sexta-feira, abril 30, 2004

Nomes
Minhas queridas leitoras e meus queridos leitores (ladies first!), quando forem escolher um nome para os pimpolhos, pensem nisso. Escolhi Tomás para o meu filho. Nome forte, bonito, não estava na moda, etc. e tal. E já vinha com um apelido embutido: Tom. Gostei da escolha. Mas... a infância tem o seu lado perverso. Encontraram um apelido desagradável para ele: tomate! ai, ai... Ele ficava chateado e não gostava desse apelido. Agora, o que mais faziam mesmo, adultos e crianças, era perguntar onde estava o Jerry.
Passaram-se os anos e escolhi Marjorie para minha filha. Mas tem uns garotos sem graça que a chamam de... mármore. E ela não gosta, fica chateada, etc e tal. Isso quando ela não tem que repetir "N" vezes.
- Como é seu nome?
- marjorie
- Como?
- MAR-JO-RIE!
É que tem gente que não entende! Cansei de ouvir esse, digamos, diálogo.
Bom, e tem eu mesma: Silvia ... regina... Sim, estava na moda nome duplo na ápoca em que eu nasci. Era Maria Cristina pra lá, Maria Cecília pra cá, Maria isso ou aquilo, fulana Regina etc. Minha mãe só me chamava de Silvia Regina quando queria me dar uma bronca. Conclusão: fiquei com bode dessa Regina, que não sou eu. Não me identifico com esse nome. Tenho muitas amigas chamadas Reginas. Não é pessoal. Mas pra mim, acho que não cai bem.
E a Nana, sempre com as suas idéias tão originais, acho um site bacanérrimo, onde a gente pode pesquisar um ranking de nomes, válido para os EUA (tudo vem de lá mesmo...)
Descobri que:
"Silvia is the #459 most common female name. 0.029% of females in the US are named Silvia. Around 36975 US females are named Silvia!"
"Marjorie is the #128 most common female name. 0.173% of females in the US are named Marjorie. Around 220575 US females are named Marjorie!"
"Tomas is the #441 most common male name. 0.023% of men in the US are named Tomas. Around 28175 US men are named Tomas!"
Não sei se vejo Guilherme ou William pra completar. Mas como ele nunca lê meu blog mesmo, deixa pra lá.
Vai lá conferir o seu.
Valeu pela dica, Nana!

quarta-feira, abril 28, 2004

Recado do Tom
O Tom é especialista em dormir fora de casa e não avisar. A gente já conversou um mooonte de vezes sobre esse assunto. Ele vai à faculdade de arquitetura à noite. Mas na segunda a Biba teve uma festa na praça Vilaboim (eu moro no Butantã, ou seja, longe). Saímos de casa umas 22 horas p/ ir buscar a Biba. Nisso, o Tom chega da fakul.
E deixa o seguinte recado no meu celular:
"Pô, mãe, cadê a sua moral pra ficar brava quando eu saio e não ligo? O papai deixa o celular dele aqui. O seu cai direto na caixa... A natureza das coisas não é assim. Os filhos é que foram feitos pra deixar os pais preocupados e não o contrário. Tá bom? Vê se chega logo, pô. Beijo. Tchau".
Há, há, há... nada como provar do próprio remédio!

