terça-feira, novembro 30, 2004

Sem assunto
Tô meio sem assunto. O dia tá muito curto. Muita coisa pra fazer em pouco tempo, stress, correria, problemas a serem resolvidos (ou simplesmente deletados), urgências, contas. Em compensação, cheguei no trabalho em 10 minutos por um novo caminho. Adorei. Outra hora, volto mais inspirada.

sexta-feira, novembro 26, 2004

Saudades...
... do Aqui em DC.
Amizades reais e virtuais
Essa semana foi a das confraternizações com as minhas amigas. Primeiro, conheci pessoalmente a Ciça e a Patty. Elas são muito legais. A Patty é mais alta do que eu imaginava. Outra coisa que achei engraçado notar é que por mais que vc "conheça" a pessoa na web, a voz dela é uma surpresa. Ela me achou calminha, eu com a minha voz de criança... E a Patty é tão quietinha! Elas acabaram de se formar, estão em uma outra fase da vida. Mas mesmo assim tivemos vááários assuntos pra conversar. Adorei!
Daí ontem foi o segundo encontro com a Pri. A gente também se conheceu na Internet e já tínhamos almoçado juntas uma vez. Dessa vez, a Alê foi também - elas também conversavam virtualmente antes. Foi ótimo! Como trabalhamos na mesma área, também temos váááários assuntos em comum!
No fim da tarde, algo totalmente incomum e inédito: happy hour com a Giose, Carol, Marília e Alê, perto do trabalho. Foi mesmo happy aquela hour.
Minha querida amiga Luciana eu conheci primeiro na "vida real" - faço aniversário no mesmo dia que a mãe dela e como sou mais velhinha ela me considera assim quase que mãe dela também, o que é uma honra! Ela é uma das pessoas que me inspira a fazer o "Consulta sentimental", desde que ele era uma página no HPG. Hoje vou almoçar com ela e dar de presente um poderosíssimo par de quartzos rosa, destinados a ficar no canto do relacionamento (de acordo com o Feng Shui).
E à noite vai ter pizza da minha turma da ECA. Quando eu tava na faculdade tinha apenas duas amigas, porque já era "comprometida" e a minha vida de "casada" não me permitia participar de todas as atividades socio-universitárias comuns à galera dessa idade. Eu tava preocupada com outras coisas... com a vida comunitária na vila onde morava, com o teste de gravidez que só dava negativo (demorei 3 anos para engravidar do Tom). E portanto, pouco curti minha vida universitária. Agora, o pessoal resolveu se reencontrar. É legal, muito legal, fazer o balanço da sua vida, ver o que os outros avançaram e o quanto vc avançou (ou não). É saudável. Por isso, não perco mais esses encontros. Para mim, são novas amizades.
Ah! tem mais! Hoje é aniversário da Estela.
E a Monica me deu a maior força me chamando para aquele frila! A matéria saiu essa semana e foi "home" do site, na quinta.
E, last but not least, domingo o Guilherme volta! Eba!

quinta-feira, novembro 25, 2004

Depois da tempestade vem a bonança
Uma das coisas mais difíceis dessa vida (depois de arrumar um namorado... brincadeirinha!!!) é educar um filho (a). A responsabilidade é enorme. ENORME. A gente tem que ensinar os valores básicos de caráter e depois soltar no mundo. A gente tem que dar carinho, mas também não pode estragar. A gente tem que dar liberdade, mas segurar um pouco também pra tudo não virar festa. A gente tem que ter tempo pra conversar, tem que perguntar, e não podemos desabar se a pessoa não quiser responder todas as nossas perguntas.
A gente não pode dar surra, mesmo naquelas horas em que dá a maior raiva do que a pessoa tá fazendo. Mas a gente também não pode dar tudo o que eles pedem, tem que levar e buscar, tem que saber com quem andam, o que fazem, o que pensam da vida, quais são as suas crises, tem que estar ali, não se preocupar demais quando eles se atrasam. Enfim, é difícil, difícil pra caramba. Poucas tarefas profissionais comparam-se ao nível de dificuldade que existe em educar uma pessoa.
Quando a pessoa pisa no tomate, a gente vira uma montanha-russsa de sensações conflitantes. Aí, vêm aquelas frases prontas do tipo "onde foi que eu errei?". Mas a gente continua matutando: será que ele não percebe o esforço que nós, os pais, fazemos, pra que tudo dê certo na vida dele, para que ele seja feliz a maior parte do tempo? Então, por que ele faz um negócio desses? Que castigo vou dar? Conto ou não conto pro pai, que tá lá longe? O pai: levou ou não levo presente daqui? tiro o carro dele?
Gente, é muita dúvida.
Felizmente, existe esperança, quando a gente acredita que pelo menos no básico a gente acertou.
Conversamos longamente ontem à noite, ele pediu desculpas e eu desculpei.

