quarta-feira, julho 29, 2015

O perfume do manacá...


... o canto dos passarinhos.

Minha atenção se volta para os detalhes. Minha nova vida pulsa aqui no meu lindo novo escritório. A conexão com os mais profundos desejos da minha Alma é forte e clara. Evidentemente, estou feliz. A felicidade que a maturidade traz. Tenho rugas no rosto e cabelos brancos na cabeça. Mas andei na praça assim mesmo e suei a camisa. Tomei banho e aqui estou. Prontinha para o trabalho, para o que der e vier. E a Fé em Deus e nos seus desígnios é tão forte e tão grande que me sinto quase que invencível.

Nesta semana, o médico Marcus Vinícius descobriu que tenho nódulos de gordura no fígado e fiquei bem baqueada, e preocupada com isso. Carambolas... eu tenho feito dieta, tenho me exercitado e tal... e ainda assim vem essa história de gordura no fígado??

Bom, estive ontem na cardiologista, ela me pediu para consultar um gastro. E lá vamos nós, cuidar da saúde. Minha vida precisa de mim bem boa e saudável para dar início aos meus projetos.

Meu caso já vai virar um post no meu futuro blog de saúde: o Clube do Coração, que será lançado no dia 22 de agosto.

O que um ultrassom do abdome total tem a ver com uma consulta à cardiologista, né?? Pois é. Tem. Vamos intensificar os cuidados com a alimentação e a atividade física e bora lá. Que o dia é longo. E a semana tá só na metade.


quinta-feira, julho 23, 2015

Pra começar bem o dia...


... nada como uma boa conexão com o espiritual!

Eu não sei porque, mas decorei, sem esforço algum, uma oração linda, a famosa Oração do Amanhecer. Hoje em dia o "decorar" não é valorizado. Virou "decoreba" e se fala desta palavra com desdém. Mas "decorar" é saber com o coração. Não é tão ruim assim. Esta oração não é só dos católicos, não. É muito bonita e eu me lembrei dela hoje, É assim:

Senhor,
no silêncio deste dia que amanhece,
venho pedir-te a paz,
a sabedoria, a força.
Quero olhar hoje o mundo
com olhos cheios de amor,
Ser paciente, compreensiva,
mansa e prudente,
ver alem das aparências teus filhos
como tu mesmo os vês e, assim,
não ver senão o bem em cada um.
Fecha meus ouvidos a toda calúnia.
Guarda minha língua de toda maldade.
Que só de bênçãos se encha meu espírito,
Que eu seja tão bondosa e alegre
que todos quantos se achegarem a mim
sintam a Tua presença.
Reveste-me de Tua beleza, Senhor,
e que, no decurso desse dia,
eu te revele a todos.

Não é linda?? É tudo o que eu quero para hoje. Tá bom demais.

Bom dia a todos os que chegarem por aqui! (ou boa tarde, ou boa noite)


segunda-feira, junho 29, 2015

Clube de leitura


Agora vou ter tempo de voltar ao clube de leitura. Ah! Que maravilha!!! Esta é apenas uma das múltiplas vantagens da minha nova vida. Estou tão empolgada que hoje quando a minha gerente me disse que amanhã será mesmo meu último dia eu levantei e fui dar um abraço nela.

O sabor da liberdade, de ser dona do meu tempo, dos meus minutos, minhas horas, minhas semanas, meus meses, não tem preço; Mesmo.

Vou poder marcar encontros com as amigas. Ler os livros que eu quiser, quando eu quiser. Fazer planos e colocá-los em prática. Não ficar mais em dívida com quem quer que seja. Vou poder criar projetos de literatura infantil. Quero também criar um novo blog e uma página no Face sobre boas notícias e bem-estar, qualidade de vida, essas coisas, É um período muito bacana e estimulante da minha vida que vai se iniciar agora. Vou integrar todos os meus interesses, vontades e talentos pela primeira vez na minha vida. Vou ser uma única pessoa, Coerente, produtiva, animada, feliz, leve, Dando valor às verdadeiras coisas que merecem ser valorizadas na vida. Não caibo em mim de tão contente.

Eu sei (sempre soube) que meu verdadeiro e maior talento diz respeito às "palavras", à maneira de costurá-las e construí-las para criar novos significados. Quero ensinar mais gente a fazer isso. Estou feliz. Muito feliz.

Também quero falar sobre o filme lindinho "O Clube de Leitura de Jane Austen", de 2007, mas que vi só ontem. Ami o filme. Vou ler todos os livros de Jane Austen e vou ver de novo. Embora você não tenha que ter lido todos os livros dela para se comover com o filme. É um belo filme romântico, do jeito que eu gosto.

