sexta-feira, junho 10, 2005

Felicidade
Felicidade é... receber a visita do meu pai aqui em casa, depois de vários (muitos) anos. Não é que ele não gosta de mim, mas virou "caiçara" e não gosta muito de sair do cantinho dele lá em Caraguatatuba. Eu entendo. Por isso mesmo fico muito feliz ao recebê-lo aqui em casa hoje, com a Maria Aparecida (sua segunda esposa).
Eu quero que ele se sinta muito bem vindo aqui, e que volte sempre. Meu pai é um exemplo p/ mim, acho que como todos os pais o são para seus filhos. Sempre me disseram que eu sou mais parecida com ele e eu sempre acreditei nisso. Ele tem um enorme talento para construir seus modelos de barcos. Ele também é geminiano, fez aniversário no dia 26 de maio.
Eu não sei se sou uma filha tão legal p/ ele. A gente se afastou muito quando houve a separação. Mas eu acho certo a pessoa ir em busca da felicidade, ainda que com alguns tropeços pelo caminho. Na hora, foi chocante. Ainda mais porque eu nunca vi os dois discutirem. "Meu mundo caiu"... Mas hoje, as feridas estão todas cicatrizadas e acho que foi bom para todo mundo.
Meu pai, que ia à Igreja de vez em quando e ficava lá atrás, nas épocas em que eu era mais "carola", surpreendentemente descobriu o espiritismo e hoje faz palestras no centro espírita lá de Caraguá. Acho que eu tive uma certa influência, pois sempre que eu ia pra Caraguá a gente falava sobre aqueles mistérios inexplicáveis para outras religiões - como criancinhas que morrem bem novinhas ou assassinos que se arrependem do que fizeram bem na hora da morte - e a visão do espiritismo.
Mas o meu pai é o máximo, eu tô feliz e tô de folga do trabalho. Agora, vou arrumar melhor aquele quarto de hóspedes para esperá-lo chegar.

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