terça-feira, julho 12, 2016

Dinheiro, felicidade, trabalho...

Quem trabalha muito ganha muito dinheiro? Quem trabalha pouco ganha pouco dinheiro? Quem estudou muito ganha muito dinheiro? Quem era bom aluno é um profissional bem remunerado?
Nada disso. O mundo mudou de um jeito que as pessoas da minha geração (tenho 58 anos) estão atônitas, perplexas, sem entender muito bem onde estamos e aonde o futuro nos levará.

Por um lado, há um monte de gente vendendo treinamentos online que prometem mundos e fundos. Principalmente fundos. Você pode se tornar rico "só" aprendendo a usar bem o seu poder interior, a lei da atração, o segredo.... Tá... Mas são eles próprios que estão ficando (muito) ricos!

Aí entra também o lado espiritual... Quem disse que o dinheiro traz a felicidade?? E se o meu propósito de vida for outro?? E se o que eu quero mesmo é "salvar o planeta"? Que nem diz esta moça aqui:



Escreva no Google "como viver sem dinheiro" e aparecerão inúmeras histórias muito interessantes de gente que largou tudo e que se diz muito feliz.

Então....

Eu ando pensando muito nisso... a gente falava, lá no começo dos anos 80, que agora estaríamos trabalhando muito menos, porque as máquinas substituiriam a gente no serviço braçal e coisa e tal... haveria tempo para o delicioso "ócio criativo", mas nada disso é verdade hoje.... 

Até fiz um trabalho na faculdade sobre o Domenico De Masi e suas teorias tão interessantes... Pesquisei bastante mas não consegui descobrir de que ano é a primeira edição do livro dele... Enfim, não importa. O que importa é que quem ainda trabalha com horário e patrão é cada vez mais explorado, isso quando não adoece de tanto trabalhar e de tanta tortura psicológica que há no ambiente corporativo. 

Recentemente, muita gente compartilhou a fábula da formiga que trabalhava feliz e que acaba sendo demitida, por estar desmotivada, no final da triste, verdadeira e longa história. 

Então não sei não, mas acho que estamos no meio de uma transição muito interessante. Pra que dinheiro?? Ou pra que tanto dinheiro?? Nossa, estou em crise.... O que leva ao outro post que compartilhei hoje. E pensar que este link leva a uma página de uma instituição bancária!  

Tá tudo muito louco.... O jeito é escrever no blog, para tentar organizar as ideias em torno deste tema. Minha amiga Monica Miglio e eu temos conversado sobre o trabalho e a felicidade, ultimamente. 

Ele está fazendo um curso online sobre "trabalhar com propósito" e me fez a seguinte pergunta: "O que você faz tão bem, sem grande esforço e à vontade?"

Eu amo escrever. Escrevo sem precisar, sem necessidade, sem esforço. Mas ainda não consegui ganhar dinheiro escrevendo sobre o que eu bem entender, como faço aqui no blog, desde 2003. No entanto, não paro... Continuo a escrever. Escrever para mim é como respirar. É como o coração bater - não dá p/ parar. Mas talvez o que eu escreva aqui não seja assim tão "interessante" para a maioria das pessoas, como são, por exemplo, os livros do Paulo Coelho, de quem eu, particularmente, não gosto. Pode ser despeito, sim, pode ser.... Ele vende milhões de livros, em milhões de línguas e eu só escrevo aqui para três ou quatro pessoas. 

Então é isso: todas as questões têm tantos ângulos e lados que eu só tenho mesmo são incertezas e dúvidas e isso, definitivamente, não dá ibope. E muito menos dinheiro! 

quinta-feira, junho 30, 2016

Vídeo bacaninha

https://www.facebook.com/video.php?v=10155732326790584

Veja este vídeo bem bacaninha, tudo a ver com o blog!!!
Eu guardei aqui para saber os desdobramentos da história, mas não consegui saber - se alguém souber, por favor, me diga se ela está namorando.

Mais uma consulta sentimental


De vez em quando, algumas pessoas me procuram aqui no blog para que eu dê algum conselho sentimental, o que faço de bom grado. Foi o que fez o G. recentemente:

Minha situação é a seguinte: eu e minha namorada brigamos há um tempo atrás, porque ela estava com amizade com um cara e eu não gostava... Sabe, não é que eu queria escolher as amizades dela... é que eu via que as intenções dele não eram só de amigo... Até que então ele assumiu que queria algo a mais com ela... Ali a gente discutiu e tals, mas nos entendemos. 

