segunda-feira, julho 26, 2004

Na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza
Não falo muito sobre o Guilherme aqui, mas hoje vou falar. Ele anda doente. Primeiro foi a artrose. Imagine um cara que ama andar, ama jogar tênis, etc, saber que tem um troço chamado artrose, ou seja, uma coisa degenerativa, que vai destruindo aos poucos a cartilagem entre o fêmur e a bacia... Problemão. Dor, dor e mais dor. Ele ficou sendo uma outra pessoa, durante uns tempos, até que no Laboratório da Dor, no HC, deram alguns remédios para ele. Ele voltou a ser o Guilherme que eu conheci. Feliz, animado, sem dor.

Só que nesse meio tempo, descobrimos que ele tem a "pressão alta" - saco! tem que tomar remédio todos os dias, não pode comer nada com sal, essas coisas.

Na semana passada fui com ele fazer aquele exame - ecocardiograma. Sensacional ver o coração trabalhando, e como ele trabalha! A válvula mitral abre e fecha, o sangue entra e sai, parece o samba do crioulo doido. E ele, como todos os homens, morre de medo de ficar doente.

Amor é isso também, é fazer ele saber que eu tô ali pro que der e vier e que o meu lugar é bem ali ao seu lado. Vou falar isso pra ele hoje. Ainda não falei.

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