terça-feira, outubro 30, 2007

O que é normose?

Outro dia falei em permacultura. Hoje em normose. O Consulta também é cultura!!

O texto, eu recebi da minha colega de trabalho, a Irene, (que também recebeu por e-mail - não sabemos a autoria, sorry!!). Ela ficou tão impressionada que até mudou o nick dela no MSN!! E achei que esse texto tem muito a ver com o Consulta. Só não posso assinar embaixo da frase que deixei em itálico. Mas não sou fanática....

NORMOSE
Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Quem não se "normaliza" acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não-enquadramento.

A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" por intermédio de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, sejam lá quem forem todos.

Melhor se preocupar em ser você mesmo. A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer a quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar? Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta.

Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original.

Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais. Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam se quisessem ser bem mais autênticos e felizes.

E VOCÊ, O QUE ACHA DA NORMOSE??

domingo, outubro 28, 2007

Geni

Quem já ouviu falar nela?? (não sei se o link vai funcionar, pq recebi um convite, é aquela coisa...
Bom, mas sei que eu e minha mãe nos divertimos hj durante pelo menos umas duas horas navegando pelas pessoas da nossa família. Continua a ego trip, aquela coisa de flash back, de lembrar das coisas do passado. Acho que isso se chama crise dos 50.

Well, eu sei que poucas pessoas que me lêem estão nessa faixa etária, mas fazer o quê? Blog é assim mesmo. É o meu espaço e eu preciso escrever aqui só o que me toca o coração. Peço paciência aos mais novos.

Ou, quem sabe, quando estiverem nessa idade se lembrem de mim:

-Ah, bem que a Silvia falava dessa fase naquele blog dela, como chamava mesmo??...

Só sei dizer que a idade é algo implacável. Ou melhor, ´como diz aquela música do paralamas: "O trem da juventude é veloz, quando foi olhar já passou..."

sexta-feira, outubro 26, 2007

Permacultura

Já ouviu falar? A Suzana está nessa. Ela foi minha vizinha nos anos 80. E agora tá lá. Ainda preciso aprender melhor sobre como funciona. Mas é tão bom saber que algumas pessoas conseguem se libertar dos condicionamentos urbanos e conseguem encontrar outras formas de viver a vida! Mais saudáveis, mais em contato com a natureza... que delícia!! Quem me dera.

Meu bisavô

Consegui!!
Olha só que bonitão e elegante era o meu bisavô Leonardo.
E vc viu o colar todo fashion da minha bisavó?
Já pensou como eles foram corajosos?
Abandonar a Itália e vir para o Brasil tentar a sorte, em uma época em que a viagem de navio levava meses, em que nem telefone havia para se comunicar com os parentes que ficavam... E eles já tinham uma filhinha, a Hipólita, depois ponho a foto dela aqui.
Foi muita coragem e eu me sinto muito orgulhosa por ter tido parentes assim tão corajosos.

E a história se repete. Imagine que sábado agora a outra avó da Helena viaja de mudança pros EUA. Detalhe: sem falar inglês.
Mas quem disse que meus bisavós falavam português quando aportaram por aqui?
Que todos sejam felizes com as suas escolhas e com os caminhos que a vida nos leva a tomar!!

Ingrid, eu preciso pesquisar mais sobre a história deles. Estou planejando uma viagem a Mococa com o meu pai, um verdadeiro túnel do tempo. Meu pai mora em Caraguá. Não será tão simples...

Nana, que bom, que ótimo que tá tudo bem com vc, querida. Mas quero mais informações. Te mandei email. Bjs!

quinta-feira, outubro 25, 2007

Flash back


Sabe quando tem flash back nos filmes? Minha vida hj tá parecendo um desses flash backs.
Sonhei com a escola de freiras onde estudei durante 11 anos (dos 6 aos 17 anos) e recebi do meu pai as fotos dos meus bisavós, que vieram da Itália pra cá, pra "fazer América". São eles: Leonardo Angerami e Teresa Rinaldi Angerami. Não são fofos?? É muita emoção.
Merece um post.
UPDATE:
Só que não consegui subir a foto do meu bisavô.
Isso nunca tinha acontecido antes....
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bX-i54acw
Informações adicionais
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Estas informações vão nos ajudar a rastrear seu problema específico e a corrigi-lo. Pedimos desculpas pelo transtorno.
UPDATE 2
E quem diz que acho o email do Suporte do Blogger para relatar o ocorrido??
Humpft...

quarta-feira, outubro 24, 2007

Da série "Curiosidades Inúteis"

Fiquei curiosa pra saber como se escreve meu nome em chinês e no Google descobri este site:

