quinta-feira, dezembro 23, 2004

Que em 2005 a felicidade desabe sobre os homens!
A frase não é minha. É da Teresinha, uma das pessoas legais que conheci em 2004. É impressionante a quantidade de gente legal que eu conheci em 2004. Pessoas reais e/ou virtuais que passaram a fazer parte da minha vida. Algumas vieram e já sumiram, deixando saudades doídas, como a Adriana M. e a Morgana. Outras fazem parte do meu dia com tal intensidade que parece que o dia não fica completo se não "falo" com elas, como a Ivis, a Nana, a Sandra, a Zana, a Pri Fiorin, a Stela, a Ciça...
Tem outras amigas e amigos que ainda que não apareçam tantas vezes quanto eu gostaria, sempre fazem uma visitinha.... a Maitê, a Maith, a Monica do Casca de Noz, a Silvia, a Débora, o Dígito, a Cris do Ego Confession, a Carol, mulher de conteúdo, a Lila, a Danibela, a Renata, a Rosana, o Mauro, a Ingrid e at last but not least, a querida Luciana K.

Obrigada por todos os cliques em 2004.
Feliz, feliz, feliz Natal e um 2005 transbordante e recheado de coisas boas!!

Agora, dá licença que eu tenho que ir comprar os presentes e escolher uma receita de bacalhau.

quarta-feira, dezembro 22, 2004

Lu e Alê
Tenho uma amiga “japinha” linda e fofa, que me inspirou a fazer o Consulta Sentimental ainda quando era um site no hpg. Depois, virou um blog e aqui estamos nós.
A LuK. Almoçamos juntas hoje e ela me deu um calendário para eu não me perder em 2005. Eu tava precisando!!!
Ela sempre, toda a vida, guardava um espaço considerável no seu coração para o futuro namorado. Mas tinha que ser um cara legal, inteligente, simpático, chique, elegante, mais velho do que ela, carinhoso, atencioso, com carro, emprego fixo, casa própria, e que a meia combinasse com o sapato, entre outros atributos.
Bom, nem é preciso dizer que esse cara não apareceu, né?
Apareceram outros, mais ou menos interessantes, etc. e tal.
Ela foi uma das primeiras pessoas que começaram a me pedir “conselhos” a me fazer acreditar que eu seria capaz de dar conselhos pra alguém. Foi quando tudo começou.
Algumas paixonites e outras tantas desilusões amorosas depois (a gente se conhece há um tempão), fui visitá-la outro dia no seu flat novo, onde ela ia passar uma temporada.
Chegando lá, papo vai, papo vem, ela me pergunta:
- Silvia, onde fica o canto do relacionamento aqui (feng shui)?
- Fica ali, onde tá aquela poltrona solitária!
Bom, na mesma hora, arrasta móvel daqui, empurrra mesinha dali e redecoramos o canto do relacionamento, com objetos em pares (duas mesinhas) e mais algumas coisas que ela achava podiam simbolizar o amor, a união entre duas pessoas.
Pra reforçar ainda mais, dei um par de quartzos rosa p/ ela outro dia.
A verdade é que, passado pouco tempo, ela tá namorando o Alê.
Ele não preenche todos aqueles requisitos, não. Mas a maioria, sim.
E ela tá feliz.
E me considera assim a madrinha do relacionamento. Eu fico toda feliz com isso, é claro!
Não é fofa, essa história de amor?
Eu quero mais é que eles sejam felizes para sempre.

terça-feira, dezembro 21, 2004

Álcool
Agora eu sei que vou perder leitores (as).
Mas fazer o quê?
Esse assunto tem me preocupado muito ultimamente e preciso falar. Eu também gosto de tomar vinho, uns chopes. Mas pára por aí.
O Tom bebe mais do que eu gostaria que ele bebesse.
Muito mais.
Também ouvi histórias espantosas de viagens e caixas de cervejas aqui das meninas do trabalho. Na hora não falei nada, porque é chato a gente ser do contra, mas fiquei desconfortável.
Fico um tanto quanto chocada ao perceber como os jovens acham “legal” beber.
As propagandas mostram o álcool como uma coisa cheia de charme e de atrativos.
O marido da irmã do Guilherme era alcoólatra e morreu por isso. Deixou quatro filhas órfãs. Isso é muito chocante na véspera do Natal... Mas é uma época em que as pessoas que acham legal beber bebem mais ainda e causam acidentes fatais, quando se acham espertas demais para não dirigirem.
Tudo bem, podem me chamar de “carola”, de careta, etc.
Mas acho que a coisa tá indo longe demais.
Beber não é tão legal assim. Vc deixa de perceber as coisas como elas realmente são e passa a viver em um outro mundo de fantasia irreal. Não acho isso legal. Por mais desagradável que o mundo seja (e é) de vez em quando.
Sei lá. Mas é isso. Espero que não aconteça nenhum acidente de carro em nenhuma estrada no mundo nesse fim de ano. Sei que é uma utopia e que esse texto aqui pouco poder tem para que isso seja verdade. Mas um impulso incontrolável me faz escrever sobre esse assunto. Vai ver que esse texto nem é meu, deve ser psicografado.
Mas é isso. Falei. E pronto.

Pri, fiz a lista dos 33 desejos ontem.

O meu filho é o de olhos fechados e de língua pra fora.
Nana, Ivis e Ciça acertaram.

segunda-feira, dezembro 20, 2004

Fim de semana entre amigos
Meu filho foi para o sítio do Pedrinho com os amigos. Na saída, o Gui deu a idéia de clicarmos a turma toda. Quem sabe qual deles é o meu filho?

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quarta-feira, dezembro 15, 2004

Feliz aniversário, Biba!
Hoje a minha querida filha Marjorie faz 12 anos.

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Claro que toda mãe ama incondicionalmente a sua filha.
Comigo lógico que não é diferente.
Amo a minha sagitariana.
Ela entrou na nossa vida depois de tanto tempo...
Tem nove anos, nove meses e dez dias de diferença de idade do Tomás.
Mas ela não veio quando eu quis e sim quando resolveu que o tempo que tinha passado lá no céu, ao lado dos anjinhos, já tava bom. Daí chegou. Iluminou ainda mais a nossa vida.
Tem uma personalidade forte como a do pai. Sempre soube o que quer e vai atrás buscar. Sabe lutar com toda a sua força por aquilo em que acredita.
Não se contenta com respostas evasivas, nunca.
E nunca deixa passar nada batido. Presta atenção em todas as conversas, até naquelas em que a gente preferia que não prestasse.
Desde bebê já acorda de bom humor.
Ela decidiu quando ia deixar de usar fraldas.
Nunca comeu uma colherada além do que queria, nunca se deixou "enganar".
Fala depressa, às vezes, que nem aquele cara que narra as corridas no Jóquei. Deve ser reflexo do raciocínio rápido dela.
Brinca numa boa com as meninas mais novinhas do prédio, gosta muito de ser a líder.
Está um ano adiantada na escola.
Está indo p/ a sétima série.
É fã do Felipe Dylon e da Avril Lavigne.
Este ano passou a prestar atenção nas etiquetas (antes, não tava nem aí, mas esse é um processo meio inevitável pra quem mora em São Paulo, estuda em uma escola classe média, etc.) Adora a Kipling, a Colcci e outras marcas bacanas.
Sempre ganha muitos presentes de aniversário, porque quase nunca a gente consegue fazer uma festa "decente" pra ela. Aniversário em dezembro é assim mesmo. A concorrência com o ilustra aniversariante do dia 25 é brava!
Este ano ela ganhou um estojo amarelo da Kipling, muitas canetas da 25 de Março, um cinto rosa da amiga dela, uma blusinha da Adidas do irmão, uma bermuda, uma camiseta e um chinelo da Surf Point (tudo ela viu antes, experimentou e escolheu). Mas o Guilherme fez uma surpresa legal: comprou um celular com câmera!!! Nem preciso dizer que ela amou, né??
Uma hora dessas, ela está em um haras, aquele mesmo onde ficam os cavalos que puxam as carruagens do passeio de domingo, lembra? Fiz uma cesta de piquenique, cheia de guloseimas deliciosas.
Biba, querida, feliz, feliz, feliz, aniversário.
Pessoal lá do Alto, muito, mas muito obrigada mesmo por ter me mandado essa pessoinha maravilhosa e querida pra viver lá em casa com a gente!!!

Ser de sagitário
Péricles Cavalcanti
Você metade gente e metade cavalo
Durante o fim do ano cruza o planetário
Cavalga elegância
Cabeça em pé de guerra mansa
Nas mãos arco e flecha
Meu coração
Aguarda e acompanha seu itinerário
Até o fim do ano ser de sagitário
Você metade gente e metade cavalo

(do disco da Adriana Partimpim, e vc precisa ver que maravilhoso ficou o site!!! rende horas e horas de excelente navegação)

Preciso postar aqui a continuação...
da história da Stela. Sei que todos vão gostar.

Sil, fiquei realmente emocionada com o post!!!! Olha, retificando umas coisinhas à toa: a minha filha fez 12 anos (filha do 1º casório) e o pequenino, 2 (filho do Paulo). Sei que preciso atualizar isso lá no blog e a culpa é minha mesmo Pois é, mas como eu já te havia dito, a regressão foi o que me deu "carta branca" para me atirar de cabeça nisso tudo, depois de ter passado pela grande decepção amorosa, que foi meu 1º casamento. Eu e o Paulo temos uma sintonia impressionante, tanto que um não faz absolutamente nada sem o outro. Nem dormir! Temos que deitar juntos e ficar abraçados a noite toda. Se um levanta, o outro acorda. Pode!!! Por isso eu acredito piamente em Almas Gêmeas, amor a 1ª vista (que na verdade não é, pq acredito em vidas passadas) e tudo de bom que um amor verdadeiro pode te trazer de bom.

Stela, vc é que é linda, maravilhosa e fico muito feliz ao conhecer a sua linda história de amor e a sua disposição de dividí-la aqui com a gente!

terça-feira, dezembro 14, 2004

Diversão
Ontem, fomos comer pizza na Braz Pizzaria.

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Domingo, fomos andar de carruagem no centro de SP.

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Sábado, uma passada básica no Soho e aniversário da Monica no Juarez.

E na sexta, pizza com as amigas, na Pizza Bros: Fernanda, Roberta, eu e Ana Paula.

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Eita vida boa! Fazia tempo que eu não tinha um fim de semana tão bom!



domingo, dezembro 12, 2004

Stela e Paulo: felizes desde sempre

A brasileira Stela mora em Portugal, tem uma filha de dez anos e um menino de um ano. Seu marido é português e se chama Paulo. Mas sua história de amor não tem nada de comum. Mistura ingredientes tão diferentes quanto a Internet e regressão a vidas passadas.

- O coração bateu forte e joguei tudo pra cima pra viver um grande amor em Lisboa, Portugal há seis anos. Ele é a minha alma gêmea – garante ela.

Tanta certeza não é à toa, mas se deve a uma regressão – ela precisava ter certeza antes de abandonar seu país, amigos, emprego e se mudar para Lisboa.

- Eu e ele sempre fomos casados, há mais de 400 anos.

Quando conheceu o Paulo (pela Internet), ela tinha outro namorado – também via web, e ele namorava há 8 anos. Em três meses, os dois se casaram.

É ou não é uma história de amor surpreendente?