quarta-feira, novembro 24, 2004

Caquinhos coloridos colados com arte
Do jeito que eu sou inconstante, estou admirada com a minha paixão pelos mosaicos. Ainda estou muito apaixonada! O Gui comprou dois livros de mosaico pra mim lá em Portugal e eu não vejo a hora de vê-los! Acho que ela se explica porque cada trabalho é único.
Além disso, eu que nunca soube ser "comerciante" ganhei várias encomendas sem me esforçar quase nada, o que é "ótemo"!. Entreguei a bandeja da Lúcia, os dois sousplats da Alê (uma exceção - fiz duas peças "iguais"), tenho uma encomenda de uma caixa de chá com rosas (!) - que comecei ontem - para a Ro, uma fruteira para a Chris - um baita desafio...., um porta-retrato para a Lúcia (ela adorou a bandeja).
Adoro fazer uma coisa concreta, que a gente pode pegar, pôr onde quiser, colorida, que demora pra ficar pronta, não dá pra fazer em meia hora, tempo que levo pra escrever um release... E depois, como eu tô começando e ainda aprendendo com cada encomenda, cobro baratinho, baratinho. Vi umas molduras de espelho de mosaico no shopping Eldorado por mais de 300 reais... Eles exageraram!
Não sei se contei que a Biba fez um porta-guardanapo em forma de coração. Muito fofo.
Preciso por mais fotos aqui.

segunda-feira, novembro 22, 2004

Ainda sobre a paineira e sobre amor à primeira vista
Esqueci de comentar outra coisa sobre a dignidade absurda da árvore da minha rua. Ela escolheu um horário totalmente inofensivo para desabar, coitada. Foi por volta da meia noite. Não havia nenhum carro, nenhuma pessoa, nenhuma criança debaixo dela. Poderia ter sido uma tragédia, mas foi apenas um fato triste. A Biba leu meu post anterior (li p/ ela) e teve uma idéia:
- Vamos pegar algumas folhas da árvore para fazer um quadrinho?
Pegamos alguns galhos verdes, ainda com aparência bem saudável, e coloquei em uma caneca com água em cima da mesa aqui da sala.

Trilha sonora: Adriana Partimpim. Linda, meiga, fofa.

Outro dia me perguntaram se eu acredito em amor à primeira vista. Respondi que não. Não, de jeito nenhum. Não existe. Você até pode se apaixonar pelo visual de uma pessoa, mas o que conta mesmo é a “alma”. Por outro lado, quando se fala em “amor” nada é totalmente absoluto, ou seja, ele pode ser cultivado, crescer, ficar forte com o tempo e até com as adversidades.
Eu, por exemplo, gostava de outro moço quando conheci o Guilherme. Eu não soube imediatamente que ele era o homem da minha vida. Mas ele foi aos poucos me conquistando, com seus cachinhos dourados, sua alegria de viver, sua extroversão. Pronto. Quando vi, eu tava completamente apaixonada pelos seus olhos cor do mar, que a Marjorie herdou lindamente.
Por outro lado ainda (veja quantos lados há nas questões...) o amor e o ódio andam de mãos dadas, desafiando a gente a toda hora. Negar esse furacão de sentimentos é deixar de viver a vida em sua plenitude. Uma hora dá aquela vontade de esganar... Fazer o quê? A gente é humano, meio animal ainda...
Portanto, tudo é uma questão de investir, acreditar, cultivar, dedicar atenção, carinho. E quando você menos esperar, aquela pessoa se tornou “A” pessoa da sua vida. Depois, tem a famosa lei da ação e da reação. Provavelmente, o que você fizer pelo outro vai receber de volta. Agora, ficar de braços cruzados, esperando ser tratada como uma princesa não tá com nada. Outra coisa: sem essa de discutir a relação, please. Coisa mais chata.

domingo, novembro 21, 2004

Domingão
Primeiro, uma explicação: não fui clara no post anterior. Na verdade, as motosserras apenas estavam tirando a árvore do meio da rua. Ela morreu de morte morrida e não de morte matada. Cupins? Não sei ainda a causa.