terça-feira, abril 27, 2004

domingo, abril 25, 2004

Como resumir o domingo em sete itens
1) Domingo nublado, friozinho, preguiçoso, sem muito o que fazer. As duas novidades relacionadas à Web do pedaço: orkut!! Obrigada por me convidar, Renata! Estou tentando ver porque as pessoas se viciaram tanto assim. E o Gmail. Devo confessar que me entusiasmei beeeem mais com o Gmail... Mandei pra mim mesma todas as fotos que estavam lá no trabalho e elas chegaram direitinho, intactas. Muito legal.
2) Ando tão blasè ultimamente... Entrei em um grupo de jornalistas e as discussões por e-mail estão tããããão chaaaatassss... ai, ai. Coisa mais antiga, cheia de erros de português. Talvez eu seja a chata. Admito.
3) DVDs: Como Perder um Homem em 10 Dias. Humm, médio. A Viagem de Chihiro. A história lembra "Alice no País das Maravilhas". Muito louco. Muito looongo. Nooossa, o terceiro era tão ruinzinho que esqueci até o nome... Até já devolvi pra ganhar desconto na locadora.
4) Comentário da Biba: "A única coisa decente pelo que os homens se interessam são as mulheres" - comentando que a programação televisiva aqui em casa nunca muda nos finais de semana: esporte, futebol, tênis, futebol, tênis e esporte. Ah! Muda sim. De vez em quando, ele põe no canal francês ou no alemão. Detalhe: ele não entende nada dessas duas línguas, mas tudo bem!
5) Daqui a pouco, depois do almoço, a gente vai trocar os ingressos do Chicago. Ganhamos para a estréia e tem que trocar o convite na bilheteria.
6) Não sei o que deu nos comments... não consigo ver nada hoje.
7) Bom domingo!

sexta-feira, abril 23, 2004

Menos informação
Doeu. Mas tirei alguns links aí do lado. Muitos deles não estavam mais sendo atualizados. Ainda que tenham sido importantes para que este blog aqui existisse...
Agora, só o crème de la crème.
... e a vida continua.
Tô me sentindo excluída...
Caramba... por que ninguém me convida pra entrar nesse tal de orkut? Pôxa. Já tô me sentindo excluída. Qual é o lance? Alguém aí pode me explicar, please?

quarta-feira, abril 21, 2004

Bienal do Livro = programa de índio
Apesar de tudo foi legal. Conhecemos a Thalita Rebouças, uma autora muito legal. Agora preciso urgentemente fazer um sanduíche de pão com Nutella pra minha filha. Volto depois.

terça-feira, abril 20, 2004

Insônia
Tem alguns links aí do lado de blogs que não são mais atualizados. Mas são tão bons... que tenho dó de tirá-los daí do lado. Agora, até a minha "ídala" Adriana M. resolveu que vai parar de blogar.... Será que algum dia também vou abandonar o meu? Acho que não. A Rosana Hermann fez um texto tão legal no blog dela sobre blogs em geral... O título é blog. Tudo o que poderia ser dito sobre o assunto e sobre como eu me sinto ao manter este blog aqui ela já disse. Definitivo. (4/17/2004 10:31:31 AM por Rosana Hermann)

... e teve uma entrevista tão desinteressante no Jô... Com uma moça que teve uma barraca de pastel de feira. E ele não sabia o que era pastel de pizza... Ah, fala sério. Fiquei esperando a entrevista melhorar e só piorou.

Tchau. Vou tentar dormir (hoje está especialmente difícil).

segunda-feira, abril 19, 2004

AAAAAAA!!!! AAAAAA!!!!!
Ser mãe é...
Levar a filha de onze anos ao primeiro show da vida dela: Felipe Dylon, no Via Funchal. O menino é uma graça, tem uns olhos azuis luminosos. Lindinho, simpático e até mesmo - arrisco dizer - tem um certo talento.
Mas mal saiu das fraldas. Precisa de um ponto eletrônico no ouvidinho, para saber como conduzir o show. Tudo muito certinho, arrumadinho. O disco de ouro, etc.
Mas o que me chamou mesmo a atenção foi a tietagem da garotada. Uma gritaria ensurdecedora. Mal o show começou, todas (TODAS) as meninas subiram em cima das mesas. Eu não consegui nem mesmo ver o telão, quanto mais o palco. E na hora em que ele tirou a camiseta, então? Nossa!! A meninada foi à loucura.
Na segunda música, a minha filha:
- Mãe, tô chorando! Tô chorando de felicidade!
Que lindinha.
Ela tá na idade da tietagem. Meu papel é tentar relativizar tudo isso, mostrar que a fama é uma coisa passageira. Que talvez no próximo verão ninguém mais se lembre dele.
Comprei o poster (autografado!) e uma faixa brilhante com o nome dele.
No palco, as iniciais FD, garrafais.
Quem viu Jimi Hendrix queimando a guitarra (como eu vi, em filme, mas vi) não se conforma com a pasteurização da arte.
Fazer o quê, né? Os tempos são outros... Minha filha saiu de lá cansada e feliz. Grudou o poster atrás da porta do quarto e dormiu com os anjos.