No sábado, meu filho me deu uma ideia de um livro que também vou querer escrever. Vou precisar organizar meu tempo muito bem organizado para dar conta de tudo o que eu quero fazer.

E vamo que vamo.

quarta-feira, junho 24, 2015

Nova identidade


Preciso fazer um novo RG, preciso de uma nova identidade. Preciso me dedicar aos meus projetos de vida, preciso encontrar uma motivação diferente para me levantar da cama todas as manhãs e agradecer ao Criador pela oportunidade desta Vida.

Também preciso dizer às pessoas que não desistam dos seus sonhos. Que corram atrás de realizar aquilo que a Alma delas mais almeja. Que não se deixem anestesiar pelo cotidiano. Está na hora de ir. Chegou a hora, o momento exato.

terça-feira, junho 23, 2015

Perdi meu RG


Hoje em dia, o CPF é mais importante do que a carteira de identidade. Sinal dos tempos, do que a sociedade mais valoriza... Ou seja, a contribuição para o governo e não quem a pessoa de verdade é.

Mas o fato é que eu perdi o meu RG e isso tem um profundo significado neste momento da minha vida adulta. Estou prestes a iniciar um novo ciclo na minha vida profissional e estou muito empolgada com isso,

Nesta nova fase, haverá uma integração profunda de todos os meus "eus", o que, para uma geminiana da gema, como eu, faz toda a diferença.
Palavras. Criatividade. Catarse. Identidades: Filha. Mãe. Avó. Esposa. Dona de Casa. Meia psicóloga, Jornalista, Assessora de imprensa. Trabalhadora espiritual. Diretora do clube. Editora de revista espírita. Praticante de zumba. Nadadora amadora. Mosaicista incerta, etc, etc, etc.

Estou muito empolgada em, finalmente, aos 57 anos, integrar tudo isso. Deve ser coisa de ano que termina em 5. A numerologia explica. A astrologia também. Novos horizontes, novos propósitos de vida, novos objetivos, novas perspectivas. Por isso, preciso de um novo RG!


quarta-feira, junho 17, 2015

Mato ou não mato o blog?


Recebi agora um conselho de uma amiga para eliminar da minha vida o que me consome. Será que a gente consegue eliminar da vida tudo o que nos consome? Tenho minhas dúvidas. Mas a busca pela felicidade veio como uma marca registrada como que impressa por Deus? pelo Universo? em todos nós.
Este blog aqui não me consome. Ao contrário, é meu refúgio. Sei que pouca gente vem aqui ler o que eu escrevo e quer saber? Prefiro assim. Pois assim eu me re-conecto ao meu diário de chavinha que mantive nos anos 60/70. Sim, sou velha. Mas não morri. E eu sei disso porque continuo a ser uma pessoa inquieta, que ama aprender coisas novas, e que procura também se conectar ao seu tempo, seu aqui-agora.
Não sei se isso é bom ou não.
Mas eu sou desse jeito.
Sou o diário com chavinha do passado, mas estou no Facebook desde o comecinho, quando ninguém sabia direito o que era aquilo e onde ia dar.
Amo a tecnologia e tudo que inventam de novo.
Acho que é pelo caminho da tecnologia que vamos crescer, nós, a Humanidade, rumo à Angelitude. Longo e penoso caminho, em que o certo e o errado nos desafiam, nos instigam e nos confundem. Não é certo buscar o prazer e a felicidade? Sim, mas a qual custo?
Ser idoso nem sempre é sinônimo de ser sábio.
Este meu blog está idoso. Ele tem mais de 10 anos o que, em se tratando de Internet, é muito, muito, muitoooo tempo.
Outra amiga perguntou hj de manhã qual é a dos blogs, se alguém ainda lê blogs. E a imensa maioria diz que não. Ainda bem, dessa forma permaneço feliz, no meu anonimato.
E a imagem da vilã da novela que ilustra este post (publicada por outra amiga) também foi bem bacana e tem tudo a ver com o que eu quero expressar no dia de hoje.
Conclusão: não, não devo matar este blog, ainda. Embora eu tenha conseguido apagar quatro dos meus blogs que já não faziam sentido e me sinto feliz, leve, renovada. Free!!