Passou o tempo e na semana passada peguei o celular dela e vi um print de uma conversa dela com esse cara. Lá ele estava dando em cima dela, e ela deu fora nele, sabe? Falou que nunca ia ter nada com ele.... Então fui ver o motivo do print e vi que ela tinha enviado ele pra uma amiga... Na conversa, ela perguntava pra amiga: "se estivesse em minha situação, você ficaria com ele?" 

Sabe, isso doeu muito... Aí, mais pra frente, após a amiga dizer que ela não deveria fazer isso, ela disse "eh acho q o q a gente quer ter não podemos ter".

Depois disso, tivemos uma discussão e ela me explicou tudo... Eu entendi o lado dela... Ela me disse que nunca me trairia e que me ama... Que quer se casar comigo.... Assumiu o seu erro...e jurou q nunca mais ia conversar com esse cara.


Agora você sabe a minha situação... Eu acreditei sim em tudo q ela disse, mas não consigo ter a mesma confiança de antes.... O que eu devo ou devia ter feito?

Respondi assim:

G., 

Um relacionamento é feito mesmo de altos e baixos. Não existe mar de rosas e nem a felicidade perfeita. 
Cabe a você ter uma conversa bem franca com ela, explicar como você está se sentindo. 
E meu conselho é: perdoar! 
Perdoar quer dizer zerar tudo e começar de novo. Não é todo dia que a gente encontra uma pessoa que nos ama e que a gente ama também. Invista na sua relação com ela. 
Tenho certeza que vai dar tudo certo e que vocês serão muito felizes! 

Boa sorte!!!

domingo, maio 29, 2016

Sobre a morte


Ontem morreu um senhor na Seara Bendita, o lugar onde eu trabalho todos os sábados de manhã.
E morreu anteontem a mãe de uma amiga minha, também em casa, sem que estivesse doente antes. Que mortes mais desejáveis, meu Deus!
Peço a Deus, todos os dias, para morrer de um jeito parecido, sem dar trabalho para ninguém. Sem experimentar a decrepitude da velhice, a deterioração das faculdades mentais e a decadência das funções vitais do organismo.
Pode falar o que quiser... mas eu não tenho o menor medo da morte. Tenho medo, isso sim, da vida por um fio, da vida fora de controle, da vida vegetativa. Deve ser muito pior do que a própria morte. Porque passar pro lado de lá todos nós vamos, mais cedo ou mais tarde.
Claro que eu compreendo que isso está totalmente fora do nosso controle. Nós, pobres mortais, queremos controlar tudo... a vida e a morte. Mas somos incapazes de controlar ambas. E quando a gente procura fazer isso, criamos um débito gigante perante a Justiça Divina. Então, eu me submeto e me submeterei ao que tiver que acontecer comigo. Mas, Deus Pai, por favor, me leve embora de um jeito bacana, please. Obrigada.

quarta-feira, maio 25, 2016

Vai dar tudo certo!

Tem dias em que a gente simplesmente sente que tudo vai dar certo. A gente sente uma certeza interior muito forte de que a colheita chegará no momento certo, que nem sempre é o momento idealizado por nós.
Você pega se pensando que o mundo é bom, bonito, todo dia tem um sol, um céu, uma luz, que o Criador coloca no nosso caminho, na nossa vida para nos lembrarmos de quem somos de verdade. Estamos aqui para nos dar as mãos uns aos outros, para crescermos, evoluirmos juntos, unidos. Só isso.
Quando a gente tem essa epifania de compreender isso, parece que tudo fica mais leve, mais fácil, mais luminoso, mais alegre, mais quente e o mundo se torna um lugar menos inóspito.
Tudo vai dar certo.
No momento em que tiver que dar certo.
As pessoas vão se entender, vão criar coisas, vão ter de ser mais criativas.
Essa economia colaborativa é o máximo e eu estou muito engajada na ideia do compre do pequeno, saia da sua redoma de vidro e rompa as barreiras que te cercam.
Faça o que seu coração pede para que você faça.
Não adie mais os seus sonhos... você não sabe o que vai acontecer amanhã.
O dia é hoje e a hora é agora.
Acredite em Deus, mas acredite sobretudo em você, no seu potencial como filho d"Ele e irmão de Jesus. Já pensou, que família bacana a sua, hein?? E a minha também, a de todo mundo.
Você pode tudo. É só querer e acreditar.
Fala-se muito de Fé, pra lá e pra cá, mas a fé mais verdadeira, mais poderosa, é em nós mesmos. No que podemos e devemos fazer, sentir, pensar, escolher.
Vida, vida pulsando, junto com a batida do seu coração. Se o seu coração nunca se cansa de bater, por que você se cansaria?
Quando a gente sente isso, deve ser o nosso Anjo da Guarda, mentor, seja lá o nome que você queira dar. Ele nos sopra pensamentos bons, nos inspira a fazer o Bem, e isso dá uma baita felicidade. Quando a gente deseja, de coração, a felicidade do outro é quando a gente alcança a nossa própria felicidade.
Vá em frente, não desista, persista, lute, dê o próximo passo, saia da inércia, mexa-se.
Vamulá.

quinta-feira, maio 12, 2016

Conveniência


Você pode tudo. Mas nem tudo convém. Escolher as atitudes certas, as palavras certas e até os desejos certos é uma arte. Ser conveniente é um desafio.