sábado, abril 17, 2004

Sabadão
Só deu tempo de fazer a aula de Lian Gong (pronuncia-se Lian Kun) no clube e de comprar roupas para a filhinha querida no shopping.
- Pode experimentar tudo o que você quiser. Não se paga nada para experimentar - falei.
Pra quê?
Foi uma festa no provador...
Na primeira leva, foram 10 peças. Serviram duas.
Na segunda, foram 7. Quatro ficaram legais. E na última, foram 4 saias. Uma ficou boa.
Nisso, foi a tarde inteira...
Saldo: uma blusa preta, duas calças jeans, uma blusinha rosa estampada, um "casaco" rosa e uma minissaia jeans.
Às vezes a felicidade é comprar um monte de roupas!

sexta-feira, abril 16, 2004

Novos rumos profissionais
Quem souber de um emprego que seja perto da minha casa, só com gente do bem, que reconheça o meu valor, e que o salário seja fixo e no dia certo, todos os meses, por favor, me avise, tá? Pode até ter uma dose de stress, já que não sei viver sem. Pode ter problemas, desde que solucionáveis com bom humor e alegria. Pode ter prazos e relatórios, encaro isso numa boa. Mas, por favor, sem neuras. Sem desconfiança, sem mau humor, sem discussões, sem atrasos de pagamento. Ah! E um emprego que não me peça para ser criativa, mas me dê apenas tarefas burocráticas, que aí fica difícil. É pedir muito??

quinta-feira, abril 15, 2004

Links
Estou com um problema. Minha lista de links cresceu tanto aí do lado que não consigo mais visitar todo mundo todos os dias, como eu gostaria...
Sol
Gosto de dias nublados, também. Mas o sol chegou aqui para iluminar meu (nosso) dia. Que bom!
Nos recônditos da Internet
Seria impossível, se eu não tivesse visto com os meus próprios olhos. Como é que este site aqui ainda está no ar? Mistérios da web...
Hoje, os únicos que continuam no mesmo lugar são o Gui e a Biba (só que na sexta série!). O Tom faz arquitetura e eu ando por aí, trabalhando muito. Muito. Hoje mandei 30 e-mails no trabalho. Mas não eram e-mails simplezinhos, assim de poucas linhas, não. Tudo coisa elaborada, relatórios cheios de links, etc. Tudo muito complicado.
Meninos e meninas, por favor, quando forem escolher a profissão, pensem bem em como vocês gostam de se vestir, como querem que seja o dia de vocês, se querem ficar o dia todo olhando pro monitor, ou se preferem passar algum tempo ao ar livre. Eu, por exemplo, odeio terninho. Mas no meu trabalho, a roupa tem que ser tudo certinha. Eu preferia andar de tênis, camiseta e jeans todos os dias. Conclusão: escolhi a profissão errada, é lóóógico! Pronto, não agüento. Tenho que dar meu conselho básico do dia.
Ah, outra coisa continua valendo, desde o tempo daquele link aí de cima: a família continua unida e feliz. Claro que a gente briga. Mas sempre fazemos as pazes depois de algum tempo. E tchau, que já tá tarde.

quarta-feira, abril 14, 2004

Lya Luft
Saí da depressão. No more bad news here.
AMO a Lya Luft. Quem ainda não leu Perdas e Danos tem que ler. Ela me ajudou a sair da depressão. Agora só quero saber de histórias de amor, novas, velhas, de todo e qualquer tipo de amor.
Também AMO você que se dá ao trabalho de comentar meus posts!

