quarta-feira, fevereiro 28, 2007

Haloscan, Webstats e BBB

O Milton, tão gentil, me deu umas dicas e consegui, finalmente, instalar o Haloscan (nem precisei ver o filminho, o tutorial é ótimo). Mas eu já tinha até mandado um e-mail pro support e eles me responderam, também muito atenciosos, só que na resposta nem mencionam esse tutorial, falam mais é de html puro... ninguém merece. Pena que perdi os comentários do post anterior e todos os anteriores de novo... Enfim, toda mudança envolve perdas. Só essa frase já dá margem a várias reflexões. Agora só falta instalar o ícone do Webstats4U, que eu adoro.
Mas como o tempo é curto e urge (outra frase que poderia render vááários parágrafos), fui! E o dia só começou. E a Siri saiu (sim, eu vejo o BBB). Parece que o mundo não é justo, às vezes.

domingo, fevereiro 25, 2007

Em tempos de realidade virtual, Second Life, de coisas coloridas, outdoors (que diminuíram bem aqui em SP), de cores berrantes, Big Brother, movimento, sons incessantes, achei que nesse domingo ensolarado (pelo menos aqui em SP) cabia aqui uma ilustração do Escher. Em preto e branco, estática, luz e sombra. Mas não menos genial. Vale a pena clicar no link e saber mais sobre esse holandês que nasceu em 1898. Aliás, escolhi outra ilustração dele aqui pro blog, p/ simbolizar a delicadeza do amor. É que eu mesma de vez em quando me esqueço disso. E vendo sempre a imagem aqui do lado fica mais fácil lembrar disso.
Ah! acho que perdi meus comments do Haloscan, ainda não sei como vou fazer pra colocar o sistema antigo aqui de novo.




Cores e formas

Atualizei o modelo, mas não sei se ficou bom. Perdi todos os penduricalhos que tinha aqui do lado e os acentos todos dos meus links aqui do lado piraram de novo... Meu blog é velhinho, já. Desde 2003 tô por aqui. Mas ficou mesmo muito mais fácil de mexer. Sempre que muda uma coisa com a qual a gente já se acostumou, isso envolve um certo sofrimento, uma certa dor. A dor da mudança. Mas é uma coisa que também traz prazer, ao desvendarmos o novo, aprendermos a lidar com as diferenças e no fim a gente vê que sobreviveu e que a vida continua. Não acha?

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Feliz aniversário, mamãe


Pronto, acabou! Ufa! que alívio. Back to reality.

Amanhã, dia 21 de fevereiro, é aniversário da minha querida mamãe do meu coração, a Ivone.

Ela é tão diferente de mim... ou será que eu que sou diferente dela??

Ela é esteticista, cuida da pele, tem mania de limpeza, mas mora toda confortável numa casa bem limpinha dentro do meu coração.

Ela faz 71 anos, mas como sempre foi muito linda e vaidosa, nem parece. Ela me ensinou a rezar e a pedir a bencinha antes de dormir. Me ensinou a respeitar os mais velhos e a não responder. Me ensinou a comer direitinho e me deu muitas bonecas quando eu era menina. Sempre me comprava roupas legais no shopping Iguatemi, quando eu era mocinha. Mas as dela, ela comprava mesmo era na José Paulino e nunca deixou de ser muito elegante. Quando ela era mocinha, só saía de casa arrumada e nunca de chinelos. Sempre foi muito econômica com $$. Mas essa lição eu nunca aprendi...

Ela adora o padre Marcelo, e está com o Nelson (na foto, com ela) faz uns 25 anos, já.

Sempre que eu peço, ela me ajuda, nunca me deixa sozinha. Por ela, ela me garante que teria mais filhos (as). Mas sofreu muito quando eu nasci (foi fórceps, quem sabe o que é isso??) e teve rachaduras no peito, eu não mamava, eu nasci toda machucada, um drama...

Por isso, sou filha única.