sexta-feira, junho 12, 2015

Namorados - o dia


Aqui em SP, o dia amanheceu nublado. Do jeito que eu prefiro.
No Facebook, os posts se dividem em dois grupos bem distintos: os que têm namorados/as (felizes e contentes em exibir a sua relação na mais popular rede de todos os tempos) e os que não têm (infelizes, chorando, devorando um bolo de chocolate inteirinho, se descabelando, ou sendo irônicos ou indiferentes, ou se defendendo de alguma forma).
Mas acontece que o mundo não se divide nesses dois grupos e os contornos nem sempre são tão claros e nítidos. Porque (entreouvi uma conversa na calçada na hora do almoço) tem os moços que mentem para as quase namoradas que vão trabalhar até mais tarde. Tem as moças que estão de olho no namorado da outra. Tem quem trai, quem se arrepende, quem ignora a data (é apenas "comercial", se enganam), E também tem os namorados que se acabam nas filas dos restaurantes supostamente mais românticos. Ou que brigam, discutem, esquecem de comprar o presente.
Ou seja, tem de tudo. Ter namorado/a não significa automaticamente que a pessoa esteja absolutamente feliz. Mesmo porque ninguém é absolutamente feliz neste planeta Terra, ainda.
Eu não acho que precisa ficar exibindo a sua felicidade na rede, mesmo porque quem é feliz (ainda que em uma dose moderada) não precisa desse suporte dos "likes" alheios.
Bom, a conclusão disso tudo é que uma pessoa que hoje vai passar a noite com uma caneca de chocolate quente debaixo de uma manta, vendo TV (o programa que pode ser mais feliz do que aquele casal que foi jantar junto, mas discutiu durante o trajeto e dormiu brigado, porque tinha uma fila gigante no restaurante escolhido e eles tiveram que se contentar com a pizza da esquina.
Junto ou separado, feliz Dia dos Namorados pra você.

quarta-feira, junho 03, 2015

Sabe aquela pessoa??


Hoje eu quero falar sobre uma ideia que desenvolvi há algum tempo e que pode ajudar quem está em busca de um amor. Quem acredita naquele verso da canção "é impossível ser feliz sozinho" e está em busca de uma pessoa em especial para preencher o coração deveria pegar o seu velho caderninho de telefones (será que alguém ainda tem isso), ou mesmo escarafunchar a memória. Pode ser que esta pessoa especial esteja lá no passado.
Digo isso porque conheço vários casais muito felizes (MUITO) cuja história de amor tem raízes lá no passado. Assim de memória, posso me lembrar da Ana Claudia e do Milton, da Roberta e do Rodolpho, da Rosita e do Edu (não vou dar os sobrenomes para não expor as pessoas, mas tenho certeza que eles concordariam comigo). Acho que são três exemplos muito interessantes. Todos se conheceram no passado, estavam em momentos diferentes da vida e, "por acaso" se reencontraram agora e se deram a chance de viver um belo amor.
Já falei aqui que aquela história da metade da laranja é besteira pura. Outra história babaca é a dos "sininhos" que tocam quando você encontra aquela pessoa especial. Tudo invenção das comédias românticas norte-americanas (que, by the way, eu adoro).
Outra coisa que as pessoas precisam entender: não existe apenas uma pessoa certa, "a" pessoa. A única constante na vida é a mudança. Tudo muda, todos mudam, e, portanto, tudo é possível.

Então... sabe aquela pessoa? Aquela da qual você sempre se lembra e não sabe o que aconteceu na vida dele (ou dela). Por que não procurar saber?? Por que não ligar, ou procurar no Facebook? Ou perguntar a amigos em comum? Pode ser que ela (ou ele) também esteja lembrando de você agora, neste exato momento. Vamos dar uma chance ao amor?? Que tal?

Para "fechar" este post, queria registrar aqui no blog que amei a corajosa propaganda do Boticário. Eu já simpatizava com a marca, e agora, mais ainda. Como dizia o poeta: "qualquer maneira de amor vale a pena"!

sexta-feira, abril 17, 2015

A minha história


Sou Vigilante do Peso há algum tempo/anos. Comecei, parei, comecei de novo, parei, comecei pela terceira vez e não parei. Engordei todas as vezes em que parei. Já teria dado tempo de atingir a minha meta, mas tem algumas pedras no meu caminho (assim como em todos os caminhos). Sei que a pedra principal está dentro da minha cabeça.

Tenho mil desculpas: a cirurgia do Gui, a reforma da casa (que ainda não acabou, grrrrr), a parada total e absoluta das atividades físicas... a dor no ombro/braço, a minha mãe, que ficou doente no Carnaval, a Biba, que vai viajar, os problemas no trabalho e até no trabalho voluntário, os milhões de atividades a que me propus neste ano - tem coisa demais na minha agenda. Ou seja, a lista é gorda. E e fico gorda em solidariedade à lista.

O fato de estar em uma fase especialmente feliz da minha vida também atrapalha, por incrível que pareça. Porque assim tem muitas comemorações - COME-morações.

