domingo, julho 31, 2005

Momento breguice assumida

Quando eu tinha cinco/seis anos, eu era fã do Moacyr Franco. Acho que já confessei isso antes.
Pois hoje eu tava com uma música na cabeça que certamente nenhuma das minhas jovens leitoras conhece e que se chama "Suave é a noite". Well, a Internet é sensacional mesmo, né??
Achei a música em um site, mas não consigo mais pôr o link aqui... (???)

Então a viagem ao passado continuou com a Vilma Bentivegna, de quem o Guilherme era fã.

Daí, continuamos com o Altemar Dutra e o Roberto Carlos.

E mais Vinícius de Moraes. E foi tudo festa no fim do domingo. Ai, que delícia. Como é bom assumir a sua verdadeira antigüidade de vez em quando!
(mas os links não funcionaram... sorry!!)
Dicas da neurolingüística
Dr.Jairo Mancilha, Ph.D/ Neurolinguistica, Cardiologista e Psiquiatra

1) CUIDADO COM A PALAVRA NÃO. A frase que contém NÃO, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O NÃO existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo: pense em "NÃO"... Não vem nada à mente. Agora, vou lhe pedir não pense na cor vermelha... Eu pedi para você NÃO pensar na cor vermelha e você pensou. Procure falar no positivo, o que você quer e não o que você não quer.

2) CUIDADO COM A PALAVRA MAS, QUE NEGA TUDO QUE VEM ANTES. Por exemplo: "O Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, MAS...". Substitua o MAS por E, quando indicado.

3) CUIDADO COM A PALAVRA TENTAR, QUE PRESSUPÕE A POSSIBILIDADE DE FALHA. Por exemplo: "Vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas". Em outras palavras: Tenho grande chance de não ir, pois vou "tentar". Evite TENTAR, FAÇA.
(PS.: outra alternativa é experimentar - palavra muito mais positiva - nota da autora do blog)

4) CUIDADO COM NÃO POSSO OU NÃO CONSIGO, que dão idéia de incapacidade pessoal. Use NÃO QUERO, NÃO PODIA ou NÃO CONSEGUIA, que pressupõe que vai conseguir, que vai poder.

5) CUIDADO COM AS PALAVRAS DEVO, TENHO QUE OU PRECISO, que pressupõem que algo externo controla a sua vida. Em vez delas use QUERO, DECIDO, VOU.

6) Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo, utilizando o verbo no passado. Isto libera o presente. Por exemplo, "Eu tinha dificuldade em fazer isso..."

7) Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo: em vez de dizer "Vou conseguir", diga "Estou conseguindo".

8) Substitua o SE por QUANDO. Por exemplo: em vez de falar "Se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar", fale "Quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar".

9) Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo: em vez de falar "Eu espero aprender isso", diga "Eu sei que vou aprender isso". ESPERAR suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.

10) Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo: ao invés de dizer "Eu gostaria de agradecer a presença de vocês", diga "Eu agradeço a presença de vocês". O verbo no presente fica mais forte e concreto.

Sei que vai ser útil para mais alguém.
P/ mim, está sendo.

Ontem recebi a agrababilíssima visita da Marcia (também conhecida como Pat, longa história!!) e do Nando, que parecia até que eu já conhecia. Casal jovem, bonito, cheio de planos para a vida. Esforçados, batalhadores, super alto-astral. Nossa, coisa linda, viu?

A Marcia está trabalhando em um lugar ótimo, cheio de energias positivas. Ela merece. Está loira, e continua entendidíssima em massagens terapêuticas (da parte puramente estética ela não gosta). Daí o Gui e a minha mãe puxaram o assunto e ela superprestativa deu várias informações, dicas e esclarecimentos, com a maior boa vontade. Ela adora e entende muito bem!

Eu sei que eu admiro muito a Marcia e quero que ela seja muito feliz. Bjs para o casal.

sexta-feira, julho 29, 2005

Dia "perdido"
Então, ontem foi um dia "perdido" - fiquei o dia todo em casa, de "agasalho", que é a roupa mais deselegante e ao mesmo tempo mais confortável de todo o mundo...
E de chinelo de pelinhos, idem.
Cochilei de tarde no safá, vi um pedaço da Sessão da Tarde na TV - nem precisa ter inveja, o filme era pééééssimo...
Não fiz nem uma coisinha da minha to do list, exceto o trabalho de preconceito (de Filosofia), que a Biba tem que entregar no final das férias). Mas a vida me chama e tenho que voltar à vida real.
Bom finde!!