terça-feira, abril 13, 2004

Escrever
Escrever é, para mim, uma necessidade fisiológica, assim como comer, dormir, respirar, escovar os dentes. Por isso, aderi a essa idéia de blog, mesmo depois de ter passado da idade. Mas ontem fiz uma constatação estranha. Eu mantenho meus cadernos de capa dura desde quando tinha uns 13 anos de idade. Ainda tenho um, de capa vermelha. Mas depois que comecei com essa história de blog, o coitado anda bem abandonadão. Me deu um certo sentimento de perda. Não sei explicar. Aceito palpites.
Também estou louca p/ perguntar o que aquela editora achou do meu projeto de livro.... Mas estamos às vésperas da Bienal do Livro e imagino que a moça deve estar atolada em trabalho. Acalme-se, Silvia!
Só mais uma coisinha: quem aboliu os pontos de exclamação das notícias? Eu acho que uma notícia que fala 40 mortos, 500 mortos, sei-lá-quantos-mortos deveria vir SEMPRE com um ponto de exclamação no final. Senão vira uma banalidade atroz. Pode olhar agora na capa de algum jornal... Qualquer um...

domingo, abril 11, 2004

Feliz Páscoa
Querido papai,
Vi seu comentário no post anterior.
Obrigada por tentar me animar. Mas é que fico triste mesmo na Sexta-Feira Santa. Já faz muito tempo. Não sei se foi mesmo nesse dia que Jesus morreu na cruz e não sei se foi para nos salvar. Mas acho que foi uma estupidez da Humanidade aquela coisa da cruz, da violência. E o pior é que olho em volta, nos jornais, na TV, e só vejo violência, por todos os lados. Crimes, pessoas morrendo, matando, filhos matando pais. Argh! Passaram-se tantos anos desde aquele fato e parece que pouco avançamos. Será mesmo que a Humanidade está evoluindo, papai?
Faz tempo que aboli notícias trágicas do meu repertório. Mas eu sei que não adianta ignorar o mal. Ele continua existindo! Será que isso nunca vai mudar? E como fico pensando nessas coisas na Sexta-Feira Santa, fico triste, sabe? No meu dia-a-dia faço de tudo para ignorar o mal, ignorar que tem gente que deseja o mal p/ os outros. Ignorar que as pessoas fazem coisas para prejudicar as outras. Ignorar que há crime. E pior: crime por causa de religião, imagine só! Duvido que exista gente como aquela Laura e aquele Renato Mendes da novela das oito. Mas de que adianta ignorar o mal? Ele não deixa de existir por minha recusa em aceitá-lo.
Fico chateada ao perceber que ele existe e que às vezes vem para cima de mim. Não sei me defender, entende, papai? Não sei brigar. Não quero brigar. Não quero discutir. Nem mesmo se eu acho que estou certa. Prefiro fugir. Buscar outro lugar.
Tenho alergia a pó, marimbondo, cachorro, gato, esmalte de unha, tintura de cabelo, corante, refrigerantes tipo coca, fungo, fungicida, e mais uma lista enorme, que não vou ficar repetindo aqui. Provavelmente eu não sou desse planeta. Gosto de pensar assim. Por que não me identifico com as coisas que estão acontecendo aqui.
Resolvi ser jornalista, com a ilusão de que poderia “ajudar” as pessoas. Mas vejo meus colegas jornalistas discutindo as notícias trágicas e eu acho que discutí-las reforça a energia em torno delas e fortalece esse tipo de ação. Eu queria que essas atitudes fossem ignoradas, pela imprensa, pela mídia, pela TV. De que adianta divulgar notícias trágicas? Cria-se um pânico ainda maior na população. As pessoas sentem-se inseguras e outros criminosos acham bonito aquilo e resolvem fazer também. Seqüestros, assaltos, traficantes envolvidos em tiroteios, matando inocentes. Políticos pensando em si mesmos, ao invés de pensar na população menos favorecida. Pessoas que só pensam em se dar bem. Ganhar muito dinheiro, ou então, só com a “casca”, com a aparência exterior, pondo silicone em tudo quanto é lugar. Se isso não é o fim do mundo, o que seria, então?
