segunda-feira, março 13, 2017

La siesta


Eu estava trabalhando com horário e tudo... Naquela época, o que eu mais desejava, depois do almoço, eram 15 minutinhos pra deitar e descansar. Sria um lugar com redes, natureza, e também salinhas fechadas. Pensei até na logomarca da empresa, que se chamaria La Siesta: um mexicano com chapelão, sentado abraçado nas pernas, cochilando. Mas é claro que não fiz nada de concreto. Tenho várias desculpas... a principal: falta de $$ para investir.

Daí, meu filho me chama hoje pra ver uma matéria que estava passando no Jornal Hoje. Lá estava a minha ideia: uma empresa chamada Cochilo. Bacana!

Hoje à tarde, descobri o blog de uma jornalista que está participando do Coletivo de Conteúdo.

No post que li, havia um vídeo com a fala de uma moça chamada Mel Robbins, no TEDx de São Francisco, sobre "Como parar de se ferrar", que tem a ver com a situação que eu descrevi. Quantas ideias não deixamos passar, por, principalmente, muita preguiça de sair da zona de conforto, né??

Amanhã, como ela recomenda, vou me levantar meia hora mais cedo.

E vamo que vamo.

2 comentários:

  1. Sil, 12 anos atrás, em 2005, qdo fui para Londres, dei (de graça, sem ganhar nada) uma 'consultoria' para uma pequena empresa de intercâmbio. Eu disse a ele que, se quisesse crescer, precisava investir em conteúdo. Sempre achei isso ÓBVIO e jamais pensei em transformar em uma empresa (não sou empreendedora nem tenho capital, mas nunca achei que algo tão óbvio para mim fosse um novo mercado!). Hoje, trabalho ganhando uma MISÉRIA para quem teve a ideia BEM DEPOIS e fez dela uma negócio. Engraçado isso!

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    Respostas
    1. É a Rosie, né? Sim, engraçado. Mas a gente não pode se abater. Vamos ter novas ideias e colocá-las em prática! Bjs

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