quinta-feira, julho 28, 2005

Fé na raça humana
A Jacque foi simplesmente sen-sa-cio-nal comigo. Nossa! Voltei a acreditar na espécie humana. Temos salvação!!!!
Ela começou o blog há pouco tempo. Corre lá que dá tempo de ler tudo. Conteúdo de altíssima qualidade!
Agora, dá licença que, como tô em férias e a minha empregada passou a vir a partir deste mês só 3 vezes por semana (economia de guerra, sabe como é...), tenho que ir lá lavar a louça.
Bem que eu gosto dessa vida caseira...
Mas acho que não tenho esse direito, esse privilégio, sei lá, de ser dona-de-casa. Ah, se eu pegasse as "gênias" que inventaram o chamado "feminismo"...
Agora só preciso de alguém que me convença que "o trabalho dignifica o homem" - só se for o homem, porque a mulher, ai, ai. E pensar que eu sempre fui ultra-mega feminista... Nunca imaginei que um dia eu estivesse "falando", ou pior, "escrevendo" isso.
Well, tô polêmica, hoje.
Mas deixa eu levantar o astral, mesmo. Porque - vc viu o comentário do Tom?? - essa ligação espiritual com o meu filho faz com que a gente se sinta parecido. Já ouviu falar disso?? E olha que ele tem andado bem ausente ultimamente e eu fico reclamando. Sem sucesso.
Bom, mas o fato é que ficamos conversando até 1h44 (esses relógios digitais...) e decidimos levantar o astral em conjunto. O mais engraçado é que ontem mesmo eu tinha comentado com o Guilherme que o Tom era muito parecido comigo, etc e tal. E eu falava no mesmo sentido do que ele comentou.
Ele pára de prestar atenção no meio do que a pessoa tá falando, que nem eu. Tem medo de ser considerado um "fracassado", porque admite que não gosta de trabalhar. Acha que trabalhar é chato. Não gosta de ser apontado como distraído, mas é. Tudo que nem eu. Fica esperando "alguma coisa boa" acontecer, mas sem saber exatamente o quê. Mas descobrimos que temos uma diferença básica: enquanto ele não gosta de mudar de opinião e se diz teimoso, eu sou a pessoa mais fácil desse mundo de ser convencida do contrário. Seja lá o que for. Sei lá se é bom ou ruím ser assim. Talvez eu sofra menos. Não tô nem aí se as pessoas pensam como eu ou não. É meio difícil de explicar. Putz! sorry! isso aqui virou um divã de reflexões umbilicais.
Melhor ir lavar louça logo.

terça-feira, julho 26, 2005

Melhorei um pouquinho
Olha meu horóscopo (mensal), do Quiroga:
julho 2005 Antes de desanimar-se pelo que não dá certo, abra os olhos, pois provavelmente outros assuntos, melhores e maiores, produzem essas aparentes interrupções. Se você permanecer tempo demais lamentando-se pelo que não acontece, não sobrará atenção para você perceber tudo que de bom já começa a se desenhar no horizonte. Melhores coisas virão.
Férias forçadas
De repente, fiquei em férias. Ainda tenho um relatório e muitas, mas muitas preocupações e minhocas coloridas na cabeça. Ganhei uma inimizade assim sem mais nem menos, por conta dessas férias e da viagem (a trabalho, diga-se de passagem).
Tô magoada, chateada, cansada, não dormi essa noite (peguei no sono às 4 e meia), tô decepcionada com a raça humana, desesperançada, no exit at all.
Nunca venho aqui desabafar, mas hoje tô precisando.
Despejar esse caminhão de melancia, sentimentos contraditórios que me fazem sentir humana, falível, incompetente para lidar com as emoções dos outros.
Tenho uma to do list interminável pra dar conta nessas duas semanas. Tarefinhas, sabe aquelas que a gente nunca tem tempo quando tá trabalhando? Então. Nenhuma viagem à vista. A Biba volta pra escola na semana que vem... ou seja, mico total.
Agora tô aqui, enrolando, ouvindo meu querido e adorado Jack Johnson e vendo meus sonhos desmoronarem, que nem castelos de areia lavados pela água do mar.
Você, que tá lendo isso, sei que pode tentar fazer um comentário simpático, tentando me animar.
Mas, sorry!!
Dessa vez preciso me afundar nesse lamaçal de sentimentos negativos, porque só assim sei que um santo qualquer, quem sabe o santo Onofre, que eu chamo toda hora, vai me dar uma forcinha divina, que é só o que pode me salvar no presente momento.
Desculpe desvirtuar totalmente o meu blog com esse desabafo, mas é que eu sei que tem muita gente que vem aqui me visitar e que me deseja de coração boas energias. Então, please, pode mandar via astral que eu tô aqui esperando por isso.
E, digo de novo, quem fala que ter 47 anos é bom não sabe de nada, mesmo.