Segundo: meu pai desistiu do blog e preferiu um fotolog, já que o mais importante é mostrar o seu trabalho (mais do que falar sobre ele). Já tem algumas fotos lá.
O endereço é http://jolemapi.fotoblog.uol.com.br/. Vão lá.

Terceiro: o Gui tá lá em Lisboa, mas o único passeio que fez até agora foi ao Oceanário.

Quarto: fizemos um programa inusitado hoje. Fomos tomar "café da manhã" às 13h30, num lugarzinho legal que abriu aqui perto. Mas demmmmooorrroooouuuuuuuuu taaaaaannnnttttoooo que não foi legal.

Quinto: Recado pra Alê - acabei de rejuntar seus dois sousplats. Agora tem que esperar secar, pintar e passar cera, e pronto! Espero que vc goste!

sexta-feira, novembro 19, 2004

Árvores
No meio da madrugada as motosserras enchiam o silêncio de barulho, muito barulho.
Saí no terracinho para tentar entender o que acontecia. O barulho, ensurdecedor. Homens andando de um lado para o outro, com aqueles coletes fosforescentes. No chão, interrompendo o movimento da rua, ela jazia, morta.
A paineira, linda paineira, morreu esta noite.
Vou por uma foto dela aqui depois.

Image Hosted by ImageShack.us

Estou de luto.
Por um triz não esmagou o carro do Tom, que estava estacionado uma vaga a frente do local onde ela caiu estrondosamente.
A rua ficou triste.
Foi a segunda árvore que morreu ali este ano.
Ela devia ser centenária.
A companheira dela, que morreu primeiro, era uma árvore quase rara, que eu nem sei o nome, que ficava no meu prédio. Para desviar dela, o projeto da arquiteta que inventou a super-mega-ultra-guarita do meu prédio precisou fazer um dente estranho na construção.
Linda, frondosa, ela enchia de verde o olhar de quem saía na janela do meu quarto ou no terraço da sala.
Mas ela morreu. E plantaram aquele tronquinho mirradinho no lugar. Vai demorar muito, mas muito tempo para que essas árvores fracotas cresçam o suficiente para encher de novo a rua.
Hoje de manhã, os passarinhos gritavam, desesperados. Haviam perdido as suas casas.
O fim de semana vai ser triste. O ano vai ser triste. Os próximos anos vão ser tristes. Mais do que nunca, preciso me mudar daquele endereço ridículo.
O que essa história sobre árvores está fazendo aqui neste blog, onde só devia haver histórias de amor? É porque vocês já imaginaram a ligação energética que devia haver entre as duas árvores que morreram quase que ao mesmo tempo?? Quantos anos elas estavam ali naquele lugar, juntas, testemunhas da história da rua, da construção do meu prédio, depois do prédio da frente, depois do prédio do lado (que roubou a minha vista da avenida Paulista)...
Na minha família havia um casal, a Dalva e o Frederico. Eles moravam em Santos e tinham um filho único, o Rafael. Era sobrinha do meu avô, acho. Ela morreu de câncer. Um ano depois, no mesmo dia e no mesmo mês, o marido morreu também. Para mim, essas são histórias de amor. Tristes, mas de amor.

quinta-feira, novembro 18, 2004

Sol tímido beija a minha janela
Tô poética hoje...
Dúvidas, dívidas
Continuo com ambas.
O Gui ligou ontem à noite de novo, mas não ligou hoje.
Ontem o dia terminou só à meia noite.
Hoje começou às 7 e só cheguei em casa às 20hs.
Tá punk.