Boa semana!
(e obrigada, Stela, pela permissão de contá-la aqui)


quarta-feira, dezembro 08, 2004

2005 vai ser diferente
Comprei uma agenda da Unicef e acredito piamente que ela vai me dar a maior sorte do mundo em 2005.
Acredito que um ano que tem o número 7 como soma só pode ser ótimo. Espero que várias coisas boas me aconteçam e que a Humanidade escolha sempre ficar do lado do bem.
Todo ano eu e a Biba escrevemos uma listinha do que queremos naquele ano e lacramos o papelzinho. Em janeiro a gente abre e confere o que aconteceu e o que não. Tem coisas que a gente nem deseja mais... engraçado, né??
Hoje o dia foi tão bom, visitei todos os blogs amigos, passeei na hora do almoço, comprei enfeites novos de Natal, porque diz que a gente tem que comprar pelo menos um enfeite novo todo ano e pretendo tomar um "chá de doril" um pouco mais cedo daqui do trabalho.
Eu, que falo tanto em feng shui, acabei de descobrir que se eu quero que as coisas boas aconteçam, preciso começar a por em prática o que recomendei. Começo hoje um big faxina na minha casa (de novo). Todo ano eu faço isso, mas agora parece que as coisas estão mais confusas e mais bagunçadas lá em casa.... se todos ajudassem, pelo menos.
Vou ter uma conversa séria com o pessoal lá e espero que eles se toquem de como é importante tentar manter as coisas em ordem.
Eu tb não sou aquele primor de organização (se fosse morreria louca na minha casa), mas a gente tem que pelo menos fazer uma tentativa, né??
Conflito de agenda: quero fazer tudo isso e quero ir à Seara, mas acho que vou ter que optar.
Mesmo porque a Biba está com duas amigas vindas diretamente do Ceará lá em casa e eu tenho que dar uma asessoria....
Por outro lado, tenho que ir à Seara de qualquer jeito, porque quarta que vem é aniversário da Biba e vou acabar faltando de novo... ai, ai... a vida é feita de escolhas.
Tem dois divãs aqui nos meus links laterais... acho que vou lá deitar um pouco em cada um deles.

terça-feira, dezembro 07, 2004

Money, money, money!
Você conhece esse programa do Google? Funciona?
Você continuaria vindo aqui se tivesse que fechar uma janelinha extra toda vez que quisesse ir embora??
Sorry, mas é que tô numa fase da minha vida em que preciso arrumar formas alternativas de ganhar $$ para concretizar um sonho, sabe como é...

domingo, dezembro 05, 2004

Feliz Natal!
Montei a arvorezinha de Natal ontem:

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Dicas de Feng Shui p/ prosperidade.

Ivis, ótima pergunta! Mas trabalho, prosperidade e sucesso são coisas bem diferentes para o feng shui. Vc pode ter um bom trabalho, mas não ter prosperidade ou sucesso, e vice-versa.
Ter bastante trabalho não significa prosperidade. Claro que essas 3 áreas estão relacionadas, mas têm a sua independência. Pense no significado dessas 3 coisas pra vc. Sucesso pode ser dar entrevistas, por exemplo (relacionado à fama). Prosperidade é mais ligado a dinheiro, mesmo, valores materiais. E trabalho, bom, trabalho é nossa vida do dia-a-dia, aquela coisa que já sabemos...

Não sei se fui muito clara, enfim...

Procurando informações na Internet pra explicar pra vocês sobre relacionamento, que foi o item mais pedido, é claro, e depois estamos aqui no "Consulta", né... vi uma coisa muito interessante. Casais não devem ativar o setor do relacionamento, pois pode resultar em casos extraconjugais! Epa!

Eu queria achar um desenho pra explicar onde fica o canto do relacionamento em relação à porta de entrada do ambiente, mas não achei!

Vou tentar explicar: o canto do relacionamento fica na parede oposta à porta, do lado direito. É o local perfeito para objetos em pares, e cores como o rosa e o vermelho. Use a intuição!

sexta-feira, dezembro 03, 2004

Tudo azul
O dia aqui em SP amanheceu cinza, mas está tudo azul. Hoje tem outra pizza, dessa vez com as amigas do trabalho antigo. Confraternizar é bom nessa época do ano. O Natal não deveria ser apenas uma data comercial, como é. Acho que a gente tem que aproveitar essa época do ano para refletir sobre os nossos sonhos, sobre o que conseguimos realizar no ano que passou e o que queremos para o próximo e que a evolução espiritual seja uma das nossas metas, além da evolução material. O ideal é evoluir em todos os sentidos. É difícil, é claro que é. Mas a gente tem que continuar tentando. Os vários papéis que a vida nos reserva, vamos ver se estamos cumprindo bem todos eles, ou não. O que falta melhorar. O que já conseguimos conquistar e o que não. O feng shui divide a vida em oito áreas: amigos, trabalho, espiritualidade, família, prosperidade, sucesso, relacionamento e criatividade. Pode ser um bom começo, pensar como estamos em cada uma dessas áreas e procurar ativar qual delas estiver precisando mais.
De qual dessas áreas você quer que eu fale mais?
Ah! o fone bluetooth funcionou. Voltamos na loja da Claro e eles trocaram na mesma hora (ainda bem que não precisamos voltar p/ aquela fila... havia gente lá esperando para ser atendida há uma hora e quarenta minutos...)

quinta-feira, dezembro 02, 2004

Bluetooth
Eles não deram nota fiscal do tel. E não é que o maledeto foninho bluetooth num funciona?? Putz. Que raiva, viu...
Tô com sono. Vou ler outros blogs mais interessantes que esse meu aqui. Hoje tô chata. Nem eu me agüento. E nem tô na TPM.

quarta-feira, dezembro 01, 2004

Telefone
Eu não gosto de telefone. Tanta gente briga comigo porque eu não ligo... Principalmente a minha mãe. O que ela briga comigo porque eu não ligo... Caramba, pra mim, telefone é instrumento de trabalho. Quando chego em casa, tenho mais o que fazer do que ficar ligando pros outros. Se eu não tenho nada de mais pra contar, se a minha vida é todo dia aquilo mesmo... Por que eu tenho que ligar? Pra perguntar se tá tudo bem? Eu sei que tá tudo bem. Meu sexto sentido, meu feeling, minha intuição me dizem que tá tudo bem. E depois, se não estivesse tudo bem, as notícias ruíns chegam à cavalo, como diziam os antigos.
Estamos na era do messenger, do e-mail, da comunicação instantânea, nesse contexto, o telefone parece algo chato, incomodativo, atrapalhativo... Quando meus bebês nasceram, eu descobri também que você pode deixar de atender algumas ligações, que não acontece nada... Aqui no trabalho não posso deixar de atender. Mas em casa posso e celular também. Falando em celular, eu tô sissi com o meu novo Motorola v600 - uhu!!
Depois eu volto e conto mais, deixa eu ir lá ler o manual.

terça-feira, novembro 30, 2004

Sem assunto
Tô meio sem assunto. O dia tá muito curto. Muita coisa pra fazer em pouco tempo, stress, correria, problemas a serem resolvidos (ou simplesmente deletados), urgências, contas. Em compensação, cheguei no trabalho em 10 minutos por um novo caminho. Adorei. Outra hora, volto mais inspirada.

sexta-feira, novembro 26, 2004

Saudades...
... do Aqui em DC.
Amizades reais e virtuais
Essa semana foi a das confraternizações com as minhas amigas. Primeiro, conheci pessoalmente a Ciça e a Patty. Elas são muito legais. A Patty é mais alta do que eu imaginava. Outra coisa que achei engraçado notar é que por mais que vc "conheça" a pessoa na web, a voz dela é uma surpresa. Ela me achou calminha, eu com a minha voz de criança... E a Patty é tão quietinha! Elas acabaram de se formar, estão em uma outra fase da vida. Mas mesmo assim tivemos vááários assuntos pra conversar. Adorei!
Daí ontem foi o segundo encontro com a Pri. A gente também se conheceu na Internet e já tínhamos almoçado juntas uma vez. Dessa vez, a Alê foi também - elas também conversavam virtualmente antes. Foi ótimo! Como trabalhamos na mesma área, também temos váááários assuntos em comum!
No fim da tarde, algo totalmente incomum e inédito: happy hour com a Giose, Carol, Marília e Alê, perto do trabalho. Foi mesmo happy aquela hour.
Minha querida amiga Luciana eu conheci primeiro na "vida real" - faço aniversário no mesmo dia que a mãe dela e como sou mais velhinha ela me considera assim quase que mãe dela também, o que é uma honra! Ela é uma das pessoas que me inspira a fazer o "Consulta sentimental", desde que ele era uma página no HPG. Hoje vou almoçar com ela e dar de presente um poderosíssimo par de quartzos rosa, destinados a ficar no canto do relacionamento (de acordo com o Feng Shui).
E à noite vai ter pizza da minha turma da ECA. Quando eu tava na faculdade tinha apenas duas amigas, porque já era "comprometida" e a minha vida de "casada" não me permitia participar de todas as atividades socio-universitárias comuns à galera dessa idade. Eu tava preocupada com outras coisas... com a vida comunitária na vila onde morava, com o teste de gravidez que só dava negativo (demorei 3 anos para engravidar do Tom). E portanto, pouco curti minha vida universitária. Agora, o pessoal resolveu se reencontrar. É legal, muito legal, fazer o balanço da sua vida, ver o que os outros avançaram e o quanto vc avançou (ou não). É saudável. Por isso, não perco mais esses encontros. Para mim, são novas amizades.
Ah! tem mais! Hoje é aniversário da Estela.
E a Monica me deu a maior força me chamando para aquele frila! A matéria saiu essa semana e foi "home" do site, na quinta.
E, last but not least, domingo o Guilherme volta! Eba!

quinta-feira, novembro 25, 2004

Depois da tempestade vem a bonança
Uma das coisas mais difíceis dessa vida (depois de arrumar um namorado... brincadeirinha!!!) é educar um filho (a). A responsabilidade é enorme. ENORME. A gente tem que ensinar os valores básicos de caráter e depois soltar no mundo. A gente tem que dar carinho, mas também não pode estragar. A gente tem que dar liberdade, mas segurar um pouco também pra tudo não virar festa. A gente tem que ter tempo pra conversar, tem que perguntar, e não podemos desabar se a pessoa não quiser responder todas as nossas perguntas.
A gente não pode dar surra, mesmo naquelas horas em que dá a maior raiva do que a pessoa tá fazendo. Mas a gente também não pode dar tudo o que eles pedem, tem que levar e buscar, tem que saber com quem andam, o que fazem, o que pensam da vida, quais são as suas crises, tem que estar ali, não se preocupar demais quando eles se atrasam. Enfim, é difícil, difícil pra caramba. Poucas tarefas profissionais comparam-se ao nível de dificuldade que existe em educar uma pessoa.
Quando a pessoa pisa no tomate, a gente vira uma montanha-russsa de sensações conflitantes. Aí, vêm aquelas frases prontas do tipo "onde foi que eu errei?". Mas a gente continua matutando: será que ele não percebe o esforço que nós, os pais, fazemos, pra que tudo dê certo na vida dele, para que ele seja feliz a maior parte do tempo? Então, por que ele faz um negócio desses? Que castigo vou dar? Conto ou não conto pro pai, que tá lá longe? O pai: levou ou não levo presente daqui? tiro o carro dele?
Gente, é muita dúvida.
Felizmente, existe esperança, quando a gente acredita que pelo menos no básico a gente acertou.
Conversamos longamente ontem à noite, ele pediu desculpas e eu desculpei.

quarta-feira, novembro 24, 2004

Caquinhos coloridos colados com arte
Do jeito que eu sou inconstante, estou admirada com a minha paixão pelos mosaicos. Ainda estou muito apaixonada! O Gui comprou dois livros de mosaico pra mim lá em Portugal e eu não vejo a hora de vê-los! Acho que ela se explica porque cada trabalho é único.
Além disso, eu que nunca soube ser "comerciante" ganhei várias encomendas sem me esforçar quase nada, o que é "ótemo"!. Entreguei a bandeja da Lúcia, os dois sousplats da Alê (uma exceção - fiz duas peças "iguais"), tenho uma encomenda de uma caixa de chá com rosas (!) - que comecei ontem - para a Ro, uma fruteira para a Chris - um baita desafio...., um porta-retrato para a Lúcia (ela adorou a bandeja).
Adoro fazer uma coisa concreta, que a gente pode pegar, pôr onde quiser, colorida, que demora pra ficar pronta, não dá pra fazer em meia hora, tempo que levo pra escrever um release... E depois, como eu tô começando e ainda aprendendo com cada encomenda, cobro baratinho, baratinho. Vi umas molduras de espelho de mosaico no shopping Eldorado por mais de 300 reais... Eles exageraram!
Não sei se contei que a Biba fez um porta-guardanapo em forma de coração. Muito fofo.
Preciso por mais fotos aqui.

segunda-feira, novembro 22, 2004

Ainda sobre a paineira e sobre amor à primeira vista
Esqueci de comentar outra coisa sobre a dignidade absurda da árvore da minha rua. Ela escolheu um horário totalmente inofensivo para desabar, coitada. Foi por volta da meia noite. Não havia nenhum carro, nenhuma pessoa, nenhuma criança debaixo dela. Poderia ter sido uma tragédia, mas foi apenas um fato triste. A Biba leu meu post anterior (li p/ ela) e teve uma idéia:
- Vamos pegar algumas folhas da árvore para fazer um quadrinho?
Pegamos alguns galhos verdes, ainda com aparência bem saudável, e coloquei em uma caneca com água em cima da mesa aqui da sala.

