quarta-feira, maio 19, 2004

Qi Gong
Respirando com as mãos, Afastando as nuvens, Dançando com a lua, Abraçando a onda, e tudo termina com o Tomando banho de energia. Claro que não me lembro de mais da metade do que fiz hoje de manhã, mas não é que funciona? O Lian Gong (pronuncia-se lian kun) é legal e coisa e tal. Mas é bem novinho – foi criado há uns setenta anos por um chinês. Já o Qi Gong (pronuncia-se chi kun) tem a ver com o Tai Chi Chuan e é outra daquelas séries de movimentos milenares que os chineses inventaram. É lindo, cinematográfico. Quando a gente faz ao ar livre no clube, um monte de gente pára p/ olhar. Os movimentos fluem, como se o nosso corpo fizesse parte da natureza, fosse uma planta ou um animal. E diz que funciona mesmo. Que traz um monte de benefícios. O melhor de todos: rejuvenesce! Quem não quer rejuvenescer? Não me venha com essa lenga-lenga que os anos trazem sabedoria. OK. Trazem. Mas também trazem as rugas, a expressão cansada, olheiras, cabelos brancos, quilos a mais (já que o metabolismo fica mais lento), tudo isso. Essa nova configuração vai se instalando aos poucos no corpo da gente. E quando vc percebe, virou “sogra”, prestes a virar “avó”. É legal, mas assusta, principalmente quem ainda acha por dentro que é tão jovem quanto qualquer outra pessoa que ainda está na faculdade, por exemplo.
Engraçado eu me ouvir “falando” isso. Porque sou completamente avessa a prestar atenção apenas ao lado puramente físico das pessoas (incluindo eu mesma). Tanto que resolvi pintar os cabelitos pela primeira vez na minha vida este ano, um pouco atrasadinha. Ficou bom, mas coça tanto... e eu que sempre fui contra a idéia de “sofrer” pra ficar “bonita”. Não sei porque tô falando tudo isso. Tchau. Deixa eu voltar pro trabalho.

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