Por isso, me refugio nos filmes água-com-açúcar, não leio nem ouço notícias sobre tragédias e crimes, não vou ao cinema para ver filmes violentos e procuro criar em volta da minha casa um escudo fluídico protetor (acredito muito no poder da oração, da mente) e tento me resguardar nessa minha redoma de paz e de amor. Por isso, criei esse blog – acredito no amor entre as pessoas – amantes, namorados, pais e filhos, amigos reais e virtuais, acredito em todas essas relações baseadas no amor, no carinho, na compreensão, no afeto. “All you need is love”.
Claro que eu não vou conseguir mudar o mundo, desse jeito. Sou um grão de areia, solitário, perdido no meio desse mundo. Não tenho ilusões. Mas acredito que estou fazendo a minha parte. Acredito que a Páscoa significa mesmo a renovação e que é preciso que essa renovação se processe no íntimo de cada pessoa desse mundo aqui, que é onde eu vivo, meus filhos vivem, meus amigos e parentes (poucos) vivem.
Quero que o mundo seja feliz. Quero que não existam mais as notícias que estou tentando ignorar veementemente. Quero que haja uma mudança, de gênero, número e grau. Quero acordar um belo dia e ver só notícias boas no jornal. Quero que a Humanidade consiga entender aquela mensagem, tão velha, tão gasta, tão falada e tão pouco praticada – aquela do “Amai-vos uns aos outros”. Bastava isso para que acabassem as guerras, os crimes, o ódio entre os povos, as nações, as pessoas. Parece tão simples.
Então, por que é tão difícil, papai? Eu sei que o senhor também não pode me explicar, mas continuo sonhando com esse dia. E na Páscoa, meu sonho se renova, Espero que mais e mais pessoas, independente da religião (ou mesmo da não-religião), da cor da pele, da idade, da nacionalidade, consigam entender que a gente só deve fazer aos outros o que gostaríamos que fizessem para nós. As ONGs gostam de usar o termo “círculo virtuoso”. É mais ou menos isso. Eu espero, do fundo do meu coração, que esse dia chegue. Que não demore muito, por favor.
Fico triste, às vezes, mas a minha esperança é muito mais forte. Dessa tristeza surge uma força que me impulsiona cada vez mais a viver de acordo com aquilo em que eu acredito. Um dia, esse mundo aqui será melhor. E aí, não vou mais ter alergia. Vou poder respirar e deixar o ar entrar nos meus pulmões fatigados. A renovação vai atingir cada um dos habitantes desse planeta e derreter o que tiver restado de maldade dentro do peito de cada um dos terráqueos. Eu só queria que fosse logo.
É isso. Desculpe o desabafo, papai. Mas às vezes, a barra pesa um pouco mais.
Pra terminar esse mais longo post da história do “Consulta Sentimental”, quero deixar aqui registrado o meu desejo de uma FELIZ PÁSCOA para você que está lendo esse texto gigante, agora. E especialmente para o meu pai, a Aparecida, a vovó Flora, a mamãe, o Gui, o Tom e a Biba. E a Alê, o André, o Dígito, a Morgana, a Adriana M., a Luciana K., a Estela, a Mônica, a Mônica do Casca de Noz, a Maura, a Luciana, a Cristiane, a Pâ, a Nana, o Alexandre, a Elis, a Márcia (Pat), a Stela, a Patty, a Ciça, a Rosana, o Mauro, a Ingrid, a Lúcia, a Catarina, a Delly, o Mauro, a Carol, a Maitê, a Yami. Esqueci de você? Puxe a minha orelha nos comentários, tá?