Hoje de manhã, quando entrei no vestiário feminino do clube, me deparei com um menino grande. Eu precisava tirar a roupa para tomar banho e aguardei que ele saísse com a mãe. Como a coisa ficou demorada, perguntei:
- Desculpe, mas qual é a idade dele?
- Sete anos, ela respondeu.
- Então ele não deveria estar aqui, retruquei.
- Por que? Te incomoda?
- Muito.

Assim, ela pediu para ele sair e esperar lá fora.

Eu, não satisfeita, perguntei:
- E a você? Não incomoda que ele veja uma velhinha pelada?

Ela começou com um papo furado de liberdade, de vergonha do corpo e tal. Então, mostrei a placa bem visível na porta do vestiário, onde se lê que só podem entrar meninos de até 6 anos.

O que está mãe está ensinando ao filho? O desrespeito às regras. Lamentável. Ou seja, poder entrar lá com o filho, ela pode. Mas está sendo inconveniente! Fazendo o que não convém.


A placa da loja de conveniência me inspirou a contar esta história. Ah, se existisse um pacotinho de “conveniência” que a gente pudesse distribuir a algumas pessoas! 

quinta-feira, maio 05, 2016

Nem tudo são flores no Dia das Mães


No segundo domingo de maio, celebra-se o Dia das Mães, uma das datas mais comemoradas e que mais movimentam o comércio no Brasil. Isso é conhecido de todos.

O que muitos desconhecem é que ao mesmo tempo em que existem mães e filhos felizes, com festas, abraços e presentes, há uma multidão de pessoas tristes e saudosas com a data e que se sentem machucadas com a lembrança.
Segundo Carlos Correia, voluntário do CVV, entidade que oferece gratuitamente apoio emocional e prevenção do suicídio em todo o país, o Dia das Mães, ao lado de outras datas festivas, é uma das épocas do ano com grande procura pelo atendimento. “Existem mães que perderam seus filhos, abandonaram seus filhos ou os viram se perder nos vícios. Há os filhos que foram abandonados, que abandonaram as mães ou as perderam recentemente, sem falar na síndrome do ninho vazio”, comenta Carlos.
São infinitas histórias. Algumas pessoas lidam bem com elas, outras nem tanto. “Ficar triste é natural e comum a todos. Porém, alguns se afundam nessas emoções e ao ouvirem menções que lembrem o Dia das Mães, ficam vulneráveis e emocionalmente instáveis”, completa o voluntário.
É importante não deixar de comemorar a data por conta desses casos, mas respeitar e entender que nem todos querem compartilhar esse ânimo e merecem demonstrações claras de apoio e compreensão. Carlos explica que, além de toda a carga emocional já existente, a percepção de que ninguém entende sua dor leva à sensação de solidão e exclusão, o que só piora o quadro.
O CVV está disponível 24 horas por dia, inclusive nos domingos e feriados, pelo telefone 141 ou pela internet (www.cvv.org.br) para atendimento via chat, e-mail ou Skype.
(Fonte: assessoria de imprensa do CVV) 

segunda-feira, maio 02, 2016

Viva a globalização!!!!

Eu e a Adriana: parceria & amizade

Desde que decidi ter uma editora de livros, a Reality Books, em 2010, sempre tive uma amiga, excelente profissional, na parte gráfica para me ajudar com os meus projetinhos, a Adriana Viana, que conheci em um dos meus muitos empregos vida afora.

A gente se deu super bem desde o primeiro projeto, ainda dentro daquela fatídica empresa. Pra você ver... mesmo dentro das situações mais desfavoráveis, alguma coisa de bom fica - no caso, a Adriana!

Ela fez um trabalho primoroso na capa do livro que eu escrevi para a minha comadre: "Vilma, os anjos vão embora mais cedo".

Mais tarde, ela veio morar na rua de cima da minha - éramos vizinhas. Mais projetos aconteceram, estava tudo indo muito bem.... até que, um belo dia, ela me conta que estava de partida para a Europa! Pensei que perderíamos o contato... mas não! Bendita Internet! Acabamos de fechar um novo projeto em conjunto e eu estou muito feliz!

