segunda-feira, novembro 04, 2013

Felicidade a todo custo?



Entendo que a felicidade é sim um objetivo bacana de tentar ser alcançado. Mas seria a felicidade deste mundo? o grande Jesus nos disse que talvez não... Mergulhados que estamos em um mundo material, de provas e expiações, talvez seja uma grande ilusão essa busca da felicidade. Talvez, a gente tenha mesmo que vivenciar alguns momentos de dor e de tristeza, para o nosso adiantamento espiritual. Pensei nisso hoje, ao ler o seguinte texto:

EMPODERAMENTO DO SER

Vivemos um momento muito singular, existe uma velocidade em tudo ao nosso redor, nas informações, nas exigências, nas expectativas, nas relações, nas respostas, nas reações e em uma infinidade de aspectos de nossa vida.

Parece que o exterior tem pressa.

Tudo ao nosso redor tem uma urgência.

Muitas vezes, sem que percebamos isto vai minando o que é mais precioso.

O nosso maior tesouro: Nós mesmos, isto mesmo, você é importante e você precisa se preservar, precisa descobrir sua autoridade energética, o que deseja, o que quer o que não quer e o que não deseja para si.

Sem críticas aos livros de autoajuda, mas que deixaram um grande prejuízo... parece que com eles todos temos obrigação de sermos felizes! Intencionalmente ou não, eles criaram uma população angustiada atrás de uma felicidade externa a todo custo.

É preciso resgatar nossa integridade interior com tudo que ela contém, todas as dualidades e contradições que fazem parte e SER COM TODA NOSSA AUTORIDADE ENERGÉTICA!

TER CORAGEM DE SER O QUE É VERDADEIRAMENTE.

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Eladia Blanco - eladiablanco@yahoo.com.br



POR OUTRO LADO.... (e tudo tem os dois lados, ou mais...)
A gente tem sim o poder de encontrar a felicidade em alguns "lugares" um tanto quanto improváveis... Eu, por exemplo, sempre fui uma menina tímida ao extremo, que nunca sequer cogitei em pisar num palco.... Era um sofrimento danado quando tinha que subir no palquinho do colégio de freiras, mas eu nunca tive muito destaque, sempre fiz questão de me misturar e de me esconder atrás das outras pessoas. Teve uma coreografia que eu me escondia atrás de uma grande flor de cartolina, ou de máscaras... e assim foi.

No entanto, nada como um dia depois do outro né??

No sábado, tive a experiência de subir em um palco "de verdade" (Teatro do colégio Santa Cruz) com uma platéia absolutamente lotada, para cantar com o meu querido coral. Entrei neste ano para o coral, e foi a melhor coisa que fiz por mim mesma, sem dúvida alguma.

Lógico que eu estava apavorada. As mãos suando, frias, pegajosas, o coração acelerado, as pernas tremendo. Mas eu também estava confiante, fiquei na fila da frente, sabia as letras de cor, tinha um grupo bacana ao meu lado, estava segura ao lado da cantora que eu mais admiro no grupo, que canta super bem e que eu tento imitar (a Vânia), enfim, estava protegida. Meu lindo maestro Piero Damiani falou palavras de fundamental importância antes de entrarmos e lá fui eu misturada às minhas amigas e amigos para o palco!! Todas lindas, vestidas de flores de cores variadas, estávamos um primor de elegância e de alto astral!

Cantamos apenas duas músicas (as mais alegres - Aula de Piano e Samba pra Vinícius) do nosso repertório, baseado em Vinícius de Moraes - centenário comemorado neste ano - e o pessoal aplaudiu e assobiou!! Foi a glória. Depois dessa experiência bem-sucedida, eu e o palco nos tornamos íntimos. O exercício de andar por todo o palco que o Piero fez durante o ensaio contribuiu muito para isso também.

Ou seja, fui feliz naqueles instantes. Extremamente feliz, gloriosamente feliz. E agora, só quero saber de cantar, mais e mais.

Detalhe: a Eladia também é do Coral!!! (o que faz o link com o texto ali de cima).


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