Mas não, alguma coisa tem que acontecer de diferente nesta semana. Hoje, a orientadora Adela falou uma coisa muito importante: "eu posso, eu acredito, eu mereço". Essa frase - na verdade são 3 frases, mas funcionam muito bem assim unidas - serão meu mantra de hoje até a próxima sexta, para que eu me mantenha firme no meu objetivo.

Outra coisa muito legal que aconteceu na reunião de hoje: eu me dei conta de que estou parada desde o dia 31 de janeiro, quando eu estava com 68,8 quilos (agora estou com 68,5 desde a semana passada). Baixar dos 70 foi difícil / fácil. Mas depois que eu baixei, estacionei. Talvez seja porque eu acho que já tá bom, inconscientemente. Tem gente que chega ao meu peso depois de perder 30, 40 quilos e acha que tá ótimo.

Mas hoje, de novo, na reunião, tivemos o depoimento de uma associada que ainda não tá no peso ideal, mas continua na luta, dizendo que a gente tem que se comparar com quem tá melhor do que a gente, e não com quem tá pior. São esses insights que nos movem (eu e as pessoas que querem emagrecer).

Teve ainda a parte do pacote de arroz de cinco quilos, para que as pessoas se conscientizassem de quantos quilos extras elas estavam carregando - as que eliminaram este peso extra das suas vidas, entre as quais eu me incluo.

E, finalmente, no caderninho, havia algumas perguntas bacanas que eram para ser feitas não a mim agora, mas à Silvia do futuro, que conseguiu atingir a meta:
1) Como você se sentia antes de aderir ao Vigilantes do Peso?
Tem algumas palavras de sugestões. Eu escolhi: infeliz, não saudável, confusa, frustrada e fora de controle (e feia, que não estava na listinha).

2) O que fez você acreditar que podia mudar?
O começo da perda de peso, quando percebi que estava tudo ao meu alcance. Que eu podia nadar, fazer aulas de treinamento funcional, que bastava que eu quisesse. (A dor no ombro foi no sentido oposto, me fez ter vontade de desistir).

3) Como você se sentiu ao atingir a sua meta?
(eles também sugerem uma lista de palavras e eu escolhi quase todas)
Bem-sucedida, aliviada, triunfante, com experiência, saudável, invencível, eufórica, grata, sábia, transformada, motivada e esperançosa (e acrescentei: bonita!)

4) (esta pergunta é muito importante): Como você pode garantir que sua relação com a comida mudou para sempre??
Ao me tornar uma pessoa mais magra, descobri que tenho o poder de mudar todas as situações desagradáveis que me incomodam na vida, não somente o fato de estar acima do peso. Cada um de nós tem dentro de si uma semente capaz de florescer e de nos mostrar que somos pessoas importantes e interessantes sim, e que temos direito a toda a felicidade deste mundo! Eu quero. Eu me permito. Eu posso. Eu acredito. Eu mereço".

quinta-feira, março 19, 2015

Reforma

Eu trabalho há anos em um centro espírita. Há anos ouço falar em "reforma íntima". Porém, esta é uma reforma que leva uma vida e a gente não consegue concluir. Haja virtudes para cultivar e defeitos para extirpar... Mas tudo bem, ainda bem que o tempo é fatiado em dias, cada dia é uma nova oportunidade de apertar um parafuso aqui, dar uma mão de tinta ali... e assim vai.

O problema é a reforma na minha casa. É uma reforma de nada. Uma cor em uma parede do quarto, pintar metade da escada de uma cor escura, os degraus coloridos, envernizar portas e janelas, trocar algumas tomadas... e daí, já viu né?? O famoso "Jaque" ataca: já que vai mexer em um quarto, vamos aproveitar para... e aí começa a lista interminável de consertinhos maiores e menores. E o pai da minha amiga que é o responsável pela obra descobre que os cupins comeram toda a madeira da janela... em seguida, começa a vazar o tanque, que não estava vazando antes de a reforma começar... e daí vai.

Eu saio de casa e percebo que esqueci dos brincos (eu tenho cabelo curto, não dá pra não usar brinco). E também de passar perfume. E também de trazer a granola. A confusão no ambiente doméstico acaba se refletindo no meu ambiente interior. Tá vendo a relação com a reforma íntima do começo do texto? Eu ando irritada, confusa, atrapalhada, esquecida. Tudo "culpa" da reforma. Ou seria minha culpa, por não conseguir me situar no meu espaço?

Eu vou ter que ter mais paciência do que o habitual e mais tolerância p/ não ser muito chata com as pessoas próximas nessa situação. Por que a gente sempre relaxa e acha que pode mostrar o nosso pior lado para as pessoas próximas, né??

Mas que a casa vai ficar linda, quando tudo tiver terminado, isso vai!