Trilha sonora: Adriana Partimpim. Linda, meiga, fofa.

Outro dia me perguntaram se eu acredito em amor à primeira vista. Respondi que não. Não, de jeito nenhum. Não existe. Você até pode se apaixonar pelo visual de uma pessoa, mas o que conta mesmo é a “alma”. Por outro lado, quando se fala em “amor” nada é totalmente absoluto, ou seja, ele pode ser cultivado, crescer, ficar forte com o tempo e até com as adversidades.
Eu, por exemplo, gostava de outro moço quando conheci o Guilherme. Eu não soube imediatamente que ele era o homem da minha vida. Mas ele foi aos poucos me conquistando, com seus cachinhos dourados, sua alegria de viver, sua extroversão. Pronto. Quando vi, eu tava completamente apaixonada pelos seus olhos cor do mar, que a Marjorie herdou lindamente.
Por outro lado ainda (veja quantos lados há nas questões...) o amor e o ódio andam de mãos dadas, desafiando a gente a toda hora. Negar esse furacão de sentimentos é deixar de viver a vida em sua plenitude. Uma hora dá aquela vontade de esganar... Fazer o quê? A gente é humano, meio animal ainda...
Portanto, tudo é uma questão de investir, acreditar, cultivar, dedicar atenção, carinho. E quando você menos esperar, aquela pessoa se tornou “A” pessoa da sua vida. Depois, tem a famosa lei da ação e da reação. Provavelmente, o que você fizer pelo outro vai receber de volta. Agora, ficar de braços cruzados, esperando ser tratada como uma princesa não tá com nada. Outra coisa: sem essa de discutir a relação, please. Coisa mais chata.

domingo, novembro 21, 2004

Domingão
Primeiro, uma explicação: não fui clara no post anterior. Na verdade, as motosserras apenas estavam tirando a árvore do meio da rua. Ela morreu de morte morrida e não de morte matada. Cupins? Não sei ainda a causa.

Segundo: meu pai desistiu do blog e preferiu um fotolog, já que o mais importante é mostrar o seu trabalho (mais do que falar sobre ele). Já tem algumas fotos lá.
O endereço é http://jolemapi.fotoblog.uol.com.br/. Vão lá.

Terceiro: o Gui tá lá em Lisboa, mas o único passeio que fez até agora foi ao Oceanário.

Quarto: fizemos um programa inusitado hoje. Fomos tomar "café da manhã" às 13h30, num lugarzinho legal que abriu aqui perto. Mas demmmmooorrroooouuuuuuuuu taaaaaannnnttttoooo que não foi legal.

Quinto: Recado pra Alê - acabei de rejuntar seus dois sousplats. Agora tem que esperar secar, pintar e passar cera, e pronto! Espero que vc goste!

sexta-feira, novembro 19, 2004

Árvores
No meio da madrugada as motosserras enchiam o silêncio de barulho, muito barulho.
Saí no terracinho para tentar entender o que acontecia. O barulho, ensurdecedor. Homens andando de um lado para o outro, com aqueles coletes fosforescentes. No chão, interrompendo o movimento da rua, ela jazia, morta.
A paineira, linda paineira, morreu esta noite.
Vou por uma foto dela aqui depois.

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Estou de luto.
Por um triz não esmagou o carro do Tom, que estava estacionado uma vaga a frente do local onde ela caiu estrondosamente.
A rua ficou triste.
Foi a segunda árvore que morreu ali este ano.
Ela devia ser centenária.
A companheira dela, que morreu primeiro, era uma árvore quase rara, que eu nem sei o nome, que ficava no meu prédio. Para desviar dela, o projeto da arquiteta que inventou a super-mega-ultra-guarita do meu prédio precisou fazer um dente estranho na construção.
Linda, frondosa, ela enchia de verde o olhar de quem saía na janela do meu quarto ou no terraço da sala.
Mas ela morreu. E plantaram aquele tronquinho mirradinho no lugar. Vai demorar muito, mas muito tempo para que essas árvores fracotas cresçam o suficiente para encher de novo a rua.
Hoje de manhã, os passarinhos gritavam, desesperados. Haviam perdido as suas casas.
O fim de semana vai ser triste. O ano vai ser triste. Os próximos anos vão ser tristes. Mais do que nunca, preciso me mudar daquele endereço ridículo.
O que essa história sobre árvores está fazendo aqui neste blog, onde só devia haver histórias de amor? É porque vocês já imaginaram a ligação energética que devia haver entre as duas árvores que morreram quase que ao mesmo tempo?? Quantos anos elas estavam ali naquele lugar, juntas, testemunhas da história da rua, da construção do meu prédio, depois do prédio da frente, depois do prédio do lado (que roubou a minha vista da avenida Paulista)...
Na minha família havia um casal, a Dalva e o Frederico. Eles moravam em Santos e tinham um filho único, o Rafael. Era sobrinha do meu avô, acho. Ela morreu de câncer. Um ano depois, no mesmo dia e no mesmo mês, o marido morreu também. Para mim, essas são histórias de amor. Tristes, mas de amor.

quinta-feira, novembro 18, 2004

Sol tímido beija a minha janela
Tô poética hoje...
Dúvidas, dívidas
Continuo com ambas.
O Gui ligou ontem à noite de novo, mas não ligou hoje.
Ontem o dia terminou só à meia noite.
Hoje começou às 7 e só cheguei em casa às 20hs.
Tá punk.

terça-feira, novembro 16, 2004

Coração acelerado
Ele ainda não me ligou, mas o avião já deve ter descido em terras lusas.
Hoje o dia vai ser looongo e preciso de cabeça fria e raciocínio rápido.
Minha lista de coisas pra fazer está no número 14.

segunda-feira, novembro 15, 2004

sexta-feira, novembro 12, 2004

Encruzilhada
Tem momentos na vida da gente em que as coisas parecem adquirir um novo significado, um novo contorno. Aquela calmaria que fica no olho do furacão... Algo está para acontecer, mas não se sabe bem o quê. E eu, que já rôo as unhas normalmente, faço coisas do tipo comer metade de um sorvete chamado Fiorentina, que tem lá no Ráscal. Uma bola de sorvete de creme, outra de chocolate, suspiro, chantili e calda de chocolate quente. Ontem à noite me esbaldei comendo esse sorvetão...
É que a vida preparou uma encruzilhada pra gente. Sabe aquela dúvida - casar ou comprar uma bicicleta? Pois é. Comprar uma casa ou mudar de país? Coisinha simples assim de decidir...
Ai, ai.
E obrigada, Ivis, pelo help virtual. E também obrigada Pri! Vamos marcar o almoço logo de uma vez, e aproveitamos para brindar ao seu níver! E obrigada Nando, mas não sei se vai dar pra gente trocar de afazeres... acho que vc sai perdendo... E obrigada Zana, espero que eu dê conta de tudo, mesmo. Continue torcendo por mim. E obrigada Alê, embora eu ache que esse seu remédio pra emagrecer esteja te deixando um pouco nervosinha, mas tudo bem. Tá valendo, né?? E obrigada, Claudia Moura, pena que vc não tem um blog pra eu ir lá comentar tb... Quem sabe a gente não se encontra um dia em Portugal, já pensou?? E obrigada Luciana, que bom saber que vc tá na torcida aí tb... E obrigada Ciça pela compreensão! Mas vamos ver se na semana que vem ou no máximo na outra a gente marca o nosso almoço histórico. E obrigada pela atenção, Nana. Acho que vc postou mesmo um parabéns, sumiu??
Bom, é isso, bom finde pra todo mundo, que eu tenho que ir trabalhar agora.

quarta-feira, novembro 10, 2004

Lista
- Frila - 3 pautas x 3 entrevistas por pauta = 9 entrevistas. Fiz 3, faltam 6.
- Mosaico - sousplats da Alê - são dois e estão quase prontos.
- Viagem do Gui (contei que ele viaja pra Portugal na segunda-feira, dia 15?)
- Reunião do CISV hoje à noite
- Aniversário da Clau na sexta
- Inauguração do café em Santana do Parnaíba no domingo
- Burocracia do apê - terminar de pagar, escritura, etc.
- Reveillon - quero viajar e tem que providenciar desde já
- Almoços com as amigas - com a Ciça e a Patty e com a turma do ex-trabalho.
Isso sem falar no trabalho normal...
E nos filhos com dores variadas.
E na pseudo-gripe que me ataca de leve.
E em pôr gasolina no carro.
E na sensação de estar permanentemente esquecendo de alguma coisa....
Como diriam os Beatles: "Help, I need somebody's help... "

terça-feira, novembro 09, 2004

Correria
A família segue firme e forte, na correria, depois de uma febre que derrubou o Tom no finde e respingou com tosse e dor de garganta pra mim e pra Biba. Correria é a palavra que melhor define esses dias. Muito trabalho, muita coisa pra fazer, pouco tempo, muito trânsito, correria, enfim.
Hoje vou entregar minha primeira encomenda de mosaico - dia histórico.
É uma bandeja, pra Maria Lúcia, mas não deu tempo de fotografar. É de pastilhas de vidro, em tons de azul, com um toque douradinho, de minipastilhas fofas. Acho que ficou linda, mas sou totalmente suspeita pra falar.
É uma delícia fazer os mosaicos e é o que tem me mantido no limite da sanidade mental, já que a minha vida é uma loucura.
Pri, os preços, como sou iniciante e o acabamento não é lá essas coisas... , são a partir de 20 reais. Baratinho. É isso que custa um sousplat ou uma bandeja pequena, como a da Lúcia.
Um porta-guardanapo custa uns 10. Tá bom??
Vou ver se tiro mais fotos, mas tem bastante foto no site da minha professora: www.mosaicos.art.br (tem que clicar em Galeria e depois em Alunas).
Vai lá.
Bjs, tchau, que tenho um monte de briefings pra fazer.
Consulta sentimental também é esse caldeirão de emoções e sentimentos confusos, que caracterizam uma geminiana típica como eu...

sexta-feira, novembro 05, 2004

Falar de amor sempre é bom
Daí, a querida Ciça me mandou um e-mail com este texto da Martha Medeiros. Ela é psicóloga e acho que deve ter um site, ou blog, não sei. Ela escreve muito bem sobre os casos do coração. Já li vários textos dela. Não sei se ela gosta que a gente fique divulgando os seus escritos em outros blogs e tal. Mas pelo menos, dei o devido crédito!
E como eu ando mais prática do que filosófica, ultimamente, resolvi fazer esse post aqui, pois achei que o texto dela é mais do que perfeito para a reflexão do fim de semana. Desfrute!