Se eu não ligo, ela fica magoada.

Tenho que cuidar muito bem dela, toda delicadinha, combina a bolsa com o sapato, nunca sai sem maquiagem e bijus. Ela adora um bom perfume. Me ensinou a comprar o sabonete mais caro, pois é mais perfumado e dura mais. Coisas de mãe.

Minha querida, feliz aniversário, seja muito feliz e conte sempre comigo, sua filha que a ama mais que o mundo. Ainda que a gente brigue de vez em quando... É tudo superficial, porque no fundo, no fundo, eu adoro a minha mãe. E ela sabe disso.

Beijos.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Diálogo

Diálogo pelo msn, que virou post.

- Eu o amo tanto, tanto, tanto chega a doer o peito
- Que delícia, né?? É esse amor q é capaz de fazer vcs dois juntos mto fortes, capazes de enfrentar o mundo, qualquer problema.
- Quando casou vc tb sentia isso?
- Claro!!! sem isso não vai. Sinto isso até hj.
- Jura???????????
- Isso não passa com o tempo não. Ao contrário, só se fortalece. Pq vc acha que as pessoas casadas agüentam tantas coisas chatas??? Cada crise só fortalece o amor verdadeiro.
- Nossa, que delícia ouvir isso
- O Guilherme me dá força nas horas em que eu quero fraquejar, me leva café na cama...
- Nossa...
- Ele não é carinhoso de melado, sabe? Eu tb não ia querer alguém melando o dia todo. Tb não sou mto de agarração. Não é isso que demonstra o amor verdadeiro... Porque mesmo se isso passar um dia não é o que mais importa, né?? O companheirismo, a cumplicidade, essas coisas a gente vai conquistando com o tempo. Os laços entre o casal vão se fortalecendo... é assim.
- Que bom saber disso... não faço a menor idéia de como é um casamento
- Notícia: mas só o amor ainda é pouco. Precisa ter muita tolerância e até uma palavra que é meio fora de moda nos dias de hj: renúncia. O egoísmo dos tempos modernos faz com que as pessoas busquem apenas a felicidade delas próprias e isso não tem a ver com um casamento duradouro.

Pelo menos é assim que eu penso. Concorda?

Novidade: fiz um fotolog no Terra, mas não sei direito o endereço. Tem que procurar Schibik lá.
Agora tenho acesso wireless em hotspots e voip - tudo Terra.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Domingo no parque




Nesse último domingo choveu (muito) em São Paulo. Mas meu marido, depois de ter ficado durante vários e longos meses sem poder fazer nenhuma atividade física, por conta de um "tombo" que o deixou de molho e andando de bengala (um charme!!!) durante muito tempo, estava decidido a andar no domingo de manhã no parque Villa Lobos.

- O parque tá lindo! Você precisa ver! - me diz, tentando me convencer, preguiçosa que sou p/ exercícios físicos por natureza.

Ele tinha ido ao parque no sábado, enquanto eu estava na Seara, onde vou todos os sábados pela manhã. Bom, eu sei dizer que fomos. Levo o guarda-chuva comigo. Ele:

- Vc vai levar esse guarda-chuva horroroso? Deixa no carro!

Eu:
- Me deixa. Vou levar, sim.

Vou carregando aquele objeto preto e feioso na mão. O céu, carregado. Algumas (poucas) pessoas resolvem fazer o mesmo programa. Dessas, muitas levam seu guarda-chuvinha também.

Eu:
- Viu? Não sou só eu que carrego o guarda-chuva! – falei, com ar de vitoriosa.

Mas o Guilherme tá decidido. Quer tomar chuva.
- Faz tanto tempo que não tomo chuva!

Futebol de campo com times uniformizados: laranja contra azul. Quatro namoradas de jogadores, empoleiradas em cima de um banco, formam uma torcida ultra-mega animada, com gritos exageradíssimos de incentivo ao time. Parece final de campeonato no Morumbi:
- Vai, Bru!
- Passa a bola!
- Pô, goleiro!