sábado, abril 10, 2004

Sexta-feira santa
Só por não ter que ter ido trabalhar hoje, o dia merece ser chamado de santo. Principalmente hoje. Mas não fiquei feliz hoje. Estudei durante 11 anos em um colégio de freiras e aprendi a ficar triste nesse dia. Lembro mesmo que em geral as sextas-feiras santas costumavam ser dias nublados, chuvosos. Hoje até fez sol. Mas nem assim fiquei feliz. Sextas-feiras santas são dias tristes e infelizes para a Humanidade. Será que a ficha ainda não caiu? Será que as pessoas ainda não aprenderam aquela simples lição - o mais do que batido "Amai-vos uns aos outros"? Ah, deixa pra lá. Quando eu estiver mais felizinha volto pra tentar consertar esse post.

quinta-feira, abril 08, 2004

Ontem
... e ninguém me deu parabéns ontem pelo Dia do Jornalista. Snif, snif...
TV
Agora os órfãos do BBB vão ver o quê? Para saber o que tá rolando agora na telinha. Para ver sozinho (a) ou acompanhado (a). Have fun.
Fotos que parecem pinturas
Ma-ra-vi-lho-sas. São do Pepe. Um fotógrafo amigo. Ainda não estão todas no ar. É assim mesmo. É pra voltar lá mais vezes. Colírio pros olhos. Gostou?

quarta-feira, abril 07, 2004

Quilos a mais e a menos
Sabe aquela propaganda que pergunta o que faríamos com uns quilos a menos? Acho que todo mundo gostaria de emagrecer uns quilos. Muitos ou poucos. Tanto faz. Eu queria emagrecer, mas não quero sofrer. Não quero tomar remédios, tenho preguiça de acordar cedo e ir pro clube. Tenho vontade de comer doces todas as noites. Tem outras noites que eu acho que mereço tomar uma latinha de cerveja olhando pra TV. E assim vai. A vida é feita de escolhas. Nem sempre a gente faz a escolha certa. Fazer o quê?

terça-feira, abril 06, 2004

Filha única
Hoje vou contar como é ser filha única. Na infância era quase um palavrão. Uma ofensa. "Ela é filha única!" - apontada na perua, na escola... Um horror.
Enquanto naquelas conversas de escola todo mundo reclamava do irmão ou da irmã, eu reclamava da minha avó, tadinha... Bom, eu tinha que reclamar de alguém...
Bonecas? Eu tinha um monte. Criança pra brincar? É, tinha a Denise, uma vizinha, que não podia brincar tanto comigo quanto eu gostaria.
Teve um aniversário - a minha mãe conta - que eu chorei muito porque não veio nenhuma criança na festa...
Daí eu cresci. Pensa que melhorou? Que nada! Ainda por cima, com os pais separados, a família é quase assim uma ficção. Coisa de propaganda, sabe? Imagino que na outra encarnação eu deveria ter tido uns 15 irmãos. E devo ter reclamado tanto aos céus, que eles resolveram descontar nesta. Primo? Sim, tenho um. Tio? Um, também. Tia? Praticamente não tive. Meu tio casou depois de mim... Ou seja, aquela tia, irmã da mãe, em geral, mais chegada? Deve ser bom ter uma dessas, mas não sei como é. Meu pai é filho único também.
Faz falta ter tido irmão (ter brigado com irmão) para poder sobreviver na selva corporativa em que nos debatemos todos. Faz falta ter irmã para deixar os filhos quando a gente quer ir ao cinema ou ao teatro à noite. Faz falta ter irmão e irmã para ter um Natal feliz. E agora que a Páscoa se aproxima, faz falta ter irmão e irmã para que eles também comprassem ovinhos pros filhos da gente.
Resumindo, é isso que eu sinto. Por isso, fiz tanto esforço para ter o "segundo filho" que no meu caso é uma filha. Mas ela demorou 9 anos p/ nascer. Ou seja, tenho, na verdade, dois filhos únicos. Eita destino cruel.
Ah! A insônia passou sim e tem muito trabalho aqui. Por isso andei sumida.

sexta-feira, abril 02, 2004

quinta-feira, abril 01, 2004

Rodízio
Ô inferno! Só quem mora em Sampa sabe.
Fazer as pazes
Como é bom fazer as pazes! Dá um alívio. Parece que a gente tira um peso de cima das costas, um espinho do coração. As cores ficam mais expressivas, a cidade menos agressiva, o trânsito já não incomoda tanto... Como é bom fazer as pazes! Pedir desculpa (nem que seja por alguma coisa que a gente acredita que não tenha feito). Nem sempre é uma questão de intenção, mas de como a outra pessoa interpreta um ato qualquer. Uma gritaria fora de hora, ou uma bronca injusta, ou um carinho que não aconteceu... Somos todos imperfeitos. Então, vale a pena pedir desculpas, pra sentir toda essa avalanche de sentimentos bons. Mais dífícil do que pedir desculpas é perdoar. Mas perdoar mesmo. Passar uma borracha em cima do fato, como se nada tivesse acontecido. E seguir em frente. A vida é uma luta diária e ela não dá tempo pra gente ficar de mal de quem a gente ama. Não acha?