Que agora vou comer meu almoço, que veio de um restaurante tb chamado Desfrutti. Hehehe.

AMOR E PERSEGUIÇÃO
Martha Medeiros, psicóloga
"As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas".

Copiem, decorem, aprendam. Temos a mania de achar que amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus. Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas platéias dos teatros. Ele certamente está por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarrá-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor traz felicidade. Há quem acredite que o amor é medicamento. Pelo contrário. Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima, e, caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de auto-estima.

Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: "Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu". Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que antes de tudo, tratam bem de si mesmas.

O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo. Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia.

É esta a condição. É pegar ou largar. Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: Ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada.

Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se autoflagelam por causa dos erros que cometem. Felicidade é serenidade. Não tem nadaa ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes (ou princesas!!)encantados (as).

O amor é o prêmio para quem relaxa. As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas.

quinta-feira, novembro 04, 2004

A little help from my friends
Pessoall,
Estou fazendo três matérias para o Universia, http://www.universia.com.br/, o site voltado para educação superior, do Banco Santander. Se você conhece alguém que pode me dar entrevista sobre algum desses assuntos, por favor, entre em contato comigo:
sangerami@gmail.com. A entrevista vai ser por e-mail, ou por telefone, se o entrevistado preferir, mas nesse caso só pode ser à noite ou no fim de semana.
Meu prazo é curto, por isso preciso de ajuda!!!

As matérias são as seguintes:

I) O DESAFIO DE SE MANTER NA FACULDADE Seja em uma instituição pública ou privada, há custos envolvidos naeducação que ultrapassam a mensalidade. A matéria vai mostrar o que universitários estão fazendo para equilibrar seus orçamentos e as dicas para aumentar as receitas e eliminar despesas durante os 4/5 anos de estudo. Vale desde dar aulas particulares até concorrer a uma bolsa de monitor para turmas de menor estágio que o seu.
II) PRIMEIRO CONSULTÓRIOVale a pena investir na montagem de um consultório tão logo você seforme? Preciso entrevistas especialistas que avaliem os prós e contras para ajudar a tomar essa decisão.
III) Como está o mercado de trabalho no campo da ENGENHARIA? Quais as tendências do setor? E a média de salário que um recém-formado ganha? Como foi a sua experiência pessoal no começo da carreira? E agora, depois de X anos? Que conselho daria para o recém-formado?

Obrigada!

quarta-feira, novembro 03, 2004

Comments, casa, blog novo, etc.
Foi tão legal ler cada um dos comentários ao meu post anterior!
Adorei as histórias e as lembranças de cada um dos leitores.

Notícias fresquinhas sobre a casa (aquela lá): a dona conversou com os filhos agora no feriado (eu tinha pedido um tempo pra pagar o restante, o tempo de vender o meu apê e estava esperando a resposta). Bom, os filhos resolveram não vender mais a casa. Não os culpo. Eu também não venderia aquela casa tão fofa. Toca a procurar casa de novo. Ai, ai.

Fiz um blog pro meu pai. Ele faz lindos veleiros e barquinhos em escala natural (talvez tenha sido dele que eu puxei esse "dom" para os mosaicos...) Please, visitem, comentem, prestigiem!




domingo, outubro 31, 2004

Praia!
Estou aqui na casa do meu pai, em Caraguá. Se não fosse pela ausência do Tom e do Guilherme, o dia teria sido perfeito, com sol, praia, céu azul e agora uma chuvinha pra refrescar.
Dormi no quarto que era da vovó Flora, que se foi há pouco tempo. Recebi uma caixinha forrada de relíquias que eram dela, de presente do meu pai e da Aparecida. Não liguei tanto para as coisas de ouro. Gostei mesmo de ter a chance de ler as cartas que meu avô escreveu para ela, e que ela escreveu para ele. Ele foi soldado e lutou em Ourinhos em uma guerra. Ficou um ano distante de casa, quando meu pai era pequeno. As cartas que ele escreve transpiravam um amor e um carinho indescritíveis, assim como as cartas da minha avó, que usava o diminutivo para descrever os seus sentimentos.
Minha avó sempre foi uma mulher de personalidade forte, autoritária e dominadora. Mais velha de nove irmãos, ela e meu avô sempre formaram um casal perfeito. Ele, a doçura em pessoa. Ela, mandona, durona, mas muito organizada.
Nunca vou me esquecer dos vestidinhos que ela costurou para todas as minhas bonecas para deixá-las bonitas para esperar o Natal, das "pinhulatas", panetones e outros doces italianos que eu já esqueci o nome, que o vovô ajudava a fazer, das histórias que ela me contava da sua infância na fazenda em Mococa, e das histórias que o vovô contava sobre a guerra e as pescarias com o dr. Figueiredo. Tantas saudades daquele tempo, daquela vida que não volta mais... Eu espero que os dois tenham se encontrado no Céu e que continuem a viver essa linda e maravilhosa história de amor que os uniu, que deu origem ao meu pai e por conseqüência, a mim e à minha família. Os fios da vida se entrelaçam e tecem uma teia de emoções que se repetem, se renovam e nutrem a vida. Desejo, do fundo do meu coração, que eles estejam bem, onde quer que estejam.
Mudando de assunto: pela primeira vez na minha vida não votei. Justifiquei. E ninguém pode me culpar de nada. Me sinto estranhamente livre.
Obrigada a Ivis, Alê, Pri, Dígito, Ciça, Ingrid, Maith, Stela, Mauro, Maitê e Zana: vocês não podem imaginar o quanto eu valorizo o tempo que vocês gastam para vir até aqui e deixar um comentário. Bjs.


sexta-feira, outubro 29, 2004

Ninguém adivinhou!
Hoje, dia 29 de outubro de 2004, este modesto, adorado, lindo, fofo, gostoso, convidativo e simpático espaço virtual (modéstia à parte), onde conheci tanta gente muito legal, completa seu primeiro aniversário.
Muito obrigada pelas sua visita, pelo seu comentário, pela força que recebi de você nos momentos difíceis, pelo carinho, pela atenção dispensada.
Foi um ano de descobertas do que é possível fazer por aqui - se bem que ainda sei pouco - mas, enfim, de descobrir como faz p/ pôr comentários, fotos, de ficar chateada quando o blogger dá pau, de conhecer gente de tantos países distantes, como a Stela, a Sandra, a Zana, a Dri, a Ingrid, e tanta gente legal, de outros estados brasileiros, como a Nana e a Lila, de outras cidades, como o sumido do André, do Nando, que apareceu agora há pouco, de gente daqui de pertinho, que conheci primeiro virtualmente e depois ao vivo, como a Pri, de gente que vejo todo dia, como a Alê, de gente misteriosa, como o Dígito, de gente que começou a me visitar recentemente e que vem de vez em quando, como a Carol, a Cris, a de gente que sumiu, e some sempre como a Pâ e a Morgana, de gente que nunca passa por aqui quase, mas que quando vem faz a minha alegria, como a Sonia, a famosa da Thalita, a Lucy, o meu pai, Maitê, a Maith, a Renata de Brasília, a Danibela, a minha xará Silvia, o Pepe e a Débora, de gente que descobri a identidade secreta, como o Auditor, de gente que vivia perto e agora vive longe, como a Monica e a Márcia, de gente que manda abraços de trincar costelas, como o Mauro, de gente que praticamente já faz parte da minha vida, como a Ivis, a Ciça, a Luciana K., de gente que eu ainda não coloquei o link aqui do lado sei lá porque, como a minha amiga Mari loke, a Patrícia, a Rosana, de gente que acabou de chegar, como a Claudia Moura, ... ah, tem mais gente, eu é que sou meio gagá e esqueci de alguém, com certeza. Por isso estou naquela comunidade "num lembro" no orkut.
Mas é isso, eu, que sempre tive aquele diário fechado a sete chaves, agora tenho a minha vida aberta aqui, pra quem quiser ler.
A intenção inicial se perdeu ao longo dos meses, mas quem estiver precisando de uma consultinha sentimental, pode me mandar e-mail. Eu não sei se ajudo muito, mas pelo menos, dou uma visão externa dos fatos, o que pode ajudar.
Bom, deixa eu trabalhar, porque hoje ainda é sexta-feira.
Conto com o seu pensamento positivo, p/ que esse blog continue crescendo forte, vivo, bonitinho e saudável. Como um fofo bebê de um ano.
Fui.

quinta-feira, outubro 28, 2004

sexta-feira, outubro 22, 2004

Uma casa
Como saber se uma casa é A casa?
Ontem de manhã fui correndo com esse corretor que tem nome de mulher (Valdinez) ver umas casas. A primeira era sofrível. Sem comentários.
Fomos ver a segunda.
Entramos na rua e vi uma placa da imobiliária em uma casa feia, cheia de entulhos na garagem.
- Putz, será que é essa? - pensei.
Mas o corretor andou mais uns metros com o carro e vi uma casa de esquina lindinha, com um jardim florido, caprichado, uma escadinha pequena e em curva levando à porta principal. Nenhuma placa de "vende-se".
- Que lindinha... pensei. Mas perguntei: - é aquela? - e apontei para a casa feia.
- Não, é essa - ele respondeu apontando para a casa lindinha.
Entramos.
Ainda tem uma senhora simpática morando lá, com a mãe de 90 anos.
A casa é bem do jeito que eu queria.
O chão é de taco de madeira, a casa é iluminada, mesmo em um dia escuro como estava o dia de ontem em SP, e sabe essas donas de casa de antigamente, que cuidam bem de tudo? É tudo limpo, cuidado, uma graça. os azulejos são antigos, cozinha e banheiros tem aquele visual dos anos 60, mas quem se importa? A casa tem um charme especial. É isolada (o que vi de sobrados geminados e sem personalidade não tá escrito...)
Mas pensei:
- Deve ser cara.
Saímos.
- Quanto estão pedindo, Valdinez?
Ele falou. E era menos do que todas as outras que eu vi.
- Que bom!
Amanhã, vou levar a família inteira pra visitar a casa.
(hoje já passei em frente dela com o Gui e a Biba).
Comprar casa é complicado. A gente tem que pensar daqui a 10 anos. E daqui a 10 anos eu e o Gui estaremos ficando velhinhos. Não vamos querer um sobrado, com uma escada no meio, pra dificultar a nossa locomoção. E vamos querer uma casa cheia de netinhos felizes correndo pelos corredores, bagunçando tudo, e levando alegria p/ a nossa vida. Visualizei tudo isso nessa casa. Quem sabe, essa é A casa...
Desculpe a monotonia que virou esse blog, mas eu simplesmente não consigo pensar em outra coisa. Idéia fixa, sabe?