... e em japonês também, no dialeto katakana (será verdade? com esse nome??):

segunda-feira, outubro 15, 2007

Polêmica: terapia x ajuda espiritual

Hoje, quando tava tomando banho, surgiu a idéia desse post. A água faz fluirem os pensamentos. Sempre tenho idéias quando tô tomando banho ou lavando a louça. Engraçado, mas isso é assunto pra outro post. O que quero falar aqui é sobre terapia x ajuda espiritual. Não sei se vc sabe, mas fiz dois anos e meio de Psicologia na PUC. Mas interrompi o curso, porque achei que era muita responsabilidade mexer com a "cabeça" das pessoas. Eu também comecei a achar que psicoterapia parecia ser algo meio frágil, apoiado em teorias cristalizadas, e fiquei em dúvida se a Psicologia seria capaz de fato de ajudar as pessoas.
O tempo foi passando, fiz Jornalismo com a ilusão de ajudar mais pessoas, etc.
Hoje, várias amigas e pessoas que conheço fazem terapia, e também ainda tenho certa amizade com algumas pessoas do tempo da PsicoPuc. Mas continuo duvidando um pouco do poder da Psicologia. Sei que parece uma heresia e é um assunto polêmico, por isso o título do post.
O fato é que o tempo foi passando e eu fui me aproximando do Espiritismo Kardecista Cristão. Eu, que tinha estudado onze anos em colégio de freiras, e que tinha várias dúvidas não-respondidas pela Igreja Católica, encontrei TODAS as respostas, racionalmente falando, nos livros de Allan Kardec e de André Luiz. Essas respostas me ajudam a entender muito melhor os meus próprios "problemas" e tornam absolutamente dispensável, no meu caso em particular, qualquer tpo de "terapia".
Fico pensando nos motivos que levam as pessoas a fazerem terapia, e acho que é para entender racionalmente o que acontece na vida delas. Mas acontece que nem tudo nessa vida encontra uma explicação racional. E essa é uma das explicações racionais do Espiritismo. Acho que o meu texto está bastante confuso. Mas são essas idéias que ficaram rondando minha cabeça no dia de hoje.
Também existem psicólogos que usam as terapias de vidas passadas, coisa que pode ser um tanto quanto perigosa, eu acho. Porque se a gente recebeu a bênção do esquecimento das vidas anteriores, talvez seja para o nosso bem. Se bem que é claro que temos curiosidade e que talvez em alguns casos possa ajudar algumas pessoas.
Minhas idéias são assim mesmo: contraditórias. Vejo os lados positivos e negativos das coisas.
Mas só queria mesmo registrar o meu depoimento: no meu caso, em particular, uma terapia seria algo desnescessário, porque eu tenho a compreensão - que em inglês fica melhor: the big picture. The Creator has a Master Plan. Isso não significa que devemos viver a nossa vida passivamente, ao sabor das ondas e dos acontecimentos. Mas que essa certeza dá uma baita paz de espírito, isso dá.
A plantação é optativa, a colheita é obrigatória. Deus não abandona nenhum de seus filhos. Temos o nosso livre arbítrio, podemos escolher o caminho que desejarmos seguir e viver de acordo com as escolhas que fizermos. Essas são algumas das certezas que iluminam a minha vida e o meu cotidiano. Muito simplificadamente. Mas viver não é algo tão complicado. Nós é que nos complicamos, quando nos afastamos da nossa fé. Por isso, acredito que a religião - qualquer que seja ela - serve para a mesma coisa que a terapia: fazer a conexão entre os nossos "eus" - o exterior e o interior. E na medida em que essa conexão se estabelece, temos a felicidade, aqui mesmo e agora.
Espero que o texto tenha sido mais claro, para quem teve a paciência de ler até o final.
Também sei que a Internet não comporta textos muitos longos, mas às vezes é preciso escrever um pouco mais, sorry... Boa semana a você!

quinta-feira, outubro 11, 2007

Domingo

Dica da minha amiga que é mãe de um bebê muito fofo, chamado Henrique:

Para quem estiver em SP neste domingo, uma boa dica para as crianças é a apresentação musical às 11h no Museu da Casa Brasileira, um lugar tranquilo e com um baita jardim!

MPBaby

Com músicas do mundo infantil, como "Cai Cai Balão", "Sapo-Cururu", "A Canoa Virou", e dezenas de outras, os instrumentistas André Mehmari, Toninho Ferragutti e Reginaldo Frazatto Jr. realizam uma apresentação especial em homenagem ao Dia das Crianças.

Dividido em três blocos, de vinte minutos cada, o espetáculo se inicia com o acordeonista Toninho Ferragutti, que interpreta composições do álbum MPBaby Forró, como "Asa Branca" (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), "Lamento Sertanejo" (Gilberto Gil e Dominguinhos), "Sebastiana" (Rosil Cavalcanti), "Farinhada" (Zé Dantas), e temas populares como "Cai Cai Balão", "A Canoa Virou", "Sapo-Cururu" e "Mulher Rendeira".

Em seguida, o violonista Reginaldo Frazatto Jr. apresenta trilhas que fizeram história na sétima arte, presentes no CD MPBaby Trilhas de Cinema, como "When you wish upon a star", do filme Pinóquio, "Do-Ré-Mi", de "A Noviça Rebelde", "Singing in the rain", de Cantando na Chuva, e "What a wonderful world", que chegou às novas gerações graças às animações Shrek e Madagascar.

O pianista André Mehmari conduz o terceiro bloco com clássicos do quarteto de Liverpool, registrados no álbum MPBaby Beatles. Destacam-se "Penny Lane", transformada em um choro/maxixe; "Norwegian wood", que contou com a presença de "A Tristeza do Jeca" (Angelino de Oliveira) em seu arranjo, "Eleanor Rigby", "Here comes the sun" e "Ob-la-di Ob-la-da".

Data: 14/10/07
Duração: 60 min
Capacidade: 230 lugares
Entrada franca
Vagas limitadas, por ordem de chegada
Museu da Casa Brasileira: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705