Empreender, para mim, significa trabalhar apenas com amigos/as. Simples assim. Só quero ao meu redor gente do bem, gente com quem a gente possa se entender, sem brigas, discussões, atritos.

O mundo já é um lugar tão complicado, tão cheio de guerrinhas abertas ou não, declaradas, ou por baixo dos panos, que eu quero é paz. Meu objetivo maior não é ficar rica, e nem ganhar em cima de ninguém. Cada qual merece ganhar um pagamento justo pelo seu trabalho e eu mereço também.

Eu só quero viver em paz. É tudo o que eu mais quero. Quando me disseram (em duas oportunidades): "Ele/ela não é seu amigo/a", aquilo soou muito mal para mim. Não quero trabalhar com pessoas que não sejam minhas amigas.

Quero juntar trabalho e amizade, quero que o mundo seja um lugar de paz e de amor. Por isso tenho até uma tatuagem com esse símbolo.

Não posso fazer algo que esteja contra a minha natureza. Não posso contrariar meus princípios, vestindo uma carapuça que não me caiba, só para agradar pessoas que não são minhas amigas no trabalho. Eu até admiro muito quem consiga. Mas eu não consigo. Meu "defeito" é ser transparente demais. Não consigo disfarçar. Não sou boa em fazer política, em puxar o saco. Será que é por isso que não consegui construir uma carreira tão sólida assim?? O fato é que tenho 57 anos e estou na luta. Não tem nem sombra de aposentadoria por aqui.

Preciso lutar, preciso me esforçar, preciso ser criativa, conseguir mais clientes, mais trabalho. Eu e a torcida do Corinthians, né?? A tal da "crise" - detesto essa palavra - chegou aqui também. Vamo que vamo....

quinta-feira, abril 07, 2016

Estrelas


Hoje, o Consulta publica mais uma colaboração inspirada de uma das minhas autoras favoritas: Luciana Praxedes. 

De repente, ao olhar para aquele céu estrelado ela relembrou de um hábito infantil. Quando menina, deitada de barriga para cima, mentalizava três pedidos. Escolhia a estrela, olhava para ela e pedia. Eram pedidos carregados de inocência, como ganhar no aniversário uma bicicleta cor de rosa ou ter o cabelo comprido igual ao da Rapunzel.  

Além dos desejos, ela tinha muitas perguntas. Tinha curiosidade por um futuro desconhecido. Como ela seria aos 30 anos? Qual seria a cor do seu cabelo? Eram questionamentos que habitavam sua mente de menina. Mas no fundo ela gostava de não saber todas as respostas e de não ter alguns desejos realizados. Era uma razão a mais para continuar sonhando e esperar por ele – o futuro.

Era impossível olhar para um céu estrelado e não sonhar acordada. Inevitável não imaginar o que estaria por vir e passar horas contando as estrelas e, muitas vezes, batizá-las. Lorena, Clarissa, Luiza, Maria... E talvez assim, chamando-as pelo nome, o pedido ganharia mais força e se tornaria realidade.

A menina cresceu. Um dia, ela não olhou mais para o céu. Tinha pressa. E nesta pressa esqueceu de contar as estrelas, de batizá-las e de imaginá-lo – aquele futuro misterioso repleto de perguntas. Até que hoje, ela adulta se deparou com aquele céu. Enxergou. Lembrou que alguns desejos aconteceram de fato, percebeu que seu cabelo está praticamente da mesma cor, que alguns sonhos foram esquecidos e deram lugar a muitas obrigações, boletos e relatórios.

Ao olhar mais uma vez para o céu estrelado ela lembrou do nome de cada estrela. Recordou-se do entusiasmo que acompanhava cada pedido. E desejou com o mesmo fervor de menina. Tudo estava lá, adormecido em algum lugar da alma. Ao se deixar emocionar mais uma vez pelo brilho das estrelas, ela apenas lembrou. E isso foi o suficiente.


Luciana Praxedes – Socorro, 5 de abril de 2016.

segunda-feira, abril 04, 2016

Vidas...


Hoje seria aniversário do Cazuza (58 anos), se ele estivesse vivo. O Michael Jackson também nasceu em 1958. Assim como a Madonna, o Keith Harring, que, se você não conhece pelo nome, deve conhecer pelo traço da ilustração que escolhi para este post. E mais: Ron Mueck. Por coincidência, vi a exposição de Ketih Harring e de Ron Mueck em Paris, na mesma viagem. E fiquei admirada ao constatar que ambos tinham nascido no mesmo ano em que eu nasci. Eu nasci em 1958 e completarei 58 anos em 6/6 (se Deus quiser, é claro....)