terça-feira, outubro 19, 2004

Sonhos
Minha vida é em grande parte feita dessa substância imaterial chamada sonho. Tenho grandes sonhos, realizei já outros tantos e eles me fazem me sentir VIVA e até jovem, eu diria.
Agora, por exemplo, o ritmo da minha vida, e principalmente o meu coração, está preenchido com dois desejos principais: o primeiro é o velho desejo de mudança de casa. Continua a me atormentar as madrugadas. Mas agora, pelo menos, chegamos a uma conclusão: vamos vender o apto pequenininho e comprar uma casa. Agora, é esperar (e batalhar, é claro) para que dê tudo certo.
O outro desejo é em parte culpa da Alê.
Ela fica aqui do meu lado me contaminando com idéias de viagens internacionais. Esse é um caso até mais grave, porque viajar é o sonho de toda a minha vida. Primeiro, meu sonho dourado era ir pra Paris. Realizei o sonho no reveillon de 2000 p/ 2001. E foi o MÁXIMO. Depois, passei o carnaval de 2002 em Londres. Também amei a viagem. Daí a gente começou a planejar uma viagem p/ Portugal, mas andava complicada a coisa e o sonho ficou meio empoeirado, abandonado em um cantinho. Mas ontem esse sonho ganhou força e se tudo der certo vamos conseguir fazer com que ele se realize. O caso é mais grave também porque a gente gostaria de morar em Portugal... Largar tudo aqui e se jogar nessa aventura. Quem sabe...
Please, leitor(a), conto com o seu pensamento positivo, falou? Prometo que vou fazer várias vibrações pelo seu sonho também. Essa troca de energias positivas é o que dá força para o BEM se expandir pelo mundo, acredito eu.

sábado, outubro 16, 2004

sexta-feira, outubro 15, 2004

Dia de sorte!
Recebi hoje (quinta) minha primeira encomenda de mosaico: uma bandeja em tons de azul, da Lúcia. E aqui estão (finalmente registrados digitalmente) os meu primeiros trabalhos, pela ordem:

Sousplat:


Porta-chaves:


Que tal???
Meu querido filho Tom, estudante de Arquitetura deu a dica do fundo preto. Gostei!

sábado, outubro 09, 2004

Último dia!
Tudo o que é bom dura pouco... Minhas férias chegam ao fim. Hoje foi o último dia "útil" de férias. Acordei às nove e meia, naveguei na internet, só passeando por blogs amigos, orkut, vendo o Oliver Twist na GNT (adoro), e curtindo um CD de tango que meu "primo" argentino me mandou. Nos conhecemos por intermédio do site da cidade de Montemurro (Itália), de onde vêm nossos antepassados em comum. Fiquei ontem até tarde (muito tarde) jogando uns free trials de um joguinho chamado Puzzle Inlay viciante.
É bom fazer coisas inúteis de vez em quando.
Sobre a Seara, é um centro espírita kardecista, Ivis.
Eu era trabalhadora lá. Mas saí pra fazer pós-graduação e demorei mais dois anos pra voltar (o que soma 4 anos). Conclusão: estou de "recuperação". Em 2005 tenho que fazer reciclagem, que é o curso de educação mediúnica de novo, e só vou poder voltar a trabalhar, se tudo der certo, em 2006. Gosto do espiritismo porque ensina que tudo tem o seu tempo, e a gente aprende a relativizar muito os probleminhas cotidianos, sabe, analisar tudo a partir do que os americanos chamam de "big picture". Somos apenas um grão de areia no meio de uma praia infinita. Precisamos aprender a viver, a conviver, a amar o próximo e até os nossos inimigos, que em geral têm alguma lição p/ nos ensinar. Quando compreendemos isso, a vida fica mais leve.

Mosaico
Ontem pendurei meu porta-chaves. Vou tirar uma foto e ponho aqui p/ vc ver.
Bom feriado pra todo mundo!!!!!
DVDs alugados: Doze é Demais e Encantadora de Baleias.

quarta-feira, outubro 06, 2004

Mulhegada
Hoje é o dia da oitava reunião das Mulheres Atuantes. Como ainda estou em férias (inúteis, por sinal, porque continuo estressada...), vou lá. Vou levar minha mãe e a Augusta, minha professora de mosaico. À noite, tem Seara. Terminei meu tratamento espiritual e tenho que passar na orientação pra ver se já posso voltar a trabalhar.

terça-feira, outubro 05, 2004

Duas coisas
1) Mania de limpeza: minha mãe lava o lixo. Pode, isso??
2) Ontem à noite a Biba jogou seu primeiro campeonato de tênis da vida: Pais e Filhos, lá no Anhembi. Olha só como ela jogou com gente grande:


segunda-feira, outubro 04, 2004

Eu odeio as empresas de telefonia celular e as férias sem viagem
Elas são arbitrárias e fazem gato e sapato da gente. Odeio, odeio, odeio.
Também estou frustradíssima com as minhas férias sem viagem. Foi a coisa mais idiota que eu fiz. Tirar férias pra continuar na rotina... Desculpe o desabafo. Nem todos os dias a gente tá bem... OK, já passou.
Boa semana a todos.
Mais tarde eu volto com assuntos mais amenos.

sábado, outubro 02, 2004

Como é duro ser pré-adolescente!
A Lila falou sobre uma festa de aniversário da filha dela. Fui comentar lá e o comentário acabou virando um post. Ontem aqui em casa foi a maior choradeira porque a Biba tinha uma festa (aniversário da Giulia, que foi com a gente no consulado da Rússia) e não tinha sapato, não tinha roupa "de festa"..... O sapato dela tava apertado. A meia coçava. Não queria pôr meia-calça. Queria ir de sandália branca, saia branca e blusa vaporosa, sendo que tá o maior frio em Sampa... Eu explicava que ia ficar ridículo, por causa do tempo e tal. Ela chorava. O relógio andava, estava ficando tarde... Ela queria minha ajuda e ao mesmo tempo não aceitava nenhuma das minhas sugestões...
- Não quero pôr meia-calça!
- Essa roupa não é de festa!
- O sapato tá apertado!
- Não tenho roupa!
- Me ajuda, mãe!
Tudo com voz de choro, chorando, berrando, se atirando na cama...
Uma hora me irritei... Paciência tem limite!
- Tudo bem! Também não te levo mais. Pronto. Chega!!!!
- Me leva, por favor!
- Então, pára de chorar.
- Já parei.
Daí, vem o pai, em tom consolador:
-Vamos comprar um sapato.
Fomos. Compramos um sapato lindo na Side Walk (com cheque pré-datado, viu, Lila...).
A festa já tinha começado.
Chegamos lá e várias meninas estavam de sandália... Inclusive a aniversariante.
Mas pra mim, coruja total, ela era a mais bonita da festa!

sexta-feira, outubro 01, 2004

Mosaico
Aprendi a cortar o azulejo em pedacinhos e brinquei de colar os pedacinhos em um porta-chaves. Fiz flores, em homenagem à primavera. Quando der, ponho foto. Ainda falta passar o rejunte. Volto lá amanhã. Sonho em viver em meio àqueles pedacinhos coloridos... quem sabe um dia. Aceito encomendas! (obrigada pela dica, Pri!).

Política etc.
Nem Marta, nem Serra. Vou votar no PV. Não sei porque declarei meu voto, não gosto muito de política.
Hoje à noite tivemos um jantar agradável aqui em casa com a minha mãe e o Nelson (marido dela). Dia 24 foi aniversário dele e dia 26 o do Guilherme. Foi um jantar comemorativo incrivelmente calmo e tranqüilo. Thanks, God! No cardápio: capeletti com molho vermelho e queijo ralado bom, vinho argentino e de sobremesa goiabada cascão com queijo. Prosaico, mas tava bom.
Ando meio sem inspiração. Na verdade, estou tentando "esvaziar" minha cabeça, já que não vou viajar, tenho que encontrar formas alternativas de descansar no meio da rotina doméstica. Amanhã a minha assistente para assuntos domésticos não virá. Então, já viu, né?
Amanhã também vou finalmente começar aquele curso de mosaico que eu falei lááááá atrás, p/ quem se lembra.
Meu sonho de consumo é viver de calça jeans, camiseta, tênis e avental, produzindo minhas peças de mosaico, dando aula, fazendo encomendas, se possível em Portugal. Sonhar é grátis!!!
Nessa férias customizei umas quatro camisetas minhas, com crochê e aplicando fitas coloridas, forrei uma caixinha de madeira com fitas por fora e jeans por dentro, e vi muuuito DVD.
So far, so good.
O que eu mais gostei foi do "Alguém tem que ceder". Tirando as blusas de gola olímpica, que eu não suporto, adorei as roupas da personagem da Diane Keaton. Descobri que azul claro combina com bege, porque são as cores da areia em contraste com o céu. Lindo, não? Tô na fase das cores pastel. (É assim mesmo, o pastel não vai pro plural.)
Não fui na academia do clube, não achei a casa pra me mudar, não andei na USP, não tomei sol.... E já passou da metade das férias... ai, ai.
Outra coisa: estou absolutamente convencida de que preciso dar um jeito de organizar minha vida financeira. Não sou exatamente uma pessoa prática e tenho muita dificuldade nesse setor da vida. Estou pedindo ajuda para uma das Mulheres Atuantes, a Andréa. É sério.
E esse post ficou mesmo parecendo um mosaico, com tantos assuntos nada a ver um com o outro. E pensar que eu mal sabia o que escrever quando abri o blogger.

terça-feira, setembro 28, 2004

"Eu me desenvolvo e evoluo com meu filho"
Tenho que confessar que depois dessa música passei a ser fã do Marcelo D2. Meu filho não se conforma: "Mãe, vc é fã do Marcelo D2? vc sabia que ele era do Planet Hemp?" Não, não sabia.
Mas eu tenho essa coisa de procurar estar ligada nas coisas que acontecem no mundo, evitando ser fã só das músicas do Bob Dylan de 30 anos atrás. Foi assim que passei a gostar dos Paralamas do Sucesso. Meio atrasada, já que quando comecei a gostar deles, eles já faziam sucesso há tempos. Foi quando foi lançado aquele site, o IT Web, com um show maravilhoso deles. Também gosto dos Beatles, da Rita Lee, de ouvir o que toca na Eldorado e de escolher cuidadosamente o que ouvir. Tá certo que algumas palavras que o D2 fala lá nas músicas dele ferem um pouco os meus ouvidos delicados. Mas, tirando isso, é uma coisa pulsante, viva, forte. Gostei. Até comprei o CD do Acústico MTV, que tenho que esconder do Tom. Já chega ele ter me "tungado" o CD do Gil, aquele que tinha aquela música da janela, antes de eu ter cansado de ouvir.
Agora, fenômeno mesmo é o Gui, que ganhou de aniversário um vale-presente da livraria Cultura e não conseguiu trocar. Com mil e uma opções lá na loja... Eu não entendo. Juro.
Eu não me arrisco mais a dar presente pra ele. Depois do tênis vermelho que ele ganhou no Dia dos Pais, ameaçou trocar e não trocou, mas que não usa porque "chama muito a atenção"...
(e hoje sonhei com o trabalho - acho que só viajando mesmo pra me desligar... - tudo culpa do telefonema de trabalho que recebi ontem "por engano", de novo...)

segunda-feira, setembro 27, 2004

Só mais uma!
Minha estante bagunçada, que eu amo, e mais um pedaço da cozinha, e o meu oratório no canto da espiritualidade (feng shui), a coleção das hello kitties do Mc Donald's, os troféus que os meus queridos tenistas colecionam, etc, etc, etc:

Férias, fotos, etc...
1) Embora minhas férias tenham começado oficialmente na semana passada, na prática começaram hoje. É que o Tom passou por uma pequena cirurgia na segunda da semana passada e aqueles dias, definitivamente, não podem ser chamados de férias. Mas os Anjos da Guarda estavam vigilantes e tudo deu certo. Ele voltou a trabalhar hoje e eu começo agora a curtir minhas férias. Plena segunda-feira e eu aqui, na folga, blogando, escolhendo um lugar pra hospedar as fotos, etc. e tal.
2) Bom, preciso de uns dias de viagem para que minhas férias sejam chamadas de férias. Mas a gente é tão louco que não sabe se vai pra Portugal, pra Paris, pra Serra Gaúcha, pra algum hotel fazenda no interior, pra praia, pro campo, pro norte, pro sul, pra Buenos Aires... Já viu, né? é capaz de não irmos pra lado nenhum.
3) A vontade de mudar da casa também continua a me atormentar a vida.
4) (Ontem, foi só eu postar aqui como a minha vida familiar é linda, que começou uma discussão gigante aqui em casa, precisa ver. A Biba queria ir ao cinema ao meio dia, mas era aniversário do Gui, tínhamos que almoçar como uma família decente, na hora do almoço o Tom não veio sentar com a gente, ficou mandando CV pela Internet... aquelas coisas).
5) Vou tentar pôr aqui uma foto (ou mais) da minha casa pra vocês verem como ela até que é bem simpática.