terça-feira, novembro 16, 2004

Coração acelerado
Ele ainda não me ligou, mas o avião já deve ter descido em terras lusas.
Hoje o dia vai ser looongo e preciso de cabeça fria e raciocínio rápido.
Minha lista de coisas pra fazer está no número 14.

segunda-feira, novembro 15, 2004

sexta-feira, novembro 12, 2004

Encruzilhada
Tem momentos na vida da gente em que as coisas parecem adquirir um novo significado, um novo contorno. Aquela calmaria que fica no olho do furacão... Algo está para acontecer, mas não se sabe bem o quê. E eu, que já rôo as unhas normalmente, faço coisas do tipo comer metade de um sorvete chamado Fiorentina, que tem lá no Ráscal. Uma bola de sorvete de creme, outra de chocolate, suspiro, chantili e calda de chocolate quente. Ontem à noite me esbaldei comendo esse sorvetão...
É que a vida preparou uma encruzilhada pra gente. Sabe aquela dúvida - casar ou comprar uma bicicleta? Pois é. Comprar uma casa ou mudar de país? Coisinha simples assim de decidir...
Ai, ai.
E obrigada, Ivis, pelo help virtual. E também obrigada Pri! Vamos marcar o almoço logo de uma vez, e aproveitamos para brindar ao seu níver! E obrigada Nando, mas não sei se vai dar pra gente trocar de afazeres... acho que vc sai perdendo... E obrigada Zana, espero que eu dê conta de tudo, mesmo. Continue torcendo por mim. E obrigada Alê, embora eu ache que esse seu remédio pra emagrecer esteja te deixando um pouco nervosinha, mas tudo bem. Tá valendo, né?? E obrigada, Claudia Moura, pena que vc não tem um blog pra eu ir lá comentar tb... Quem sabe a gente não se encontra um dia em Portugal, já pensou?? E obrigada Luciana, que bom saber que vc tá na torcida aí tb... E obrigada Ciça pela compreensão! Mas vamos ver se na semana que vem ou no máximo na outra a gente marca o nosso almoço histórico. E obrigada pela atenção, Nana. Acho que vc postou mesmo um parabéns, sumiu??
Bom, é isso, bom finde pra todo mundo, que eu tenho que ir trabalhar agora.

quarta-feira, novembro 10, 2004

Lista
- Frila - 3 pautas x 3 entrevistas por pauta = 9 entrevistas. Fiz 3, faltam 6.
- Mosaico - sousplats da Alê - são dois e estão quase prontos.
- Viagem do Gui (contei que ele viaja pra Portugal na segunda-feira, dia 15?)
- Reunião do CISV hoje à noite
- Aniversário da Clau na sexta
- Inauguração do café em Santana do Parnaíba no domingo
- Burocracia do apê - terminar de pagar, escritura, etc.
- Reveillon - quero viajar e tem que providenciar desde já
- Almoços com as amigas - com a Ciça e a Patty e com a turma do ex-trabalho.
Isso sem falar no trabalho normal...
E nos filhos com dores variadas.
E na pseudo-gripe que me ataca de leve.
E em pôr gasolina no carro.
E na sensação de estar permanentemente esquecendo de alguma coisa....
Como diriam os Beatles: "Help, I need somebody's help... "

terça-feira, novembro 09, 2004

Correria
A família segue firme e forte, na correria, depois de uma febre que derrubou o Tom no finde e respingou com tosse e dor de garganta pra mim e pra Biba. Correria é a palavra que melhor define esses dias. Muito trabalho, muita coisa pra fazer, pouco tempo, muito trânsito, correria, enfim.
Hoje vou entregar minha primeira encomenda de mosaico - dia histórico.
É uma bandeja, pra Maria Lúcia, mas não deu tempo de fotografar. É de pastilhas de vidro, em tons de azul, com um toque douradinho, de minipastilhas fofas. Acho que ficou linda, mas sou totalmente suspeita pra falar.
É uma delícia fazer os mosaicos e é o que tem me mantido no limite da sanidade mental, já que a minha vida é uma loucura.
Pri, os preços, como sou iniciante e o acabamento não é lá essas coisas... , são a partir de 20 reais. Baratinho. É isso que custa um sousplat ou uma bandeja pequena, como a da Lúcia.
Um porta-guardanapo custa uns 10. Tá bom??
Vou ver se tiro mais fotos, mas tem bastante foto no site da minha professora: www.mosaicos.art.br (tem que clicar em Galeria e depois em Alunas).
Vai lá.
Bjs, tchau, que tenho um monte de briefings pra fazer.
Consulta sentimental também é esse caldeirão de emoções e sentimentos confusos, que caracterizam uma geminiana típica como eu...

