu voltar de lá eu escrevo contando as novidades! E com certeza quando ele vier para o Brasil a gente vai encontrar vocês! Beijos com muito carinho!!!

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Fala aí! É ou não é uma linda história de amor??? Ainda tô emocionada.

quarta-feira, outubro 15, 2014

Amor platônico



Engraçado. Nunca falei sobre esse tipo de amor aqui no blog. Em grego, existem várias palavras para designar múltiplos tipos de amor. E nem preciso me incomodar em explicar, pois o assunto está muito bem explicado aqui neste blog. Assim como a dona daquele blog, quisera eu ter escrito o texto que o brilhante pensador cultural australiano e co-fundador da The School of Life em Londres, Roman Krznaric escreveu com tanta propriedade. Mas não precisa, ele já escreveu.
O que me causa estranheza é que neste artigo ele não menciona o amor platônico.
Quando estudei Filosofia, aprendi que o amor platônico não é do jeito que a gente imagina: aquela coisa que nunca se concretiza, que nunca se efetiva. Que fica apenas nos devaneios do amante. Que não sabe se é ou não correspondido.
Na Wikipédia tem uma longa explicação sobre amor platônico e socrático. Mas a frase que explica a minha visão sobre o amor platônico é esta:

Platão defendia que o Verdadeiro Amor nunca deveria ser concretizado, pois quando se ama tende-se a cultuar a pessoa amada com as virtudes do que é perfeito. Quando esse amor é concretizado, não raro aparecem os nativos defeitos de caráter da pessoa amada.

Estou fazendo este post apenas para reflexão... será que estamos amando todos os tipos de amor que podemos? Nós estamos aqui no Planeta Terra para isso: aprender a amar. Vamos aproveitar todas essas formas de amor. Se joga! (como diz meu professor de zumba)

sexta-feira, setembro 05, 2014

Zumba!

Eu me acho uma pessoa razoavelmente inteligente, quase intelectual. Adoro ler, não vou reclamar se ficar um domingo inteiro (chuvoso) na companhia de um bom livro, por exemplo.
Porém, ser sedentária não é bacana para a saúde e eu comecei (há alguns anos) a fazer hidro no clube. Acho que hidro é o tipo da atividade física light, que não sua nem nada.
Perfeita para quem não é lá muito chegado aos esportes e que tais.
Como usava óculos, desde os 3 anos de idade (sim, 3 anos), eu sempre me dei muito mal com esportes de bola. Uma negação. Tinha medo que uma bolada quebrasse a lente e os caquinhos de vidro entrassem nos meus olhos. Minha avó Flora também ajudou a alimentar esse meu medo.
Enfim... estava eu sossegada fazendo a minha hidro e natação uma vez por semana... (aprendi a nadar quando já estava na faculdade, porque era obrigada a frequentar o Cepeusp e não curtia nenhum esporte, então decidi fazer algo prático: aprender a nadar - adoro!!!), quando anunciaram que haveria aulas de Zumba no clube!
Eu soube da existência da Zumba em Las Vegas, vendo TV no hotel, e fiquei apaixonada.

Hoje, sou a felizarda aluna da modalidade mais legal, divertida e eficaz para perder peso que existe no Universo.

domingo, agosto 10, 2014

Dia dos Pais, 10 anos depois


Certas coisas mudam, outras não. Uma dessas coisas que não mudam: o amor e a admiração que sinto pelo meu pai. Li um livro (terminei ontem), do atual presidente da Abril (!), Alexandre Caldini Neto: A Morte na Visão do Espiritismo. O livro é excelente. Uma das coisas que ele fala, lá pro final, é um conselho: para a gente expressar o nosso amor enquanto ainda é tempo, para não correr o risco de se arrepender depois. O remorso é amargo.

Bom, então.... eu escrevi sobre o meu pai aqui no meu blog em 2004. Dez anos se passaram... e os sentimentos não mudaram. Inclusive a culpa que sinto por não ligar para ele tanto quanto eu gostaria. Não sei dizer porque não ligo mais. Circunstâncias da vida, sei lá. Então, vou escrever tudo de novo...... Vamos lá.....