Mais uma:


6) Fiz outro blog, mas não é meu, é das Mulheres Atuantes.
7) Me inspirei na Nana pra colorir um pouco isso aqui. Ela tá de blog novo, lindo e fundamental pra minha existência, como sempre, e seeeempre muito colorido. Adoro a Nana!


A teoria do beijo na escada rolante
O Gui inventou uma teoria que se prova verdadeira a cada fim de semana: as pessoas se beijam em escadas rolantes. Os casais, pais e filhos, namorados, velhinhos, todo mundo. Pode reparar. É batata! Repara nisso e vem me contar se não é verdade também aí na sua cidade / país.

domingo, setembro 26, 2004

Aniversário do Gui
Hoje o meu querido marido faz 52 anos. Caramba... parece que foi ontem, sabe? aqueles cachinhos dourados caindo sobre os ombros, aquela energia contagiante, o bom humor e a alegria que me conquistaram de cara. Ele ganhou um vale-presente da livraria Cultura e uma caricatura feita a partir de uma foto, por um desenhista muito talentoso que está lá na porta do Pão de Açúcar do shopping Villa Lobos. O cara é bom!!! Ficou muito engraçada.
Também fizemos um cartão com uma mensagem caprichada.
Vou ver se consigo visitar os blogs de todo mundo hoje... ando completamente desatualizada!
A Biba acaba de trazer o café-da-manhã pro Tom, que liiiinda! Nessas horas, tenho certeza que, se a minha vida profissional derrapa um pouco, construí uma família liiinda, nessa minha vida pessoal. Valeu!!!


quinta-feira, setembro 23, 2004

Chorar, pedir pra ficar
Não sei o que os profissionais do conselho amoroso vão achar disso, mas a verdade é que já chorei algumas vezes quando o meu "namorado" veio com aquele papo que queria "dar um tempo". Chorei mesmo, ué. Fui absolutamente transparente naquilo que senti na hora. Não foi nenhuma jogada pra sensibilizá-lo. Mas sensibilizou, e ele ficou. E continuou tudo numa boa. E foi assim. E ele também, por sua vez, me pediu pra ficar, sempre que eu estava decidida a ir embora. E fomos ficando. Amor é isso também, eu acho. É ficar, é pedir para ficar, é chorar quando a gente tá triste, sem aquele papo de "orgulho ferido". Sempre coloquei o meu amor e minha vontade de ficar junto acima de tudo. E de todos. O que é mais importante agora? O meu orgulho, a minha vaidade pessoal, ou estarmos juntos? Nunca tive dúvidas quanto à resposta para essa questão.
Muita coisa aconteceu nesses anos todos, muita água rolou debaixo da ponte, muitas mágoas, sentimentos feridos, ofensas, coisas que foram ditas e que não deveriam ter sido nem pensadas, etc. Mas quem é perfeito? Ninguém, nesse mundo, pelo menos, não.
Eu tenho um monte de defeitos, e ele outros tantos. Nunca achei que seria uma boa idéia trocar de defeitos... entende? Prefiro lidar com os que eu já conheço. E a gente vai aprendendo cada vez mais a perdoar, a relevar, a pedir perdão... e assim vão se passando os anos.
Não gosto daquela frase que se diz nos casamentos - até que a morte os separe - porque é falsa. Qualquer coisa pode separar um casal. E é bom que se viva com essa certeza, a de que tudo é provisório e que o importante é se questionar se vale a pena o sacrifício de ficar junto. Ficar junto também é sacrifício, é ceder, conceder, mais do que receber, às vezes. Não se pode ser exigente demais porque o risco de se decepcionar é muito, muito grande.
Não sei se ajudei ou atrapalhei falando tudo isso.
Mas no meu caso, pelo fato dos meus pais terem se separado, em uma época em que as separações ainda não eram tão comuns quanto são hoje, influenciou muito minha visão de mundo. E, por incrível que pareça, a separação deles foi um pouco responsável pelo fato de estarmos juntos há tanto tempo. Juntos desde 1975 e "casados" desde 1980. Bastante tempo, né?
Por isso me acho competente o suficiente pra ficar aqui dando conselhos para quem nem pediu!

sábado, setembro 18, 2004

Ai, que saudades!
Vira e mexe, o blog volta às origens. Dessa vez, vai ser com uma entrevista do psicanalista Jorge Forbes para a Marie Claire.

Todo mundo quer amor
O psicanalista e psiquiatra Jorge Forbes* fala que a felicidade amorosa não tem garantia. Ele acredita que buscá-la é obrigação de todos. Mesmo sabendo do risco de se machucar no caminho.
Marie Claire: É impossível ser feliz sozinho?
Jorge Forbes: Todo ser humano necessita de alguém que o incomode, que o desafie todos os dias. Quando acontece o encontro, um acorda o outro e é bom, as pessoas precisam de alguém que as retire do comportamento individualista. A mulher deve ser "a pedra no caminho" do homem, como nos versos de Carlos Drummond de Andrade. É ela quem alerta o homem, porque ele é mais acomodado e ela é mais inquieta. O encontro faz com que os dois tenham motivo para reinventar a vida todos os dias. Mas felicidade dá trabalho.
MC: Fixar-se na falta do parceiro é uma atitude infeliz?
JF: Idealizar que o parceiro é a fonte da felicidade tem dois lados ruins: 1. Enquanto está sem par, a pessoa desvaloriza as outras conquistas da vida, que também são importantes, mas acabam passando despercebidas. 2. Se, por acaso, consegue que seu relacionamento amoroso atinja seu ideal de felicidade, está fadada a perder essa situação, já que nenhum relacionamento é ideal eternamente.
MC: Como realizar o sonho de ser feliz no amor?
JF: Tentar ser feliz é obrigatório. Realizar é uma sorte. Para chegar um pouco mais perto, aí vão alguns lembretes:
1. Não acredite em conselhos que tenham em sua composição a palavra "dever".
2. Esqueça regras pré-concebidas. As formas de satisfação a dois só podem ter uma regra – o comum acordo entre os parceiros.
3. Os parceiros podem contar todas as fantasias amorosas um para o outro: contar sempre, realizar quando der.
4. Jamais tente compreender a felicidade. É preciso suportar o inusitado dela, mesmo se você não compreende o que está acontecendo! Com medo de que a felicidade acabe, as pessoas ficam tentando descobrir a receita para repetir exatamente o que aconteceu, na tentativa de aprisionar o momento feliz. Mas toda vez que se constrói uma prisão, a felicidade acaba.
5. A base da felicidade é o novo, a originalidade. Ela é a possibilidade de viver fora do padrão e de reinventar a vida. Quem ousa tem mais chance de ser feliz.
MC: Dizem que"casamento é loteria". O senhor acha que felicidade é questão de sorte?
JF: Concordo que o amor é um encontro por acaso. A essência do relacionamento não se pode prever e nem medir. Todo balanço pré-nupcial tem um elemento imponderável, por isso os mais velhos costumavam dizer que "quem pensa muito não casa". A razão é simples: é impossível entender plenamente por que se está casando.
MC:A felicidade depende da maturidade?
JF: Isso não garante nada. A maturidade é uma chatice que a civilização impõe. A felicidade é poder manter algo dos 5 anos de idade e não ser taxado de débil mental. Felicidade é a força bruta do desejo, que dá o impulso para que as coisas se realizem.
MC: "Tenho medo da dependência" é outro clichê moderno para fugir da intimidade emocional. JF: Atrás dessa frase há sempre uma pessoa querendo muito ser dependente. Ao encontrar alguém aparentemente disponível, agarra-se a ela como garantia de segurança emocional, econômica, social, espiritual... mas isso não é felicidade. Há sempre uma diferença radical entre dois parceiros: amor é o nome que se dá à ponte que recobre temporariamente essa distância entre eles. Mas a diferença sempre vai reaparecer, é inevitável. A felicidade é tênue, um encontro provisório. Não é standard, nunca é fixa.
MC:Esperar que a relação seja fonte de felicidade revela uma visão idealizada do amor?
JF: Tratar a relação amorosa como um tapa-buraco para as dificuldades da vida é exigir demais do parceiro, que acaba tendo uma responsabilidade que desconhece e com a qual não pode arcar. Relacionamento amoroso ajuda, sim, mas indiretamente: fornece energia e entusiasmo para enfrentar a vida.
MC:O que precisamos saber para amar e ser feliz?
JF: Que não existe garantia. Todo amor é um contrato de risco e nisso reside sua graça e sua desgraça. Graça, quando contribui para aumentar o entusiasmo na vida. Desgraça quando deixa a pessoa desarvorada – a pior reação de uma mulher frente à perda de um amor, segundo [a escritora] Marguerite Duras.
MC:Mulher sofre mais por amor do que homem?
JF: Geralmente, sim. O abatimento da mulher é maior porque a capacidade feminina de amar é infinitamente superior à do homem.
MC:Felicidade é uma responsabilidade pessoal?
JF: Pessoal e intransferível. Quem espera que o outro lhe traga a felicidade é porque se acomodou. Colocou o parceiro no lugar da mãe que levava o Toddy na cama.
MC:Na carência afetiva, corremos o risco de consumir o outro como um "antidepressivo"?
JF: Transformar amor em remédio é perigoso, felicidade não é artigo de consumo. A relação amorosa tem duas vertentes: a afetiva e a sensual. A afetiva é cuidado, segurança, companheirismo – é repetição. A sensual é invenção e nada tem a ver com o cuidar – envolve surpresa, uso sexual recíproco e tem uma vertente enigmática. Quando as pessoas estão carentes, tendem a desenvolver a corrente amigável e sufocar a sensual. Aí o amor acaba. Quem se preocupa demais com o dia-a-dia costuma fazer mal amor à noite.
MC: A felicidade amorosa quase sempre vem acompanhada do medo da perda, do abandono ou da traição. Como superar isso?
JF: Quando se gosta de alguém, a tendência é ficar vulnerável. Amar é suportar ser ridículo. A partir dos 30 anos as pessoas estão escaldadas, já tiveram decepções amorosas. Daí o medo. Mesmo assim, vale a pena arriscar novamente, ainda sabendo que pode se ferrar de novo. Mas se a pessoa só se ferra, é hora de desconfiar de suas más escolhas. Tem gente que tem prazer em sofrer.
MC: A euforia do começo da paixão pode ser chamada de felicidade?
JF: A paixão pode ser chamada de felicidade, mas, quando se transforma em um ideal de vida, fica supervalorizada e representa um perigo. Fica bonito no teatro, mas é muito triste na vida real. Daí personagens como Romeu e Julieta, Tristão e Isolda, Abelardo e Heloísa... Morreram porque tentaram eternizar a paixão. Quando os envolvidos querem manter intocável a paixão, quando não suportam mudança ou interferência, acabam selando um compromisso de morte.