E outras interjeições entusiasmadíssimas e hinos inventados.

Bom, daí começa a chuvinha e logo em seguida o temporal. Meu pobre guarda-chuva, todo torto, com muitas varetas retorcidas, me protege apenas a cabeça e o tronco. Acho que é o guarda-chuva taiwanês que compramos em Londres, no Carnaval de 2002. O resto, tudo molhado. O tênis faz aquele chof-chof característico. O Guilherme é só alegria. Os óculos pingam, ele mal enxerga o caminho, mas tá feliz. Com um enorme sorriso fixo, desenhado no rosto. A camiseta grudada no corpo e ele lá, firmão.

Passa uma mulher, igualmente molhada, e sorri pra gente. É como se fizéssemos parte de um seleto grupo de pessoas que aprenderam a se divertir quando a maior parte das pessoas reclama do tempo, da chuva, da vida, e acredita firmemente que aquele não é um dia propício para se ir andar no parque. Na hora, percebi que aquilo ia virar um post. Até comentei com o Guilherme sobre isso (ele, que pouco me lê).

Passam dois casais, animados. Cada um pedalando uma daquelas bicicletas de dois lugares. Nem aí pro temporal, que começa a diminuir.

Passamos de novo pelo campo. Todos continuam jogando, como se nada tivesse acontecido.

O Guilherme ainda não tá podendo andar muito, então voltamos pro carro e damos por encerrada nossa aventura chuvística dominical.



Ele:

- E aí, gostou do passeio?



Eu:

- Adorei!

domingo, fevereiro 11, 2007

Por que não comento sobre certos fatos

Primeiro, porque a proposta do meu blog é outra. Mas não é só isso.
Escrevi agora um e-mail para o meu pai (ele me mandou um e-mail sobre o fato dessa semana) e resolvi compartilhar minha opinião com você, que vem me visitar aqui.
(Milton, que coisa chata essa dos comentários... vou tentar incluir outra forma de comentar aqui, vamos ver se consigo).

Oi, Papai, querido, tudo bem??
Sabe? Eu não li este e-mail. Só passei os olhos e vi o assunto, mas não li. Como tb mudo de canal quando passam notícias sobre esse fato.
Isso porque eu acredito que todas as coisas (todas, sem exceção) têm uma razão de ser, que muitas vezes foge à nossa compreensão. "Nenhum fio de cabelo nasce ou cai da nossa cabeça sem o consentimento de Deus, nosso Pai"...
Por enquanto, estamos todos aqui na Terra tentando acertar, tentando fazer com que o planeta passe de um mundo de expiação e provas para um mundo de regeneração. Alguns de nós estamos tendo nossa última chance antes dessa grande mudança que irá acontecer. Alguns de nós iremos para um planeta mais atrasado, assim como era a Terra na época das cavernas, onde cada um tinha que lutar pela sobrevivência de um modo feroz. Outros de nós prosseguiremos nossa evolução juntamente com a do nosso Planeta. Eu rezo para que todos meus parentes e amigos estejamos nesse segundo grupo. Por isso, acho que não devemos, nós, espíritas kardecistas critãos, pelo menos, alimentar a energia de fatos como esse. Não devemos comentar, não devemos nem nos revoltar, nem nos comover exageradamente, pois esse tipo de atitude não ajuda em nada. Isso não quer dizer reagir com indiferença. Muito ao contrário.
Devemos sim rezar pelas almas que estão envolvidas nessa tragédia, devemos vibrar por todos eles (vítimas e algozes) e pedir a Deus que olhe por eles e por nós.
Pelo menos foi isso que aprendi nos meus anos de estudo (vários anos).

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É isso.
Não se trata de conformismo, como pode parecer, mas de atuar em um outro nível de ação, a favor do Bem (e não contra o Mal). Será que dá pra me entender??

