terça-feira, novembro 16, 2010

Nana

Minha fiel leitora sempre merece um post especial como resposta.
Pois é, Nana, mas os casos em que o corpo não "aceita" a maternidade são diferentes... A minha segunda filha também só decidiu sair lá do Céu quando eu já tinha 35 anos... Mas aí o caso é diferente.
Não gosto de generalizações simplistas, cada caso é um caso. O problema é que muitas mulheres hoje em dia adiam a maternidade porque querem primeiro se dar bem profissionalmente e financeiramente, e nem sempre acho que essa é a melhor opção.
Uma vez li em um livro a história de uma família que decidia ter mais um filho e o que acontecia era que o pai recebia uma promoção extra ou acontecia alguma coisa que sempre dava um fôlego financeiro maior à família para que aquele filho "a mais" pudesse ser bem recebido, em um lar em harmonia (inclusive financeira), sem maiores problemas. Acredito mesmo nisso, que sempre se dá um jeito e que o resultado - depois que um casal tem a coragem de ter um filho - é sempre positivo, em todos os sentidos. Mas essa a minha posição muito particular, respeito também quem opta por não ter filhos, Só acho que pra mim, a vida seria vazia sem meus filhos (e agora a neta).

5 comentários:

  1. Anônimo12:45 AM

    Obrigada pelo post :D

    Cada dia tenho mais certeza que só entende a maternidade quem passa por ela.
    Entendo que quem quer casar/ter filhos não precisa esperar pelo dinheiro chegar nem planejar demais.
    Mas, é que vejo tanta gente falando sobre mulheres que adiam a maternidade e eu vivencio diariamente tantas mulheres ansiosas por terem seus filhos e estas não são vistas...

    bjuz naninha

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  2. Sil,
    Uma das razões que hj as mulheres engravidam mais tarde pode ser justamente porque elas têm essa opção. É o meu caso. Eu quero mais é curtir a vida antes de ter filhos, pq qdo temos filhos, tudo muda. E não quero ser daquelas mães que culpam os filhos pelas experiências não vividas. Além do que, a mudança da comportameto (olha o toque de antropologia aí) tem a ver com a independência das mulheres. Antes era: casar, procriar e viver pela casa (marido+filhos). Claro, não generalizando, mas era uma equação meio óbvia. Aí começamos a trabalhar, ganhar dinheiro e decidir qdo (e até como) queríamos casar e ter filhos.
    Bom, essa é minha humilde opinião. E viva a maternidade com 30 e alguns (rs)
    bjs

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  3. Hum, adorei os posts!
    Concordo com ambos os posts! Agora olha que dúbia a minha posição, fui mãe cedo, aos 21, e não mudaria isso na minha vida. Acho super bacana ter uma filha moça, amiga, companheira e eu ainda nova. Não tive outros filhos pois achava que não poderia dar para todos que dava para a minha filha. E hoje realmente, não me animo mais não! rs. Mas acho que minha vida seria muito vazia sem um filho.
    Beijos

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  4. Anônimo10:24 AM

    http://blog.zazou.com.br/2010/11/16/boom_de_maes_com_mais_de_50_anos/

    Pra aumentar o debate :D

    Bjuz naninha

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  5. ola.,

    sabe, mesmo nao sendo mãe ainda, sonho em ser, e creio nisso que vc relata como experiencia pessoal;;; vejo assim, a minha familia se reerganizou com a vidas dos meus irmaos... acho que tudo pode e precisar desse ajuste, respeito a opinião daqueles que hoje nao querem., porem é uma via dupla... parabens!!!

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