*Jorge Forbes é presidente do Instituto de Pesquisas e Psicanálise de São Paulo; membro da Escola Européia de Psicanálise e autor de vários livros. O mais recente é "Da Palavra ao Gesto do Analista", pela Jorge Zahar Editores.

terça-feira, setembro 14, 2004

Telegrama
Correria. Muita. Gringo in town. Mil coisas. Volto semana q vem (férias). Desculpe sumiço.

sexta-feira, setembro 10, 2004

Totalmente digital
Hoje tô chateada por motivos estritamente digitais. Meu PC lá de casa tá podre, cheio de spywares pra todo lado. Tem uma barra de busca que não some de jeito nenhum e uma droga de um lixo de um programa que não sai com o Spybot nem com nada!!!!! Argh!!!!
Daí some a barra do Google que não deveria sumir.... um lixo.
Outro motivo digital que me tirou do sério foi o photodump, que tirou minha foto do consulado do ar, assim, sem mais nem menos. Pô, sacanagem!!!!
Por outro lado, o Gui anda cada vez mais digital! Eu brigo muito com ele, coitado, mas no fundo, no fundo, admiro a sua boa vontade em aprender a mexer com isso de computador, links, e-mails, etc. É tudo novidade pra ele! Tadinho.....
Outro fato importante, digno de uma nota digital aqui, é que pela primeira vez na minha vida vou conhecer uma pessoa que conheci antes pela Internet, a Priscila. Legal, né? Acabo de ver que ela tb falou desse fato no blog dela! UAU, que sintonia, hein??? hehehe. Vamos trocar muuuuitas figurinhas!!!
E para quem estiver querendo alguma força espiritual, recomendo este site aqui. Voltei. E foi a melhor coisa que fiz pra mim mesma ultimamente.
BOM FIM DE SEMANA!!!!!
Pelo menos um, eu tenho certeza absoluta que vai ser. O da Alê.

domingo, setembro 05, 2004

Sei lá. Mil coisas.
Bom, é o seguinte.
Brasília.
Quem quer que vá a Brasília não pode ficar indiferente ao clima de patriotismo, de nacionalismo, que a cidade emana. Aquela atmosfera de poder, misturada ao ranço do funcionalismo público, sabe? Naquele lugar definem-se os rumos do Brasil. Você começa a achar que o Hino Nacional é lindo, a bandeira tremulando em uma das pontas da Esplanada dos Ministérios, idem.
Ainda mais quando se chega à cidade perto do Sete de Setembro, aí a coisa fica ainda mais exacerbada.
Nacionalismo e patriotismo dão, mais do que nunca, o tom da cidade. Os ministérios ganharam bandeiras verdes e faixas amarelas para o grande dia. Chique.
Nos gramados, que se esforçam como podem para ser verde-pálidos, com toda aquela secura, tufos de flores inesperadas alegram o lugar. Bonito.
Candango pra tudo quanto é lado - e eu, que não sabia direito o significado da palavra, me detive nela. Tem até um bairro (acho) chamado Candangolândia.
Dígito, não te vi...

Rússia
Fomos hoje na porta do consulado da Rússia depositar uns vasos de flores e uma faixa, onde pintamos a palavra "Peace". Idéia e mérito do Guilherme. Ele entrou no Orkut. Mas tem poucos amigos... Procurem por ele lá - Guilherme Schibik.



Guilherme, Marjorie (Biba), Silvia e Giulia (amiga da Biba que está passando esses dias com a gente).

Link
Corrijo uma falha, hoje. Entra o link para o blog da Zana!

Felicidade
Quem falou foi o psicanalista e colunista da Folha Contardo Calligaris, em entrevista para a Claudia de setembro:
"Não diria que desejo apenas felicidade aos meus filhos, porque desse modo eles não conheceriam uma ampla parcela da existência, que inclui medos, separações, perdas, dores, doenças. Tudo isso faz parte da experiência humana. Eu acho que vida boa é aquela vivida intensamente, com todo o seu leque de emoções".
Eu também acho.

Confissão
Desde que eu tinha uns 13 anos, por aí, eu tenho um diário. Por isso é tão fácil e gostoso pra mim vir aqui escrever no blog. Mas devo confessar que o blog não substituiu meu caderno pautado de capa dura. Ele continua lá e é muito útil para eu escrever quando estou chateada ou com raiva.
Tento poupar meu leitor online dos dissabores da minha pobre vida.

É isso, como diria o Pasquale. Falei tanto... Tava com saudades.
Bom feriado, pra quem se der o trabalho de vir até aqui.

quinta-feira, setembro 02, 2004

Dia ensolarado, céu azul
A alegria pontilha os corações. Até o trânsito se torna mais suportável. Pegar uma estrada (ainda que a trabalho) vai ser bom. Espalhar o olhar por horizontes largos, o verde no chão, o azul no céu.
Os problemas ficam pequenininhos, vistos de longe.
A Alê chegou aqui numa alegria só. Falando grego e tudo!!! Legal, isso.

terça-feira, agosto 31, 2004

Agenda
Quarta-feira: Osasco
Quinta-feira: Campinas
Sexta-feira: Brasília
(Dígito, vou pra sua terra!!! - mas nem posso te visitar, pois não sei quem vc é, onde vc fica nem nada...)
Tô parecendo a Nana, cheia de compromissos de trabalho.
Se eu sumir um pouco, me desculpe, tá?
Quando eu soube disso, fiquei chateada, porque vou ter que adiar o almoço com as minhas amigas, a real (Roberta) e a virtual... Que pena!!! Ia ser na sexta. Eu tava tão animada - ia finalmente conhecer a Pri...

Coisas boas
Eu adoro abrir as três janelas dos nossos três dormitórios aqui de casa todas as manhãs. O sol invade, ilumina, aquece e traz energias renovadoras, assim como a brisa da manhã. É uma delícia!!
Eu também adoro fechar as três janelas à noite. Criar um clima imprescindível de aconchego e conforto térmico e acústico. O silêncio da noite impregna os ambientes, criando uma atmosfera de segurança e de proteção.
Eu me sinto assim tipo uma leoa protegendo o meu lar. Lar é muito mais do que casa. Por mais que eu queira mudar, o meu apartamento é a concretização do sonho da casa própria da classe média brasileira. E eu gosto muito dele. Aqui nessas paredes tem sangue, suor e lágrimas. Foi duro comprar esse apê, e ainda faltam algumas prestações pra gente terminar de pagar tudo.
Vou te contar, viu? Foi duro chegar até aqui.
Nós fomos cultivando rugas e cabelos brancos no decorrer do caminho. O Gui perdeu os cabelos... eu perdi a magreza adolescente... Mas chegamos até aqui. E é gostoso olhar pra trás e ver o que já conseguimos conquistar com o nosso esforço, engolindo muitos sapos no trabalho, pra poder pagar o leite das crianças, sabe?
Eu adoro chegar do supermercado e encher a despensa, encher a a mesa da sala de frutas, coloridas, saborosas, nutritivas.
Eu aprendi a me sentir feliz com coisas bem simples, hoje em dia.
Isso só vem mesmo com o decorrer dos anos, ano após ano, conquista após conquista, degrau após degrau.


domingo, agosto 29, 2004

Você percebe que está ficando velho(a) quando:
- Deixa de se interessar por coisas novas
- Acha que já viu tudo nessa vida
- Começa a se irritar por qualquer coisa
- Só fala de médicos e doenças
- Não faz a menor idéia de quem sejam os ídolos dos seus filhos (e nem o que eles fazem)
- Sempre pede a alguém que veja se você tem e-mails novos
- Você não consegue mais lembrar de nenhuma brincadeira infantil
- Fica com a cara fechada a maior parte do tempo
- Contenta-se com o tipo mais banal de diversão, que é ver TV

O melhor é tentar fazer tudo ao contrário, para manter a alma e o coração jovens, ainda que haja um ou outro fio de cabelo branco, uma ou outra ruga marcando suas expressões.

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A Josélia Pegorin errou! Hoje tem sol.

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Ontem vi um filme péssimo e o pior é que continuei assistindo até o final... que tédio.

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Hoje tem "festa" na casa da minha mãe, que sarou. Que bom!!

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Ontem fui conhecer aquela loja nova, chamada Etna. Muuuito legal!!

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Também fomos ao Austrália Festival. O Tom quer ir pra lá no ano que vem.

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O Brasil acaba de ganhar a medalha de ouro no vôlei masculino.


sexta-feira, agosto 27, 2004

All you need is love
Uma atitude amorosa é tudo o que a gente precisa para viver mais feliz. Amor exalando pelos poros com relação a tudo o que nos cerca. Pode ser quando a gente percebe aquela árvore no nosso caminho de todos os dias, que explode em flores coloridas, só para alegrar o nosso dia. Ela faz isso sem esperar nada, é da natureza dela dar flores coloridas, às vezes perfumadas. Agora em São Paulo é tempo de azaléias - elas ocupam calçadas, praças, jardins, estão por toda a parte. Várias tonalidades de rosa tingem o ar que a gente respira, tornando-o um pouco menos pesado. Mas a gente repara?? Muitas vezes não. A gente passa apressado, emburrado, correndo, atrasado. E nem repara nessas coisas que estão ali não simplesmente por estar, mas sim para tornar o nosso dia menos chato, mais colorido.

Aprender a extrair felicidade de coisas aparentemente bobas é uma das receitas da felicidade. Se um sorriso, ainda que tímido, iluminar o nosso rosto, já é meio caminho andado para alguém perceber como somos simpáticos e quem sabe passar a nos enxergar de modo diferente.

Quem emana boas vibrações necessariamente atrai boas vibrações.

Tudo o que a gente precisa é amor. Mas existem diferentes maneiras de amor. E qualquer maneira de amor vale a pena.

Este fim de semana, em São Paulo, vai ser frio, de novo. Nada de piscina nem de sol. O jeito é passar na Blockbuster, estacionar na vaga do Brad Pitt, que nem a Adriana M. falou, e curtir um DVDzinho, em boa companhia. Um vinho argentino já tem, lá em casa. Não sei se é bom. Depois eu conto.

Segunda ainda vai estar frio, de acordo com a Josélia Pegorin.


Corpo e espírito
É preciso cuidar de ambos. Lista básica:

Para o corpo:
- alimentação boa e saudável com frutas, verduras e legumes no cardápio (o almoço no restaurante por quilo resolve bem)
- cremes hidratantes (principalmente no frio)
- xampus incrementados
- roupas coloridas (preto? tô fora - quase só se vê gente de preto básico nas ruas... credo. não gosto). Aqui entra a camiseta com arte do post anterior - viver com arte é tudo de bom na vida de uma pessoa.
- atividade física - hoje fui andar na praça Elis Regina. O nome é legal, mas tinha tanto lixo espalhado, que até poderia ter revirado o estômago de uma pessoa sensível como eu.

Para o espírito:
- oração (pode ser dentro de qualquer filosofia ou religião - só não pode pular essa parte)
- pensamentos positivos (sempre)
- uns passes espirituais para quem acredita - eles têm a força daquela ducha escocesa - é assim que chama? - da sauna, sabe??
- atitude positiva em cada momento (no trânsito também)
- músicas (as de que você gosta - se for house ou pagode, paciência... tem gosto pra tudo).
- tentar eliminar as dívidas para não ter insônia - receita infalível. Difícil, né? Mas não custa tentar.

Por enquanto é só.