sexta-feira, novembro 05, 2004

Falar de amor sempre é bom
Daí, a querida Ciça me mandou um e-mail com este texto da Martha Medeiros. Ela é psicóloga e acho que deve ter um site, ou blog, não sei. Ela escreve muito bem sobre os casos do coração. Já li vários textos dela. Não sei se ela gosta que a gente fique divulgando os seus escritos em outros blogs e tal. Mas pelo menos, dei o devido crédito!
E como eu ando mais prática do que filosófica, ultimamente, resolvi fazer esse post aqui, pois achei que o texto dela é mais do que perfeito para a reflexão do fim de semana. Desfrute!

Que agora vou comer meu almoço, que veio de um restaurante tb chamado Desfrutti. Hehehe.

AMOR E PERSEGUIÇÃO
Martha Medeiros, psicóloga
"As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas".

Copiem, decorem, aprendam. Temos a mania de achar que amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus. Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas platéias dos teatros. Ele certamente está por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor traz felicidade. Há quem acredite que o amor é medicamento. Pelo contrário. Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e, caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de auto-estima.

Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: "Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu". Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que antes de tudo, tratam bem de si mesmas.

O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo. Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia.

É esta a condição. É pegar ou largar. Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: Ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada.

Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nadaa ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes (ou princesas!!)encantados (as).

O amor é o prêmio para quem relaxa. As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas.

quinta-feira, novembro 04, 2004

A little help from my friends
Pessoall,
Estou fazendo três matérias para o Universia, http://www.universia.com.br/, o site voltado para educação superior, do Banco Santander. Se você conhece alguém que pode me dar entrevista sobre algum desses assuntos, por favor, entre em contato comigo:
sangerami@gmail.com. A entrevista vai ser por e-mail, ou por telefone, se o entrevistado preferir, mas nesse caso só pode ser à noite ou no fim de semana.
Meu prazo é curto, por isso preciso de ajuda!!!

As matérias são as seguintes:

I) O DESAFIO DE SE MANTER NA FACULDADE Seja em uma instituição pública ou privada, há custos envolvidos naeducação que ultrapassam a mensalidade. A matéria vai mostrar o que universitários estão fazendo para equilibrar seus orçamentos e as dicas para aumentar as receitas e eliminar despesas durante os 4/5 anos de estudo. Vale desde dar aulas particulares até concorrer a uma bolsa de monitor para turmas de menor estágio que o seu.
II) PRIMEIRO CONSULTÓRIOVale a pena investir na montagem de um consultório tão logo você seforme? Preciso entrevistas especialistas que avaliem os prós e contras para ajudar a tomar essa decisão.
III) Como está o mercado de trabalho no campo da ENGENHARIA? Quais as tendências do setor? E a média de salário que um recém-formado ganha? Como foi a sua experiência pessoal no começo da carreira? E agora, depois de X anos? Que conselho daria para o recém-formado?

Obrigada!

quarta-feira, novembro 03, 2004

Comments, casa, blog novo, etc.
Foi tão legal ler cada um dos comentários ao meu post anterior!
Adorei as histórias e as lembranças de cada um dos leitores.

Notícias fresquinhas sobre a casa (aquela lá): a dona conversou com os filhos agora no feriado (eu tinha pedido um tempo pra pagar o restante, o tempo de vender o meu apê e estava esperando a resposta). Bom, os filhos resolveram não vender mais a casa. Não os culpo. Eu também não venderia aquela casa tão fofa. Toca a procurar casa de novo. Ai, ai.

Fiz um blog pro meu pai. Ele faz lindos veleiros e barquinhos em escala natural (talvez tenha sido dele que eu puxei esse "dom" para os mosaicos...) Please, visitem, comentem, prestigiem!