terça-feira, dezembro 21, 2004

Álcool
Agora eu sei que vou perder leitores (as).
Mas fazer o quê?
Esse assunto tem me preocupado muito ultimamente e preciso falar. Eu também gosto de tomar vinho, uns chopes. Mas pára por aí.
O Tom bebe mais do que eu gostaria que ele bebesse.
Muito mais.
Também ouvi histórias espantosas de viagens e caixas de cervejas aqui das meninas do trabalho. Na hora não falei nada, porque é chato a gente ser do contra, mas fiquei desconfortável.
Fico um tanto quanto chocada ao perceber como os jovens acham “legal” beber.
As propagandas mostram o álcool como uma coisa cheia de charme e de atrativos.
O marido da irmã do Guilherme era alcoólatra e morreu por isso. Deixou quatro filhas órfãs. Isso é muito chocante na véspera do Natal... Mas é uma época em que as pessoas que acham legal beber bebem mais ainda e causam acidentes fatais, quando se acham espertas demais para não dirigirem.
Tudo bem, podem me chamar de “carola”, de careta, etc.
Mas acho que a coisa tá indo longe demais.
Beber não é tão legal assim. Vc deixa de perceber as coisas como elas realmente são e passa a viver em um outro mundo de fantasia irreal. Não acho isso legal. Por mais desagradável que o mundo seja (e é) de vez em quando.
Sei lá. Mas é isso. Espero que não aconteça nenhum acidente de carro em nenhuma estrada no mundo nesse fim de ano. Sei que é uma utopia e que esse texto aqui pouco poder tem para que isso seja verdade. Mas um impulso incontrolável me faz escrever sobre esse assunto. Vai ver que esse texto nem é meu, deve ser psicografado.
Mas é isso. Falei. E pronto.

Pri, fiz a lista dos 33 desejos ontem.

O meu filho é o de olhos fechados e de língua pra fora.
Nana, Ivis e Ciça acertaram.

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