segunda-feira, julho 25, 2005

terça-feira, julho 19, 2005

Foto
O acampamento da garotada de 11 anos chama-se Blow the Bubble Village. E tinha gente do Canadá, Suécia, Suíça, Guatemala, Costa Rica, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Itália, etc. Quem paga são os pais (e não é baratinho, não).
Hoje, na despedida, tinha gente com aquele pau de chuva, sabe? Boa idéia! Com camiseta da seleção brasileira, com pulseirinha escrito "Brasil", com ursinho de pelúcia (um grande sucesso, todo mundo queria pegar!).
Eu gostei muito, muito de ter recebido os dois garotos e amei o Pietro. Antes de ir embora ele desceu na sala onde está o teclado e tocou de novo "Adeus, amor, eu vou partir..." Ai, ai. Tô sentimental.
Image Hosted by ImageShack.us

domingo, julho 17, 2005

O Jorge (pronuncia-se algo como "Ror-re") é de Tenerife, nas Ilhas Canárias? Sabe onde fica? Nem eu sabia. Fui procurar no Google. Fica aqui.
Tenerife, a mais larga das Ilhas Canárias, tem uma área de 2.057 km2 e uma população de quase 750.000. Situa-se a 200 milhas da costa da África Noroeste a cerca de 28 graus de latitude e 16.5 graus de longitude.
Ele mora em Puerto de La Cruz e quase não fala inglês. E é tímido.
E o Pietro é da Itália. De uma cidade perto de Pisa (sim, a da Torre). Educadíssimo, o Pietro viu o teclado da Marjorie e adorou! Ele toca Carmina Burana, aquela música "Adeus, amor, eu vou partir"... Uma graça.
Eles me deram presentes lindos! Avental de Firenze, coisas de cozinha de Tenerife, um livro sobre os telhados de Firenze... Sensacional.
Agora estão dormindo e tenho que inventar o que fazer com eles hoje.
Ontem fomos andar de bicicleta no Parque Villa Lobos e eles comeram pastel, caldo de cana e água de coco. O Pietro falou: "Obrigadíssimo!".

quinta-feira, julho 14, 2005

Amanhã...
...vão chegar dois meninos de 11 anos, de qualquer lugar do mundo, na minha casa.
Eles são do Cisv e vão ficar com a gente até segunda de manhã.
Eu estou suuuper ansiosa.
Estamos planejando o que fazer com eles e amanhã ainda tenho que comprar algum presentinho. O quê, my God???
A Biba deu a idéia de comprar uma camiseta naquela loja BR alguma coisa, que lembre o Brasil. Mas não vai dar tempo...
Amanhã de manhã tenho que arrumar o quarto de hóspedes.
Vai ser legal. A gente tem que ir esperar os meninos às 17hs no colégio Santa Cruz.
Só saberemos amanhã quem são as crianças e de onde elas vêm. Amanhã elas dizem aos monitores com qual amigo(a) querem passar o final de semana e os monitores compatibilizam com os pais que se dispuseram a recebê-las. Serão duas crianças de países diferentes. As famílias recebem uma etiqueta com o nome das crianças e elas com os nomes da família e a brincadeira é um procurar pelo outro no evento. Depois eu conto.

domingo, julho 10, 2005

Um toque do Oriente
Tenho várias amigas de olhos puxados.
Tudo começou no ginásio (que hoje seria quinta série). Formamos um grupinho fechado de cinco meninas (a tal da panelinha). Uma delas era a Lisa. Uma Elizabeth que não virou Beth! Fez Matemática, trabalha em um grande banco e tem 3 filhos. A gente se cruzou de novo no clube da Aclimação e depois nos desencontramos de novo. Outra amiga nossa, daquelas cinco dessa panelinha, morreu este ano. Triste, isso.

Daí demorou um pouco e conheci a Luciana. Ela me fez ver que eu não sou mais uma menininha (a gente sempre acha que é, ainda que tenha 80 anos...). Como faço aniversário no mesmo dia que a mãe dela, ganhei status de alguém capaz de dar "conselhos". Isso me abriu os olhos para a maturidade. A gente se fala bastante, até hoje, acompanho as suas aventuras pela vida e gosto muito, muito dela.

Aí, demorou mais um pouco e conheci outra Luciana. Ela não se encaixa muito no perfil de oriental, apesar das aparências, porque é agitada, elétrica, até. E agora tá grávida. A gente foi almoçar juntas na sexta-feira e foi ótimo! Se deixassem, a gente ia ficar ali conversando pra sempre. Nossa! Como temos assunto. Incrível. Ela é chique - trabalha na Globo.