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Humpft


Tive que consertar todos os acentos na mão mesmo. Não consegui ver nenhuma diferença entre o jeito antigo e o novo nesse Blogger Googlolizado. A vida segue, no seu ritmo acelerado, sem tempo pra nada, nem pra pensar (o que pode ser bom...)


Campinas foi bom, bem que eu queria morar lá.


Mas não, minha sina é em Sampa, mais precisamente na avenida Paulista. Mas sabe que eu gosto?? Não sei se me adaptaria a um lugar mais sossegado, sem trânsito... Hoje demorei mais de uma hora pra chegar em casa, choveu e coisa e tal. Já viu, né?? Trajeto: da Paulista (foto: Cjto Nacional) para o Butantã. Fiquei ouvindo a Eldorado, pensando na vida (ops, contradição... eu não disse que não dava tempo de pensar??)

Porque será que o Google achou que as pessoas que têm blogs podem falar de coisas tão singelas quanto patinetes, férias, outono? Olha só as palavras que eles escolheram p/ pôr de exemplos de marcadores, hehehe.

Ontem vi Separados pelo Casamento no notebook (pq o Tom e a Rafa levaram o DVD pra casa deles). E ainda tive que pagar uma dívida de 24 reais dele na locadora... Humpft...

Mas o filme é bom. São cenas supercomuns de casais, outras bem exageradas, mas que a gente já pensou em realizar, pelo menos. Gostei do filme, mas não do final. Um final insinuante não é suficiente pra mim. Também acho que muitas vezes as pessoas falam uma coisa, mas queriam dizer o contrário (principalmente as mulheres). Falei isso hj p/ a Babi. Cabe então aos homens decifrar esse mistério. Ex.: quando ela fala p/ ele sair do quarto, qdo está se acabando de chorar... eu acho que o que ela queria mesmo é que ele a abraçasse, e a consolasse. Se a gente aprendesse a falar o que quer, sem subterfúgios, sem indiretas, sem querer que o outro adivinhe os nossos pensamentos e desejos, seríamos muito, muito mais felizes.

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

466 postagens

Bom, cheguei no novo Blogger. E assim vai.
Esta é a minha 466a. postagem. Bastantão, né?
Eu adoro escrever aqui, adoro minhas leitoras / leitores que aparecem e somem, num ciclo infinito.
Adoro reler o que escrevi antes, rever minha vida pelos olhos de quem me lê aqui.
Adoro as palavras, escolher as que se encaixam melhor, como um quebra-cabeças em que os contornos das palavras se ligam uns aos outros, formando um sentido novo, único.
Isso é muito bom!
Esse nariz de cera foi pra apresentar aos meus leitoras / leitores o blog da Babi. É novinho em folha e tem outro foco, naturalmente, mas tem um link primordial aqui com o Consulta.
Porque "all you need is love".

Tô trabalhando muito, exageradamente. Mas isso não é uma reclamação. Tenho que agradecer aos Céus pelas colheres de chá que tenho recebido ultimamente.

Campinas! Me aguarde. Tô por aí amanhã. Eita calorão... Inté!

sábado, fevereiro 03, 2007

Segundo lugar!

Eu fiquei em segundo lugar na promoção do filme Deja Vu do Shopping Villa Lobos, com a seguinte frase:

- Essa cena parece que já aconteceu antes... Falei para meu marido, quando ele tirou do bolso uma caixinha preta de veludo, forrada de cetim branco, e me entregou as nossas alianças de noivado. Eram fininhas, de ouro, e brilhavam. Só pude dizer: te amo!

Ganhei um monóculo muito legal (um binóculo com lente p/ um olho só), uma camiseta e dois ingressos pro filme.

Fiquei tão feliz!

Fui comunicada por telegrama!! (achei que era alguma cobrança, mas era um aviso da premiação)

Só quando eu cheguei lá que descobri que eu era a segunda colocada. A frase tem tudo a ver com o Consulta Sentimental, não?