A paternidade
Impressionante como a figura masculina inspira poder e força. E isso faz falta para qualquer ser humano, filho ou filha. Eu tive a sorte de ter dois "pais" na minha infância. O meu pai, José Leonardo, inteligente, me estimulou a ler, me levava gibis do Walt Disney e os livros coloridos de literatura infanto-juvenil da Abril Cultural, publicados a cada quinzena. Ele me ensinou muitas coisas, mesmo com seu jeito fechadão. Chegava em casa por volta das 5 e meia da tarde. O chinelo ficava estrategicamente posicionado ao lado da porta de entrada. Tomava banho, vestia o roupão listado de azul e branco, deitava no sofá, lia. Ou subia para a oficina, onde fazia seus barquinhos de madeira, de acordo com o projeto original. Me levava para passear aos domingos de manhã, em matinês de cinema, ou pelo bairro vizinho do Morumbi (morávamos no Butantã, aliás, onde moro até hoje), ficávamos vendo aquelas mansões, tão distantes da nossa realidade...
Ele também me levava para passear na Cidade Universitária e eu ficava escolhendo onde ia estudar. Houve uma época em que eu queria fazer Biologia, pois adorava aquele bosque. Na realidade, estudei na ECA muito tempo depois. 
Já grandinha, eu queria ir ao Círculo Militar, balada naquela época chamava "mingau", não sei porque... (depois descobri: a palavra vem de “domingueira” = “mingau”) Mas eu só podia ir de 15 em 15 dias. O pai de alguém levava, outro pai buscava. O meu pai participava de vez em quando desse rodízio. Nunca me perguntava nada. Sempre confiou na educação que me deu. Ele sempre diz que o importante é ensinar a pescar ao invés de dar o peixe. Sempre foi fiel a esse pensamento.
Admiração é a palavra que melhor expressa o sentimento que nutro até hoje pelo meu querido pai. Apesar de vivermos em cidades diferentes e de nos falarmos muito menos do que eu gostaria, tem muito do meu pai dentro de mim. Por mais que as pessoas digam que por fora me pareço cada vez mais com a minha mãe, por dentro, sou muito mais parecida com o meu pai.
E preciso agradecer, agradecer muito mesmo, pelo mais precioso presente que ele me deu (ele e a minha mãe, é claro): a vida.

Ah, sim, meu segundo pai foi o meu avô Mário, mas faço outro post só pra ele, um dia desses. Vou contar só uma coisinha: a gente saia pra passear na calçada da casa onde eu morava e ele sempre me dava uma flor chamada "brinco de princesa". Não preciso dizer que eu me sentia a própria, né??

UPDATE: Tive ainda o terceiro pai: o Nelson, o segundo marido da minha mãe. Embora não tenha havido grande envolvimento emocional entre nós, ele também faz parte da família "estendida" e tenho rezado muito por ele, pela sua saúde. Ele está há mais de cinco meses internado no hospital, com sério e gravíssimos problemas de saúde. Minha mãe tem se desdobrado para dar a ele toda a atenção, embora tenha suas limitações, de idade, inclusive.

Hoje é dia de pedir muita LUZ para o meu pai querido, José Leonardo, e também para o vovô Mario, o Nelson, o meu filho, que também já se tornou pai da Helena, e para o meu marido querido, o Guilherme, um paizão.

Eu amo todos vocês. De todo o meu coração. Que todos eles sejam muito abençoados.

quinta-feira, agosto 07, 2014

Glotof? Gloutof? ou kougelhopf?

Ainda sobre o livro do ouriço...

A minha colega de clubinho, a Angélica, foi quem levou o doce / personagem para a gente experimentar. Uma delícia!!

Ela pegou a receita neste saboroso link. E acrescentou: "Deixei as uvas passas embebidas em rum (outra receita diz  kirsch) por 1 hora. Também li em outra receita que pode por raspas de limão."

Este outro link  diz respeito ao nome do doce  Glotof? Gloutof? ou kougelhopf?

E neste link aqui, uma interessante pesquisa sobre o livro, de outro clube de leitura. 

Para finalizar, o link do trailer do filme

Qualquer dia eu publico o fim alternativo e romântico que me atrevi a escrever.