Até!

terça-feira, agosto 24, 2004

Duas boas notícias e duas más
A melhor de todas: minha mãe teve alta hoje! Yesss!
Outra boa: o Tom começou no estágio novo ontem.
A pior: minha sogra está mesmo com tumor na garganta.
A chata: meu chacra cardíaco está fechado, bloqueado.
(mas já tô me cuidando, com um passe espiritual chamado P3C. Não se assuste, não é nada do outro mundo)
Obrigada a todo mundo que me deu uma força sobre o Tom fumar e beber (putz, mas é estranho escrever isso) - na verdade, sei que isso é um probleminha, com "pê" minúsculo.
Ainda mais perto dos outros problemões que andam rondando a minha casa...
Mas que vão ser enfrentados, como se deve fazer sempre. Com fé, sem desanimar.
É isso aí. Bola pra frente. Respirar fundo e encarar a vida de frente.

quinta-feira, agosto 19, 2004

Onde foi que eu errei?
Não há nenhum outro título melhor do que o velho chavão para este post.
Hoje ficou confirmado: o Tom fuma (Marlboro light). E também bebe. Ai, ai.

quarta-feira, agosto 18, 2004

Fases
A lua tem fases, a vida igualmente tem fases.
Estou na fase "lua nova", aquela em que ela fica escondida por trás da sombra do sol, eclipsada, esperando passar o furacão e causar o menor estrago possível.
Tô quieta no meu canto, rezando pela minha mãe, que está no hospital desde segunda-feira, ainda sem diagnóstico do mal que a acomete.
Tô quieta no meu canto, esperando minha sogra melhorar. Dias de hospitais, esses dias. A médica domingo dizia que era alergia. Na segunda, um dentista informou que as suas glândulas salivares estão bloqueadas, o que causa o inchaço e o desconforto que ela sente.
Tô quietinha esperando o tornozelo da Biba sarar. Domingo à noite, ela escorregou no corredor, ao sair do banheiro, descalça, depois do banho.
Tô bem quieta no meu canto, esperando o Gui se adaptar a nova rotina sem sal, a que ele deve se submeter. E esperando ele passar com louvor em todos os exames que precisa fazer.
Tô quieta aqui, esperando o Tom começar no estágio novo.
Preciso de um reforço espiritual urgente e vou procurar ajuda hoje à noite.
Por outro lado, preciso me concentrar no trabalho, o que anda dificílimo.
Por outro lado (não são só dois... antes fosse!), preciso ficar forte e firme para equilibrar todos os pratos em movimento no ar.
Suspenso no ar, o sono me ataca fora de hora. A insônia também.
Desculpem meu silêncio. Ele não será permanente, como eu pensei antes.
E Stela, Luciana, Ivis, Dígito, Ciça, Lila, Nana, Monica, Cris, André, muito obrigada pelos comentários tão carinhosos.

quarta-feira, agosto 11, 2004

More than you know
Essa é a nossa declaração de amor "oficial". A música é "Wedding Song" do Bob Dylan.
O Gui ganhou um cinto marrom maravilhoso, um perfume Hugo Boss e um tênis show, que ele quis trocar, mas trocou por outro igual, só que... vermelho!!
Ele é um paizão, um cara suuuuperlegal com os filhos. Totalmente liberal, apesar de bravão, às vezes (muito de vez em quando).
Tô atrasada.
(isso aqui tá ficando muito íntimo demais, viu...)

terça-feira, agosto 10, 2004

A vida continua
O relógio não pára. As horas se sucedem, os dias, as semanas, os meses, tudo encadeado, lavando tristezas, diluindo alegrias.
E assim caminha a Humanidade.
Sacode a poeira, dá a volta por cima, enfrenta os fantasmas, as ideologias, as crenças, a fé move montanhas.

Mudando de assunto...

Mandaram uma carta para o Saia Justa e resolvi comentar o caso aqui, com muito cuidado, pensando no Google e nos mecanismos de buscas que podem fazer com que visitantes indesejados encontrem o meu modesto refúgio internético.

Pois é. A moça, de Portugal, prestes a completar 30 anos, não se conformava de ter conhecido apenas um homem: o seu marido, com quem , aliás, se dava bem. Mas o bichinho da curiosidade incomodava... A Luana Piovani foi radical: separa do marido para conhecer o outro lado da vida. Bem imatura, a moça. As outras achavam que ela tinha que pensar bem e coisa e tal. Eu já tenho umas sugestões mais práticas. Primeiro, acho muito arriscado jogar tudo p/o alto, ainda bem se está dando mais ou menos certo. Só por uma curiosidade... Não. Nem pensar. Para isso existe toda uma indústria de filmes e outros produtos que podem aquecer uma relação. Transformar o marido em um homem diferente pode depender de criatividade. Pode ser uma dica boba, mas acredito que não vale a pena partir para atitudes mais drásticas, se é que vocês me entendem .

Outra dica é sobre o pensamento. O pensamento é livre, e viajar nas idéias é uma coisa sem limites. Por isso, eu acho que ainda que a igreja afirme que a gente pode pecar por pensamento, é um exagero. A gente pode pensar livremente, ver cenas e cenas e apimentar a vida. De vez em quando é bom, necessário, saudável.

E, finalmente, as lingeries, que podem ser muuuuito interessantes. Perfumes, luz de velas, tecidos sedosos, pétalas de rosas, tudo isso.

Falei por metáforas, mas acho que fui bastante clara.

Outro assunto: a paternidade.

Impressionante como a figura masculina inspira poder e força. E isso faz falta para qualquer ser humano, filho ou filha. eu tive a sorte de ter dois "pais" na minha infância. O meu pai, José Leonardo, inteligente, me estimulou a ler, me levava gibis do Walt Disney e os livros coloridos de literatura infanto-juvenil da Abril Cultural, publicados a cada quinzena. Ele me ensinou muitas coisas, mesmo com seu jeito fechadão. Chegava em casa por volta das 5 e meia da tarde. O chinelo ficava estrategicamente posicionado ao lado da porta de entrada. Tomava banho, vestia o roupão listado de azul e branco, deitava no sofá, lia. Ou subia para a oficina, onde fazia seus barquinhos de madeira, de acordo com o projeto original. Me levava para passear aos domingos de manhã, em matinês de cinema, ou em passeios pelo Morumbi, ficávamos vendo aquelas mansões, tão distantes da nossa realidade...

Já grandinha, eu queria ir ao Círculo Militar, balada naquela época chamava "mingau", não sei porque... Mas eu só podia ir de 15 em 15 dias. O pai de alguém levava, outro pai buscava. O meu pai participava de vez em quando desse rodízio. Nunca me perguntava nada. Sempre confiou na educação que me deu. Ele sempre diz que o importante é ensinar a pescar ao invés de dar o peixe. Sempre foi fiel a esse pensamento.

Admiração é a palavra que melhor expressa o sentimento que nutro até hoje pelo meu querido pai. Apesar de vivermos em cidades diferentes e de nos falarmos muito menos do que eu gostaria, tem muito do meu pai dentro de mim. Por mais que as pessoas digam que por fora me pareço cada vez mais com a minha mãe, por dentro, sou muito mais parecida com o meu pai.

E preciso agradecer, agradecer muito mesmo pelo mais precioso presente que ele me deu (ele e a minha mãe, é claro): a vida.

Ah, sim, meu segundo pai foi o meu avô Mário, mas faço um outro post só pra ele, um dia desses. Vou contar só uma coisinha: a gente saia pra passear na calçada e ele me dava uma flor chamada "brinco de princesa". Não preciso dizer que eu me sentia a própria, né??


segunda-feira, agosto 09, 2004

Flora
Ontem, às 15 horas, minha avó iniciou sua jornada pelo Plano Espiritual. Seus últimos meses na Terra foram bem sofridos. Por isso, espero que ela tenha iniciado sua jornada cercada de muita luz, do carinho de todos os que a precederam nessa inevitável viagem, e que ela reencontre o vovô Mário e todos os nossos entes queridos que já estão por lá há mais tempo.
Vou daqui a pouco para Mococa, onde vai ser o enterro.
Estou triste, mas entendo que essas coisas acontecem. Ela estava com 96 anos e morava com o meu pai e com a mulher dele, a Aparecida, em Caraguatatuba. Eles cuidaram muito bem dela nesses últimos tempos, ela, que tinha voltado a ser criança de novo.
Eu tinha muitas outras coisas para falar, mas hoje não vai dar.
Vou fazer uma listinha:
- falar da carta que uma telespectadora mandou p/ o programa Saia Justa
- escrever uma "carta" para o meu pai pelo Dia dos Pais, que foi ontem - dia que a minha avó escolheu pra se despedir da gente.
- falar sobre o Guilherme e sobre como foi o nosso Dia dos Pais.
- falar sobre arrumação de armários
Mas fica pra depois.

sexta-feira, agosto 06, 2004

Doenças psicossomáticas
Uma vez, quando eu fazia matérias para a revista Nova (não, não vou pôr o link), entrevistei um médico que dizia que todas as doenças são psicossomáticas. Eu achei um exagero, naquela época. Mas passaram-se os anos e hoje sou forçada a admitir que a tese daquele médico tem muito a ver.
Fiquei muito impressionada com uma colega de trabalho que hoje teve uma crise fortíssima de cólica menstrual. E a relação com o momento profissional que ela vem atravessando é imediata. Que coisa!
Tem outra tese, que caminha na direção oposta, ou complementar, que afirma que o riso tem poder antiinflamatório, até. Por isso, desejo para você, que perde o seu tempo me lendo aqui, que você dê muita risada nesse fim de semana. Se não tiver nenhum motivo, vale a pena escolher uma comédia na locadora, qualquer coisa desse tipo já vale. Muita saúde, muito riso e também muito amor (qualquer maneira de amor vale a pena).

quinta-feira, agosto 05, 2004

Mudanças
OK. Não mudei de casa. E nem vou mudar tão cedo. Já me conformei. Mas mudei de andar no trabalho. Fui "rebaixada" do décimo-primeiro para o nono. Antes, eu ficava mais isolada. Agora, recebo várias visitas, todo mundo comenta o "mural" de notícias que tem grudado aqui nas paredes da "baia" (detesto esse nome... alguém sugere um melhor, please??). Uma festa!

Eu simplesmente adoro mudanças. Por isso, gosto tanto daqueles programas que passam no People & Arts, como o Antes e Depois, Enquanto Você Não Vem, Queer Eye for the Straight Guy (esse é no Sony), Extreme Makeover (tb no Sony), aquele outro que em inglês é What Not To Wear (Esquadrão da Moda) e at last but not least Changing Rooms (Minha Casa Sua Casa).

Tudo bem que a coisa é americanizada, mas esses programas tratam de mudanças. E de gente da vida real. O resultado sempre é positivo. Todas as mudanças acabam sendo para melhor. Mudar por mudar já é melhor. A energia começa a circular de outra forma... o chi busca novos caminhos. Tudo isso me parece muito bom. Nada de energias estagnadas. Paradas.

Quando eu ia a pé sozinha pra escola (terceiro colegial) cada dia eu fazia um caminho diferente. Nem que fosse andar pela calçada diferente. O ângulo de visão muda, a perspectiva muda. Por isso, talvez eu tenha alma cigana, embora eu tenha muito medo das ciganas... Mas essa é outra história.

Por isso não gosto da idéia de comprar uma outra casa ou apartamento. Prefiro alugar, morar lá um tempo, mudar de novo, e de novo, e de novo.

Novidade na net: um tal de multiply. A Mônica me convidou hoje e eu convidei todos os meus contatos do Orkut. Me achei meio exagerada, e peço desculpas aos amigos (as) que me lêem aqui e que foram atingidos por mais um spam... Mas é que ando ligada mais do que nunca em tudo quanto é mudança e coisa nova.

O corretor ligou de novo agora. Eles continuam querendo alugar a casa pra mim. Ai, ai. Mas é como a minha mãe sempre diz: seja o que Deus quiser.