quarta-feira, maio 05, 2010

Meus melhores professores

Tem uma coisa meio sentimental em lembrar dos nossos professores do passado, né? Imagine quantos professores a gente tem na vida. Um monte! Mas os bons professores – assim como os bons amigos – são poucos, a gente pode contar nos dedos das mãos (se bobear, uma mão).

Tive aula com a terapeuta Lidia Rosenberg Aratangy na PUC. Foi a única professora, em dois anos e meio de curso de Psicologia, que deixou boas lembranças. Ela dava aulas (perfeitas) de Genética. Lembrei dela ontem porque recebi um release falando de um livro novo que ela escreveu: “O anel que tu me deste – o casamento no divã”, da Primavera Editorial. Se o livro for tão bom quanto eram as aulas dela...

Na minha listinha, estão também dois professores que eram odiados por mim. Mas hoje vejo que aprendi muito com eles: a dona Neide (sim, a gente chamava os professores do Dona e de Seu), professora de Português do primário, e o Manente, de jornalismo, na ECA. Também se aprende dessa forma, tenho que reconhecer.

Depois, no colegial, a Clarinha, professora de Psicologia. Por causa dela que fui estudar a disciplina na PUC. Ela era o máximo! Eu queria muito ser igualzinha a ela.

E tinha a professora Estefânia, que era ótima também. Mas não me lembro mais que matéria ela dava. Espevitada, de cabelo curtinho, ela era muito boa.

E o professor de inglês, o seu Paulo – um verdadeiro lorde inglês, magrinho, alto, só faltava usar o chapéu coco. Outro dia encontrei com ele na Fnac e até fiquei vermelha. Hahaha (o Guilherme foi falar pra ela que eu tinha sido sua aluna).

E a de francês, que chegou à classe no primeiro dia de aula já falando em francês com a gente:

- Bon jour, mademoiselles, patati, patatá…. E uma aluna olhava para a outra, sem entender nada. Como ela se chamava mesmo??

Depois, já na pós-graduação, tive uma única e inesquecível aula com o Clóvis, de Ética.

E só. E você, lembra dos seus professores mais queridos?

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