E tem também a Marília, que odeia ser classificada nessa categoria... mas fazer o quê? Ela traz esse toque oriental meio disfarçado nas feições, e é totalmente hype, nada a ver com o padrão oriental que vem à nossa cabeça quando pensamos no Oriente. É que pra mim o Oriente representa todo um fascínio, uma cultura rica, milenar, que não existe em nenhum outro lugar do mundo. E eu não tenho nenhum antepassado oriental, de lado nenhum. Mas gosto de Feng Shui, Tai Chi, ioga, shantala, ikebana, Akira Kurosawa, etc.

Eu queria escrever mais. Mas o Guilherme chegou nervoso. Ontem na quermesse, um dos nossos novos vizinhos deu uma péééééssima notícia: possivelmente temos um baita problema de esgoto aqui no nosso quintal, que afeta a vizinhança e que pode ter ocasionado a mudança dos antigos moradores, que quiseram empurrar o problema com a barriga e adivinha onde ele caiu? Bem aqui.

quarta-feira, julho 06, 2005

O escritório mudou!
Do Itaim para o... Itaim!
Mas outro pedaço. Ficamos sem e-mail e sem telefone hoje, mas quer saber?? eu adorei o refresco e as cadeiras cor de abóbora!!
A Alê ia ficar nervosa de não poder fazer nada durante um dia inteiro, se é que eu a conheço um pouquinho.

terça-feira, julho 05, 2005

A big mistake!
Certas coisas você nunca vai saber na sua vida.
Você não vai saber qual foi a palavra que fez com que escolhessem outro candidato em seu lugar na hora da disputa por aquela tão sonhada vaga.
Daí, você vai ficar tentando se convencer, pra não desmoronar, que é melhor assim.
Que se os seus anjos protetores não deixaram que o seu sonho se tornasse realidade, para sua própria proteção ou porque um outro sonho melhor vai se tornar realidade p/ vc em breve.
Uma vida precisa ser vivida, e às vezes a gente segura o leme com força e dá os rumos da nossa vida, mas às vezes, é melhor deixar o barco correr, porque não adianta lutar contra a força das ondas e das marés.
Quando a gente aprende isso, vê que tudo é relativo e vai buscar a nossa força interior e o consolo nos mais diferentes colos.
Fui pedir o colo da minha mãe e do Guilherme que são meus dois portos-seguros.
Ao lado deles, enfrento todas as tempestades.
Ao lado deles, pode vir o furacão que for que seguirei em frente, como for, do jeito que der e com toda a minha energia.
... e a vida continua.

segunda-feira, julho 04, 2005

Cap San Diego
Quem, assim como eu, não pode conhecer ao vivo esse belo navio da Hamburg Sud que atualmente é um navio museu no porto de Hamburgo, vale a pena conhecer o magnífico trabalho do meu pai. Ai, que orgulho...
Gravidade
Vamos começar a semana com o astral lá em cima, por favor.
Para isso, nada melhor do que clicar no link que o CAT mandou:
É muuuito bom!!

sexta-feira, julho 01, 2005

Sexta-feira
Este blog tem por princípio não falar de trabalho. Mas isso tá ficando cada vez mais difícil, uma vez que passo a maior parte do meu tempo em dois endereços diferentes, tentando ganhar meu dinheiro com o máximo de honestidade possível, uma vez que no que faço não é possível ser honesta 100% do tempo:
- Olha, eles falaram que seu veículo é de segunda linha, então não vão perder o tempo deles dando entrevista p/ vc.
- Olha, eu poderia procurar a foto no site, mas ia gastar um tempão e tenho outras prioridades p/ fazer. Por isso, é melhor dizer que não tem a foto e pronto.
- Olha, a gente faz uma lista de convidados tipo A, depois parte para a lista B, C e assim por diante. Você está na D. Mas mesmo assim gostaria de ir em tal evento?

Já pensou? Não ia dar certo.
Por isso, a gente tinha até pensado em um blog chamado "Efeito Pimenta" que ia contar sobre os bastidores dessa atividade que executamos no nosso dia a dia. Depois, viraria um livro. Mas excesso de sinceridade é algo que não é politicamente correto e nem valorizado pela sociedade pós-moderna.

Isso porque eu ainda nem falei nas broncas que a gente leva de ambos os lados (clientes e coleguinhas) por não sermos tão eficientes quanto eles gostariam que fôssemos. E vivemos nesse limbo, equilibrados no mundo possível, e muito, mas muito longe do mundo ideal, da Phantasy Land... A gente vê reputações serem construídas e desmoronadas num estalar de dedos. A gente vê as estratégias de comunicação serem armadas em gabinetes e os jornalistas serem manipulados para que a executem à perfeição. A gente vê tanta coisa...

Por isso, meninos e meninas, escolham muito bem a profissão de vocês. Que o mundo aqui fora não é nada bonzinho, como aquele professor que finge que não vê os alunos colando, sabe?

Reflexão pro final de semana.