Tanta coisa aconteceu... Alguns ficaram bem famosos. Outros até já morreram. Outros ainda estão aqui, bem vivos, com os problemas que o fato de viver na matéria acarretam: calor, contas para pagar, frio, trânsito, brigas, desentendimentos, falta de grana.... Mas também com as delícias de admirar um por do sol (ou nascer), um riso infantil. um animalzinho, comer comidas gostosas, rir com os amigos, apertar as pessoas que a gente ama e que ainda estão por perto (também graças à bondade de Deus).

Já a Amy Winehouse nasceu no mesmo ano em que nasceu meu filho. E também já morreu.

Por que estou falando tanto em nascimento e morte?? Não sei.... Vai ver é porque a minha numeróloga preferida, a Priscilla Tavolassi falou ontem no Facebook que estamos em um ano 9. Ano das finalizações. Ela falou coisas tão bacanas que eu não quero perder. Quero ler de novo em dezembro... Então, vou republicar aqui:

2016 é um ano em que sua somatória dá 9. Eu, como muitos sabem, além de jornalista/assessora de imprensa, sou numeróloga. Estamos no mês de abril, ou seja, no quarto mês do ano, e tenho me deparado com muitas "mortes" de amigos e conhecidos, muito jovens, pelo mesmo motivo: infarto fulminante.
Isso me fez pensar e refletir sobre o ano 9. Sem falar nas questões políticas, financeiras que o país está vivendo e os ataques que estão ocorrendo em outros países.
O 9 é o número da finalização, da mudança que não se pode deter e do desapego ao passado. Além disso, o 9 é um número focado na benevolência, na caridade, na compaixão, no carisma, na espiritualidade e criatividade. Mas, perceba que o ano de 2016, cuja somatória dá 9, advém de 2, 0, 1 e 6. Portanto, é um ano que traz o aprendizado das finalizações e/ou benevolência no âmbito das parcerias, dos relacionamentos, da cobrança divina, da liderança, proatividade, ideias e ideais, realizações, coragem, determinação e, acima de tudo, o cultivo dos afetos na família, os sentimentos, a dedicação ao amor, ao relacionamento afetivo e à resolução de problemas.
O que tudo isso tem a ver com os infartos fulminantes de pessoas tão jovens?
De acordo com a linguagem do corpo, cuja sabedoria é egípcia, o coração é o órgão que representa sentimentos e quando doente, representa sentimentos de perdas. O cardíaco, mesmo que não saiba que é um cardíaco, têm características semelhantes: autoritarismo, inflexibilidade, teimosia, preocupação em demasia, são agitadas, aceleradas e, normalmente, não sabem lidar com as emoções. Sofrem demais, são duros demais!
Num ano 9, composto de dois números de dedicação, amor, benevolência, família e relacionamento, como 2 e 6, se não cultivarmos estes sentimentos e tivermos a propensão à doença do miocárdio, sem nenhuma flexibilidade, apenas fingindo para nós mesmos que somos alegres e felizes sem sentir de fato, a finalização acontece. Sem falar que o ano de 2016 tem como "dom" a energia 7 (1+6), que é o número da espiritualidade, intelectualidade, desapego...
Sei que é muito complicado explicar num post do face toda esta reflexão por meio dos números, que é pitagórico, ou seja, foi criado por Pitágoras. Mas, minha mensagem a todos é:
Amem, vivam, sejam flexíveis, sejam leves, cultivem o sentimento da doação sem querer nada em troca, façam o bem, ajudem suas famílias, convivam com suas famílias, sejam líderes do bem, iniciem projetos com parcimônia, tenham cuidado com o que desejam...busquem a espiritualidade interior, esqueçam o passado, aprendam a viver um dia de cada vez. Limpem seus corações, pensem positivo, mandem todas as energias negativas embora, pensem só em coisas boas e por mais que estejam passando por dificuldades, enxerguem como aprendizado e não como castigo. O ano 9 pede isso. Se não o fizer, independente do seu mapa numerológico, você terá perdas. Para não ter perdas, se doe, cultive o bem e deixe a raiva de lado, a reclamação de lado, tudo de lado....apenas pense em coisas boas e energias positivas.
Cuidem dos seus corações com sentimentos bons e não com remédios. Cuide da sua mente e, então, seu corpo será saudável.
Bom domingo a todos e que eu consiga, de alguma forma, tocar ou ajudar alguns dos meus mais de 1 mil amigos que estão no meu facebook.
Beijos e muito amor e energias positivas a todos!!!